Desportiva e PSC mantêm chances de classificação na Copinha

A Desportiva obteve neste sábado, em Penápolis (SP), a primeira vitória paraense na Copa São Paulo de Futebol Junior 2018. Derrotou o Náutico-PE por 1 a 0, gol de Maranhão aos 31 minutos do segundo tempo. A vitória deixa o time paraense em boa situação no grupo, dependendo apenas de uma vitória sobre a Linense-SP, na terça (14h), para se classificar à próxima etapa.

Na outra partida, o Paissandu empatou com o União-MT por 1 a 1, em Porto Feliz (SP), mantendo chances de classificação à segunda fase. Para isso, precisa vencer o Desportivo Brasil, na terça-feira, às 16h, e torcer por uma vitória do Londrina sobre o União.

O Remo, já eliminado da competição com duas derrotas, se despede na segunda-feira (13h) jogando contra o Teixeira de Freitas-BA.

Leão vence último amistoso da fase de preparação

casxrem2-06-01-2018-19-16-08

O Remo derrotou o Castanhal por 2 a 1, na tarde deste sábado, no estádio Maximino Porpino Filho, no último jogo da fase de preparação para o Campeonato Paraense. O primeiro gol saiu logo aos 2 minutos, marcado pelo zagueiro Martony após cobrança de escanteio. A partida ficou equilibrada, com o Castanhal tentando chegar ao empate, mas se expondo aos contra-ataques remistas.

No segundo tempo, os técnicos Lecheva e Ney da Matta alteraram as equipes e o jogo ficou mais aberta. O Japiim pressionava, mas quem chegou ao gol foi o Remo, aos 32 minutos, desta vez com Rodriguinho, aproveitando passe do meia Andrei. Só aos 44 minutos o Castanhal conseguiu descontar, através de Dedeco.

destaque-477575-casxrem1-696x392

Os dois times estreiam no Campeonato Paraense no próximo domingo (14). O Remo recebe o Bragantino, no Mangueirão, e o Castanhal enfrenta o Águia, em Parauapebas.

CASTANHAL: Roger Kath (Paulo Roberto); Chazinho (Caio), Rubran (Bernardo), Wanderlan (Guilherme) e Souza; Dênis Pedra, Ramon (Pelezinho), Dedeco e Flamel (Fabinho); Val Barreto (Bartola) e Rato. Técnico: Lecheva

REMO: Vinícius (Douglas Dias); Levy (Yuri), Martony (Mimica), Bruno Maia e Esquerdinha; Felipe Recife, Leandro Brasília (Fernandes), Geandro (Dudu) e Jefferson Recife (Rodriguinho); Marcelo (Jayme) e Elielton (Felipe Marques). Técnico: Ney da Matta

ÁRBITRO: Rosenir Oliveira; assistentes: Wenderson Cardoso e Wagner Barros. 

O príncipe da velhacaria

degrad

POR FERNANDO BRITO, no Tijolaço

Na  “mistureba” de Ano Novo do artigo com que suplicia seus leitores – inclusive os “por obrigação” – Fernando Henrique Cardoso elenca de tudo, desde o medo atômico da Coreia do Norte, os bandidos das favelas e a corrupção, para, em nome da salvação humana, dizer o que realmente deseja: quer ser o patrono do “qualquer um” que venha a abençoar como candidato vitorioso à Presidência da República.

Depois de desenhado o apocalipse global, rabisca o fim do mundo tupiniquim, ameaçados  por “um capitão irado de cujas propostas pouco se sabe” – que conveniente dizer que pouco se sabe sobre as monstruosidades que Bolsonaro repete há tempos e aos ventos! – e “o descalabro econômico-financeiro produzido pelo capitalismo de laços que o lulopetismo ( primorosa categoria sociológica, não é verdade?)  patrocinou”. E daí, como um Moisés, apresenta-se como líder e conselheiro dos fugitivos deste Egito.

