Drama de goleiro abala o Furacão

Uma situação delicada paira sobre o Atlético-PR. O goleiro Rodolfo, titular do clube no início da temporada, foi pego no exame antidoping semana passada e admitiu ser viciado em cocaína. Mas com o apoio do Furacão, revelou nesta quinta-feira que irá se tratar em uma clínica de reabilitação. “Eu realmente sou viciado, mas vou procurar me tratar. O Atlético está me ajudando bastante com o Domingos Moro, com o psicólogo e eu vou dar o meu máximo para sair desta situação. Vou passar um tempo em um lugar para me recuperar e esta recuperação, se Deus quiser, vai dar certo”, diz o goleiro.

Durante a entrevista coletiva, o advogado do Furacão, Domingos Moro, também comentou como será o julgamento do goleiro no STJD. O caso ainda pode ir para a côrte arbitral da Fifa. O vice-presidente de futebol da equipe, João Alfredo, garantiu total apoio e acompanhamento. “O Atlético vai dar todo o respaldo ao jogador e temos certeza que ele vai se recuperar”, comentou. Neste período, Rodolfo será acompanhado pelos psicólogos e pelos médicos do Atlético, além da própria família. (Com informações do Lance! e ESPN)

 

Spore: Vídeos épicos

Pelo magnífico,importante e querido João Gerson, também conhecido como Centro Do Universo

como ninguém botou nada interessante (ô cara que mandou botar um lobo comendo um leão eu vou descobrir onde você mora…>:D BWAHAHA)

*CAHAM*

eu vim aqui pra falar sobre um tipo de criatura no spore, os épicos. Mostrarei uma imagem de um épico…

isto,meus amigos é um épico. Está vendo as criaturinhas no pé dele? Essas são criaturas normais.

Agora irei mostrar um vídeo de mim fugindo de um épico:

No vídeo, eu tento fugir de um épico com um final cômico se você levar em conta o acontece quando você vai muito pra longe no mar:um monstro gigante engole tua criatura…ou seja,um épico marinho…agora,um vídeo de eu tentando atrair um épico no estágio civilização…

como podem ver,não sabia que épicos cuspiam fogo no estágio civilização… última coisa,gente,querem que eu faça um jogo do spore com meus comentários e fotos?se sim,querem que eu seja carnívoro ou herbívoro? EU IMPLORO,RESPONDAM NOS COMENTÁÁÁÁRIOOOOS!!!!!PLEEEEEASE!!!!s’il vous plaît!請!てください。!bitte!eu até usei palavras estrangeiras!

Dá-lhe, infante. A modéstia chegou aí e sentou na cadeira de balanço, te contar…

Constrangimentos no mensalão

Por Paulo Moreira Leite/Revista Época

Sabemos que os esquemas financeiros da política brasileira são condenáveis por várias razões, a começar pela principal: permitem ao poder econômico alugar o poder político para que possa atender a seus interesses. Os empresários que contribuem com campanhas financeiras passam a ter deputados, senadores e até governos inteiros a seu serviço, o que é lamentável. O cidadão comum vota uma vez a cada quatro anos. Sua força é de 1 em 100 milhões. Já o voto de quem sustenta os políticos é de 100 milhões contra 1.

Por isso sou favorável a uma mudança nas regras de campanha, que proíba ou pelo menos controle essa interferência da economia sobre a política. Ela é, essencialmente, um instrumento da desigualdade. Contraria o princípio democrático de que 1 homem equivale a 1 voto. Pela mesma razão, eu acho que todos os fatos relativos ao mensalão petista precisam ser esclarecidos e examinados com serenidade. Casos comprovados de desvios de recursos públicos devem ser punidos. Outras irregularidades também não devem passar em branco.

Não vale à pena, contudo, fingir que vivemos entre cidadãos de laboratório. Desde a vassoura da UDN janista os brasileiros têm uma longa experiência com campanhas moralizantes para entender um pouco mais sobre elas. Sem ir ao fundo dos problemas o único saldo é um pouco mais de pirotecnia.

