A quem interessar possa…

Agenda do presidente Lula para esta sexta-feira, 27:

9h Luiz Dulci, ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República, no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB)

9h30 Despachos internos

11h30 Jia Qinglin, presidente da Conferência Político-Consultiva do Povo da China

12h Luiz Roberto Ortiz Nascimento, vice-presidente do Conselho Administrativo do Grupo Camargo Corrêa

15h Apresentação de credenciais de novos embaixadores

16h Alfredo Nascimento, ministro dos Transportes

18h Cesar Asfor Rocha, presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ)

18h30 Despacho interno

(Fonte: Secretaria de Imprensa da Presidência)

Presente para beatlemaníacos na TV a cabo

Do Globo.com

Foram quase 30 músicas no topo das paradas de sucesso dos EUA. Se somarmos LPs, K7s, compactos, CDs e DVDs, eles venderam mais de 2 bilhões de cópias no mundo todo. Certamente, os Beatles têm os maiores fãs do mundo e, se você é um desses, prepare-se: o Multishow vai te dar um presentão de Natal. Em dezembro, o canal exibe uma programação especial em homenagem aos quatro garotos de Liverpool. Aos domingos, sempre às 23h, você confere especiais exclusivos sobre a banda, com fragmentos de conversas, entrevistas e imagens raras, que contarão a história do mais importante grupo de rock do planeta.
O início dos trabalhos fica por conta do documentário “The Beatles In The Studio”, no dia 13 de dezembro. Narrado por John Lennon, Paul McCartney, Ringo Star e George Harrison, além do “quinto Beatle” George Martin, o programa é construído a partir de depoimentos dados pelos músicos a rádios e acompanha a viagem dos Beatles desde “Please Please Me” até “Abbey Road”.
No dia 20 é a vez do clássico documentário “The Beatles: The First US Visit”, exibido nos EUA e Inglaterra em 1964 e lançado em DVD no ano de 2003. O programa faz uma crônica por trás do início da Beatlemania nos Estados Unidos. Com clima intimista, o filme conta com imagens captadas em hotéis, boates e casas de show durante a primeira visita dos Beatles à América em fevereiro de 1964 e registra a passagem histórica do grupo pelo programa de auditório apresentado por Ed Sullivan.
E para fechar, no último final de semana de 2009 será exibido “Help”. O longa, segundo da carreira dos Beatles, foi lançado em 1965 e traz uma aventura surreal do Fab Four em Londres, Bahamas e Alpes Suíços. A trilha do filme é o disco homônimo, lançado simultaneamente.
Dia 13, às 23h – “The Beatles In The Studio”
Dia 20, às 23h –
“The Beatles: The First US Visit”
Dia 27, às 23h –
“Help”

STJD mantém resultados da Série D

As torcidas de São Raimundo-PA, Macaé-RJ, Chapecoense-SC e Alecrim-RN podem respirar aliviadas. O Brasileiro da Série D não corre mais risco de sofrer qualquer modificação. Nesta quinta-feira, o STJD negou provimento ao recurso impetrado pelo Sergipe-SE, que tentava melar a competição. O clube sergipano alegou que o regulamento era dúbio, pois determinava que na quarta fase se classificariam os cinco vencedores do mata-mata e mais os três melhores eliminados. No entanto, o regulamento não indicava se seriam os três melhores perdedores da terceira fase ou do campeonato todo. Ao contrário do entendimento do Sergipe, a CBF considerou a pontuação de todo o campeonato, e não só da terceira fase. Assim, quem se classificou foi o Tupi, e não o Sergipe. Mas, no julgamento do recurso, o STJD deu razão ao critério da CBF. (Com informações da Rádio Clube)

São Paulo enfrenta Sport no Morumbi

O Superior Tribunal de Justiça Desportiva acatou por unanimidade o recurso do São Paulo contra a perda do mando de campo na última rodada do Brasileiro. Assim, o Tricolor vai enfrentar o Sport no dia 6 de dezembro no Morumbi. O clube havia sido punido pela invasão de campo de um torcedor durante a vitória por 1 a 0 contra o Inter. (Do iG Esporte/ESPN)

A nova derrapada de Belluzzo

Em vídeo postado no Youtube, presidente do Palmeiras, Luiz Gonzaga Belluzzo, canta junto com a malta da torcida organizada Mancha Verde um hino de guerra anti-tricolor: “Nós vamos matar os bambi.. nós vamos matar os bambi”, repete o coro ao estilo primata dessas gangues que infestam os estádios. Belluzzo faz até discurso, pregando a união palmeirense e esquecendo seu papel como presidente, que inclui não incitar torcedores contra torcidas adversárias e pressupõe a prática do respeito aos demais clubes. Torcedor xingando outro é coisa normal, mas um presidente de nível intelectual mais refinado não poderia jamais entrar nesse jogo. Uma pena.

