Adeus ao goleiro do Tri

O ex-goleiro Félix, campeão mundial em 1970 com a seleção brasileira, morreu nesta sexta-feira em São Paulo, vítima de uma doença pulmonar obstrutiva crônica agravada por pneumonia, aos 74 anos. Seu sepultamento será à tarde, na capital, em local não divulgado. Com 47 partidas pelo Brasil, Félix Miéli Venerando foi ídolo no Fluminense, time pelo qual jogou por oito anos (1968 a 76). Paulistano de nascimento, atuou ainda pelo Juventus – time pelo qual se tornou profissional, em 1953 -, Portuguesa e Nacional. Encerrou a carreira após descobrir que tinha calcificação no ombro direito, o que lhe limitava os movimentos. Pelo Flu, Félix foi campeão do Campeonato Carioca em 1969, 1971, 1973, 1975 e 1976, e do Torneio Roberto Gomes Pedrosa em 1970.

Tentou ser treinador, mas não teve sucesso. Dirigiu o Avaí. Foi ainda treinador de goleiros no próprio Fluminense, logo depois que deixou de ser profissional. Félix estava internado desde o dia 18 de agosto. Trabalhou nos últimos anos como diretor comercial de uma empresa que pertencia a seu genro. Deixa três filhas e mulher. Em homenagem ao goleiro, a CBF, via comunicado, anunciou que todos os jogos da rodada deste fim de semana do Campeonato Brasileiro terão um minuto de silêncio.

6 comentários em “Adeus ao goleiro do Tri

  1. Um tricolor carioca fanático igual observando a quantidade enorme de títulos estaduais que ele ganhou pelo Flusão, que o fazem um dos maiores ganhadores do Rio, A conquista do Roberto Gomes Pedrosa 1970( considerado praticamente o primeiro brasileirão), A Presença dele fundamental e decisiva na Seleção Brasileira de 1970, a mais gloriosa de todos os tempos, porque arrematou definitivamente a cobiçada taça e so tinha craques, so me fazem dizer o Seguinte:

    Felix, irmão, vá para o lado de Deus que ele lhe está esperando de braços abertos por tudo de ótimo que voçê fez aqui na terra, por você, enquanto atleta profissional do ramo do futebol, ter cumprido a sua obrigação com profissionalismo, responsabilidade e contribuído para a imensa felicidade de milhares de tricolores por esse Brasil e de milhões de brasileiros e pessoas no mundo afora pela conquista da Taça Julles Rimet, tranformando o Brasil na maior potência do futebol mundial. Que do lado de Deus você possa iluminar a cabeça dessas pessoas incompetentes que hoje mandam no futebol brasileiro mas não chegam perto de fazer 10% de brasileiros felizes no futebol como você e as pessoas da sua época fizeram. Felix, como falou certa vez o também o outro Gênio da bola de sua época Didi, “As boas pessoas, os bons profissionais, os ótimos ídolos e referências para o povo não deveriam envelhecer ou morrer”. Mas morrem, e você morreu Felix. Porém concerteza, Deus que é o melhor e mais inteligente do universo também quer pessoas assim como você do lado dele. E a preferência é dele. Mas as suas ótimas obras na Terra não morreram, são eternas que fará lembrarmos de pessoas como você para sempre. descance em paz.

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  2. Um tricolor carioca fanático igual eu observando a quantidade enorme de títulos estaduais que ele ganhou pelo Flusão, que o fazem um dos maiores ganhadores do Rio, A conquista do Roberto Gomes Pedrosa 1970( considerado praticamente o primeiro brasileirão), A Presença dele fundamental e decisiva na Seleção Brasileira de 1970, a mais gloriosa de todos os tempos, porque arrematou definitivamente a cobiçada taça e so tinha craques, so me fazem dizer o Seguinte:

    Felix, irmão, vá para o lado de Deus que ele lhe está esperando de braços abertos por tudo de ótimo que voçê fez aqui na terra, por você, enquanto atleta profissional do ramo do futebol, ter cumprido a sua obrigação com profissionalismo, responsabilidade e contribuído para a imensa felicidade de milhares de tricolores por esse Brasil e de milhões de brasileiros e pessoas no mundo afora pela conquista da Taça Julles Rimet, tranformando o Brasil na maior potência do futebol mundial. Que do lado de Deus você possa iluminar a cabeça dessas pessoas incompetentes que hoje mandam no futebol brasileiro mas não chegam perto de fazer 10% de brasileiros felizes no futebol como você e as pessoas da sua época fizeram. Felix, como falou certa vez o também o outro Gênio da bola de sua época Didi, “As boas pessoas, os bons profissionais, os ótimos ídolos e referências para o povo não deveriam envelhecer ou morrer”. Mas morrem, e você morreu Felix. Porém concerteza, Deus que é o melhor e mais inteligente do universo também quer pessoas assim como você do lado dele. E a preferência é dele. Mas as suas ótimas obras na Terra não morreram, são eternas que fará lembrarmos de pessoas como você para sempre. descance em paz.

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  3. Na noite de 27/04/1974 , uma fina e persistente chuva caia em nossa cidade. Para mim um péssimo sinal, pois Remo e Fluminense, se enfrentariam no baenão em jogo do campeonato brasileiro. E eu com 11 anos de idade, ancioso apesar de flamenguista, aguardava a hora de ir com meu pai para o Evandro Almeida. Infelizmente a chuva não passava, e meu pai tomou a única atitude que eu temia. Ficar em casa, e não mais ir assitir ao jogo. Na verdade não era somente o jogo que me importava, queria mesmo era ver de pertinho Felix e Gerson. Em uma época romântica do futebol, eram eles na minha visão de garoto, dois super herois , dois tri campeões mundiais, duas estrelas de uma constelação de craques , que ainda vestiam a camisa canarinho com honra,orgulho,altivez.,e que lutavam verdadeiramente em campo, representando noventa milhões de brasileiros. Em um País governado por uma ditadura militar,onde havia um incessante combate, as guerrilhas urbanas e rurais, além de uma intensa repressão aos orgão de imprensa. Onde a todo custo propagava-se o ufanismo, e frases como “Esse é um Pais que vai pra frente” integravam o discursso politico da época. na escola cantavamos o Hino Nacional, então nada melhor do que o futebol paixão do brasileiro, para esconder do povo, o que acontecia nos intramuros da ditadura. E ai os tri campeão mundial, eram vistos como verdadeiros deuses, principalmente pelo povo do Norte e Nordeste, que pouco contato mantinham com eles, e com a amplitude do campeonato Nacional,ordenado certamente pelo governo militar, Remo e Paisandu tiveram a oportunidade, de participarem da festa, e partir desse momento grandes monstros sagrados do futebol brasileiro, passaram a desfilar sua maestria no tapete verde de Antonio Baena. E Felix! Foi um deles , e naquela noite de 27/04/1974, após eu chorar copiosamente, meu pai sem conseguir suportar minha angustia,meu choro e meu soluçar, resolveu por debaixo de chuva mesmo, me pegar pelo braço e me levar para ver meu grandes ídolos Felix e Gerson. O jogo terminou empatado em 1 x 1, mais isso pouco importou, o que valeu mesmo foi eu ficar com um guarda chuva, atrás do gol da vinte e cinco de setembro, a observar bem de pertinho com os olhos vidrados por quarenta e cinco minutos, o andar meio desengonçado, a postura e a categoria daquele super heroi, de camisa,calção e meiões pretos.

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  4. Bela recordação amigo Rocildo!Teu relato é um prato cheio especialmente para um historiador que nem eu,sempre fanático por um linda história de vida e de paixão pelo futebol.

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