11 comentários em “Capa do Bola, edição de quinta-feira, 23

  1. Foi mais um treinador que chegou por aqui cantado em prosa e verso (apesar das duas passagens ruins pelo Paysandu) e saiu com a fama de incompetente. A situação precária de nossos clubes leva a esses exageros. É preciso supervalorizar o profissional quando ele aqui chega (Davino, Gaúcho e outros) para forçar a simpatia do torcedor. Depois, quando a dura realidade aparece, o torcedor ameaça não ir, o clube sente que a arrecadação será baixa, arranja-se outro “gênio” às pressas para satisfazer a sanha geral. O treinador, no entanto, por melhor que seja, vai esbarrar no nosso eterno amadorismo, na inglória falta de estrutura e nos maus jogadores que temos por aqui. Justamente por isso, faz tempo que um treinador não se dá bem no Pará. Comelli, Givanildo, Gaúcho (3 vezes), Davino, F. Lopes, R. Fernandes e tantos outros já fracassaram por esbarrarem na falta das mínimas condições de trabalho. A prova de que são bons treinadores é que, em sua maioria, colheram bons resultados quando sairam daqui. Imagino a cara que o Marcelo Veiga, habituado ao rico futebol paulista, vai fazer quando deparar o plantel e as condições precárias do Remo…

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  2. Boas observações, amigo Gilson. Um exemplo dessa máquina de moer técnico em que o nosso futebol se transformou é o próprio Comelli, que saiu daqui quase apedrejado e hoje lidera o Brasileiro da Série B dirigindo o Criciúma.

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  3. Tem que ser muito idiota pra acreditar que essa faixa foi feita de livre e expontanea vontade pela torcida!
    É claro que foi a diretoria quem começou isso, usando a torcida (torcida??) como motivo pra afastar o E.Gaúcho!
    O que dá mais raiva é achar que todo mundo é burro em acreditar nisso!

    Pobre futebol paraense!… Não merecemos isso!

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  4. O amadorismo de sempre dos dirigentes vai, mais uma vez, ter papel de peso, atuando contra a não-subida do clube. Não será surpreendente se o Remo tropeçar e for eliminado. Aí, “palmas”
    para os “nobres” dirigentes !!

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  5. Apesar o Marcelo Veiga ser um bom treinador, mais o Edson Gaúcho era o técnico perfeito para moralizar o futebol do clube do Remo. Mais assim como aconteceu no Remo, antes já acontecerá no Paysandu a mesma coisa com o “maçaranduba” tudo porque, o seu temperamento explosivo transpassa os muros de Baenão e Curuzu. Dentro desse dois clubes, só quem pode gritar, falar grosso e falar alto são os dirigentes, nunca os treinadores.

    O futebol do Pará precisa urgentemente de uma moralização, precisa rejuvenescer suas diretorias, os clubes precisam de novidades em suas gestões, é não dessas múmias arcaicas que só pensam em denegrir os nossos amados clubes.

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