No tempo em que Fernando Henrique Cardoso era sociólogo, ele ensinava que a opinião pública não existe. O que existe, explicava, é a “opinião publicada.” Esta é aquela que você lê. O julgamento do mensalão começa em ambiente de opinião publicada. O pressuposto é que os réus são culpados e toda deliberação no sentido contrário só pode ser vista como falta de escrúpulo e cumplicidade com a corrupção.

Num país que já julgou até um presidente da República, é estranho falar que estamos diante do “maior julgamento da história.” É mais uma opinião publicada. Lembro dos protestos caras-pintadas pelo impeachment de Collor. Alguém se lembra daquela da turma do “Cansei”? Também acho estranho quando leio que o mensalão foi “revelado” em junho de 2005. Naquela data, o deputado Roberto Jefferson deu a entrevista à Folha onde denunciou a existência do “mensalão” e disse que o governo pagava os deputados para ter votos no Congresso. Falou até que eles estavam fazendo corpo mole porque queriam ganhar mais.

Anos mais tarde, o próprio deputado diria – falando “a Justiça, onde faltar com a verdade pode ter mais complicações – que o mensalão foi uma “criação mental”. Não é puro acaso que um número respeitável de observadores considera que a existência do mensalão não está provada. A realidade é que o julgamento do mensalão começa com um conjunto de fatos estranhos e constrangedores. Alguns:

1. Roberto Jefferson continua sendo apresentado com a principal testemunha do caso. Mas isso é o que se viu na opinião publicada. Na opinião não publicada, basta consultar seus depoimentos à Justiça, longe dos jornais e da TV, para se ouvir outra coisa. Negou que tivesse votado em projetos do governo por dinheiro. Jurou que o esquema de Delúbio Soares era financiamento da campanha eleitoral de 2004. Lembrou que o PTB, seu partido, tem origens no trabalhismo e defende os trabalhadores, mesmo com moderação. Está tudo lá, na opinião não publicada. Ele também diz que o mensalão não era federal. Era municipal. Sabe por que? Porque as eleições de 2004 eram municipais e o dinheiro de Delúbio e Marcos Valério destinava-se a essa campanha.

2. Embora a opinião publicada do procurador geral da República continue afirmando que José Dirceu é o “chefe da quadrilha” ainda é justo esperar por fatos além de interpretações. Deixando de lado a psicologia de botequim e as análises impressionistas sobre a personalidade de Dirceu é preciso encontrar a descrição desse comportamento nos autos. Vamos falar sério: nas centenas de páginas do inquérito da Polícia Federal – afinal, foi ela quem investigou o mensalão – não há menção a Dirceu como chefe de nada. Nenhuma testemunha o acusa de ter montado qualquer esquema clandestino para desviar qualquer coisa. Nada. Repito essa versão não publicada: nada. São milhares de páginas. Nada entre Dirceu e o esquema financeiro de Delúbio.

3. O inquérito da Polícia Federal ouviu 337 testemunhas. Deputados e não deputados. Todas repetiram o que Jefferson disse na segunda vez. Nenhuma falou em compra de votos para garantir votos para o governo. Ou seja: não há diferença entre testemunhas. Há concordância e unanimidade, contra a opinião publicada.

4. A opinião publicada também não se comoveu com uma diferença de tratamento entre petistas e tucanos que foram agrupados pelo mesmo Marcos Valério. Como Márcio Thomaz Bastos deve lembrar no julgamento, hoje, os tucanos tiveram direito a julgamento em separado. Aqueles com direito a serem julgados pelo STF e aqueles que irão para a Justiça comum. De ministros a secretárias, os acusados do mensalão petista ficarão todos no mesmo julgamento. A pouca atenção da opinião publicada ao mensalão mineiro dá a falsa impressão de que se tratava de um caso menor, com pouco significado. Na verdade, por conta da campanha tucana de 1998 as agências de Marcos Valério recebiam verbas do mesmo Banco do Brasil que mais tarde também abriria seus cofres para o PT. Também receberam aqueles empréstimos que muitos analistas consideram duvidosos, embora a Polícia Federal tenha concluído que eram para valer. De acordo com o Tribunal de Contas da União, entre 2000 e 2005, quando coletava para tucanos e petistas, o esquema de Marcos Valério recebeu R$ 106 milhões. Até por uma questão de antiguidade, pois entrou em atividade com quatro anos de antecedência, o mensalão tucano poderia ter preferência na hora de julgamento. Mas não. Não tem data para começar. Não vai afetar o resultado eleitoral.

