Carta de congressistas americanos denuncia ataques à democracia no Brasil

images_cms-image-000599258

Do Brasil247

No maior constrangimento diplomático do Brasil desde o fim do regime militar, o senador Bernie Sanders, pré-candidato à presidência dos Estados Unidos em 2016, e mais 28 parlamentares norte-americanos uniram-se aos dos ex-presidentes do Chile e da França, Michelle Bachelet e François Hollande, e ao ex-primeiro-ministro espanhol, José Luis Rodríguez Zapatero, para protestar contra a prisão ilegal e de caráter político de Lula e à impunidade dos assassinos de Marielle Franco; leia a íntegra da histórica carta enviada por eles ao governo Temer.

Leia a íntegra da carta dos 29 congressistas americanos, incluindo o senador Bernie Sanders, que foi pré-candidato à presidência dos Estados Unidos em 2016, enviada nesta quinta (26) ao embaixador do Brasil nos EUA, Sérgio Amaral e, através dele, ao governo brasileiro:

“26 de julho de 2018

Caro Embaixador Sergio Silva do Amaral:

Nós somamos nossas vozes aos recentes pedidos dos ex-presidentes do Chile e da França, Michelle Bachelet e François Hollande, bem como do ex-primeiro-ministro espanhol, José Luis Rodríguez Zapatero, em oposição à intensificação do ataque à democracia e aos direitos humanos no Brasil. Nos últimos meses, Marielle Franco, vereadora e defensora de direitos humanos amplamente admirada, foi morta em um assassinato executado profissionalmente, enquanto o principal candidato presidencial para as eleições de outubro no Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, foi preso por acusações não comprovadas. Nós respeitosamente pedimos que você trabalhe para facilitar uma investigação independente sobre o assassinato da Sra. Franco; apoiar os direitos dos trabalhadores brasileiros; e trabalhe para assegurar que o Presidente Lula tenha seu direito constitucional ao devido processo legal garantido.

Em março, nós ficamos horrorizados em saber sobre a execução da vereadora da cidade do Rio de Janeiro, Marielle Franco, uma corajosa defensora dos direitos das mulheres afro-brasileiras e membros da comunidade LGBTQ, e uma destemida ativista contra os assassinatos de jovens pela polícia nas favelas do Rio. Evidência críveis sugerem que membros das forças de segurança do Estados poderiam estar implicados no assassinato.

Em abril, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi preso após um processo judicial altamente questionável e politizado, no qual seus direitos processuais foram aparentemente violados. Os fatos do caso do Presidente Lula nos dão razão para acreditar que o principal objetivo de sua prisão é impedi-lo de concorrer nas próximas eleições.

O Brasil é atualmente o lugar mais perigoso do mundo para os defensores dos direitos à terra e recursos naturais, segundo a Global Witness. O respeitado grupo de direitos humanos Comissão Pastoral da Terra documentou mais de 70 assassinatos de defensores dos direitos da terra em 2017, incluindo muitos líderes de comunidades indígenas e membros do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra. A grande maioria desses assassinatos ficou impune.

Além disso, desde que assumiu o poder por meio de um controverso processo de impeachment, o governo de extrema-direita do presidente Temer instituiu um congelamento de gastos que desencadeou importantes cortes em programas vitais de saúde e educação, e promoveu um total ataque aos direitos dos trabalhadores. Em fevereiro de 2018, o comitê de especialistas da Organização Internacional do Trabalho descreveu as mudanças de 2017 do governo Temer no direito dos trabalhadores de barganhar coletivamente como “não baseadas em negociações, mas na abdicação de direitos”. Nós encorajamos seu governo a usar sua autoridade para evitar mais ataques aos trabalhadores.

Nós também exortamos as autoridades judiciais e políticas brasileiras para que garantam eleições justas e proteções aos direitos humanos: os tribunais brasileiros devem avaliar prontamente os méritos das acusações contra o presidente Lula, em que nenhuma evidência material foi apresentada como prova das acusações de corrupção do ex-presidente. Como exortaram ex-líderes do governo europeu, o presidente Lula deve ter sua liberdade concedida enquanto as apelações à sua condenação estão pendentes, de acordo com as garantias constitucionais do Brasil. A luta contra a corrupção não deve ser usada para justificar a perseguição de opositores políticos ou negar-lhes o direito de participar livremente nas eleições.

