Perguntinha do dia (11)

Mendes, que teve atuação apagada no Re-Pa e foi discreto ontem contra o Águia, é o atacante que o Paissandu precisa para formar o ataque com Rafael Oliveira? 

39 comentários em “Perguntinha do dia (11)

  1. Qual o verdadeiro Payssandú, o de ontem ou o de domingo? Continuo me perguntando. Esperava um jogo mais fácil domingo e ontem um mais cri cri e vem uma apresentação dígna de elogios, menos para o setor defensivo que este jogo sim mostrou o quanto estamos carente. Outra certeza é que Rafael Oliveira é 100% homem gol. Que Thiago Pontyguar é ele e mais 10 e se não se houve bem contra o Leãozinho é por pura falta de apoio dos demais, o que tem sido seu forte e comprovado que ´das suas jogadas nascem a maioria dos gols do maior do norte. Sérgio Cosme, mesmo ontem vecendo não tranquiliza a mais premiada torcida do Pará quanto a sua competência e continua na mira dos apupos. E somos lider apesar de domingo e temos tudo para continuar sendo, porque a Águia Luzitana não deve jogar semelhante ao bicolor, bastando usufruir da dedicação em campo porque esse leãozinho é farofa fá. Sem stress.

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  2. Quanto a Mendes não pode reclamar dos companheiros que até contou com a boa vontade para bater o penalti e fazer o seu. O mais indicado seria Rafael Oliveira para se distanciar na artilharia. Quanto a Sérgio Cosme, pela vitória de ontem, ainda, há oxigênio para continuar, mas a corda continua bamba. Espero que não seja tarde D+ quando cair a ficha.

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  3. Gerson, sinceramente não entendi a reação da torcida do paysandu ontem, acho que está “perdendo a mão”. Vaiar o Ney e chamá-lo de frangueiro foi uma tremenda e absurda injustiça.

    Não adianta desespero galera bicolor, nada de caças as bruxas sem lógica, não podemos criticar por criticar simplesmente.

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  4. Quanto ao Mendes, acho que ele precisa melhorar muito, isso depende dele. Já Sérgio Cosme é muito passivo a tudo, qdo anunciaram ele vindo da Gerencia de futebol do Vila Nova, esperava mais, principalmente nas indicações.

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  5. Costumo dizer que no futebol paraense não analizamos a contratações e sim festejamo-las ruidosamente. Não nos importa saber os motivos que levaram um jogador trocar uma divisão maior por outras divisões inferiores. Todos os que aqui desembarcam dizem estar bem e prontos para ajudar o clube a ser campeao.
    A luz, às vezes nos cega (imprensa, dirigentes e torcedores) e ficamos mercê daqueles que são “rei” com apenas um “olho”.

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    1. FALOU e disse, Sr Tavernard (essa expressão é nova, hein!). Vou dizer uma coisa que nunca disse antes: falta profissionalizar de verdade a administração dos clubes.
      AGORA, falando sobre pesquisas, este escriba de ocasião dará sua humilde opinião no blog do dj leão, no sábado, se Deus quiser.

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  6. A competição por um lugar no mundo se torna inevitável; a busca pela ocupação do corpo se faz notar, pois “dois corpos não ocupam jamais o mesmo espaço”. No futebol paraense, a figura de Clube do Remo e Paysandu em um simples propósito, FAZER PARTE DO MUNDO, revela por vezes seu instinto animal (seus torcedores). Há aqueles que ainda lhes é válida a razão. Há outros tantos que se vale apenas da competição. E assim se faz o fenômeno RE X PA de pessoas racionais sem razão.

    Ao analisar sucesso no futebol, cabe aos analistas ter a percepção de que cometerá erros, daí a necessidade de cuidados para que esses erros sejam mínimos, já que a vida dos clubes é cíclica.

    Então, quando o Clube do Remo ganha do Paysandu, isso obviamente faz dele melhor do que o Paysandu, do contrário o resultado não teria acontecido, independente das variações probabilísticas em curso. Daí dizer que o Leão Azul é sempre melhor do que o Paysandu, há um abismo. E esse abismo, muitas vezes, não é respeitado.