Se as forças não extremadas se engalfinharem para ver quem entre vários será o novo líder e não forem capazes de criar consensos em favor do País e do povo, o pior acontecerá. No afã de juntar, importa diminuir as divergências sobre o que não é essencial. Com esperança, e falo simbolicamente, as forças representadas (ou que os adiante mencionados gostariam de representar) por Alckmin, Marina, Meirelles, Joaquim Barbosa, ou quem mais seja (incluídos os setores ponderados da esquerda) precisam entender que os riscos se transformam em realidade pela inércia, pela covardia ou pela falta de visão dos que poderiam a eles se opor.

Opa! O “Saladão é a Solução” bem poderia ser o nome desta estranha aliança “salvacionista” que FHC sugere, tão genérica que – porque não – bem poderia ter de “molho”, a cobrir tudo, Luciano Huck como símbolo do “Brasil Lata Velha”.

Não pensem, porém, que a senilidade tira de Fernando Henrique os instrumentos intelectuais para compreender que foi este “saladão” quem se beneficiou do “armagedon” que fizeram se desencadear sobre o país .

Não, mesmo.

Fernando Henrique tem lucidez suficiente, ainda, para saber que um “paz na Terra aos homens de boa vontade”  não resolve os problemas de um país que é tão grande que não cabe, senão deformado, atrofiado e com dores lancinantes, dentro da crosta anquilosada em que o prendem suas elites e que mal havia começado a romper.

O que ele quer, a cada dia mais evidente, é deixar o Purgatório em que a história o lançou, como o mais detestado e maldito de seus governantes, para ser o “guru” do poder. Portanto, é bom Geraldo Alckmin entender que um homem que traiu sua trajetória, seus escritos e mesmo seus antepassados não vai hesitar em traí-lo pelo deboche contínuo a que o submete.

Ao “príncipe da privataria”, no seu ocaso sem luz, brota a pretensão de ser o  “príncipe da velhacaria”,esquecido de que, a esta altura, só ele mesmo crê em Fernando Henrique Cardoso.

Gerações desperdiçadas

bol_dom_070118_15.ps

POR GERSON NOGUEIRA

Quando trabalhou em Belém, o técnico Mazola Jr. afirmou que o problema da base no Pará é que não havia base. Muitos o criticaram pela afirmação, mas Mazola sabia bem o que dizia, a partir da observação das divisões de formação de jogadores dentro do próprio Papão. A frase de efeito resume o quadro de abandono das categorias formadoras.

A base não existe porque não há estrutura e nem investimento. Três anos depois da afirmação de Mazola, a situação permanece igual e sem perspectiva de mudança, a começar pelos dois titãs. Na Curuzu, há um tímido esboço de profissionalização. No Evandro Almeida, nada indica que as lições tenham sido assimiladas.

Dirigentes e técnicos adoram usar o discurso de valorização da base, mas, na prática, devotam pouca atenção a essa área tão importante. O descaso fica evidente no hábito de entregar as divisões a abnegados, geralmente pessoas que dispõem de condições financeiras para ajudar a garotada com o dinheiro do transporte e até da alimentação.

Quase como se fosse uma esmola aos meninos da periferia, que sonham com oportunidade de ganhar a vida jogando futebol, de olho comprido nas fortunas que os grandes astros ganham na Europa, na Ásia e EUA.

Nos clubes, quando se vê a placa Departamento de Futebol Amador significa que ali existe um setor à parte dentro da administração, quase um corpo estranho. Contradição absurda, pois o que deveria ser a joia da coroa, alvo de iniciativas modernizadoras, fica entregue a um ou dois baluartes.

As diretorias, salvo exceções, preocupam-se exclusivamente com os atletas profissionais, pois é o que garante prestígio e permite a permanência no poder. A formação do atleta no período em que ele mais precisa de cuidados é hoje mero item de plataforma eleitoral.

A indigência técnica fica estampada quando há o confronto com equipes mais preparadas. Logo na 1ª rodada da Copa S. Paulo de Futebol Júnior, nossos três representantes – Remo, Desportiva e PSC – caíram diante de adversários qualificados e que levam a sério a formação de jogadores.

