Artilheiro deixa Re-Pa de lado e foca na Copa Verde

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Na véspera da partida contra o Manaus (AM), pela 1ª fase da Copa Verde, o atacante Isac, autor de um dos gols da vitória do Remo sobre o Paissandu, mal saiu das comemorações pelo êxito no clássico já se concentra no próximo objetivo dos azulinos: estrear bem na competição regional.

“O jogo foi um divisor de águas para as duas equipes. Quem ganhasse o Re-Pa teria uma grande confiança em termos de trabalho. A gente já viaja e não tem tempo para descansar. Agora temos que pensar na Copa Verde, que é outro torneio. Vamos para mais uma batalha. Esperamos chegar lá e fazer um grande jogo”, disse Isac.

A equipe ainda não foi definida pelo técnico Ney da Matta, mas a tendência é de que o time que atuou no Re-Pa seja mantido. Isac espera ser escalado, apesar do desgaste sofrido no clássico de domingo. Segundo ele, a sequência de jogos vai se encarregar de melhorar o condicionamento físico.

“Estava conversando com o treinador e comentei que só estarei bem lá pelo 6º ou 7º jogo. Tem partidas que a gente ainda sente. Geralmente, tenho saído de campo aos 30 minutos do segundo tempo. Em breve, estarei bem”, disse.

Manaus x Remo será realizado na Arena da Amazônia, nesta quarta-feira, às 21h.

Os olhos do mundo e o terceiro ato

Por Mauro Santayana

Desmascarado no mundo inteiro depois da repercussão alcançada pelo caso Lula para leitores de jornais como o Le Monde e o New York Times, o juiz Moro, com a justificativa de devolver aos cofres públicos a fantástica soma representada pelo apartamento mais falado do Guarujá – e a pressa de “acabar” com as evidências – pediu o fim da penhora do imóvel para pagamento de dívida pela OAS, justamente determinada pelo TJDF – que equivale ao reconhecimento de que o imóvel pertence, claramente, à construtora – com o seguinte texto, que resgata fielmente a velha estratégia goebbelsliana de que a repetição constante de uma inverdade acaba transformando-a exatamente no oposto:

“A omissão do recolhimento do IPTU pela OAS Empreendimentos, proprietária formal, ou pelo ex-Presidente Luiz Inácio Lula da Silva, proprietário de fato, coloca o imóvel em risco, com a possibilidade de esvaziamento dos direitos de confisco da vítima, no caso uma empresa estatal e por conseguinte com prejuízo aos próprios cofres públicos”.

Ora, a aparente conclusão de um fato não diminui a sua infâmia, apenas a evidencia.

Se é formal é de fato e se não é formal não é de fato – ao menos aos olhos da Lei – ou o país pode, a partir de agora, fechar os cartórios e rasgar todos os contratos, que já não valerão mais que o papel do lixo dos banheiros públicos, a não ser que houvesse provas, de fato, de usufruto continuado e escancarado do imóvel, que não existem nesse caso, porque o negócio, iniciado e abandonado pela falecida esposa do ex-presidente, jamais chegou a ser prática ou legalmente concretizado, o que, caso tivesse ocorrido, poderia ter sido feito, eventualmente – ninguém pode afirmar com absoluta certeza o contrário – quando da definitiva entrega do imóvel, a preço de mercado.

Os cães ladram e a História passa.

Com tudo isso, embora muitos tentem tapar o Sol com óculos de peneira, não é necessário ser Mandrake para saber que, do ponto de vista dos livros do futuro, da opinião pública internacional e da comunidade jurídica mundial – cada vez mais atenta ao que está acontecendo no Brasil – prevalecerá a interpretação da defesa do ex-presidente, que afirma:

“a venda do tríplex é uma tentativa de evitar novas decisões da própria Justiça que reforcem que o imóvel não é e jamais foi do ex-Presidente Lula, como ocorreu recentemente com a Justiça de Brasília, que vinculou o bem ao pagamento de dívidas da OAS”.