É engraçada essa opinião publicada, concorda?

Morte de torcedor põe Polícia em alerta

O assassinato a tiros, em via pública, de um jovem (Lian Nobre) que integrava a facção Remoçada, na última terça-feira (31). Ele teria sido vítima de confronto com integrantes de outras torcidas ditas organizadas. O crime pode abrir caminho para uma nova escalada de violência entre grupos rivais. Os próximos jogos de Paissandu e Remo em Belém devem merecer atenção redobrada por parte dos organismos de segurança, incluindo o monitoramento das redes sociais. Lian e um amigo estavam andando de moto quando ele foi baleado. O outro rapaz também foi atingido e está hospitalizado em estado grave.

A moda e a negação do corpo da brasileira

 

Por Xico Sá

A moda e a mídia têm um certo complexo de vira-lata quanto ao corpo típico da brasileira. Tal complexo foi inventado pelo gênio Nelson Rodrigues para definir o sentimento de inferioridade do nosso futebol antes das grandes conquistas mundiais. O efeito Gisele Bundchen e o sucesso de outras top models no exterior reforçaram ainda mais o nosso fetiche pela (irreal) magreza absoluta. Qualquer celulitezinha nas passarelas ou nas fotos de celebridades na praia passou a ser discutida como um crime de lesa Pátria. Uma obsessão sem sentido.

O sociólogo Gilberto Freyre, no seu livro “Modos de homem & modas de mulher” (editora Record) alertava, ainda nos anos 1980, para esta negação do corpo miscigenado deste país. É o que diz, em outras palavras – e que doces palavras -, a atriz Débora Nascimento, a Tessália de “Avenida Brasil”,  à revista “TPM”. Repare nas aspas: “Sempre fui uma mulher grande, tenho quadril, sou brasileira, né?”. E como és, meu tesouro.

A moça, que mede 1,78 m de altura, conta ainda que ganhou 26 kg em quatro meses e chegou a pesar 84 kg. “Vestia 44, hoje uso 40. E daí?”. Daí que você pesando 100 vai continuar um colosso. Daí que não podemos negar as belas ancas, bundas e coxas das nossas divinas flores do bairro. Dai que repito, pela enésima vez, um velho mantra deste cronista: homem que é homem não sabe a diferença entre estria e celulite.

Um dia ainda aprendo a escrever assim. Cabra bom esse Xico Sá.

Rede Record compra jornal O Dia

Do Comunique-se

Após um mês de especulações sobre a compra, a TV Record concluiu a negociação do jornal carioca O Dia, informa o Jornal do Brasil. De acordo com a publicação, a emissora também leva os diários Marca, Meia Hora e Brasil Econômico, todos da Empresa Jornalística Econômico S/A (Ejesa), pentencente ao grupo português Ongoing. Parte do grupo português, o portal IG pode ter ficado fora do acordo, uma vez que a Record tem o R7. Não foram revelados valores, mas estima-se que seja superior aos US$ 75 milhões pagos em 2010 pela Ongoing.
Segundo a coluna de Anna Ramalho no JB, o anúncio oficial será feito na próxima semana e a alta cúpula da publicação já foi avisada sobre a troca de comando. A Record já possui jornais em capitais do país como Vitória, Belo Horizonte e Porto Alegre e pretendia ter um periódico no mercado carioca.
Na tarde desta terça-feira, 1°, a presidente do conselho de administração da Ejesa, Maria Alexandra Mascarenhas, negou a venda para a Record. A executiva foi além e afirmou que a empresa não está interessada em negociar os jornais. “Não há fundamentação, razão, e nenhum caminho traçado neste sentido”, disse, conforme nota publicada no site de O Dia.

É mais um round no embate entre o grupo de Edir Macedo e o da família Marinho. Depois de muito tempo, O Globo terá pela frente no Rio de Janeiro um concorrente direto e encorpado no segmento de mídia impressa.