O centenário Corinthians pode não impressionar como colecionador de títulos, mas é um senhor clube de futebol pela torcida que possui. Mais ainda: pela maneira inteligente e original de alimentar essa paixão. Nenhum outro clube brasileiro trabalha melhor essa relação com o torcedor.
Antes, a sintonia era obra de puro acaso, por força do hábito. Hoje, porém, há um grande projeto de marketing em execução a impulsionar esse amor. Em poucos anos – ninguém duvide –, esse esforço fará do alvinegro paulista o clube mais popular do país, superando o Flamengo. Pesquisas recentes indicam que a diferença entre ambos vem caindo acentuadamente e, ao contrário do Rubro-Negro, o Corinthians investe pesado para assumir a liderança antes de alcançar 120 anos de idade.
O primeiro passo nessa direção foi a ousada contratação de Ronaldo Fenômeno, há dois anos. Lembro que, a princípio, ninguém levou muito a sério, apesar da fama do atacante. Acontece que, desgastado por lesões sucessivas e cada vez mais distanciado da Seleção, Ronaldo não parecia ser o melhor garoto-propaganda do mercado.
Com a adesão maciça da fanática massa corintiana, a história mudou de rumo. Ronaldo se transformou em grande atração e ajudou o time a conquistar a Copa do Brasil 2009 com boas atuações em campo.
A identificação entre o astro e a Fiel corintiana foi tão forte que, nesta temporada, vencido pelas contusões e com pinta de dono de mercearia, ainda assim Ronaldo continuou a alavancar vendas e a atrair patrocinadores. O investimento – acima de R$ 25 milhões, somente em salários – tem se revelado altamente superavitário, a ponto de estar quase sacramentada a renovação do acordo por mais um ano.
Quando Ronaldo declara que deixou de amar o Flamengo ao abraçar a paixão corintiana está sendo bem mais sincero do que parece. Afinal, menosprezado pelo clube de infância, conheceu a reabilitação pública pelas mãos dos dirigentes e da torcida do Corinthians. Não duvido que o Fenômeno, hoje, seja de fato um corintiano no sentido pleno do termo, juntando-se aos 20 e tantos milhões de brasileiros que têm a mesma preferência.
E aí está um exemplo cristalino desse milagre corintiano. Para um clube que, há três décadas, tinha força localizada exclusivamente em São Paulo, o Corinthians derrubou limites geográficos e avançou pelo Brasil como nenhum outro. Além do estádio, que foi anunciado na festa de aniversário, o clube busca conseguir um canal próprio de TV. Não duvido que consiga. Aliás, quando o assunto é Corinthians, ninguém deve duvidar de, absolutamente, nada.
Giba anuncia Gian no meio-de-campo na escalação para o jogo contra o Vila Aurora, domingo. É a melhor notícia que o torcedor do Remo recebe nos últimos dias. Como nem tudo é perfeito, o técnico avisou na mesma ocasião que Canindé deverá entrar no segundo tempo.
(Coluna publicada na edição do Bola/DIÁRIO desta quinta-feira, 2)
Longe de mim a idéia de sugerir a melhor escalação de qualquer time à quem quer que seja, mas, no caso Gian fazia-se justiça reconhecer seus méritos em relação a outros que disputam a posição no time remista. Se o jogadoe não aguenta fisicamente os 90′ outros mnão aguentam técnicamente nem 45′.
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O grande problema, amigo Tavernard, é que o Remo só tem 2 meias de ligação(Gian e Canindé). Se um (Gian), aguenta 60 a 70 min de jogo e, o Canindé aguenta 20 ou 30, então, o ideal é que vc comece com quem aguenta menos, para depois, até porque pega os outros jogadores, já desgastados, vc entre com o Gian, que está melhor fisicamente. O problema, é que o jogo às 17hs de lá(que ainda acredito que será às 18hs de lá e 19hs daqui), o Canindé, talvez não aguente nem 20(devido ao calor de lá, que é muito forte), daí ele fazer a opção pelo Gian iniciar a partida, guardando o Canindé, para entrar, no meio do 2º tempo, já com o jogo à noite, portanto com o clima melhor para que ele desenvolva o seu futebol. Na minha opinião, essa leitura do Giba, foi perfeita.
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Voces sabem quando é que o Cláudio vai deixar de elogiar o Giba ? Só quando o Remo participar de uma Libertadores. Então, meu irmão………
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Time mediano e mal treinado possibilita variações de alternativas, Mas o SOL não há como substituí-lo.
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Para maior clareza: Sobre o Remo.
Time mediano e mal treinado possibilita variações de alternativas, Mas o SOL, este não há como substituí-lo.
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Égua Gerson! O Gian já deveria ter parado quando arrancou 500 pilas do remo, ele não tem mais condições, só joga na sombra, acho que ele está muito caladinho e só está esperando a baba sair pra secar mais o poço do remo.
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Diabo é quem duvida, caro Otávio.
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