
Princesa Leia nos braços de Darth Vader. Filmagens de “Guerra nas Estrelas”, 1983.

Princesa Leia nos braços de Darth Vader. Filmagens de “Guerra nas Estrelas”, 1983.
Salomão Moreira dos Santos (salo.santos@hotmail.com)
Senhor Gerson
É claro que como torcedor , o maior desejo era que o Remo e Paysandu se classificassem para o mata-mata da série C e não devemos encobrir os possíveis equívocos que acarretaram a não classificação do Remo (poderia ter sido o Paysandu).
No entanto, não podemos esquecer que fatores além quatro linhas também são determinantes para obtenção de êxito, embora reconheça que tivemos a oportunidade de superar em campo a adversidade destes fatores externos.
Quando no início da série C, observei a tabela e a expectativa que criei pra mim que não tenho idade para grandes decepções foi pelo não rebaixamento de nossos clubes.
Não podemos afirmar que houve total má fé contra os nossos clubes pois temos que reconhecer que para elaborar a tabela da Série C, a entidade tem como prioridade a redução de custos pela inexistência de grandes patrocínios, o que implicou diretamente em beneficio dos clubes gaúchos que tinham três representantes, assim sendo, teriam menos desgaste com viagens para o plantel e financeiro para o clube.
Com a permissão de que o São José exercesse mando no seu campo (não vejo ali um estádio ou arena) praticamente foi lhe dada uma das quatro vagas. Fazendo uma canhestra comparação, imagine onde o nosso Guga teria chegado se quando estava no auge da carreira fosse lhe dado o benefício de somente jogar nas quadras de saibro (onde era o melhor da época)…
Resumindo: lá atrás quando não tinha conhecimento deste detalhe (grama artificial) já achava que os clubes não gaúchos iriam brigar somente por uma das quatro posições e até pelo investimento o Remo comparado a outros estava em desvantagem.
Espero que nossos dirigentes tenham muita calma neste momento e, quem sabe agora que está somente com a Copa Verde, não possa encaminhar através dela melhores horizontes para a próxima temporada? Embora esta competição esteja menos prestigiada, ainda assim para nossos clubes é interessante os ganhos para quem a conquista.