Os resultados não surpreendem, pois há anos a participação paraense raramente vai além da fase inicial da Copinha. É claro que não se deve eleger a conquista do título como meta, mas a eliminação logo de cara impede que os clubes (e seus atletas) obtenham visibilidade.

A participação deste ano deve servir para reflexão de todos os que estão envolvidos no processo, principalmente clubes e FPF. Até mesmo o envio de equipes para o torneio deveria ser reavaliado, pois de nada adianta gastar dinheiro com viagens para realizar campanhas tão pífias.

As mudanças devem ser imediatas, começando pela reformulação do certame estadual, que dura menos de um mês. Ao mesmo tempo, o Ceju, construído com dinheiro repassado pela Fifa e hoje subaproveitado, deve ser o ponto de partida para a revitalização das divisões de base, abrindo as portas para os garotos vindos dos bairros e cidades vizinhas.

O assunto é denso e complexo, o comentário ficou mais longo que o previsto, mas o debate é necessário e deve ser priorizado. O futuro do futebol do Pará está diretamente ligado ao resgate das divisões de base.

—————————————————————————————–

Bola na Torre

Guilherme Guerreiro apresenta o programa, a partir das 21h, na RBATV. Na bancada, Giuseppe Tommaso e este escriba baionense. Em pauta, os preparativos dos clubes para o Parazão. O telespectador participa e concorre a prêmios via internet.

——————————————————————————————

Ciranda do futebol não para de criar artificialismos

Percebe-se de verdade que o futebol está refém do gigantesco polvo da especulação quando um zagueiro mediano como Leandro Almeida é posto em disponibilidade pelo Palmeiras, que se dispõe a emprestar e pagar o salário de R$ 180 mil mensais, assim como se não fosse nada. Veja bem: é um reserva sem aproveitamento num time cujo titular é Edu Dracena!

Só por aí é possível ter uma ideia do nível técnico do jogador. Ainda assim, o salário é hipertrofiado, mais ou menos como são deformadas as linhas que regulam o bom senso no negócio futebol no Brasil – e no mundo.

O certo é que se perdeu a exata noção dos valores desde que, há duas décadas, dinheiro farto passou a jorrar na conta dos gigantes europeus, proveniente de bancos árabes, asiáticos e do Leste Europeu.

A banca ficou supervalorizada, as apostas ficaram mastodônticas e a valorização dos jogadores passou a não depender tanto do talento de cada um. Ou como explicar que o meia-atacante francês Pogba tenha sido o de maior monetização, há quatro anos?

Um jogador acima da média, mas não tão superior assim aos demais. Por ironia, nunca fez nada de especialmente relevante em campo, embora tenha jogado em esquadrões repletos de craques.

Em seguida, veio a transação envolvendo Neymar. E, por fim, a renovação multimilionária de Messi no Barcelona. Dois craques, mas o dinheiro que mensura suas qualidades é inegavelmente um exagero, quase um escárnio.

No Brasil de Leandro Almeida, há também a inacreditável situação de clubes falidos bancando jogadores semi-aposentados, como Fred, que se transferiu para o Cruzeiro com salários em torno de R$ 1 milhão.

Óbvio que, em meio à vertigem das cifras, muitos – além dos atletas – ganham fortunas sem precisar bater um tiro de meta.

(Coluna publicada no Bola deste domingo, 07)

O livro obrigatório número 1 sobre rock

bill_graham

POR MARCELO COSTA (*)

Sabe o “Mate-me Por Favor”? Esqueça. “Hammer of Gods”? Deixe de lado. “Come As You Are”? Aposente. O livro definitivo sobre rock and roll atende pelo nome de “Bill Graham Apresenta: Minha Vida Dentro e Fora do Rock”, escrito a quatro mãos pelo próprio Graham e por Robert Greenfield. Agora, cacete, quem é esse tal de Bill Graham, pergunta o leitor esperto antes de “dar um google”. Vamos lá: Bill Graham foi um dos produtores responsáveis em transformar o rock em um negócio lucrativo. Bem possível que sem ele o rock ainda estivesse na idade da pedra e, hoje em dia, você estivesse ouvindo jazz, bebop ou quetais ao invés de guitarras.

