6 comentários em “Capa do DIÁRIO, edição de sábado, 25

  1. Sei não. Acho que isso é efeito do desarmamento. Pelo menos as pessoas teriam o direito de morrer se defendendo, defendendo sua família e seu patrimônio. E também teriam menos bandidos pois parte deles morreria junto.

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  2. Refem, cena de terror na capa do jornal que afirmo com muito pesar ja se tornou rotina no dia a dia. E contribuiram para chegar a esse nível de terror na vida dos cidadãos o código judiciário brasileiro arcáico, a inércia e omissão da justiça, coorupção no meio policial e e fragilidade do sistema penitenciário além da ação de advogados abutres ou de porta de cadeia. Se não vejamos: Pela foto da para perceber que os criminosos praticaram vários crimes hediondos ou inafiançaveis como roubo, sequestro e cárcere privado, corrupção de menores, tentativa de homicídio ao colocar um 38 na cabeça do cidadão e porte ilegal de armas. Todas essas penas desses tipos de crimes somadas e aliadas à prisão em fraglante dos crimionosos fariam com esses patifes passagem de forma justa muitos anos de reclusão ou fora de circulação por muito tempo. E se assim fosse com esses e outros criminosos a população concerteza teria mais paz na vida porque esses elementos não tem mais jeito. Tanto faz eles passarem uma semana ou 10 anos presos, quando ganham liberdade por qualquer motivo o primeiro pensamento deles é roubar e praticar latrocínio. Então entre deixar esses tipos de marginais uma semana ou 10 anos presos, a segunda opção é melhor para o cidadão. Porém sabemos que isso jamais ocorre nos dias de hoje por todos os motivos que citei. Não dou 6 meses para esses criminosos adultos estarem livres e o menor criminoso( infrator para a justiça) um mês.

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  3. Amigo harold não querendo discordar de vc, apenas pra dizer que essa viloência é em todo Brasil.

    Aqui na região metropolitana a maioria desses crimes acontecem com quem tem contas a acertar.

    É claro que há muitos assaltos, com refém inclusive, mas ainda dar pra viver bem.

    Precisamos ter fé em Deus e proucurar não nos envolvermos em problemas e sermos prudentes.

    Pergunta que não quer calar, ei policia cadê as balas de borracha que vcs atiraram nos estudantes?

    Taí um patifão desses com uma arma em punho e o velhinho morrendo de medo e vcs tendo que engolir isso aí.

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  4. Harold,

    Lembro-me do tempo em que Belém era como hoje se diz de Londres, que coincidentemente era como hoje se diz de Belém. O medo da violência forjou em nós uma paranóia que nos faz olhar para os lados ao entrarmos em casa e escolher horários para dela sairmos. Acho mesmo que nunca vivemos tão mal por aqui. E a violência, aleijão que não assola apenas as terras mais próximas ao equador mas toda a terra brasílis, tão banalizada em nossa cidade caminha junto com a desorganização administrativa, a ausência de um poder público efetivo, o autoritarismo dos poderes constituídos e os usos e conveniências do legislativo e do judiciário por quem com amplos setores de tais poderes se locupleta. Essa bolha um dia irá estourar e, sinceramente, não quero estar mais por aqui, tampouco quero que meus rebentos estejam, quando isso inevitavelmente acontecer…

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