Registro da presença de Glauco Alexandre Lima (centro), o mais indomável dos bicolores, conquistando as cercanias do Pacaembu no sábado à tarde, ao lado de dois amigos bicolores. Dom Glauquito, amigo e colaborador do blog desde priscas eras, estava ao lado de seu amado Papão no embate contra o Palmeiras. Não deu pra vencer, mas o que vale é a atitude vencedora. Sempre.

Paixão, é isso…
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Parabéns ao Glauco e a todos que carregam sua paixão mundo afora.
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Egua tou revoltado com esse time, se eu fosse o presidente mandava essa zaga toda embora, estamos sendo rebaixado pra serie C, tomando gols bizonhos de gols de peladas, porra aonde ja se viu Raul cabeceia uma bola pra frente da grande area no segundo gol, no primeiro gol tinha dois zaqueiro e o Alan Kardek consegue fazer o gol, no terceiro essa galinha do goleiro se bate todo com a bosta do zaqueiro e a bola sobra sozinha pro Leandro fazer o gol eguaaaaaaaaa revoltadoooooooo
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VALEU AMIGO BICOLOR. LEVAR ESTE PAVILHÃO ALVI-AZUL É UM MOTIVO DE ORGULHO!
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Já estive no Museu do Pacaembu e ali existem referências ao Futebol Paraense: duas molduras com o Escudo do Paysandu e uma com o Escudo do Clube do Remo. Pena que o Papão esteja a passos largos para ser rebaixado e o “Mufasa do Paraguai” nem série tem no momento.
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Payxão, é isso… 2
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Conhecendo a fera havia tomado todas…….
Ainda mais com o frio que estava fazendo em Sampa
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É provável, amigo Inocêncio. O que não diminui a importância da presença de Dom Glauquito na galera do Papão em Sampa.
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Aliás, bela a presença da torcida alvi-celeste no Pacaembu. Mesmo com o time nas últimas posições se fez em maior número do que muitos adversários de primeira divisão.
A Tuna também tem escudo no Museu do Futebol do Pacaembu.
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Só agora, passados alguns dias da partida, escrevo este pequeno texto sobre o jogo entre o Palmeiras e o Paysandu,
pela primeira fase do Campeonato Brasileiro da Segunda Divisão de 2013, realizado no estádio do Pacaembu, numa tarde quase fria do já quase inexistente inverno paulistano.
Escrevo agora porque o jogo está vivo em minha mente como se tivesse acabado a alguns minutos. E vai ficar assim por muitas e muitas décadas. Inesquecível, imortal. Doloroso e glorioso.
Dessas derrotas que, para nós torcedores do Paysandu, vão ficar mais vivas na memória do que muitas vitórias. A definição melhor desta partida de futebol eu ouvi de um garoto, que pela voz deve ser bem menino ainda. Eu já estava saindo do estádio, misturado aos milhares de torcedores do Palmeiras, quando ouvi este menino que nem cheguei a saber como era fisicamente, dizer o seguinte para o pai: – puxa pai!! esse jogo valeu cada centavo!!! . Constatação com a qual concordaram todos os palmeirenses fanáticos que rodeavam o emocionado menino.
Este jogo vai ficar para sempre na cabeça deste menino, ele vai contar pra os amigos na escola, os amigos da rua, para os filhos e para o netos desse pequeno “porquinho” apaixonado. Vai ficar na memória daqueles dezesseis mil palestrinos que foram ao Pacaembu e nos mil e poucos apaixonados do Paysandu que estavam lá, surpreendendo a todos com um entusiasmo contagiante, mesmo estando o Paysandu lá no final da tabela de classificação e sendo o Pará um lugar longíquo e inimaginável para a maioria dos brasileiros do Sudeste e do Sul do Brasil.
Vai ficar para sempre na memória de todos um certo Paysandu, vindo de uma terra distante, superando dificuldades de todas as ordens e encarando o poderoso Palmeiras, de igual para igual. Poderoso sim, porque mesmo estando na segunda divisão nacional, clubles como o Palmeiras recebem cotas financeiras de participação dezenas de vezes maior do que a do humilde Paysandu. Só o salário de uma de suas estrelas daria para pagar quase toda a folha de pagamento do paysandu. Foi uma partida com um roteiro que parece ter sido escrito por desses criadores de filmes para o cinema. Um trailer com aventura, perigo, emoção, luta, terror, pavor, alguma comédia e muito romance, amor descarado de duas das torcidas mais apaixonadas do Brasil.
O futebol é isso. É por isso que alguém já disse que é a mais importante das coisas sem importância. Um jogo em que seu time perde, onde teve chances de ganhar, onde poderia ter empatado com um colossal gigante, mas perdeu com o castigo de um gol no último segundo, numa jogada onde a bola foi espalmada pelo nosso goleiro, bateu na nuca de um jogador do Palmeiras, o que acabou virando um passe para o atacante verde cabeçar para o gol e determinar a derrota do Paysandu. Lágrimas ao final, choro de alma e de coração, mas a certeza de que o amor pelo futebol aumentou. E aumentou ainda mais a certeza de que para nós do Pará valeu cada centravo, valeu cada centímetro do deslocamento para o estádio. Desde os paraenses que moram na capital paulista ou os que vieram do Pará para viver este momento de ouro e reafirmar o que diz aquela canção: eu seu que vou te amar Paysandu. por toda minha vida eu vou ter amar. E cada jogo teu, será pra ti dizer, que eu seu que vou te amar…
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