O livro segue o mesmo formato do citado “Mate-me Por Favor”, acumulando centenas de entrevistas que se sucedem uma após a outra em um trabalho primoroso de edição que procura esmiuçar o assunto do capítulo ouvindo todas as partes da história, com exceção, óbvia, aos mártires do rock que partiram cedo demais. Jim Morrison (que faltou a um show produzido por Graham para assistir – três vezes – ao filme “Casablanca”), Jimi Hendrix (que tocou fogo dezenas de vezes em sua guitarra na frente de Graham) e Janis Joplin (que desabafou para o amigo: “os caras da minha banda estão lá se divertindo com as garotas. E o que uma mulher faz após um show?”) estrelam passagens antológicas.

A história de Bill Graham, porém, começa muito antes dele fundar o Fillmore, em São Francisco. Filho de russos, criado na Alemanha, Graham deixou Berlim aos oito anos no auge da caça aos judeus promovida pelo exército de Hitler. Sua mãe deixou que um padre o levasse primeiro para Paris, depois para Barcelona, e então para os Estados Unidos, enquanto tentava salvar a vida de suas três irmãs. Uma delas acabou indo para Auschwitz, e saiu de lá viva em 1945. As outras acabaram tentando a sorte em países vizinhos enquanto a matriarca morreu sufocada com gás em um ônibus a caminho do campo de concentração. Toda primeira parte do livro traz a família Graham remoendo lembranças da guerra. São socos no estômago atrás de socos no estômago do leitor.

bill1

Nos Estados Unidos, Bill primeiro vê a Estátua da Liberdade, depois é adotado por uma família, vira garçom e segue um espiral de acontecimentos até descobrir sua grande vocação: produtor de shows. É aqui que o livro começa a se tornar obrigatório para fãs de rock castigados pelo fustigante e excelente começo do livro. Bill Graham torna-se um grande produtor dono de badaladas casas de shows em São Francisco e Nova York. Passa a se relacionar com todos os principais nomes do rock no mundo e muitos deles rendem passagens clássicas em “Bill Graham Apresenta: Minha Vida Dentro e Fora do Rock”. Não a toa, o prefácio é escrito por Pete Townshend, apresentado no final como “guitarrista principal do The Who, uma ótima banda do distrito de Shepherds Bush, em Londres”.

Para se ter a ideia da importância do nome do homem no cenário rock dos anos 60, 70 e 80, quando Bill Graham sentou para conversar sobre a turnê que os Rolling Stones pretendiam fazer em 1981, o martelo só foi batido de verdade quando o produtor avisou a Mick Jagger que os cartazes não iriam trazer “Bill Graham apresenta…”, como de praxe em todo o show produzido por Bill, mas apenas “Rolling Stones”. Foi uma das poucas vezes que o nome do produtor não figurou no topo do cartaz em letras garrafais maiores que o nome dos artistas que ele apresentava. Bill Graham era uma grife, um atestado de qualidade ambulante que enfrentava produtores, empresários e músicos de igual para igual na busca incansável do que ele julgava primordial no meio em que ajudou a criar: entregar ao público um grande espetáculo.

Escrito a quatro mãos, sendo que duas são do próprio Bill, é de se esperar que o livro tenha uma tendência chapa branca. Robbie Robertson, líder da The Band (e responsáveis por uma das passagens Top 5 do livro), dá a deixa quando é perguntando sobre o motivo em que ele e Bill deixaram de se falar. “Vou dizer exatamente o que aconteceu. Como todos nós, Bill é famoso pelo editor de memórias na cabeça dele”. O músico segue contando a sua versão da história, e o leitor ganha mais objeto para análise. Isso acontece em grande parte do livro. Bill é acusado de oportunista pelos hippies, de manipulador por adversários, de ausente pela família, e tudo isso é escrito às claras, sem enrolação. É claro que, ao final, o peso pende para o lado criativo do produtor, mas as histórias valem à pena.

