O Internacional é o campeão nacional de faturamento com a exportação de jogadores. Entre 2003 e 2008, o Colorado arrecadou R$ 251 milhões com a venda de jogadores. Em segundo lugar vem o São Paulo, com R$ 218 milhões. O Cruzeiro é o terceiro, com R$ 181 milhões. Em quarto, o Santos, com R$ 150 milhões. O quinto é o Atlético-PR, que faturou R$ 127 milhões. Em sexto lugar, o Corinthians aparece com R$ 125 milhões. O levantamento é da consultoria Crowe Horwath RCS. (Informações da Folha de S. Paulo)
Gerson, seria muito bom se a Crowe Horwath RCS, fizesse um levantamento de quanto Remo e Paysandu, em toda sua história, que como já falei, trabalham totalmente errados em suas divisões de base, já ganharam, com a venda de jogadores. Afirmo a vc, não chega na 1/4 do que ganhou o Corinthians, em 6 anos, que é o último dessa lista. Assim, não dá.
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É, Cláudio. Certamente iria descobrir o quanto estamos na idade da pedra em termos de inserção no negócio futebol.
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E, por aqui, LOP acabou com o sub-20…
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Cleiton, amigo, do jeito que está, tinha é que acabar com tudo. As divisões de base de Remo e Paysandu, do jeito que estão, só darão prejuizos aos mesmos. Como que a pessoa faz uma crítica pelo fim do sub 20, mas não consegue enxergar que o Técnico do mesmo não reune as mínimas condições de treinar a equipe e, que com isso, nunca vai revelar algum jogador? Cleiton e Gerson, penso eu que deveria ser feita era uma fiscalização em todas as divisões de base existentes no pará e, garanto: todas seriam multadas e fechadas, por total incompetência. Antes de se querer que o sub 20 não acabe, é preciso saber se ele está funcionando corretamente. Com um pouco de bom censo se perceberia isso. Agora, como perceber, se não entendo de futebol? Então, cabe repetir tudo que leio nos jornais ou vejo na tv. Uma pena. Vão na escolhinha Cruz Azul do Radialista Hailton Silva, está tudo errado. Vão lá e procurem saber quem treina esses garotos. Este radialista, hoje, ainda fala com todo orgulho que o Ramom foi da escolhinha dele, imaginem. O Ramom, até hoje, não tem bom passe, …, coisa que deveria ter aprendido na base, que foi o time desse Radialista. Vou te contar.
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Gerson, veja o que postei, aqui nesse seu Blog, a quase seis meses atrás;
Tribuna do torcedor
07/06/2009 · 2 Comentários
Caro amigo Gerson,
Tenho acompanhado ao longo dos anos, algumas escolhinhas de base de Belém e confesso que fico muito preocupado com esses jogadores. Essas escolhinhas funcionam da seguinte maneira: o “treinador” recebe, por exemplo, 30 jogadores, são formados 2 times e os mesmos começam a treinar já no primeiro dia de “trabalho”. A partir daí, os treinamentos são de pelo menos 3 dias na semana. Eles alternam com preparação física, por um profissional qualquer(sem que os garotos tenham passados por uma avaliação física por parte de um especialista, o que implica em risco de morte), e jogos entre eles e com outros times da periferia de Belém. Os jogadores que forem se destacando vão sendo encaminhados para Remo, Paissandu, Tuna. Ou seja: se esses jogadores já tiverem mais de 17 anos, entram de cara para os profissionais desses times. O que se percebe é que esses jogadores não recebem nenhum tipo de ensinamento básico quanto a fundamentos do jogo. Coisas como saber bater na bola, aprender a chutar a bola, tanto com o pé direito como com o esquerdo, cabeceio, definir sua verdadeira posição etc. No Pará, existe um número muito bom de jogadores que só precisam ser melhor orientados. Aliás, ninguém sabe quem revelou e “preparou” atletas como Balão, Marcelo Maciel, Landu e tantos outros, que até hoje não sabem bater na bola. Como já disse, o Pará é um celeiro de craques, mas com “treinadores” e dirigentes sem nenhuma condição de descobrir atletas. Quer fazer um teste, Gerson? Pergunte quem revelou tal jogador e, depois, pergunte a esse jogador se quem o revelou lhe ensinou alguma noção de futebol (passe, chute, colocação). Garanto que você vai se espantar, pois comprovei isso pessoalmente. Falta base para esse pessoal que trabalha nas divisões de base.
Cláudio Santos, técnico do Columbia de Val-de-Cans.
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Claúdio, pelo seu raciocínio tem que acabar com o futebol profissional também, porque nada é mais mal feito nem dá mais prejuízo do que o futebol profissional de Remo e Paysandu. Óbvio que a solução não é acabar.
É claro que se a base de outros times gera lucros imensos, e a base do Paysandu não gera nada, o que se deve fazer é corrigir seus erros. A base deve ser a maior fonte de renda de nossos clubes, nunca a fonte de prejuízo que é hoje.
Além do mais, a extinção do sub-20, na prática, extingue as demais categorias, pois se um atleta do sub-20 não tem maturidade, nem massa muscular, como alegam os dirigentes, que dizer de um sub-17? Quando o atleta sub-17 estourar a idade, certamente será dispensado. Não terá vez no profissional, nem o clube ficará esperando 3 ou 4 anos até que ele amadureça…
As contratações em carradas, que vemos todos os anos são reflexo da falta de categorias de base, porque a base deveria preencher a maior parte do elenco, com os importados vindo compor 3 ou 4 posições mais carentes. A base deve ser é fortalecida, não extinta, como vem acontecendo.
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Cleiton, lembra quando falo daqueles que não entendem de planejamento para o Futebol? passa por aí.
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