Catar contrata brasileiros para formar seleção

Por Cosme Rímoli

Dinheiro. Muito dinheiro para jogar na Seleção do Catar. Os brasileiros aprenderam esse caminho e não tem volta. Emerson, Montezine, Araújo e agora Marcinho. Meia que passou pelo Atlético Mineiro e Flamengo recebeu uma proposta indecente. Irrecusável. E virou com gosto as costas para o Corinthians. Vai receber dois milhões e meio de euros para se naturalizar e passar a ser jogador da Seleção do Catar. São cerca de R$ 5,7 milhões. Mais contrato de cinco anos.

O xeque Hamad bin Suhaim Al Thani, dono do Catar F. C., deixou tudo amarrado com o jogador. Pela legislação local ele terá de atuar cinco anos no país para poder atuar na seleção. Ou seja, poderá jogar em 2013. “A proposta foi ótima. Não havia como dizer ‘não’. Eu expliquei para a diretoria do Corinthians que ficou muito interessada no jogador. E queria para o segundo semestre. Só que tive de pensar na carreira, na vida do atleta. E será melhor para ele, em todos os sentidos, se naturalizar e atuar pela Seleção do Catar. A decisão já está tomada”, avisa o empresário Giuseppe Dioguardi. Marcinho recebe R$ 7 milhões por temporada no Catar F.C.

Este mercado irá se aquecer. Os xeques estão de olho em outros atletas brasileiros. Só que jovens talentosos. Querem fazer um trabalho de longo prazo para montar uma seleção forte para a Copa que sediará em 2022. A estratégia para montar um grande time será a mais óbvia: dinheiro e mais dinheiro… Empresários já estão fazendo fila para oferecer atletas. O Catar também fará sua peneira na Argentina… Tudo com a bênção da Fifa…

Masaazziiimmm…

13 comentários em “Catar contrata brasileiros para formar seleção

  1. Por dinheiro, há aqueles que se prestam a vender até a própria alma ao inimigo.
    O mundo ocidental, ainda que não seja um paraíso, é mil vezes melhor que os petrodólare$ do Catar.

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  2. E pessoal não se esqueçam que, à carreira futebolistica de cada jogador e curta, no máximo dura 20 anos. E ainda tem o caso dos que são atletas de ponta, já no caso dos jogadores medianos tipo esses ai citados acima essa e uma otima oportunidade de mudar de vida, falo no sentido financeiro, pois quem não quer ou queria ter uma conta bancaria meio gordinha e levar o resto da vida com uma otima properidade.
    Acho que isso, não está so meio do futebol, mais sim em todos os segmentos de trabalho.

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    1. Realmente André a carreira de atleta de futebol é curta e ele deve aproveitar as oportunidades de conseguir uma depedência financeira e falando em contratar uma fonte mim falou que o Águia taria negociando com o Quirino para disputa da seria C e eles também mandaram um olheiro observar uma partida em que o Nino Potiguar atuou contra o Palmeiras de Goianinha e só não levou o Nino para Marabá porque o mesmo não é um atacante de area, aquele de referência mas com muita movimentação, inclusive tiveram uma conversa amistosa em que o atleta iria para Marabá por dois mil e isto confirma o que eu dizia aqui no blog que ele era barato, já que se dispôs a jogar por dois mil no Águia

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  3. Tive minha experiência militar e posso afirmar de cadeira que lá (nos quartéis) existem Ubaldos em exceso. Transferência de uns, chegadas de outros então! Nem se fala, na medida para manter o equilíbrio. Mas “Ubaldos” estão espalhados pelos 4 cantos do Brasil e o que teem em comum é o puxa saquismo. Putz, pior que remista.

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  4. A FIFA deveria proibir esse tipo de coisa, já pensou se a moda pega basta comprarem o Messi, Ganso, Neymar e outros craques naturalizam e depois põe para representar seu pais, copa do mundo tem ser representado pelos jogadores nascido em seu pais e nada mais.

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  5. Bom para os jogadores que recebem a proposta de naturalização. Com toda certeza vão mudar a vida para melhor. Basta lembrar que esses jogadores não viram a casaca ou dão as costas para a sua patria mãe. Essas naturalizações não passam de um contrato.

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