Pep Guardiola na Seleção Brasileira? Pelo menos para o jornal Sport, de Madri, é o que deve ocorrer nas próximas horas. Matéria publicada nesta terça-feira revela que o ex-técnico do Barcelona é o preferido da CBF para assumir a Seleção em substituição a Mano Menezes. O diário espanhol informa ainda que Mano só não foi demitido após a derrota para o México na final olímpica porque teria que comandar o Brasil no amistoso contra a Suécia. A conferir.
Mês: agosto 2012
Galo estabelece marca inédita no Brasileiro
Há anos na fila por um título brasileiro, o Atlético Mineiro cumpre neste Brasileiro sua melhor campanha em todos os tempos. Seu aproveitamento, a quatro jogos do final do turno, é de 84%. Nenhum outro time conseguiu tal feito. No ano passado, o Corinthians chegou a 73%. É um desempenho soberbo para um clube que entrou na competição sob o signo da incerteza. Para completar, trouxe Ronaldinho Gaúcho, que deixou o Flamengo de maneira conturbada e sem justificar o investimento feito. No Galo, RG tornou-se um jogador novamente decisivo e tem tido comportamento exemplar. Favorito ao título, o alvinegro de Minas só precisa manter o prumo e afastar pra longe a fama de cavalo paraguaio.
RC3 Sports manda 2 jogadores para o Papão
A empresa RC3 Sports, do ex-lateral Roberto Carlos, repassou ao Paissandu dois jogadores para a campanha na Série C. Apresentados ontem, o meia Thiago Grizolli, 28 anos, e o atacante Ronaldinho, 21, ainda serão submetidos a exames médicos e avaliados pelo técnico Givanildo Oliveira antes de assinarem contrato com o clube. Grizolli é um jogador rodado. Defendeu clubes pequenos da Suíça, Itália e Holanda, além de Marília e outros clubes do interior paulista. Em caso de negociação desses jogadores, segundo os dirigentes, a RC3 Sports receberá um percentual ao Paissandu.
Capa do DIÁRIO, edição de terça-feira, 14
Quando o futebol perde o juízo
Como forma de motivar o jogador a aposentar o chinelinho, a presidência do Flamengo decidiu fazer uma proposta do tipo pegar-ou-largar para Adriano: R$ 80 mil por jogo. A ideia supimpa é uma proposta de risco para o clube, pois o redondo centroavante vai ganhar essa grana mesmo que a maioria das arrecadações do Flamengo não tenham faturamento líquido nesse valor.
Capa do Bola, edição de terça-feira, 14
Rock na madrugada – Eddie Vedder, I Won’t Back Down
A arte de Atorres
A frase do dia
“O Mano vai continuar, ele não é o culpado pela derrota, como não seria o salvador da pátria em caso de vitória. Infelizmente até a Copa do Mundo vai ser assim, a cada derrota haverá questionamento. O grupo da seleção precisa ser fortalecido. O clima agora é de tristeza, mas já existe uma base (de jogadores) que será trabalhada até a Copa”.
De Andrés Sanchez, diretor de seleções da CBF.
Givanildo é apresentado ao elenco do Paissandu
Acabou de acontecer na Curuzu o primeiro contato de Givanildo Oliveira com o elenco do Paissandu. Ao lado do presidente Luiz Omar Pinheiro e outros dirigentes, o técnico falou por mais de 20 minutos sobre seus planos para a campanha na Série C. Pediu o comprometimento e o empenho de todos para a conquista do acesso à Série B. (Foto: Ascom/Paissandu)
Repórter olímpico e as feras do boxe
O repórter olímpico da Rádio Clube, Giuseppe Tommaso, ao lado dos medalhistas do boxe, irmãos Yamaguchi e Esquiva Falcão. A fotografia foi tirada no interior do Airbus ainda no aeroporto de Londres, antes da decolagem rumo ao Brasil. Excelente trabalho de Tomazão, pra variar, dando informações exclusivas sobre os Jogos de Londres para a Clube, DIÁRIO DO PARÁ e RBATV.
Medalha do futebol é a única sem verba pública
Por Ricardo Perrone
Das 17 medalhas obtidas pelo Brasil em Londres, só a prateada do futebol foi conquistada por uma modalidade ou atletas que não contam com apoio direto de dinheiro público. O judô, responsável por quatro medalhas, é patrocinado pela Infraero. E o quarteto medalhado é beneficiário do Bolsa Atleta, programa do Ministério do Esporte. Assim como os três medalhistas do boxe, patrocinado pela Petrobras.
Já a Confederação Brasileira de Vôlei, que comemora outras quatro medalhas, é apoiada pelo Banco do Brasil. Os Correios são parceiros da natação, dona de uma prata e um bronze. A Caixa Econômica Federal patrocina a ginástica, esporte do medalhista de ouro Arthur Zanetti, também atleta bolsista. Na vela, Bruno Prada, bronze, ganha ajuda de custo do Bolsa Atleta. No Pentatlo Moderno, Yane Marques, terceira colocada em Londres, é apoiada pelo programa governamental.
O resultado reforça a tendência de o Estado bancar o esporte brasileiro. O apoio financeiro vai aumentar nos próximos anos. É necessário que os órgãos de controle do governo também incrementem a fiscalização do uso de dinheiro público pelas confederações.
Evitar desvios e desperdícios é fundamental para a evolução do Brasil no quadro de medalhas. Por ora, o crescimento técnico não acompanha o aumento de investimento público. Levantamento do UOL Esporte mostra que a preparação dos atletas para os Jogos de Londres consumiu R$ 2,1 bilhão contra pouco mais de R$ 1bilhão para a Olimpíada de Pequim. Ou seja, a injeção de dinheiro público dobrou, mas só duas medalhas a mais foram conquistas em Londres: 17 contra 15 em 2008.