Também esperamos ver justiça no caso de Marielle Franco, com os autores de seu assassinato capturados e processados, e medidas sendo tomadas para proteger outros ativistas corajosos que colocam suas vidas em risco denunciando a violência e a injustiça do Estado. Nós nos juntamos aos apelos por uma investigação internacional independente sobre seu assassinato.

Atenciosamente,

Mark Pocan (D-WI), Raúl M. Grijalva (D-AZ), Bernard Sanders (I-VT), Ro Khanna (D-CA), Jan Schakowsky (D-IL), Keith Ellison (D-MN), Pramila Jayapal (D-WA), Barbara Lee (D-CA), Adriano Espaillat (D-NY), Eleanor Holmes Norton (D-DC), José Serrano (D-NY), Rosa DeLauro (D-CT), James McGovern (D-MA), Maxine Waters (D-CA), Jamie Raskin (D-MD), Frank Pallone (D-NJ), Zoe Lofgren (D-CA), Alan Lowenthal (D-CA), Alma Adams (D-NC), Yvette Clarke (D-NY), Bobby Rush (D-IL), Linda Sánchez (D-CA), Peter Welch (D-VT), Robert Brady (D-PA), Henry C. “Hank” Johnson, Jr. (D-GA), Karen Bass (D-CA), David Price (D-NC), Luis Gutiérrez (D-IL), Derek Kilmer (D-WA)”

Técnico alemão foi às boates pedir apoio para controlar jogadores do PSG

image (1)

Thomas Tuchel foi o treinador escolhido pelo PSG para a nova temporada, levando em conta seu perfil disciplinador. E o alemão já virou notícia pelo código de conduta que vai impor aos jogadores. O estilo linha-dura visa controlar os astros do clube, à frente o brasileiro Neymar, considerado o mais problemático do elenco.

De acordo com a revista francesa France Football, o técnico visitou os bares e discotecas de Paris mais frequentados pelos futebolistas do PSG e procurou fazer um acordo com os donos dos estabelecimentos: sempre que um jogador passar por lá, Tuchel deve ser avisado, de forma a perceber se os jogadores cumprem ou não as regras e horários estipulados.

Por outro lado, Tuchel quer o máximo cuidado com a alimentação. Os jogadores não podem abusar das massas após os jogos e estão proibidos de consumir bebidas gasificadas, fast food e todo o tipo de doces ou guloseimas. (De O Jogo)

Galeria do rock

Mick Jagger, cantor e compositor dos Rolling Stones, festeja 75 anos de idade nesta quinta-feira. Nasceu a 26 de julho de 1943 em Dartford, Kent, Inglaterra. Com Jagger à frente do palco, as “pedras rolantes” venderam mais de 300 milhões de discos em 56 anos de carreira.

Facebook desativa páginas de fake news

maxresdefault-2

O Facebook retirou do ar nesta quarta-feira uma rede de páginas e contas usadas para divulgação de notícias falsas por membros do grupo ativista de extrema-direita Movimento Brasil Livre (MBL), disseram fontes à Reuters, como parte dos esforços para reprimir perfis enganosos antes das eleições de outubro.

O Facebook disse em um comunicado que desativou 196 páginas e 87 contas no Brasil por sua participação em “uma rede coordenada que se ocultava com o uso de contas falsas no Facebook, e escondia das pessoas a natureza e a origem de seu conteúdo com o propósito de gerar divisão e espalhar desinformação”.

O comunicado não identifica as páginas ou usuários envolvidos.

Como lidar com a epidemia que assola a pesquisa no Brasil?

epidemia-assola-a-pesquisa-brasileira (1)

Por Leonardo Carvalheira, no Huffpost

Salário estagnado há anos. “Você só estuda, chega de frescura!” Jornada de trabalho excessiva sem ganhar por hora extra. “Presta atenção, faltam 3 meses para entregar a tese.” Não existe fim de semana ou feriado. “Por que você ainda não publicou sua pesquisa?” Pressão além do normal por produtividade. “Seu colega conseguiu. O problema não é meu se o equipamento quebrou!” Seu orientador só tem tempo para te cobrar. “Você assinou contrato de dedicação exclusiva! Nem pense em complementar seus R$ 1,5 mil por mês“. Afinal, cientista não é profissão no Brasil.

