“Decidi parar quando eu percebi que eu dava um drible no zagueiro e, logo depois, ele já estava na minha frente. Dava mais uma finta e não me livrava dele, então tinha que driblá-lo de novo”.
De Mestre Zizinho, craque dos anos 50 e ídolo do Rei Pelé.
Zizinho, Danilo e Castilho foram os técnicos que por aqui passaram e com quen tive mais contatos. Mestre Ziza contou-me coisas da sua època e que muitos bem informados não sabiam. Não se furtava a um bom papo, nada escondia e não contava basofia.Há os que abandonam a bola e outros que por ela são abandonados. Ziza com certeza abandonou a “maricota”.
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Verdade, caro Tavernard. Assisti certa vez entrevista de Mestre Ziza e fiquei impressionado com sua lucidez sobre o mundo do futebol.
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Dia desses no sportv o Júnior Capacete contou uma história semelhante a esta revelando acerca do momento em que se deu conta que estava na hora de parar. Acredito que todos sentem isso, o problema é que alguns insistem. E o que é pior: muitos clubes pagam para estes insistentes. Não é o caso do Corinthians que recebeu muito e talvez ainda vá continuar recebendo por algum tempo pela contratação do Ronaldo em fim de carreira.
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Caro Antonio, essa dificuldade em entender a curva descendente na profissão já acometeu diversos craques. Romário é um caso óbvio de insistência. Rivaldo está caminhando nessa direção. Ronaldo também passou do ponto. E nenhum deles tem necessidades financeiras, que se saiba, a justificar esse prolongamento de carreira. Atribuo mais a razões de ordem pessoal, a tal vaidade que quase sempre cega ou nubla a visão.
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Os verdadeiros craques param antes de se rendenrem ao tempo, assim foi com Pelé, Sócrates, Zico, etc… Com raras excessões outros desaifiam e conseguem ír mais além, caso do nosso TRINDADE.
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