O passado é uma parada…

Aderson ex-jogador entrevista-Mario Quadros (12)

Timaço do Remo campeão paraense de 1977, com Edson Cimento; Marinho, Darinta, Dutra e Luiz Florêncio; Aderson, Mego e Mesquita; Leônidas, Bira e Júlio César Uri Gheller. O técnico era Joubert Meira.

22 comentários em “O passado é uma parada…

  1. Nessa epoca o Baenao cabia 20 mil..e esse time da foto enfiou no Palmeiras de Leão -ele mesmo- Marinho Perez,Beto Fuscao,Rosemiro – patinho feio- e um moleque chamado Jorge Mendonça 3 bolas a 0.
    Se meu HD nao esta em falha o Bira Burro fez 2 e o Azougue Mesquita 1.
    Fui testemunha ocular e naqueles tempos idos os adeptos tunantes e bicolores costumavam freqüentar o Baenao .

    Curtir

  2. Aliás, vale lembrar (se não estou enganado) que neste time de Feras, sete eram paraenses da gema. De fora, só o Dutra, o Luiz Florêncio e o Julio Cézar. Ah, o Bira era um caso especial, eis que como todo amapaense, pelo menos na geografia futebolística da época, era considerado como se paraense fosse (hoje não sei se ainda é possível falar nesta afinidade). Sem esquecer, dentre os paraenses, das contribuições do celeiro cruzmaltino (Edson e Darinta, os recentes e Marinho, Mesquita e Leônidas os mais remotos).

    Curtir

    1. Que eu saiba, esse time ganhou o tri estadual (77,78 e 79), mas me refiro à qualidade dos jogadores. Ou você questiona isso também, Einstein da Jabatiteua?

      Curtir

  3. Esta equipe apesar de na classificação geral do brasileiro de 1977, ter ficado na décima quarta colocação de um campeonato brasileiro que contou com a participação de 62 equipes. Ficou a apenas 3 pontos de ter conquistado uma vaga para a semi final do campeonato contra o São Paulo, campeão daquele ano. Bastava para que isso acontecesse, que o mais querido tivesse vencido dentro do arrruda o timaço do Santa Cruz, por 2 x 0 ou 1 x 0 , desde que o Palmeiras vencesse ou empatasse com o Operário. Não vencemos perdemos por 2 x 1, porém com um gol de Mesquita aos 43 minutos do segundo tempo, o Leão também tirou da semi final o próprio Santa diante de mais de 60 mil torcedores. E quem agradeceu, foi o Operário que na mesma noite em Campo Grande, venceu o Palmeiras por 2 x 0 e foi a semi final contra o São Paulo. Alguns profissionais da imprensa, teimam em dizer que o campeonato paraense não é parâmetro para o brasileiro. Ocorre que o Remo campeão paraense de 1977, se reforçou para o brasileiro com os seguintes jogadores: Edson cimento goleiro da Tuna,Darinta zagueiro da Tuna e Humberto Guerreiro também da Tuna. Trouxe ainda um meia esquerda do Cruzeiro de Nome Alexandre, que em 1976 havia jogado pelo Rio Negro de Manaus e que posteriormente voltou ao Cruzeiro e chegou a ser titular por um bom tempo do time estrelado e a maior de todas as contratações, o ponta esquerda Júlio César, o maior que vi jogar nos últimos 40 anos. Pois bem com isso meu caro Gerson Nogueira chego a conclusão, que não é o campeonato que é o parâmetro ou o problema para as pífias apresentações de clubes paraenses nos brasileiros da primeira ou segunda divisão. Na verdade o problema está na qualidade das equipes montadas. Se uma equipe do Pará estiver com um grande time no paraense, com alguns reforços essa mesma equipe, vai fazer bonito em qualquer competição brasileira. Somente para reforçar o que digo, Escalo aqui a equipe do Paysandu campeã paraense de 2001, que na tarde do dia 30/06/2001, venceu o Remo no primeiro jogo da decisão por 4 x 0. Júlio César; Gavião, Gino, Sérgio, André Duarte; Rogerinho, Sandro, Lecheva (Trindade), Magnum; Albertinho (Valentim),Zé Augusto (Vanderson). Essa equipe do Paysandu é praticamente a mesma salvo alguns reforços que conquistou a segunda divisão do mesmo ano. Um outro detalhe em 1977, o público do jogo Remo 3 x 0 Palmeiras foi de 26.938 torcedores e contra o Operário 29.934 oficialmente, extra oficialmente ficou perto dos 35 mil. É claro que isso foi um absurdo, porém acho que dentro do baenão cabem tranquilamente 20 mil torcedores.

    Curtir

  4. Ganhar do Palmeiras Harold o papao tmb ganhou dentro se Sao paulo e diga-se de passagem pelo melhor time que o Palestra ja formou ate hoje Evair, Roberto Carlos, Rivaldo, Edmundo, Cezar Sampaio, zinho e cia….. Time bom foi o papao da Copa dos Campeoes, Libertadores esse sim fez o Para ser reconhecido la fora.

    Curtir

  5. Edson a rivalidade entre ReXPA é tão acirrada que salve algum engano,eles têm dividido décadas,com maior número de títulos,fato que nunca ví ou ouví alguém comentar,inclusive imprensa falada ou escrita. Assim,de onde lembro fica: Paysandu (60-80-2001 a 2010) . Remo ( 70-90 ) .Não lembro de momento,a de 50 .

    Curtir

  6. Edson, o Julio Cezar é Carioca, o Luiz Florêncio se não estou enganado veio do Maranhão. Não sei a procedência do Dutra, acho que foi São Paulo. E neste time ainda havia um volante que sempre entrava que era o Mareco, que também era amapaense. Sem contar o Dico, que teve que amargar a reserva do Cimento. Mas, como era muito bom também, o Joubert até ensaiou um revesamento entre eles.

    Curtir

  7. Acrescento que o Paulinho (Rabiola) foi o verdadeiro ponta-direita desta equipe, no lugar do Leônidas . Ainda no ano de 1977 o goleiro Edson Cimento foi eleito o melhor goleiro ganhando o troféu Bola de Prata, da Revista Placar. Era mesmo uma grande equipe, com um grande treinador.

    Curtir

  8. Como torcedor paraense e torcedor bicolor, não posso deixar de comentar. Esse time era sim um timaço, embora não tenha ganho nenhum título de expressão, ganhou o tri paraense em cima do Paysandu e diga-se de passágem naquela época o parazão era muito disputado entre os dois maiores rivais.
    Se não estou enganado, esse time ganhou o Vasco em São Januário por 2 x 0 num jogo em que o pessoal da Rádio Clube teve que narrar dos banheiros do estádio por causa do grande número de emissoras transmitindo o jogo.

    Curtir

  9. nao se esqueça do jeda jogador que foi revelado no sao raimundo de santaren jogou 22 tenporada na italia um verdadeiro fenomeno nascido no lago grande perto da selva amazonica terra do pirarucu descoberto por dom tiroga observador tecnico do corinthians

    Curtir

Deixe uma resposta