A pesquisa toma todo o seu tempo, sua disposição e, muitas vezes, a sua sanidade. Este cenário nos cursos de pós-graduação é realidade para a maioria dos pesquisadores brasileiros. Sim, a maior produção científica no país vem de mestrandos e doutorandos de universidades públicas. Lidam durante sua formação com a extensa carga de aulas, estudo e trabalho. Os laboratórios são ambientes hostis de competição e, frequentemente, professores orientadores são seus piores pesadelos.

A pressão por publicar suas pesquisas em revistas, necessário para que a comunidade esteja ciente das novas descobertas, é gigante: só assim é possível sobreviver na área. Todos os anos de produção precisam ser resumidos numa tese com detalhes específicos que raramente alguém não especializado terá interesse por ler. Todo esse trabalho é, quase sempre, realizado com dinheiro público. Qualquer pequeno deslize nos experimentos pesa como desperdício de impostos.

Calma… pelo menos as pessoas com maior especialização acadêmica do país ganham bem, certo? Errado. No auge das suas produtividades, com 26, 28, 30 anos, ganham pouco mais de R$ 2 mil por mês, quando muito. Os pagamentos irrisórios costumam ser atrelados a um regime de dedicação exclusiva, ou seja, não há possibilidade de se envolver com outros projetos e trabalhos para complementar sua renda. Caso você ganhe um centavo a mais por outro trabalho corre o risco de precisar devolver todo o dinheiro que ganhou, além de responder processo judicial e nunca mais receber financiamento do Estado.

A perspectiva, infelizmente, é só piorar. Desde 2014 o investimento ao Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação só diminui. O que chegava na casa dos 7, hoje é menos de R$ 3 bilhões. E isso não é tudo! Para enterrar de vez a ciência brasileira, a verba e as atenções, desde 2016, são divididas com o Ministério das Comunicações. Este cenário já implica em laboratórios sem materiais, além de pesquisadores trancando seus cursos por impossibilidade de seguirem sem conseguirem bolsas.

Cientistas? Não, alunos. Aqui no Brasil você não tem direitos trabalhistas por pesquisar nas grandes universidades. As bolsas, a maioria pública, não assinam sua carteira de trabalho. Auxílios como os doença, alimentação ou transporte são sonho distante. É possível abrir mão desta forma de financiamento e optar por estudar, pesquisar e ainda trabalhar fora do campus, mas é um ponto fora da curva quase impraticável.

Há um cenário ainda mais difícil: já pensou fazer tudo isso e ter um filho? Faltam vagas nas creches universitárias. Não há tempo a perder quando se trata de pesquisas. Poucas horas de atraso são suficientes para acabar com anos de estudo. Enquanto você se dedica à família, outro grupo pelo mundo já publicou o seu estudo. A cobrança vai às alturas para que deixe o filho de lado e entregue a tese a tempo.

Só pelo ambiente descrito de pesquisa na pós-graduação, os alunos são 6 vezes mais propensos a desenvolverem depressão e ansiedade. Esperado para o cenário que vivemos no Brasil, não é mesmo? E se pesquisas te mostrassem que o dado é dos Estados Unidos? Infelizmente, os números brasileiros ainda são subnotificados em estudos, mas não se espera que sejam menos alarmantes do que estes. Somam-se fatores sociopolíticos e econômicos que não colaboram com a sanidade mental de pesquisador algum.

Os fatores aqui expostos são suficientes para explicar as altas nas notificações de transtornos mentais na pós-graduação. O que podemos fazer, então, para que possamos mitigar este quadro? Como estudante, família, amigo e, principalmente, orientador, é possível colaborar com um ambiente mais saudável. Pense se é realmente necessário antes de pressionar e realizar cobranças. A pressão acadêmica já é suficientemente grande para ser digerida. Não compare seus êxitos ou suas dores. Cada um tem sentimentos justificados pela sua história de vida e tempos diferentes a atingir objetivos. É sempre interessante pesquisar sobre saúde mental e conhecer os principais sintomas.

Seria muito bom se só isso fosse suficiente. Depressão, bipolaridade, ansiedade e outros transtornos são distúrbios químicos como qualquer outra doença. É muito bom se houver ajuda profissional assim que reconheçamos algum sintoma. Os alunos devem ter acesso fácil a psicólogos e psiquiatras no seu próprio instituto, pois é difícil, por conta das doenças, que corram atrás por conta própria. As instituições precisam financiar cursos a seus professores, os que orientam alunos, sobre administrar ambientes com alta pressão e propensão a distúrbios psiquiátricos. Devemos conversar abertamente sobre o assunto nestes ambientes.

