8 comentários em “Capa do Bola, edição de sexta-feira, 09

  1. Lecheva, a meu ver ainda nao pode ser considerado um técnico competente e vitorioso, porém, ninguém pode negar que e uma pessoa equilibrada e pacifica , soube receber as criticas e esperar seu momento para brilhar.Amanha novamente terá a chance de escrever uma nova linda história do Papão da Amazônia, como já escreveu na copa dos campeões, copa norte, libertadores entre outras. Desejo lecheva que neste sábado você esteja inspirado e padejado pela sorte dos vencedores, continue assim humilde e solicito sao qualidades raras e que lhe cabem bem.

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  2. Gosto muito da forma como ele administra as situações diversas e adversas que lhe aparecem. O seu equilíbrio transmite muita segurança aos seus comandados.
    Sem gritos, sem arrogância e palavras de baixo calão, pelo contrário, muita simplicidade e vontade de vencer.
    Desejo ao Lecheva e a todos os bicolores sorte no jogo de amanhã e que consigamos a tão sonhada vaga para a série B 2013.
    O descreditado Icasa conseguiu com muita dificuldade, teve até o goleiro expulso!, mas garantiu a vaga para a série B. Fato que vem mostrando que os dois últimos classificados da chave A cresceram na hora certa!
    Se Deus quiser amanhã será o Paysandú a subir para a série B!

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  3. Quando o cara quer, pode crer que arruma um jeito. Mandando sms, carta, telefonando, email, telegrama, código morse, sinal de fumaça[..] Ele vai te dar um sinal, se ele quer mesmo, ele vai dar um jeito. Do contrário não tenha tantas expectativas, porque expectativas causam decepções.
    Sabe por quê? Porque homens são previsíveis, se eles querem eles querem, se não querem, não querem. Não se iluda. Quando o cara quer, não tem distância, problemas, família, trabalho, futebol, estudo, mãe, barba por fazer, celular sem bateria, chuva, falta de dinheiro que o impeça de ir atrás de quem ele quer

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  4. Um garato perguntou ao pai:
    Qual o tamanho de Deus?
    O pai ao olhar para o ceu o pai avistou um avião e perguntou ao filho: Que tamanho tem aquele avião?
    O memimo disse:
    Pequeno quase não dá para ver:
    Então o pai o levou para o aeroporto e ao chegar próximo a um avião perguntou;
    E agora qual o tamanho desse? E o menino respondeu? Nossa pai, esse é enorme!
    O pai então disse: Assim é Deus, a distância vai depender de onde você estiver dele:
    Quanto mais perto você está dele, maior será ele em sua vida

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  5. Gérson,

    Num dos programas da Rádio Clube, após o jogo Pay 2 X 0 Macaé, ouvi o jogador Capanema dizer que os jogadores adversários, durante a partida, como forma de afrontar e menoscabar os jogadores do Papão chegaram a chamá-los de índios, provavelmente pela relação mais próxima que temos com nossos irmãos silvícolas.
    Assim, gostaria que o jornalista dissesse a Capanaema e demais jogadores aqui da terra que todos somos índios, e com muita honra.
    No dia 22 de abril de 2000, quando estava sendo comemorado meio século de Descobrimento do Brasil escrevi um texto que intitulei de UMA ORAÇÃO INDÍGENA, na qual exalto a condição de ser índio e que me parece deve ser a de todos os habitantes de Pindorama, senão daqui da Amazônia. Eis o texto abaixo:

    “Uma oração indígena – SENHOR, sabes tu que houve um tempo em que me lamentei não ter os olhos azuis, a pele branca e os cabelos claros. Admirava os nórdicos, os germânicos, os romanos dos filmes épicos, e sonhava ser um deles. O tempo passou e vi o quanto seria impossível realizar esse sonho. Ainda bem. Só tu sabes aquilo que é permitido. Estaria eu imensa e eternamente arrependido da asneira se por acaso tivesses atendido meu estúpido desejo. É que me conscientizei. Essa consciência estava em mim, no meu sangue, mas ainda não aflorara. Pulsa em mim o sangue de meus antepassados desta terra que dizem ter sido descoberta há 500 anos. Descoberta como? Meus ancestrais estavam aqui aos milhões, tranqüilos, serenos, belos, puros, ingênuos, com a pujança da raça, inclusive os amazônidas, tetravós dos tetravós de meus tetravós. Viviam como Adão e Eva num imenso paraíso terrestre, sendo dizimados pelo dilúvio da ambição do alienígena. Gostaria de abraçar ternamente cada irmão que resta dos antigos habitantes desta abençoada terra. E hoje, olhando-me no espelho, lamento não ter tão acentuado os traços de minha origem, assim como todos que devem se orgulhar de seus antepassados, sejam eles, brancos, negros, amarelos. Mas, com o que me resta, orgulhosamente me sinto índio. Não, eu sou um índio. E gosto de sê-lo, para sempre. Amém”.
    http://robertopimentel.blogspot.com.br/2008/01/uma-orao-indgena-s-enhor-sabes-tu-que.html

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