Paissandu empata e irrita torcida

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O Paissandu jogou muito mal e decepcionou sua torcida, que foi em pequena quantidade à Curuzu, na noite desta quinta-feira. O time não passou de um empate em 0 a 0 com a seleção de S. Caetano de Odivelas, na noite desta quinta-feira, na Curuzu. Foi o segundo amistoso entre as duas equipes. No primeiro, a vitória foi odivelense, por 3 a 1. O resultado deixou os torcedores frustrados e revoltados. Havia a expectativa de uma boa atuação da equipe, que apresentava seus novos valores para a temporada 2010.

AMistoso PSC X SAO CAETANO _ foto MQ (33)

Ao final da partida, além das vaias, a torcida gritou pedindo a volta do ex-presidente Artur Tourinho como sinal de protesto contra a administração de Luís Omar Pinheiro. Em oito amistosos realizados, o Paissandu venceu 6, empatou 1 e perdeu 1. Marcou 13 gols e sofreu 7, apresentando saldo de 6. O próximo amistoso está marcado para domingo (17h) no estádio Parque do Bacurau, em Cametá, contra a equipe local. (Com informações da Rádio Clube e do Bola/Fotos de Mário Quadros)

AMistoso PSC X SAO CAETANO _ foto MQ (7)

Mobilização por Washington

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O Fluminense promoverá neste domingo o “Washington Day”, evento que homenageará o ex-jogador que ajudou a escrever a história de glórias do clube. O objetivo é agradecer ao craque por todas as alegrias que deu à torcida tricolor e arrecadar fundos para o jogador, que está com sérios problemas de saúde. O Maracanã receberá sete urnas, dispostas em pontos distintos, onde os torcedores poderão depositar qualquer quantia. Toda a arrecadação será revertida para o atleta, que não poderia ser representado por outra pessoa que não fosse seu eterno companheiro: Assis, nomeado embaixador do evento.

A idéia do “Washington Day” surgiu do produtor musical Heitor D’Alincourt, torcedor tricolor que vestiu a primeira camisa tricolor no atacante, ainda no aeroporto, assim que Washington desembarcou no Rio de Janeiro, em 1983, quando ainda sequer tinha assinado o contrato com o clube.

O atacante Fred também se mostrou solidário com o drama de Washington. Depois de anunciar em seu blog oficial o leilão de uma camisa autografada por ele e pelo próprio Washington, cuja renda será revertida para o ex-centroavante tricolor, Fred mostrou que está cada vez mais identificado com o clube e fez questão de tirar uma foto com a camisa comemorativa do “Washington Day”. (Do Bola de Meia)

Sport insinua favorecimento ao Fluminense

Após o rebaixamento do Sport para a Série B, o presidente do clube pernambucano, Sílvio Guimarães, atacou o nível da arbitragem no Brasileiro. E insinuou um favorecimento ao Fluminense na reta final da competição. O dirigente disse que, claramente, o árbitro Elmo Resende apitou antes da conclusão do zagueiro Danilo, no lance que definiu o empate por 2 a 2 com o Palmeiras.

Resultado que decretou a queda do Rubro-Negro pernambucano para a Série B. E destacou que três jogadores importantes do time – o goleiro Magrão, o zagueiro Durval e o atacante Wilson – receberam cartões, ficando suspensos da próxima partida do time, justamente contra o Fluminense, que luta pela permanência na Série A. “Todos viram ontem (quarta-feira) que o árbitro apitou antes da finalização do jogador do Palmeiras. Ele deu o terceiro cartão amarelo para Magrão, Durval e Wilson. Por coincidência, nosso próximo jogo é contra o Fluminense”, afirmou Guimarães ao jornal “Diário de Pernambuco”. (Do G1)

Sobre os pontos corridos

De Renato Maurício Prado, no Bola

“Alguém, em sã consciência, considera o Palmeiras e o São Paulo (os primeiros colocados e, consequentemente, mais fortes candidatos ao título) os melhores times do país na atualidade? Longe disso. Fizeram, até agora, as campanhas mais regulares. Mas o que ambos têm jogado, nas últimas rodadas, é um futebol medíocre, indigno de um campeão. Se houvesse mata-mata final, duvido muito que algum deles erguesse a taça.”

Palmeiras sonha com anulação de jogo

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É tudo que o Verdão pediu a Deus. A possibilidade de o Sport pedir a anulação do jogo contra o Palmeiras foi vista como surpresa agradável pelo elenco comandado pelo técnico Muricy Ramalho. O volante Pierre admite que seria extremamente positivo para o time pensar em ganhar mais dois pontos na luta pelo título nacional em um novo confronto contra o rival.