Por Ivaci Matias, no Globo Rural
O “Dia do Fogo”, que provocou o recorde de queimadas em Novo Progresso e Altamira, no Pará, nasceu dentro do grupo “Jornal A Voz da Verdade”, no aplicativo Whatsapp, segundo apurou aRevista Globo Rural.
O grupo, formado para debater interesses do setor, tem uma arara azul como símbolo e foi criado em 17 de agosto de 2016, por João Vgas, nome que consta na página principal. Tem 246 participantes ativos entre produtores rurais, grileiros, sindicalistas e comerciantes do município de Novo Progresso.
Dos 246 participantes ativos do grupo “Jornal A Voz da Verdade”, 70 aprovaram os planos do “Dia do Fogo”. Esses 70 formaram outro grupo, criado pelo comerciante Ricardo De Nadai, batizado de “SERTÃO”, uma alusão ao nome de seu estabelecimento comercial (a loja Sertão Agropecuária). O novo grupo ganhou mais 10 membros e fechou com cerca de 80.
O principal objetivo deste segundo grupo (SERTÃO) era incendiar, no dia 10 de agosto, áreas de matas e terras devolutas, fazendo o fogo avançar sobre a Floresta Nacional do Jamanxim, uma reserva de 1,3 milhão de hectares conhecida pela sua rica biodiversidade. A ideia era alcançar a Terra do Meio, área de conflitos agrários na Amazônia.
“Primeiro se desmata, depois vem o fogo. Tudo foi planejado. Ninguém “ficou sem serviço. Faltou gente, e peões foram trazidos de outras regiões da Amazônia e até do Nordeste”. Operador de motosserra
Pelo menos quatro membros do grupo, segundo apurou a revista Globo Rural, já foram presos por crimes ambientais. São conhecidos como grileiros que estão escrevendo uma lenda no sul do Pará. Do grupo fazem parte proprietários de redes de supermercados, lojas e fazendas da região. Alguns deles fizeram acordo com a Justiça e usam tornozeleira eletrônica.
No dia 10 de agosto, o “Dia do Fogo”, motoqueiros contratados pelo grupo circularam pelos distritos localizados às margens da BR-163 ateando fogo no capim seco dos acostamentos. Nessa época de seca, a vegetação das margens é combustível fácil. As chamas chegaram a interromper o trafego da rodovia em vários trechos.
O fogo se alastrou queimando cercas e ameaçando atingir as moradias. Todos que estavam em suas casas nas vilas ao redor da BR naquele dia avistaram esses homens de capacete ateando fogo. O crime foi realizado também no município vizinho de Altamira, recordista de desmatamento e queimadas do Brasil neste ano, e se estendeu até ao Distrito de Cachoeira da Serra.
A fumaça negra subiu ao céu e se juntou a uma outra, ainda mais escura, que pipocava de dentro da Floresta Nacional do Jamanxim, área de proteção ambiental muito visada pelos grileiros e garimpeiros da região. O lugar foi demarcado através de decreto assinado pelo presidente Lula em 2006, mas sempre sofreu a ameaça da exploração predatória pela proximidade da estrada Cuiabá-Santarém.
Faltou motosserra
No início de agosto, várias áreas de proteção ambiental sofreram ataques de motosserras na região. Primeiro se desmata, depois vem o fogo. Tudo foi planejado. Ninguém “ficou sem serviço”, conta um operador de motosserra que não quis se identificar. Faltou gente, e peões foram trazidos de outras regiões da Amazônia e até do Nordeste.
Pistas clandestinas de pouso foram construídas no meio da mata para desembarcar gente. Tudo foi combinado com muita antecedência no Grupo SERTÃO. Uma das notícias que “bombou” foi a falta de óleo queimado.



Após comentário de um internauta em seu Facebook comparando a aparência da primeira-dama francesa, Brigitte Macron, com a de Michelle Bolsonaro, o presidente Jair Bolsonaro respondeu: “Não humilha cara. Kkkkkkk’ (sic)”.
O presidente da França, Emmanuel Macron, deu a resposta hoje: “Como tenho uma grande amizade e respeito pelo povo brasileiro, espero que tenham logo um presidente que se comporte à altura do cargo”, disse.
Comentou ainda sobre Bolsonaro: “A primeira vez que o vi, ele disse com as mãos no coração: ‘Eu vou fazer de tudo pelo reflorestamento e pelo Acordo de Paris para que possamos assinar o acordo (Mercosul/UE)’. 15 dias depois, estava fazendo o contrário, demitindo cientistas. Podemos ver que ele não falava a verdade”.

Desgastado pela eliminação do Remo na Série C, o técnico Márcio Fernandes foi dispensado na tarde desta segunda-feira, 26, por decisão da diretoria do clube. Campeão paraense da temporada, o técnico teve um bom começo de campanha na Terceira Divisão, mas a partir das derrotas para o São José (8ª rodada) e Paissandu (9ª rodada) o time perdeu rendimento e ficou várias rodadas sem vencer. Pelo bom início e a acumulação de pontos, fez com que o Remo se mantivesse por 14 rodadas consecutivas no G4.
Abaixo, a nota oficial do clube:
“A Diretoria do Clube do Remo informa que Márcio Fernandes não faz mais parte do comando técnico azulino. O treinador acertou sua saída em comum acordo com a diretoria nesta segunda-feira (26).
Márcio Fernandes chegou ao clube em fevereiro. Ao todo, foram 28 jogos, sendo 10 vitórias, 13 empates e cinco derrotas, além do título do Paraense deste ano. O Clube do Remo agradece o empenho e profissionalismo, e deseja sorte nos próximos trabalhos de sua carreira”.

