5 comentários em “Capa do DIÁRIO, edição de sexta-feira, 16

  1. E o “Mais médicos”, hein? Fiasco total ainda na fase inicial. Número insignificante de inscritos, inclusive forasteiros, e pouco mais de 15% de municípios atendidos. Pode dobrar o salário que o cenário não vai mudar. Se começar, bastarão no máximo uns quatro meses para os salvadores abandonarem os rincões sem lei, sem escolas para os filhos, sem condições de exercício digno de tão bela e desrespeitada profissão. E a interpretação imbecil do governo: taí, comprovamos que faltam médicos.
    Estrangeiros? Só mesmo os médicos sem fronteiras conhecem tamanho desafio, equivalente aos que encontram nas regiões mais pobres da Terra. Chama eles Dilma!

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    1. Amigo Maurício, a história de que o projeto é um fracasso não deve ser levada em conta, pois parte da posição corporativista e hostil ao programa por parte do Conselho Federal de Medicina. Pelas análises do Ministério da Saúde, a ideia é um sucesso pleno. Por outro lado, penso que a população não devia comemorar eventual fracasso, pois o que é bom para os médicos urbanos e elitizados nem sempre beneficia a clientela mais humilde, esquecida nos rincões deste país. A questão aqui não é de natureza política, mas humanitária. Pense nisso.

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  2. Estava no shopping ontem de tarde, quando ia sair de dentro do magazan, as portas se fecharam.

    Ao sair ví dois jovens sendo conduzidos algemados dentro do shopping. Mas adiante na porta de entrada do Lider que estava fechado a policia e a guarda municipal em forma de trenzinho retirava uns 40 pivetes de dentro do shopping.

    O que me chamou atenção é que pra cada 2 daqueles marginais, tinha pelo menos uma mucurinha, periquetezinha, com eles, e que deveriam ser expulsas do mesmo também.

    O certo é que ao sairem de lá foram brigar alí por perto da galeria BR.

    E quando eles se confrontam, no corre corre, se aproveitam pra em forma de arrastão, assaltarem as pessoas que estão em suas frentes.

    O mesmo que aconteceu no interior do shopping.

    É mais uma carne de cabeça pra nós como sociedade e pra as autoridades resolverem.

    Te dizer!

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  3. É, Édson. Enquanto as ditas autoridades “competentes” acharem que investir em segurança pública é só equipar a PM, contrar mais
    policiais e fazer presídios, podemos nos preparar para mais insegurança.

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  4. Gerson, humanitária também deveria ser considerada a centenária questão da fome e da seca no nordeste, dentre muitas outras, só pra citar o principal flagelo do Brasil. Milhões gastos em projetos de transposição do S. Francisco, disso e daquilo, obras abandonadas. E as muitas escolas e hospitais inacabados? Claro que político é tudo igual. Humanitária o que? Só agora, de uma hora pra outra? Do outro lado, o secretário de saúde de SP escolhido para fazer frente a Padilha, no papel tão bom quanto ou mais preparado que o mesmo, David Uip, já afirma que o “Mais médicos” é um erro. E aí, como fica? Também é governo, só que estadual e de outro partido. Deve ser chamado de anti-humanitário? Claro que deve, como a imensa maioria dos políticos desse país, ladrões e corruptos, egoistas, desumanos, gananciosos e ávidos pelo enriquecimento. Reafirmo, o problema não é falta de médicos nem de salários. Taí a prova. Dez mil limpos, direto de Brasília, risco de calote zero, e ninguém vai. Essa insignificante quantidade de selecionados não atenua em nada o sofrimento dos pobres, que se dá por falta de atenção há décadas. Os poucos que forem vão ter um choque de realidde e vão embora em pouco tempo.

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