“Será que pode anular mesmo?”, questionou o camisa 5 nesta quinta-feira, durante a reapresentação do elenco na Academia de Futebol. “Se for anulado (o jogo), eu agradeço”, emendou. Com o empate diante do Sport, o Palmeiras chegou a 59 pontos na classificação. O time lidera momentaneamente a competição, mas pode ser ultrapassado no final de semana por São Paulo, Flamengo e Atlético-MG.

Ao Sport, a anulação do jogo seria a última chance de continuar na Série A do Campeonato Brasileiro. O resultado diante do Palmeiras confirmou a queda do clube de Recife para a segunda divisão do futebol nacional.

Lambança

Além de errar no lance que originou o empate do Palmeiras, Elmo Alves Resende Cunha também se atrapalhou ao preencher o relatório da partida. O goiano relatou que o segundo gol alviverde foi marcado por Diego Souza. Na verdade, o zagueiro Danilo foi o autor do tento. (Da ESPN)

O segredo do Flu (e de Fred)

Por Cosme Rímoli (R7)

Fred.

Não existe milagre no futebol.

Por trás desta reação impressionante do atacante e do Fluminense, a participação do atacante vai muito além dos gols. Dos nove gols em nove partidas seguidas. Qualquer criança sabe qual era o problema do Fluminense. A patrocinadora Unimed paga em dia os seus jogadores.

Endividado, o clube não consegue pagar os seus atletas, que são muito mais do que os da Unimed. Já são três meses de atrasos. As vidas desses atletas estavam um inferno, com as contas, aluguéis se acumulando. Fred percebeu que, com esse cenário, nada de bom aconteceria.

O clube seria rebaixado, desclassificado da Sul-Americana e ele mais do que desvalorizado. O atacante teve longa conversa com o presidente da Unimed do Rio, Celso de Barros. Falou que só haveria uma saída. E ela tinha nome: dinheiro. E Fred conseguiu o que a própria diretoria do Fluminense não conseguiu.

A Unimed começou a fazer o que havia prometido não fazer: dar uma parte dos salários aos jogadores do Fluminense. Não o salário todo. Mas o dinheiro caiu do céu. E o time reagiu. Os atletas ficaram sabendo que foi Fred quem intermediou essa transação.

Por isso, ele tem toda a liberdade de tentar qualquer jogada. Chutar dez, vinte, trinta bolas ao gol. Virou mais do que um líder, virou um ídolo do grupo. Cuca sabe da situação e agradece a Fred. O Fluminense tem uma grande vantagem em relação ao Cerro, depois da vitória de ontem. E pode chegar à final da Sul-Americana.

Quanto ao Brasileiro…

Continua muito, mas muito difícil o time escapar do rebaixamento. Mas nunca se sabe. O dinheiro da Unimed vai continuar a chegar. Graças ao artilheiro e, diplomata, Fred…

Alguém falando bem do nosso Pará

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Trechos da matéria de página inteira que a Folha de S. Paulo publica, nesta quinta-feira, sobre a cozinha paraense, intitulada “Na trilha do Pará” e assinada pelo repórter especial Thiago Ney.

A cozinha do Pará, que carrega sabores únicos com referências ao Brasil antigo e à alimentação indígena, é homenageada em festivais em São Paulo

Molhada, a carne desfia apenas com a aproximação do garfo. Está amparada (mais) por um saboroso caldo amarelo e (menos) por uma erva de sabor anestesiante. Se você, como eu, sempre achou que peru é uma ave de carne invariavelmente seca, precisa urgentemente provar o peru no tucupi.
Peru pode ser encontrado em qualquer lugar. Já o tucupi (o caldo amarelo) e o jambu (a erva anestesiante) são menos comuns -esse caldo de origem indígena, derivado da mandioca, é uma das peças de resistência da culinária paraense, que, até que enfim!, está recebendo a devida reverência nas cozinhas do Sudeste.
Principal divulgador de pratos como maniçoba (mal comparando, uma espécie de feijoada feita com com a folha da mandioca-brava moída, cozida e fervida durante sete dias), pato no tucupi, tacacá (caldo que leva tucupi, jambu, goma de tapioca e camarões secos) e filhote (saborosíssimo peixe de rio), o Lá em Casa, restaurante de Paulo Martins, fará uma apresentação da comida de Belém no Porto Rubaiyat, em São Paulo, até o próximo domingo.
Já Ana Luiza Trajano prepara no seu Brasil a Gosto um cardápio especial com ingredientes paraenses. O Tordesilhas e o Amazônia investem em pratos do Pará há algum tempo (veja endereços nesta página).
“É uma cozinha totalmente indígena, de sabor forte, bem acentuado. Ou você gosta ou você não gosta. Não tem meio termo”, brinca Tania Martins, que está no comando da cozinha do Lá em Casa (tel. 0/xx/ 91/3242-4222). “Apesar de ser forte, não é uma comida tão pesada, é de fácil digestão. Por exemplo, o paraense come maniçoba no almoço.”
Paulo Martins ajudou a divulgar ingredientes como tucupi, chicória (diferente da encontrada no Sudeste) e jambu ao realizar, desde 2000, um festival gastronômico em Belém.
“É a mais particular, a mais genuína cozinha do Brasil”, afirma Mara Salles, do Tordesilhas. “Porque foi a que ficou mais preservada, até pela dificuldade de acesso à Amazônia. Isso isola seus habitantes e sua cozinha. É a comida que mais remete ao Brasil antigo.” (…)