Se é químico, por que não tratamos as pessoas com remédios como solução definitiva? A profilaxia é mais barata na grande maioria das enfermidades, com estas não é diferente. Assim como infecções por vias aéreas são mais frequentes no frio, dentre outros motivos, por juntar pessoas em lugares com pouca circulação de ar, distúrbios psiquiátricos são mais frequentes em ambientes com pressão acadêmica. A explícita diferença é que nas doenças virais o ambiente é pouco controlado por nós, enquanto nas psiquiátricas a humanidade define o andamento do ambiente. O contexto de aumento das suas frequências é social. Sem contar que apenas remediar e manter as pessoas num ambiente igual ao que foi o estopim para seus sofrimentos pode não resolver o problema.

A universidade, seus alunos e alunas estão doentes. Pedem, silenciosamente, ajuda dentro das quatro paredes de um laboratório. Um dos setores mais estratégicos para o investimento de um país está morrendo. A “fuga de cérebros” é só a ponta do iceberg da ciência brasileira. Vamos juntos conscientizar a comunidade ao nosso redor sobre saúde mental? Amenizar a insalubridade dos nossos preciosos centros de pesquisa é urgente.

(*) Leonardo Carvalheira é divulgador científico, pesquisador pelo Centro de Pesquisa sobre o Genoma Humano e Células-tronco da USP.

A vitória da superação

img-20180724-wa0009

POR GERSON NOGUEIRA

Com uma providencial mudança de posicionamento e atitude no 2º tempo, o Papão conseguiu sair de uma situação de risco nos primeiros 45 minutos para um jogo de força e pressão que terminou premiado aos 15 minutos, com o gol de Mike, cabeceando em meio à defesa do Guarani e antecipando-se ao goleiro Oliveira.

Na parte inicial do confronto, o Guarani foi superior, controlando em grande parte as investidas do PSC e tocando a bola com tranquilidade pelo meio, com William Oliveira, Ricardinho e Longhini encontrando muitas facilidades para organizar as ações ofensivas.

Para complicar as coisas, Nando Carandina e Renato Augusto não conseguiam deter os avanços no meio e pelos lados Kevin e Anderson Pará também se lançavam sem receber combate firme. Com isso, Bruno Mendes e Mateus Oliveira desfrutaram de pelo menos quatro chances agudas na área. Renan Rocha evitou gols certos saindo nos pés dos atacantes.

Depois do intervalo, o Papão inverteu a situação, avançando suas linhas e tomando conta dos espaços no campo de defesa do Guarani. Mike substituiu Moisés, que teve um rendimento abaixo do esperado no 1º tempo. Acima de todos, porém, Thomaz exerceu papel fundamental nessa etapa do jogo assumindo a responsabilidade pelas principais jogadas.

Antes do cruzamento que levou ao gol de Mike, como a mostrar que havia recuperado a confiança, Thomaz arriscou uma meia bicicleta que o goleiro defendeu com dificuldades. Mike foi para o interior da área incomodar a dupla central de zaga bugrina, que passou a errar nas saídas, espanando bola para todos os lados.

Depois do gol, o time continuou explorando a velocidade pelos lados e ajustando o passe, que não funcionou na primeira metade da partida. O problema é que a ansiedade talvez tenha sabotado algumas iniciativas de contra-ataque com Mike e Thomaz.

A partir dos 20 minutos, com Guilherme e Marcão em campo, usando a força para entrar na área alviceleste, o Guarani foi em busca do empate e quase alcançou o objetivo. Aí Renan Rocha brilhou outra vez, desviando com a ponta dos dedos um tiro cruzado de Ricardinho aos 31’ e defendendo no chão uma finalização de Marcão aos 42’. No rebote, Longhini errou o disparo e desperdiçou a última oportunidade do jogo.

Na entrevista pós-jogo, o técnico Guilherme Alves destacou a postura diferente adotada na etapa final, ponderando que os erros de passe comprometeram a organização da equipe na primeira etapa, quase inteiramente dominada pelo Guarani.

O treinador justificou o recuo na reta final do jogo, chamando atenção para o desgaste mental e físico do time. A explicação é parcialmente correta, mas o fato é que o PSC exagerou na cautela e voltou a falhar na troca de passes, concedendo rebotes seguidos que facilitaram a chegada do Guarani.