O desprezo pelo meio ambiente corroeu a popularidade de Jair Bolsonaro, que já vinha baixa. De acordo com pesquisa CNT/MDA, divulgada nesta segunda-feira (26), 93,5% dos entrevistados consideram a preservação do meio ambiente muito importante, outros 5,5% acham pouco importante o tema. Apenas 0,5% não acredita ser importante conservar a natureza.
Os números refletem diretamente no aumento de 19% para 39,5% da avaliação negativa do governo Jair Bolsonaro. O levantamento foi feito em agosto, quando as notícias dos incêndios na Amazônia ultrapassaram as fronteiras. A avaliação pessoal dele recuou de 57,5% para 41%, e a desaprovação foi de 28,2% para 53,7% entre fevereiro e agosto.
O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) havia alertado que a destruição em junho cresceu 88% e em julho 278% na comparação com iguais períodos de 2018. Por causa da destruição acelarada da Amazônia, a Alemanha anunciou a suspensão de quase R$ 155 milhões destinados a projetos de preservação ambiental no Brasil e a Noruega anunciou o bloqueio de cerca de R$ 133 milhões.
O desmatamento também pode gerar sérios prejuízos econômico por causa de eventuais boicotes a produtos brasileiros. Questionado pelo Valor se “é questão de tempo que parem de comprar do Brasil”, o presidente da Abag, Marcello Brito, foi taxativo: “É questão de tempo”.
Foram realizadas 2.002 entrevistas, entre os dias 22 e 25 de agosto, em 137 municípios de 25 Unidades da Federação. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais.

“O cafona manda cimentar o quintal e ladrilhar o jardim. Gosta de frases de efeito e piadas de bicha. Chuta o cachorro, chicoteia o cavalo e mata passarinho. Recorre à religião para ser hipócrita e à brutalidade para ser respeitado”.
Fernanda Young
A surpreendente vitória do Ypiranga sobre o Juventude, de Caxias do Sul, concretizada nos minutos finais do jogo de ontem, pela 18ª rodada da Série C, continua dando o que falar. O polêmico gol de pênalti aos 44 minutos do 2º tempo eliminou o Remo da competição e fez o Ypiranga saltar para a primeira colocação, à frente do Juventude.
Uma foto postada no domingo, no perfil da Federação Gaúcha de Futebol no Instagram, botou mais lenha na fogueira. A legenda diz:
“Os presidentes de @ecjuventude e @ypirangafutebolclube deram um show de fairplay antes do início da partida pela Série C do @brasileirao. Não é só futebol! É futebol gaúcho!”.

Os três gaúchos da competição conseguiram se classificar numa reação inesperada do Ypiranga, que havia sido derrotado na 17ª rodada pelo Boa Esporte, em Erechim-RS. Para muita gente, o resultado de Caxias do Sul foi armado, até pela forma como o lance se desenrola (veja vídeo acima). Há dúvida até sobre a infração apontada pelo árbitro.
Na próxima fase, Juventude e Ypiranga enfrentarão Imperatriz-MA e Confiança-SE, respectivamente, enquanto o São José tem cruzamento com o Sampaio Corrêa e o PSC (4º do grupo B) enfrenta o Náutico, primeiro colocado do grupo A.
Ontem, nas redes sociais, torcedores lembravam da afirmação do técnico Rafael Jacques, técnico do São José após a derrota para o Remo, no Mangueirão. Em tom de ameaça, ele disse que incidentes ocorridos entre os jogadores poderiam custar caro ao Remo “no próximo domingo”.

Por Lauro Jardim, n’O Globo
No alto da primeira página da versão impressa do “The New York Times” de hoje, um texto de opinião intitulado “Uma devastação da Amazônia em todo o Brasil”, destaca:
— Um tesouro global está à mercê do presidente Jair Bolsonaro, o menor, o mais maçante e o mais insignificante dos líderes.
Para quem se preocupa com a imagem internacional do Brasil, é um prato cheio.
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