No Pará, açaí aparece em receitas doces e salgadas

Bolo de açaí, pudim de açaí, mingau de açaí, açaí com peixe frito, brigadeiro de açaí, açaí com farinha, licor de açaí… No Pará, come-se açaí com tudo. “Aqui, a gente come açaí até com ovo frito”, conta o pescador Osvaldo Lopes.
A fruta está presente até em letra de música de banda de carimbó, que se apresentou no 18º Festival do Açaí, realizado anualmente em Bagre. Nesse vilarejo colado à ilha de Marajó, a maior parte da população de 16 mil habitantes vive da pesca e da colheita do açaí.
O pirarucu, o “bacalhau da Amazônia”, é frito, servido no prato com feijão tropeiro e arroz. À parte, um pote de açaí.
“Nós é que fazemos errado. Trouxeram para cá e inventaram de colocar xarope de guaraná, açúcar, guaraná em pó…”, diz Mara Salles, chef do paulistano Tordesilhas. “Tradicionalmente, o açaí é comida de subsistência. Misturam com tapioca, com camarão seco.”
Antes de ser transportado para o sul do país, o açaí é normalmente congelado -seu sabor torna-se mais escasso.
“No interior do Pará, caem cachos de açaí em cima das casas. Faz parte do ambiente deles, não do nosso. Não é uma fruta do Sudeste.”
Açaí na cozinha
Em um barracão improvisado à beira de um rio no festival do açaí de Bagre, Maria de Lourdes Matos de Oliveira, 47, auxiliar administrativa da prefeitura e “legítima cozinheira de Bagre há pelo menos 20 anos”, prepara pratos como pirarucu salgado, camarão de água doce frito e torta de camarão (feita com maxixe, feijão verde, ervilha e milho).
“O povo aqui está acostumado a comer o pirarucu salgado. Acham que fica melhor do que o fresco”, explica a cozinheira.
Em uma barraca ao lado, o açaí é amassado em uma grande vasilha de barro por cerca de 20 minutos. Depois, passa por uma peneira para a retirada do caroço e do bagaço -permanece apenas o sumo da fruta.
Então, é colocado em uma geladeira, onde aguarda para ser consumido com peixe frito e farinha, ou transformado em bolo, pudim, licor…

Para The Economist, Brasil decola

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A revista britânica “The Economist” dedica a capa de sua mais recente edição mundial ao Brasil. A publicação, especializada e referência global em assuntos econômicos, traz uma reportagem especial de 14 páginas sobre a situação econômica do país. A revista chama o Brasil de “a maior história de sucesso na América Latina”. A capa mostra uma montagem com o Cristo Redentor no Rio de Janeiro (imagem do Brasil mundialmente conhecida) decolando, como se fosse um foguete. O título da capa é justamente “O Brasil decola”. A ‘Economist” diz que o país que era só promessas começa a dar resultados, mas adverte que um dos riscos agora é  o excesso de confiança. (Colaboração do baluarte Hélio Mairata)

Palmeiras e o providencial apito

Pode se dizer que, contra o Sport, o Palmeiras teve literalmente um apito amigo em campo. E o apito soou duas vezes (como é possível ouvir neste video), fazendo a zaga rubro-negra parar e deixando Danilo livre para marcar. O lance era legal, não havia impedimento, mas o árbitro apitou antes de a jogada terminar, dando a entender que o lance estava parado.

A quem interessar possa…

Agenda do presidente Lula para esta quinta-feira, 12:

9h Luís Inácio Adams, advogado-geral da União – no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB)

9h20 Despacho interno 

9h30 Navanethem Pillay, alta comissária das Nações Unidas para os Direitos Humanos

10h Despachos internos 

10h30 Reunião sobre o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) Setor Elétrico

12h30 Alexandre Padilha, ministro-chefe da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República

15h Encontro para balanço do Mutirão Arco Verde Terra Legal

17h30 Eduardo Braga, governador do Amazonas

18h Ana Júlia Carepa, governadora do Pará 

(Fonte: Secretaria de Imprensa da Presidência)