Som na madrugada – Cartola, O Mundo É um Moinho

Cartola canta para o pai, no dia em que se reencontram após 40 anos de afastamento. No final, Hermínio Belo de Carvalho revela que aquele era um momento amargo para o grande compositor, pois estava literalmente falido e havia voltado a morar com o pai em situação humilhante. Enfim, nem tudo são rosas. Mas o registro de Cartola interpretando um de seus clássicos é estupendo.

5 comentários em “Som na madrugada – Cartola, O Mundo É um Moinho

  1. Para os pagodeiros imberbes, que acham que Netinho de Paula é samba (ou até mesmo pagode do bom), Cartola é um valiosísimo exemplo de como um gênero musical se faz respeitar.
    Já àqueles batuquezinhos de leve no pandeiro, com um som de teclado ao fundo que mais parece o ruído de queda d’água em uma cachoeira e mais aqueles uivos horrorosos de vocalistas de “samba e pagode” que mais parecem integrantes do ‘New Kids on The Block”… nada a declarar!

    1. O tal pagode paulistano invadiu as rádios como praga, passando (para quem não conhece) a ideia de que o samba é um gênero ruim, de péssimas letras. Cartola é o extremo oposto disso, pela fina qualidade das letras e pela simplicidade genial das harmonias de seus sambas.

  2. Aproveitando o gancho, e para os adoradores de Cartola e Candeia, envio a belíssima Marisa Montes interpretando “Preciso me encontrar” – esse som da madrugada eh show….

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