7 comentários em “Capa do Bola, edição de quarta-feira, 25

  1. Gerson, continuo dizendo, o Presidente do Paysandu está corretíssimo. Se fosse eu, acabaria, montaria um Papão B, com jogadores observados nos interiores do Pará e, até, em toda região norte, que, para o momento, daria muito mais lucro, até o Papão se estruturar melhor para as divisões de base. Só tem saudades dessa divisão, quem não quer largar o osso. Sou contrário a quase tudo que esse Presidente faz e, penso até que ele já deveria ter renunciado, para o bem do Paysandu, mas não posso deixar de reconhecer, que ele tem a coragem, que falta a muito dirigente no futebol Paraense, que tem medo do que a Imprensa possa falar e da repercussão que o caso pode dar. Na minha opinião, foi um passo à frente. Aliás, é simples, perguntem ao Dorneles e ao Edmilson, quantos jogadores deram lucro ao Remo e Paysandu, nos últimos 20 anos. Só um lembrete, Fabricio, não era da base bicolor. Podemos odiar o nosso pior inimigo, mas temos que ter a dignidade de reconhecer suas qualidades.

    1. Cláudio,
      Respeito sua opinião, mas jamais vou considerar boa ideia extinguir uma divisão importante (a última antes da profissionalização) por medida de economia. Ainda mais quando, ao mesmo tempo, o clube se enche de dívidas com 16 (ou mais) “reforços”. Jamais vou considerar que isso seja uma forma de estruturar melhor. A visão de que a base tem que dar lucro sempre é estreita e apressada. A meu ver, se em cinco anos a base revelar um ou dois bons jogadores já terá justificado sua existência.

    2. Interessante essa idéia, “dar um tiro no pé é um grande negócio” . Talvez, o devastador efeito LOP, já esteja produzindo frutos.
      Caro Claudio Santos, não estamos criando a pólvora, tampouco, inventando a roda, quando defendemos as bases e os profissionais regionais; mas, partindo da certeza que nesta vida tudo se transforma; após o advento da televisão essa certeza tranformou-se no seguinte chavão “na TV nada se cria, tudo se copia”, tal fato acabou com o pudor de que tudo teria que ser original, produto da elucubração do gênio, e o ser humano passase a partir de então, na maior simplicidade, sem constrangimentos, a imitar, aquele exemplo que deu certo, produtos de outras mentes, coisas, fatos e atos que caíram no domínio público.
      Não sei qual a dificuldade desses pseudo dirigentes de futebol, em não reconhecer e imitar o S. Paulo, Vitória, Guarani, Internacional, Goiás, Flamengo por exemplos, (sei que existem outros mais) observem, nos atuais plantéis desses clubes, quantos atletas não foram produzidos nas bases próprias, alguns saem à cata desses abandonados e só têem o trabalho de lapidá-los, agora tem que investir não pode ser imediatista, ou melhor, OPORTUNISTA.
      Esse negócio de time B, para excursionar pelo interior é velho meu caro Cláudio Santos e nunca deu certo por aqui, nem em outro lugar qualquer deste país, pelo menos não tenho conhecimento, porque o torcedor brasileiro detesta ser vice, ou é campeão ou nada, como dizemos aqui na região “Calça de veludo, ou, bumbum de fora” no nordeste diz-se “se eu não for o cajú, a castanha é que eu não quero ser”.
      As sandices do LOP, estão extrapolando o limite do tolerável, aliás, as iniciais do aLOPrado, podem ser entendidos conforme abaixo:
      L de LOUCO;
      O de OPORTUNISTA e;
      P de PORRALOUCA.
      O recado para o exterminador é:
      Pode ir Sumano, a tua chapa está aquecendo, LOP e dizem por aí que pretendes te eleger deputado; da forma que já maculaste a NAÇÃO CELESTE AMAZÔNICA, o teu destino, é o limbo é a vala comum onde hoje estão o R.R e o Tourinho, com um lembrete; eles foram VENCEDORES, porém, cometeram loucuras bem menos impactantes que as atuais, que tem a tua assinatura.
      Vade Retro…porralouca.