O drama do velho caudilho

Por Maurício Stycer

Ele é, disparado, o melhor jogador uruguaio que já atuou no Brasil. Em sua fase áurea, entre o final dos anos 60 e o início dos 70, foi um dos maiores camisa 10 do mundo. Esteve em quatro Copas e escreveu seu nome na galeria de craques de dois dos principais times do continente, o Peñarol e o São Paulo. Num livro recém-lançado, “Tricolor Celeste”, o jornalista Luis Augusto Simon descreve a trajetória de quatro craques uruguaios que cruzaram a fronteira para se consagrar no São Paulo. Mas, ao lado de Pablo Forlán, Dario Pereyra e Diego Lugano, Pedro Virgilio Rocha Franchetti se destaca com facilidade. Nenhum mereceu, como ele, o elogio de Pelé, que o classificou como um dos cinco maiores jogadores do mundo.

A uma semana de completar 67 anos, Pedro Rocha vive um drama. Sofrendo de atrofia do mesencéfalo, um mal que afeta os seus movimentos e a fala, mas não a compreensão e a memória, o ex-jogador passa os dias em casa, na companhia da mulher, Mabel, fazendo fisioterapia e recebendo assistência médica. Seu filho Pedrinho Rocha, ex-jogador e hoje treinador de futebol, reclama da falta de ajuda do São Paulo. Diz que o clube deu algum apoio no início da doença do pai, mas depois ausentou-se. Pedro Rocha tem uma aposentadoria, diz o filho, que mal cobre os custos de exames que ele precisa fazer. 

Pedro Rocha nasceu em Salto, no Uruguai, em 3 de dezembro de 1942. Quando criança, tinha o apelido de “Tero” (como os uruguaios chamam o “quero-quero”) por causa das pernas longas e finas. Começou a atuar pelo Peñarol de Salto, mas em 1960, foi para Montevidéu, para jogar pelo “verdadeiro” Peñarol. Em uma década, sempre no Peñarol, ganhou sete campeonatos uruguaios, duas Libertadores e um Mundial (1966). O Peñarol foi, na década de 60, um dos dois ou três principais rivais do Santos na América do Sul.

Único jogador uruguaio a disputar quatro Copas do Mundo (1962, aos 19 anos, 1966, 1970 e 1974), Rocha fez 71 jogos e marcou 16 gols pela seleção. A sua Copa deveria ter sido a de 70. Estava no auge da forma e o Uruguai levou uma seleção altamente competitiva ao México. Mas sofreu uma lesão muscular aos 8 minutos da partida de estreia, contra Israel. E não jogou mais.

Rocha conta uma história ótima sobre a semifinal contra o Brasil. Ambas as seleções estavam em Guadalajara. O último treino dos uruguaios é acompanhado por jornalistas do mundo inteiro, inclusive do Brasil. O técnico Juan Hohberg manda Rocha para o campo. O craque treina cobranças de pênalti. “Não tinha condição de jogo. Ele fez isso só para pensarem que eu ia jogar”, conta. “Os jornalistas foram ao treino para saber se eu ia jogar”. O truque não ajudou, já que o Brasil venceu por 3 a 1.

 

Crise, que crise??

A Volkswagen deve ser o próximo peso-pesado do mercado publicitário nacional a se filiar ao mutirão que banca a Seleção Brasileira. Com verba estimada em US$ 8 milhões, a montadora alemã tem tudo para se irmanar a Nike, Itaú, TAM, Ambev, Vivo, Gillette e Pão de Açúcar, que, juntos, garantirão à CBF o “troquinho” de R$ 240 milhões no ano da Copa.