No fim das contas, um resultado importante pela maneira como foi conquistado. Marca positivamente o começo do trabalho de Guilherme Alves, permitindo que a equipe dê início à fase de recuperação no campeonato.

——————————————————————————————

Lista da Fifa expõe inferno astral de Neymar

Quando a Copa do Mundo terminou, o sentimento generalizado era de que Neymar saía da competição menor do que havia entrado. Com declaradas pretensões de disputar com CR7 e Messi a coroa de principal futebolista do planeta, os planos do camisa 10 da Seleção Brasileira dependiam de uma jornada impecável em gramados russos.

A realidade do torneio contrariou a legítima ambição de Neymar. Ontem, a divulgação da lista dos dez candidatos ao prêmio da Fifa veio confirmar a impressão de que o brasileiro tem motivos para esquecer o Mundial. Foi deixado de fora da pré-seleção, depois de ter ficado em terceiro lugar nas temporadas de 2015 e 2017.

Neymar, além dos competidores mais afamados, vê a aproximação fulgurante de novos nomes, como Mbappé, Hazard, Kane, Griezman, Salah, De Bruyne e Modric, que saíram extremamente valorizados da principal competição mundial.

Em plena campanha de recuperação da imagem desgastada, não só por razões técnicas, Neymar deve reservar um tempo para reflexões acerca de seus objetivos como jogador de primeira linha.

Precisa entender que a devastadora fama de cai-cai não pode se sobrepor à sua indiscutível habilidade. Caso não se conscientize disso jamais romperá a barreira dos jogadores apenas medianos ou performáticos. Cabe exclusivamente a ele virar a página e reiniciar uma caminhada que já teve momentos particularmente brilhantes e superiores até à trajetória de muitos dos nominados para o prêmio maior da Fifa.

(Coluna publicada no Bola desta quarta-feira, 25)

Bate-bola no boteco virtual – PSC x Guarani

Campeonato Brasileiro da Série B 2018

139c6e44-c2f6-4fc1-a0e2-6f578d819220-original

Paissandu x Guarani – Curuzu, 20h30

Na Rádio Clube, Valmir Rodrigues narra, Gerson Nogueira comenta. Reportagens – Dinho Menezes, Mauro Borges, Valdo Souza. Banco de Informações – Fábio Scerni

Papão tenta contra o Guarani quebrar longo jejum de vitórias

Di1Esy0X4AEW-4Y

Paissandu e Guarani se encontram na noite desta terça-feira, na Curuzu, em Belém. Apesar das distintas posições na tabela, o objetivo dos dois clubes é o mesmo: voltar a ficar próximo do G4. A partida começa às 20h30.

Mandante do confronto, o Papão chegou à marca de oito jogos sem vencer. O técnico Guilherme Alves estreou no comando do time na rodada passada, no empate em 2 a 2 com o Oeste. Deixou boa impressão, mas a vitória acabou escapando mesmo depois de abrir dois gols de vantagem.

De olho no G4, o Guarani se apega ao recente retrospecto fora de casa para buscar a reabilitação depois de perder por 3 a 2 para o Figueirense, no Brinco de Ouro. Dos últimos nove pontos disputados como visitante, o Bugre conquistou sete. Ao todo, o time tem 23 e enfrenta o PSC com força máxima.

O elenco do Papão fez um treino noturno, ontem, na Curuzu, com grupo dividido. Os atletas que participaram da última partida diante do Oeste-SP fizeram apenas treino regenerativo de recuperação muscular, na academia Gabriel de Souza Castro, sob a supervisão do preparador físico Roberto Onety.

Já os jogadores que não atuaram na Arena Barueri ou que entraram no decorrer do jogo, como Alan Calbergue, Dionathã e Perema, além de Matheus Silva, substituído no intervalo, participaram de trabalho técnico e tático em campo reduzido. O treinador Guilherme Alves observou as peças que podem ser utilizadas na partida hoje, além de treinar algumas jogadas de transição e finalizações.

A equipe paraense não tem desfalques para o confronto. As únicas ausências por questões físicas é o zagueiro/lateral-esquerdo Fernando Timbó, em transição; e o atacante Lúcio Flávio, contratado recentemente, mas ainda buscando melhor preparo. A principal mudança no time titular deve ser o retorno de Renato Augusto, após cumprir suspensão.