Mais uma lambança da CBF

Eram 25 minutos do 1º tempo, e o Bragantino já vencia o Náutico por 1 a 0 quando Lincoln, aparentemente em posição de impedimento, ampliou o placar a favor dos paulistas. O lance gerou reclamação dos pernambucanos, que se sentiram prejudicados, após o jogo em Bragança Paulista. Os protestos poderiam ter esfriado ontem, dia seguinte à partida válida pela 23ª rodada da Série B, não fosse a revelação, feita num blog de torcedores alvirrubros, de que a bandeirinha que validou o segundo gol do Bragantino, Márcia Bezerra Lopes Caetano, é irmã de Júnior Lopes, titular da zaga do time do interior de São Paulo. Ambos são filhos de Lourival Domingos Lopes, ex-árbitro, mas de mães diferentes. A informação, até então desconhecida pelo Náutico, irritou a direção do clube, que, com a derrota, caiu para a terceira posição. “É um absurdo uma bandeira trabalhar em uma partida em que o irmão está diretamente envolvido”, afirmou o presidente do Náutico, Berillo Albuquerque, que fará protesto formal na CBF.

Apesar da revolta do Náutico, não há impedimento legal para a escalação de Márcia nos jogos de seu irmão. “O regulamento não impede. Juridicamente, não há nada”, afirmou o diretor jurídico da Anaf, Giulliano Bozzano. Não foi a primeira vez que Márcia bandeirou uma partida em que Júnior Lopes esteve em campo. No ano passado, a auxiliar fez parte do trio que apitou a goleada do Bragantino sobre o Brasiliense, em Brasília, por 4 a 0, também na Série B. O zagueiro fez um dos gols do seu time. (Da Folha de S. Paulo)

3 comentários em “Mais uma lambança da CBF

  1. O Pai da assistente é ex-jogador de futebol e ex-árbitro.Conhecido por Becão por causa de sua altura e não pelas qualidades técnicas.Era bom juiz aitou em Rondônia e no Acre.Sua filha a assistente é casada com um conhecido meu Major da PM e árbitro de futebol por Rondônia.Almir Belarmino Caetano que inclusive já apitou aí em Belém em 2008 e 2009.Fiz o curso de arbitragem com ele ,mas não me profissionalizei porque minha intenção não era essa .Apenas queria conhecer as regras e apitar os jogos dos torneios internos das igrejas em Rondõnia e Acre quando lá atuei como pastor e não havia ninguém para apitar,geralmente quem apitava não entendia nada de regras e só não saía brigas,na acepção da palavra pq isso contrariava o espirito de ser “evangélico’.

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  2. Os dirigentes do Naútico não sabiam de nada antes do jogo, como culpar a CBF como se esta tivesse a obrigação de saber do parentesco de todos envolvidos.

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  3. Uma das coisas que se aprende nos cursos de arbitragem e que deve ser levada a sério é a IMPARCIALDIADE .Expulsei duas vezes meu irmão que era o capitão do time e imaginando que por ser “irmão ‘do pastor e árbitro da partida envolvendo a Primeira igreja Batista de Rondônia e Igeja Presbiteriana deu um pontapé por trás ,sem bola no jogador adversário.Incontinentemente eu o expulsei ,ele riu e disse que não imaginava que eu fosse expulsá-lo pelo parentesco ao que lhe respondi que naquele momento eu não era pastor e nem irmão dele era o árbitro e precisava ATUAR COMO ÁRBITRO, com isenção e imparcialidade.

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Deixar mensagem para prcarlosrodriguesPastor Carlos Cancelar resposta