Sobre o campeonato mais emocionante do mundo

De Tostão (na Folha de S. Paulo):

“Dizer que o nível técnico do Brasileirão é excelente porque existe muita emoção, várias equipes disputando o título e aumento de público é, mais ou menos, afirmar que as medíocres partidas entre dois times pequenos ingleses são ótimas porque o estádio é charmoso, está lotado, o gramado é perfeito, os times correm muito e os árbitros marcam poucas faltas”.

 

De Fernando Calazans (n’O Globo):

“O campeonato não é emocionante porque os times vencem; é emocionante porque os times perdem. E o equilíbrio não ocorre pelas vitórias dos times; ocorre por suas derrotas.”

Independente e Ananindeua lideram Parazão

Quatros jogos fecharam nesta quarta-feira a segunda rodada da primeira fase do Parazão 2010. À tarde, dois jogos: Ananindeua 1 x 0 Tuna e Independente 3 x 1 Vila Rica. À noite, Bragantino 0 x 1 Time Negra/Kyikatêgê e Cametá 2 x 2 Sport Belém. No Souza , Joãozinho marcou o gol do Ananindeua na vitória sobre a Tuna. Em Tucuruí no estádio Navegantão, o Independente conquistou sua segunda vitória no torneio, batendo o Vila Rica por 3 a 1. Em Capanema, com um gol de Aru, o Time Negra derrotou o Bragantino. E, no estádio Parque do Bacurau, o Cametá tropeçou no Sport Belém, empatando em 2 a 2. Os gols cametaenses foram de Paulinho Pitbull (30’ do 1º) e Everton (pênalti, aos 44’ do 1º). Pelo Sport, marcaram Amaral (27’ do 1º) e Junior Moraes (aos 27’ do 2º). Na terça-feira, abrindo a rodada, em Castanhal, o Santa Rosa perdeu por 2 a 0 para o time da casa. (Com informações da Rádio Clube)

Classificação: 
         
1º Independente – 6 pontos 
2º Ananindeua – 6 
3º Cametá – 4 
4º Tuna – 3 
5º Castanhal – 3 
6º Santa Rosa – 3 
7º Time Negra – 3 
8º Sport Belém – 1 
9º Bragantino – 0 
10º Vila Rica – 0

Série D corre risco de anulação no STDJ

Do Bola

Na inédita Série D do Campeonato Brasileiro, disputada pela primeira vez em 2009, Alecrim/RN, Chapecoense/SC, Macaé/RJ e o campeão São Raimundo/PA garantiram o acesso para 2010. Porém, um processo do Sergipe/SE no Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) pode anular todas essas conquistas. A equipe sergipana contesta o regulamento da competição que, segundo a direção do clube, teria sido interpretado erroneamente, provocando a eliminação do time, que espera uma solução para o caso há mais de dois meses. Agora, na próxima quinta-feira, dia 26, às 13h30, em sessão do Pleno do STJD, o Sergipe finalmente terá sua resposta. 
         
O processo se arrastou por todo este tempo porque o auditor do Pleno e responsável por analisar o caso, José Mauro Couto, solicitou extensão no prazo para analisar mais documentos relacionados ao torneio. Caso o Sergipe consiga uma vaga com decisão do tribunal, as partidas da quarta fase terão que ser novamente disputadas, anulando 14 jogos. 
        
PARA ENTENDER A CONFUSÃO

O problema para os sergipanos surgiu quando eles foram desclassificados da terceira fase da Série D, após vencer o Alecrim por 3 a 1 na primeira partida e perder por 3 a 0 na segunda. Como acabou com pior saldo de gols na soma dos dois confrontos, o Sergipe terminou em segundo lugar. Após os jogos, a torcida do clube chegou a comemorar a vaga, já que, além dos vencedores de cada um dos cinco duelos, outras três equipes somaram três pontos, entre elas o clube sergipano. Foi aí que, na divulgação da tabela da fase seguinte, viu-se que o Tupi/MG, que teve apenas dois pontos na terceira fase, estava entre os classificados, e não o Sergipe. 
         
Segundo o descrito no regulamento da referida divisão nacional, se classificam para a quarta fase somente os vencedores do mata-mata e mais três times que apresentaram os melhores índices técnicos, ou seja, mais pontos ganhos. Porém, no critério de desempate para se averiguar os melhores entre os piores, a CBF levou em conta a campanha nas fases anteriores. Com isso, apesar de menos pontos na terceira fase, o Tupi foi melhor anteriormente.