O leilão do apartamento do Guarujá pode ser, depois das condenações de Lula de Curitiba e de Porto Alegre, o terceiro ato da trágica – e perigosa – peça que está sendo pregada, neste país, contra a Lei, o Estado de Direito e a Democracia.

Mas – omnes est vigilantes actibus nostris  (todos estão vendo o que nós fazemos)- apesar da estréia do próximo espetáculo, o do Sítio de Atibaia – ele não será o último.

Pop, MPB, rock, rap e bloco Sarará na semana carnavalesca do Ziggy

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A semana do Ziggy Hostel Club já começa com tudo na quarta-feira com a Quarta-Sábado, festa que antecipa o fim de semana para o meio dela. Dessa vez, o evento vai trazer os DJ’s Phillsucks (Meachuta) e Luly (Crew das Minas). Vai rolar muito pop, brega, axé, funk carioca e outros ritmos dançantes.

E essa quinta tem show de Juliana Sinimbú com Renato Torres (foto acima). Eles vão tocar um repertório especial, voltado para os grandes nomes da MPB. Vai ter Tom Zé, Arrigo, Jards Macalé e muito mais. Além disso, a promoção de quinta continua com 2 Hamburgueres (120g) + 01 cerveja Colorado (600ml) por R$ 40 (promoção válida enquanto o estoque durar).

A sexta-feira traz muito rock e rap na Roquerági com Blind For Giant e Pelé do Manifesto. A Blind For Giant é um trio de Stoner Rock, que promete muito baixo distorcido, guitarra alta, bateria nervosa, suor e muita gritaria. Eles têm influências de Led Zeppelin, Rage Against the Machine, The Black Keys, Queens of The Stone Age, Foo Fighters, Black Drawing Chalks e Molho Negro. Enquanto isto, Pelé do Manifesto representa o rap paraense com letras carregadas de críticas sociais e representatividade negra, sempre com muita rima e gingado. Os Dj’s Matheus Paes e Leo Menescal completam a festa com muita discotecagem de rock indie.

A programação deste sábado inicia os eventos de carnaval do Ziggy com show da banda Lauvaite Penoso especial Chico Science. O grupo (foto abaixo) traz uma musicalidade ampla, que vem do Carimbó à vivência musical de cada integrante, passeando do Rock ao Hip-Hop e do Baião ao Techno. Criada no meio da cultura popular e conectada com os sons do mundo, o grupo procura no contexto social e cultural da cidade de Belém a força e inspiração para compor seu som.

LAUVAITEFotografia_AntoniaMuniz

O Bloco Sarará Elétrico é o Grito de Carnaval da Banda Lauvaite Penoso, e vêm mostrando versões da obra de Chico Science e Nação Zumbi e dos tradicionais samba-reggaes baianos, aliados aos nossos consagrados ritmos Carimbó e Lundu. Sarará Elétrico é o reflexo do intercâmbio Norte e Nordeste, diretamente influenciado pelo movimento Manguebeat e pelas batidas frenéticas dos nossos curimbós. Pra completar, os DJ’s Zek Picoteiro e Bina Jares vão mandar aqueles ritmos quentes pra ferver a pista com tudo o que tem direito. (Imprensa Se Rasgum)

SERVIÇO

(QUA) Happy Hour + Pocket Show (18h às 21h) – Happy Hour: 18h às 21h – Pocket Show: Bonus Track

(QUA) Quarta-Sábado (21h) – DJ’s: Luly (Crew das Minas) e PhillSucks (Meachuta)

(QUI) Happy Hour + Juliana Sinimbú e Renato Torres cantam os malditos. 

(SEX) Happy Hour + Roquerági. Happy Hour: 18h às 21h. Shows: Blind For Giant e Pelé do Manifesto. Dj’s: Matheus Paes e Leo Menescal

(SÁB) Ziggyridum de carnaval – Show: Lauvaite Penoso especial Chico Science. DJ’s: Zek Picoteiro e Bina Jares