    O futebol paraense é exemplo clássico de que futebol é um fenômeno cíclico. Há anos, Clube do Remo e Paysandu nos oferta vários jogadores independente do quão perna-de-pau foi, aqui em Belém, é considerado pela imprensa e/ou torcidas, craques. Mas, voltam a ser chamado de perna-de-pau tempo depois. Os times sofrem dessa mesma tendência. Em geral um time é considerado bom em um dia e será considerado o pior do planeta no outro.

    Mas temos a certeza, porém, de que esses ciclos são gerados por contínua motivação. Eles não têm sua origem em processos descontrolados, ao contrário. São oriundos de situações, trabalhos e projetos que levam o time a obter sucesso ou não. Em diversas vezes esses processos são involuntários, o que favorece a mutação do sucesso instantâneo e breve. Em outras tantas, não.

    Portanto, se o analista tem a pretensão de dar um olhar acima da análise normalmente superficial feita pelos atores envolvidos no futebol, ele precisa entender que se um título de campeão é conquistado por um time, pode ser fruto de uma conjuntura única de fatores onde sua réplica dificilmente ocorrerá. Ao passo que, quando um time consegue manter uma boa performance por alguns anos em sequência, aí sim há algum fator maior acontecendo no clube.

    E, em 2011, é o Paysandu que está dando presente de grego para a sua torcida !

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  7. Acho que não existe mais clima para a permanência de Sérgio Cosme sob o comando do Paysandu. Espero que a diretoria atue rapidamente, antes que percamos o campeonato. Continuo dizendo… Nossa zaga é muito fraca e precisamos parar de nos iludir com vitórias como essas diante do Águia de Marabá. O Águia jogou muito mal, e não é parâmetro para nos tornarmos novamente confiantes nesta equipe.
    Givanildo Oliveira e Wágner Benazzi, por que não? Vamos lá gente, vamos gastar um pouco para podermos levar um time um pouco entrosado e começar a série C bem.

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  8. O Mendes é um bom reserva, preferia mil vezes o Rangel. Na verdade as únicas contratações boas até agora foram o Sidny e o Vanderson e é claro o R. Oliveira.

    O Paysandu precisa urgentemente de 1 lat. esquerdo, 2 zagueiros e um atacante.

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    1. Éguaaaa! paára! Bruno Rangel? Deixa essa praga pra lá, o companheiro ideial para o Rafagol é o Potiguar, está provado que este não é meia, pois jogando Sandro e Potiguar o time fica sem marcação no meio. Outra opção seria o Helinton que é habilidoso e chuta bem. O Mendes tem que ser reserva do Rafael.

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      1. Srs. Gerson,Tavernard, Cláudio e etc……. Gostaría ,se fosse possível,que vcs me informassem se entendem o porque de o excelente e habilidoso jogador Heliton ser preterido por esse técnico do Paysandu. Quem da diretoria do time,não conhece o futebol do referido jogador ? Não sabem nem aproveitar um presentão que lhes deu o adversário. Égua quanto furo “

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      2. Sinceramente, amigo Manoel Lima, penso que com o elenco que o Paysandu tem, o Helinton não tem condições de ser titular, porém, em alguns jogos, como o de ontem, por exemplo, acredito que a substituição correta, seria a entreda dele.
        – Penso que como ele é um técnico que não leva a sério os pedidos de seu torcedor, ironizando e, até discutindo com alguns, começo a pensar que ele não coloca esse jogador, por pirraça. Ontem então, isso ficou claro. Quem perde com isso, é o Paysandu.

        – Deu em sites de esportes:
        1- Vagner Benazzi, é o novo técnico do Bahia;
        2- Aldivan foi demitido do Salgueiro.

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  9. Muito nos preocupa as falta de gols do Mendes, todavia o cabeça dura do técnico não usa o excelente Heliton e o que é pior mantem no gol o frangueiro Nei que foi o culpado de dois gols do remo e um do jogo com o águia. Rápido a volta do Favaro antes que a vaca vá pro brejo.
    Sds Luis

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  10. O Sergio Cosme não faz coletivos, então, não vê o Helinton jogar, penso que sempre que o Potiguar não estiver jogando o seu substituto natural deve ser o Helinton pois tem caractirística parecida, acho que alguem tem que encostar no SC e pedir pra ele olhar com mais carinho pro Helinton. Enquanto isso, ele se delicia com o “belo” futebol” do Billy, Te dizer!