  2. É de uma inabilidade gerencial, impar, um mandatário de um clube abdicar-se da categoria de base. A categoria não pode e nem deve pagar pelos descasos da cúpula mandatária, manter esses jovens atletas sempre foi dificultoso e não seria hoje, diferente. São, por exemplo, esse, um dos motivos que justifica eleger alguém como presidente de um clube, ou seja, escolher alguém para implantar sistematicamente as melhores alternativas suficientemente capaz de manter, expandir e dinamizar as estruturas do clube, nunca reduzi-lo. O escopo escolhido pelo presidente do Paysandu é estratégico para qualquer organização clubista, e ponto estratégico deve ser cuidado com muito zelo pelo menos é o que fazemos no segmento industrial, não consigo entender o porquê de não ser aplicado este mesmo zelo às categorias de base nos clubes. Alguém poderia dizer: é devido às dívidas. Sim, pode ser esta, uma boa justificativa, mas é somente isso, realmente? Não! Primeiro que, antes de ser eleito o camarada já sabe das dificuldades que irá passar na presidência do clube e, teria que ser honesto com ele mesmo em aceitar a sua condição de incapaz de gerir o clube nas condições apresentadas a eles durante o pleito e deixar o cargo a quem tem maiores e melhores conhecimentos da aplicabilidade de Ferramentas gerenciais, já que as gigantescas carências do clube exigem isso. Não obedecendo essa lógica, elege-se pessoas limitadíssimas, adeptas de práticas que em muitas vezes fogem do senso comum, acabar com o Sub-20 bicolor é um exemplo disso. Apesar de ser azulino, eu vou torcer para que isso não ocorra, seria um processo irremível .

  3. Gerson, Silas, Acácio e Cezar, eu não quiz dizer, para Paysandu e Remo, acabarem com suas divisões de Base, o que disse, foi que: Enquanto eles não estruturarem essas divisões de base, eu também acabaria. Essa estrutura passa por: Fazer centro de treinamentos para eles, Contratar profissionais adequados para comandá-los, Contratar Empresários, bem relacionados, para vendê-los, quer para o Brasil ou para outros países(coisa que esses clubes, citados pelo Silas, já possuem, daí terem sucesso em suas bases e, valer esse investimento),…, até falei uma vez, aqui nesse Blog, que Arthur Oliveira, com bons conhecimentos em Portugal, poderia abrir esse mercado para Remo e Paysandu, pagando comissões a ele, que todo empresário recebe. Quando me refiro a buscar Jogadores, nos interiores do Pará, estou me baseando, nos últimos Jogadores que se destacaram no Futebol Paraense e, não foram da base de nenhum clube. Quer ver só: Balão(Seleção do Interior), Landu(Seleção do Inteior), Fabricio(Time do Interior), Moisés(Copa da Juventude), Adriano Miranda(copa da juventude), …., viu só? Nos últimos anos, se, ao invés de ter investido de forma totalmente errada, na base, como é até agora, tivesse um Técnico competente, assistindo os campeonatos das Ligas do Interior e a Copa da Juventude, Remo e Paysandu teriam muito mais lucros. Entendam uma coisa, nunca comparem, HOJE, as divisões de base de Remo, Paysandu e Outras, com esses grandes times do Futebol brasileiro, pois Remo e Paysandu, Um já tem 104 anos, o outro já vai fazer 100 anos, mas parece que estão nascendo, hoje, e, ainda de forma Errada. O fato de o Paysandu ter trazido 16 e, o Remo, também já querer chegar a isso, acontece, por culpa de seus Presidentes, que tem o mesmo pensamento, de grande parte da Imprensa, que também não entende de planejamento para o Futebol, ou seja: Contratam um Técnico e um Diretor de Futebol de capacidades duvidosas, então, logico, que os jogadores trazidos por eles, também serão. Vamos aprender a separar as coisas, se não fica parecendo que sou um fã do LOP, por favor.

    1. Entendido Claudio,
      Concordo com tuas ponderações, porém, acabar com o existente, para depois reiniciar, não dará certo, isso é pegar o bonde andando, o trem em velocidade, daí é tombo na certa.
      Entendo que é possível reestruturar, sem demolir.

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