O passado é uma parada…

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Bom time quase caseiro do Paissandu no Brasileiro de 1978. Em pé: Paulo Marabá, Aloísio, Carlinhos Maracanã, Lineu, Zuza e Reginaldo. Agachados: Gabriel, Patrulheiro, Nilson Diabo, Wilfredo e Mazini. (Colaboração do amigo Antonio Rafael) 

30 comentários em “O passado é uma parada…

  1. Wilfredo, atravesou a avenida, mas não se deu muito bem. Dupla de zaga Lineu e Aloísio, ríspida mas passarona. Nilson, cujos ossos que quebrou, faziam jus ao apelido que recebeu. Reginaldo, excelente goleiro, n’algumas jornadas, claudicante noutras, principalmente quando esteve pelo Leão. Carlinhos Maracanã, meia de boas qualidades, dono de um chute muito potente. Zuza, teve os seus melhores dias na Tuna, onde começou, vindo de Santarém. Paulo Marabá, se não me engano também começou pela Tuna. Aliás, a Lusa já de que perdeu a característica de celeiro que ostentava. O Gabriel era um arisco ponteiro direito, revelado no Esporte Clube Belém, se não estou enganado. Do Mazini, não tenho nenhuma lembrança mais significativa. Craque reluzente neste time era o Patrulheiro.

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  2. Gerson,
    Você teria as formações do Paysandu da década de 1960 até hoje?
    Tipo uma formação para cada ano?
    Se tivesse poste aqui em homenagem ao centenário bicolor.

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  3. Em 1979 quando começei a torcer pelo papão ainda vi alguns jogos com alguns jogadores que ai estao como Reginaldo, Lineu, Carlinho Maracana, Patruleiro, Nilson Diabo, Wilfredo, depois ainda tinha Lupercinio, Roberto Bacuri, mais tarde apareceu Aldo grande lateral que depois foi para o Fluminense.

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  4. O goiano Wilfredo era um baita atacante, de estilo exuberante, boas passadas, dribles largos.. passou rápido pelo Remo, mas fez grandes partidas lá também.

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  5. Hehehheheh quase ninguém lembra de defensores….. A base do Papão gerou muitos bons jogadores e junto a eles ainda vieram de Macapá outros bons jogadores mas ai vai nessa mesma safra da onzena. Hélido, Alípio, Albano (macapá) os Irmão Aldo e Bira (mais tarde foi para a Elza) Jucy muito bom armador todos de macapá..

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  6. Cadê o Rocildo pra nos informar em que posição esse “bom time” ficou no Brasileiro de 1978?
    E esse Nilson Diabo era aquele mesmo que fazia jus ao apelido quase arrancando a perna do Feitosa?

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  7. Reginaldo tomava cada gol! Me maltratou na Lusa e depois foi fazer a alegria de muitos adversários dos pijamas da Curuzu. Desse time ai,somente o Carlinhos Maracanã brilhou lá nos Países Baixos,jogou muitas temporadas no galo mineiro.
    Esse Wilfredo ..minha nossa!

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  8. Pesquisando aqui descobri que até que eles não fizeram muito feio no Brasileirão daquele ano: terminaram em 52º lugar entre 74 times.
    16J 3V, 8E, 5D.
    O Remo terminou em 35º (uma de suas piores colocações em toda a sua história no Brasileirão), 17 posições acima do Zeca Diabo e Companhia.

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  9. Amigo Gleydson, pesquise aí sobre as campanhas do remo nos brasileiros por pontos corridos, ou seja série A a partir de 2003 ou série B a partir de 2008, fazendo favor. Poste os resultados da sua pesquisa.

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  10. Viva os 100 anos do Papão da Curuzu!

    Amigo Maurício,eles comemoram boas colocações em campeonatos,público,renda…

    É o que lhes resta.rsrsrsrsrsrsrs

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  11. Gleydson acho que uma das piores colocações do teu time azulado foram os rebaixamentos que até hoje continuam sem série e depois do parazão não tem nada para disputar! Rs.

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  12. Não gostava do Reginaldo mão de quiabo pois nas horas que o time mais o precisava dava alegrias ao time adversário.
    Lineu, brabo para caramba!, lembro-me de um amistoso contra o MAC na Curuzú, onde o mesmo, como capitão, mandava o colega zagueiro bicolor, não lembro o nome, fazer a falta no atacante maranhense, o Lineu era madeira de dar em doido!
    Patrulheiro excelente jogador. Carlinhos Maracanã grande cobrador de faltas.

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  13. Quando comecei acompanhar nosso grande Papão,uma das inesquecíveis esclações que não esqueço: Jorge ou Asas,Oliveira e Ze ferreira ,Zé Luis ou Mangaba,Maurício e Edilson. Fernando Pau preto,,Vila, Carlos Alberto(Urubú) Quarenta e Ercio.. (timaço) Antes tinha o Toni,que matava o Leão com muitos gols de cabeça.E. Piola e uma infinidade de craques q não dá pra relatar todoa…….Mais alguns como Fiúza,J. Alves e etc…

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  14. Se não me engano o Lupercínio era mais velho do que o Mazini. Acho que o Lupa já estava no Botafogo essa época. Esse time realmente de não de gratas lembranças com exceções para Carlinhos Maracanã, Patrulheiro, Nilson Diabo e Vilfredo; sendo que os três primeiros foram daqui pra jogar no S. Paulo, At. Mineiro e Vasco, logo…..

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  15. Em 1978 o dublê de leão terminava em 35°.
    Em 2014 não tem divisão

    Vou emprestar o “ME TIRE O TUBO” do Claudio, te contar!

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    Comecei acompanhar futebol ou entender de 83 pra frente, quando tinha 8 anos. Antes só em livros.

    Mas lembro que na sala do papai tinha poster’s do Paysandu campeão de 80, 81 82, em 83 deu Tuna, quando me lembro como se fosse hoje da pergunta que fiz a meu pai de pois que a Tuna foi campeã.

    – Pai e agora pra que time vamos torcer?

    Ele ao que respondeu:

    – Não meu filho, ganhando ou perdendo, seremos sempre Paysandu.

    Daí em diante nasceu esse amor sadio pelo glorioso Paysandu, meu é meu pai!

    Em 84 e 85 o Papão voltou a conquistar o parazão, sendo bi campeão.

    Em 86 deu Remo, com aquele time que tinha Dadinho no ataque.

    Mas em 87 Deu papão de novo, e na fina teve Re-Pa, foi quando eu e meu pai viemos exclusivamente de Soure onde moravamos só pra assistir este jogo, foia primeira vez que vim a um estádio de futebol.

    E deu papão de virada.

    Maciel fez 1×0 pra eles, Edil meio que caindo no chão empatou e Luisinho das Arabias que substituiu o artilheiro do Brasil naquele ano, Cabinho, marcou o gol do titulo.

    Me lembro e jamais vou esquecer, pois estavamos na geral e ví ele chutar a bola na saída do Juranir e ela passar por entre as pernas dele.

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  16. Parabéns aos posts dos Celestes Amazônicos, time que tem HISTÓRIA é isso, nem preciso postar nada, só me deliciar com as lembranças Vívidas, das quais presenciei quase todas, a partir de 1970 (antes, só pelo rádio) quando, fugindo da miséria e buscando melhorar a condição de vida, através do estudo principalmente, a família emigrou de Abaetetuba, para esta querida Belém do Pará.

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  17. O porteiro de prédio jamais vai esquecer os cinco anos do tabu 33, o q será que o pai dele falava kkkkk filho, aguenta firme q um dia acaba npsso sofrimento, não chora kkkkkkk

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