
Agora é oficial: Ronaldinho Gaúcho está aposentado. Nesta terça-feira, em entrevista concedida à coluna “Gente Boa”, do jornal O Globo, o irmão e empresário do craque, Assis, confirmou que o ex-camisa 10 do Barcelona e Seleção Brasileira encerrou sua carreira como jogador profissional. Agora, o foco está concentrado na organização de jogos de despedida, que deverão acontecer em diversos continentes.
É inegável que Ronaldinho é, além de tudo, uma marca global. Prova disso são as diversas partidas de exibição que ele vem protagonizando desde que deixou seu último clube, o Fluminense, em 2015. A curta passagem de pouco mais de dois meses nas Laranjeiras já indicava que sua trajetória no futebol como atleta estava chegando ao fim.
“Ele parou. Acabou. Vamos fazer algo bem grande, bacana, após a Copa da Rússia, provavelmente em agosto. Faremos vários eventos rodado por Brasil, Europa e Ásia. E, claro, estamos combinando um jogo com a Seleção Brasileira. A Nike vai jogar junto na elaboração desse projeto. Ainda não tenho detalhes, por enquanto estamos montando um programa, uma pauta. O fato de ele ser embaixador do Barcelona por dez anos facilita muito lá fora. Ele é querido lá e aqui”, disse Assis.

Desta maneira, Ronaldinho Gaúcho passará os próximos meses bastante atarefado, embora o agito faça parte de sua rotina mesmo após sua última passagem por um clube profissional. Além dos jogos de despedida, ele seguirá seu calendário de partidas de exibição pelo mundo. “Ele tem três eventos agendados. O próximo vai ser no México, no dia primeiro de março”, revelou o irmão e empresário, que recentemente sofreu um infarto em Porto Alegre.
Com 10 anos de atraso, finalmente Ronaldinho assume que parou de jogar. Enquanto resolveu ser jogador profissional, até meados de 2006, Ronaldinho foi único, genial, artista da bola, craque, mito, daqueles que fazem multidões o idolatrarem por onde quer que passe. Pelo passado glorioso, merece ser tratado como uma lenda-viva que é.
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Concordo, amigo Gleydson. A bola do espetacular Ronaldinho murchou por completo ali por volta de 2006-2007. Infelizmente.
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Também concordo com o primeiro comentário. Outro da geração “quadrado mágico” que se aposentou pela porta dos fundos foi o Kaká. O próximo seria o Imperador?
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