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  11. O técnico Sérgio Cosme já deu claras demonstrações de ser um técnico ultrapassado.
    Li em uma das postagens acima que o atual treinador bicolor não faz coletivos. Caso seja comprovada a veracidade da informação, isto me lembra e muito a “era Edson Gaúcho” – de tristes lembranças -, época em que o treinador dos pampas também seguia o mesmo receituário metodológico de trabalho. Curiosamente, as escolhas dos ditos treinadores, seja na indicação de atletas ao clube, na composição da equipe titular e na escolha da dupla de zagueiros e dos goleiros (EG adorava os medíocres Roni, Luciano e Córdova assim como Sérgio Cosme privilegia os igualmente horríveis Ari, Laranjeira, Tinoco e Ney) é altamente questionável e com evidências claras em ambos os casos do péssimo desempenho do setor defensivo. Seria então, ante os fatos do presente e a memória viva de um recente passado, a comprovação do fracasso de certos métodos de trabalho ou apenas uma enorme coincidência?

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    1. Com todo respeito a opinião do amigo Daniel, mas comparar o Sérgio Cosme com o Edson Gaúcho, aí é demais. Quanto aos coletivos, não é que muitos treinadores não façam, é que eles fazem pouco e trabalham mais a parte tática da equipe, nos dias de hoje, no que penso ser correto. O Futebol evoluiu, gente. Hoje, não temos só o lateral, temos o ala, também. Hoje, acabou o 9 artilheiro, hoje, todos são artilheiros, em alguns times, até o goleiro e outras coisas mais. É a minha opinião.

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      1. Não há muita diferença não Cláudio. E olha que o atual presepeiro bicolor já treinou times como Vasco e Fluminense.
        Quanto às mudanças conceituais do futebol, concordo contigo Cláudio. Hoje assisti ao Parreira, retranqueiro convicto, no Arena Sportv e fiquei até surpreso com algumas declarações suas sobre o futebol brasileiro e mundial. Ele afirmou, dentre outras considerações, que as equipes brasileiras hoje são sofríveis por não treinarem a parte técnica, apenas a parte tática, por privilegiarem apenas o defensivismo e os técnicos terem medo de perder os jogos e consequentemente os seus empregos… e todos sabemos que “o medo de perder tira a vontade de ganhar”. Daí o motivo pelo qual, segundo ele, as equipes serem recheadas de volantes cabeças-de-bagre que não sabem sequer tocar a bola. Fiquei mais surpreso ainda quado ele afirmou que as equipes hoje não precisam jogar com três volantes marcadores, bastando apenas um, desde que os outros jogadores tenham consciência do seu papel no desenho tático da equipe.

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  12. Saindo um pouquinho do tema em questão, mas achei interresante uma vez que muitos acreditavam que Natal não seria sede da copa

    Agora é oficial!!!!

    “Natal está mais do que confirmada como cidade-sede da Copa do Mundo de 2014”. A frase foi dita pelo Ministro dos Esportes, Orlando Silva, que esteve reunido com a prefeita de Natal, Micarla de Sousa, na tarde desta quinta-feira (17), no Palácio Felipe Camarão. O ministro esteve em Natal para verificar o andamento das obras e definiu como positivo o trabalho que vem sendo feito pela Prefeitura do Natal.

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    1. Carlos Berlli não conheço nenhum dos dois, por isso vamos aguardar para ver o que é que dar, mas eu indicaria Ben-Hur um zagueiro da escola Gaúcha em que eu gosto

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  13. Eu gosto de Mendes.
    Ao contrário de quem disse que ele é parado, muito ao contrário. Se movimenta sim e, com exceção do Re-Pa, quando quase ninguém prestou, ele ajuda muito o ataque. Não é fominha, tem visão de jogo, é inteligente e serve aos companheiros. Só que ele teve o “azar” de está ao lado de um companheiro que está em ótima fase e Mendes acaba ficando em segundo plano.

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