Bill conta detalhes da gravação do especial “The Last Waltz”, da The Band, filme produzido por Martin Scorsese no Winterland, uma de seus templos de shows. O produtor relembra o primeiro Woodstoock (em que aparece no filme sobre o festival descendo a lenha na organização), rememora tretas com a polícia e abre o baú para contar com detalhes a história da confusão que envolveu membros de sua produtora com integrantes da equipe do Led Zeppelin, o que causou a prisão do empresário Peter Grant, do baterista John Bonham, do empresário de turnê e de um segurança. O caso acabou num processo de dois milhões de dólares pelos funcionários de Bill Graham. E o Led Zeppelin, após esse show, nunca mais tocou nos Estados Unidos.

bill2

O produtor ainda se envolveu nos anos seguintes com o Live Aid e a turnê Conspiracy of Hope da Anistia Internacional, mas são suas lembranças sobre astros da música um dos maiores destaques do livro. Não à toa, ainda na época das entrevistas (Bill Graham morreu em 1991), cinqüenta e oito discos gravados no Fillmore foram lançados e dezessete destes foram disco de ouro (a conta deve ter duplicado nos últimos quinze anos). Em 2006, um site foi processado por integrantes do Doors, Led Zeppelin e Santana – entre muitos outros – por vender milhares de gravações raras de áudio e vídeo de shows coletados durante 30 anos nas casas de Bill Graham. A coleção foi descrita por analistas como uma das mais importantes do rock reunidas em um único negócio.

O mesmo pode ser dito do livro “Bill Graham Apresenta: Minha Vida Dentro e Fora do Rock”. As memórias do produtor que ajudou a lançar ícones do rock não invalidam, de forma alguma, os outros livros de rock (como os citados com ironia brincalhona na abertura deste texto), mas ampliam o alcance ao registrar imagens de dezenas de personalidades e contar – um pouco que seja – sobre o submundo do rock. Não é preciso ser um expert em música para saber que a briga de egos de malas geniosos como Crosby, Stills, Nash and Young deveria ser uma tortura para os que estavam ao redor da banda – e um deleite para quem estava na plateia.

Esses momentos, porém, acabam sendo sublimados por passagens líricas como a de um casal que falsificou o bilhete de entrada de uma noite de fim de ano no Fillmore, e foi levado até a administração. Bill olhou os bilhetes, perguntou como o casal tinha feito aquele trabalho, elogiou a arte gráfica e deixou-os curtir o ano novo na companhia de Janis Joplin e Grateful Dead. Ou então uma carta que o produtor recebeu de alguém que entrou sem pagar num show, e dizia ter tido uma das melhores experiências de sua vida. O tal rapaz enviou cinco notas de um e o resto em moedas para pagar pelo ingresso do show que viu de graça. Fatos pequenos como esses são jogados aqui e ali no colo do público em um livro que muitas vezes soa violento como uma canção do Sex Pistols, do Black Sabbath ou do Led Zeppelin, mas que também poderia ter momentos de Otis Redding, Bob Dylan e Rolling Stones na trilha sonora, entre muitos, mas muitos outros. Entre os livros obrigatórios de rock, este passa a ser o número 1.

bill

(*) Marcelo Costa (@screamyell) é editor do Scream & Yell e assina a Calmantes com Champagne

Puta resenha (de dezembro de 2008) de um livraço sobre rock. Recomendo ambos.

Pílulas de Suassuna (4)

Ariano Suassuna (1927/2014) foi dramaturgo, romancista, ensaísta, professor, poeta, advogado e membro da Academia Brasileira de Letras Ariano. “O Auto da Compadecida”, sua obra-prima, foi adaptada para a TV e o cinema. Sua obra reúne, além da capacidade imaginativa, seus conhecimentos sobre o folclore nordestino.