Do Blog do Torcedor (Infoglobo)
A viagem ao Estado do Pará, o presidente do Fluminense, Peter Siemsen, tratou de questões relacionados ao marketing do clube e ao acesso de tricolores não-residentes no Rio a ingressos de jogos importantes. Durante o jantar, um novo convênio foi firmado com a Assembleia Paraense, maior clube entre as regiões Norte e Nordeste, estreitando os laços do tricampeão brasileiro com o povo paraense.
Especificamente sobre o marketing, Peter Siemsen falou que investirá pesadamente nesta área, para o qual cooptou parceiros. O social, segundo Peter, também merecerá especial atenção. O clube quer modernizar a sede e, para isso, já decidiu que os contratos dos espaços comerciais, como bares, restaurantes e academia, serão todos renegociados. O encontro de Peter foi noticiado no Diário do Pará, um dos principais jornais da região.
Realmente, fui informado que parou a cidade, embora muitos tenham atribuido a essa inércia a forte chuva.
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Já outras declarações afirmam que o presidente no auge do calor assim se expressou: Até parece que botaram fogo na cidade.
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Gerson, Peter Siemsen deixou uma grata impressão aos tricolores. A mim particularmente pareceu ser um jovem empreendedor e de idéias arejadas (completamente oposto à velharia tricolor e aos nossos mancebos papachibés).
Durante uma folga, an passant, perguntei a ele sobre a questão da relação custo-benefício de Deco/Beletti e ele não fugiu da raia e disse aquilo que já sabíamos: o patrocinador é muito forte e tem suas manias, fazer o quê?
Mas gostei mesmo foi do desassombro em dizer que se o (clube) Fluminense chegar a ter uma estrutura como a da sede campestre da Assembléia Paraense, será o maior clube do Brasil… Bacana.
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Gerson, fiquei sabendo que muitos tricolores nao compareceram ao regabofe… de jornalistas esportivos apenas Braz Chucre e Claudio Guimaraes, que inclusive foi o mestre da cerimonia…sao essas coisas que eu nao entendo..rsrsr…uma oportunidade impar e o torcedor tricolor nao deu muita importancia…
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Ficou, aliás, faltando um nobre companheiro deste boteco virtual, caro Edmundo. O amigo Tavernard perdeu grande chance de contribuir para aumentar (pelo menos na foto) o tamanho da raquítica “massa” pó-de-arroz entre nós.
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É verdade Gerson..esqueci do nobre Tavernard ..e por falar em tricolor, por onde anda o Valdo Souza ? rsrsr
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Meu bom Soeiro, não leve a mal o chiste provocativo que enderecei ao amigo Tavernard. Sei perfeitamente da pujança da galera tricolor.
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Hehehe… Sem problema, grande Gerson. Alguém já disse que as outras torcidas são maiores, mas a do Fluminense tem mais gente. Abração.
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Incluo-me entre os faltosos, mas na terça da pelada só não compareço à Arena dos Campeões, antigo carangueijão, em casos extremos, pra ter uma idéia, em Agosto faremos um jantar de 10anos da pelada. Mas vi fotos do evento no celular de uma amiga tricolor, cujo marido estava por lá, foi muito bom mesmo.
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Minha ausencia tornou a foto bem melhor. Comemorar títulos é demodè para os Tricolores não festivos.
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SINCERAMENTE, esse negócio de festejar título de time de fora, a não ser que seja contra um adversário estrangeiro, é igual dançar com irmã: não tem graça nenhuma. Mesmo que o time seja o Botafogo, cuja simpatia herdei de meu pai por conta dos feitos de Mané Garrincha, Nilton Santos, Jairzinho e cia.
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Bom, amigo Valentim, eu não tenho absolutamente nada contra as coisas (boas) de fora do estado. Sou absolutamente paraense e remista, mas amo meu Fluzão, os carnavais da Bahia, Rio e Recife, praias do nordeste, paisagens do sul… Mulheres, então, faço a maior festa pra qualquer uma, de qualquer lugar.
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EU queria ver mesmo se um dia tivesse gente no RJ festejando alguma conquista de um de nossos times. Aí sim, reciprocidade! ENQUANTO isso não ocorre, fico – mesmo à distância, aqui no Paraná – ostentando a camisa azulina e não do Inter, Corinthians, Botafogo, Cruzeiro e por aí a fora.
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Não quero nem saber de bairrismo de carioca, paulista ou paranaense. Quem desdenha é pq não conhece nada. Pode reparar que quem viaja bastante não sofre dessa babaquice de bairrismo e passa a ter um gosto mais global.
Tudo bem, quando viajo também levo minha camisa azulina (acho que todo mundo faz isso) e torço pelo Remo até contra o Flu, mas, véio, estar com sua filha e amigos no Engenhão lotado pela torcida mais bonita do mundo, ganhar o título e depois fazer a maior farra no baixo gávea debaixo da maior chuva não é emoção?!… Desculpe, mas isso é bom demais e vou morrer fazendo isso.
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AINDA vou escrever sobre isso no blog do Dj leão!!
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