Chile 1962: a Copa que o Botafogo ganhou para o Brasil

Imagem

Nilton Santos, Garrincha (melhor jogador da Copa), Didi, Amarildo e Zagallo. Cinco botafoguenses formaram a base da Seleção Brasileira que conquistou o bicampeonato mundial no Chile.

A frase do dia

“A classe dirigente do Brasil quer que sejamos uns EUA de segunda ordem. Eu não quero nem que seja EUA de primeira. Eu quero que o Brasil seja o Brasil de primeira..”

Ariano Suassuna, escritor

O verdadeiro príncipe do Brasil

Imagem

Paulinho da Viola. Cantor e compositor de sambas.

Vascaíno. Fino, elegante e sincero.

Um monumento brasileiro.

Acuado, Bolsonaro teme delação premiada de investigados

Do coluna de Reinaldo Azevedo no UOL:

É claro que a carta de Jair Bolsonaro está mandando um recado. Desta feita, não é dirigida aos adversários, mas aos amigos que caíram nas malhas do Ministério Público Federal e da Polícia Federal.

Embora o presidente não cite as investigações que colhem seus amigos, é sobre isso que está a falar, como todos sabem. O trecho mais importante é este:”Luto para fazer a minha parte, mas não posso assistir calado enquanto direitos são violados e ideias são perseguidas. Por isso, tomarei todas as medidas legais possíveis para proteger a Constituição e a liberdade do dos brasileiros.”

O que o presidente está dizendo aos investigados é isto: “Ninguém solta a mão de ninguém”. O temor, obviamente, é que uma delação premiada venha a provocar um “strike” no governo e na cúpula bolsonarista.

Ensaios finais para a retomada

POR GERSON NOGUEIRA

Vídeo: Melhores momentos de Paysandu 1×1 Remo | Remo 100%

O cenário ainda é confuso e indefinido. As torcidas aguardam ansiosas por uma resolução e os clubes que disputam o Campeonato Estadual seguem esperando as definições de data (e condições) para a retomada do futebol no Pará. Há uma corrente favorável a adiar o reinício do Campeonato Estadual, deixando a conclusão do torneio para depois do Brasileiro, em dezembro ou até janeiro de 2021.

Há, porém, um contrato a ser respeitado pelos clubes. O acordo assinado por todos os 10 participantes do Parazão diz respeito ao patrocínio do Banpará e da Funtelpa, representantes do governo do Estado.

O protocoloco elaborado pela Federação Paraense de Futebol, com orientações sobre cuidados a serem adotados pelos clubes, será encaminhado hoje ao governo do Estado. Os ajustes finais foram feitos ontem, por videoconferência, pela comissão de elaboração do protocolo de segurança. A partir daí, restará definir a data da retomada.

Com base nesse documento, preparado para subsidiar o Governo do Estado quanto à flexibilização do futebol, que é atividade não essencial, deve ser dada uma solução quanto ao Campeonato Paraense, que precisa de 18 dias para ser finalizado – 2 datas para as rodadas finais da fase de classificação, 2 datas para as semifinais e 2 datas para a decisão.

O acordo de patrocínio prevê a finalização do Parazão com a quantidade de jogos prevista inicialmente, respeitando a situação excepcional criada pela quarentena, mas sem considerar a hipótese do encerramento sumário da competição, como chegaram a defender alguns dirigentes.

A prioridade que os clubes procuram dar ao Brasileiro da Série C e da Série D é inteiramente compreensível, afinal é o caminho de acesso a competições mais rentáveis e importantes no cenário nacional, mas não pode jamais diminuir a importância do certame estadual.

Dificuldades têm sido apontadas pelos clubes como entraves à continuidade do Parazão antes do início do Brasileiro. São problemas sérios e que exigem atenção por parte da FPF e da própria CBF. O primeiro item refere-se às despesas com a testagem de covid-19.

Os clubes têm buscado saídas. A dupla Re-Pa fechou convênio com o Hospital Porto Dias, mas os oito outros participantes do campeonato continuam sem perspectiva. Caberia à FPF buscar a mesma parceria em benefício das equipes interioranas.

Do governo do Estado não há mais nada a ser reivindicado, visto que responde pelo patrocínio do Parazão e liberou até verba extra aos clubes que representam o Pará no Brasileiro. A missão de ajudar os clubes está agora nas mãos de FPF e CBF, ou, se for possível, da iniciativa privada.

Por ora, mesmo diante de tantas indagações, persiste uma única certeza: o Campeonato Paraense de 2020 será concluído em campo, conforme mandam as boas regras do desporto, respeitando as torcidas e honrando os compromissos firmados com o patrocinador.  

Dinheiro passando de mão em mão e clubes em crise

Clubes são entidades de direito privado, mas têm caráter público, pois representam muito para a vida das pessoas. Não são baiucas de negócios, nem deveriam ser. O mais novo perrengue administrativo envolve o Santos, cujo presidente, José Carlos Peres, está ameaçado de impeachment ao ter as contas (de 2018) reprovadas pelo conselho fiscal peixeiro.  

Um dos rolos mais graves envolve o pagamento de comissões a agentes de atletas. Caso essa moda pegue, logo haverá um turbilhão de impedimentos de presidentes por todo o Brasil, pois quase todos os grandes clubes gratificam empresários numa relação que quase nunca é transparente.

O interessante é que o presente processo no Santos acaba desnudando a relação promíscua entre clubes e empresários. Peres se defende com um argumento maneiroso: enquanto o Santos gastou “apenas” R$ 6,7 milhões, os rivais pagaram comissões ainda mais robustas.

O Corinthians teria pago R$ 34,5 milhões em 2019. O Palmeiras desembolsou R$ 32 milhões. O São Paulo foi o mais modesto, pagando R$ 25 milhões. O fato é que há muito dinheiro graúdo circulando entre pessoas que jamais chutaram uma bola. O sábio Paulinho da Viola já avisava, há uns 40 anos, que dinheiro na mão é vendaval.

Direto do Twitter

“Vasco e Flamengo são mais que uma paixão carioca; representam um amor nacional, ligação desde o início com o povo, com o negro que teve ali a porta aberta para o esporte. Essa é a essência desses gigantes, hoje achincalhada por dirigentes que fingem não ver a morte desse mesmo povo”. Roby Porto, jornalista e locutor esportivo

“Cancelaram as Olimpíadas, mas com certeza o mundo precisa de Flamengo x Bangu pelo Carioca na quinta-feira”. João Victor Medeiros, jornalista

“Retrato de um Brasil desumano, em que pessoas não passam de números irrelevantes: Prefeitura, Ferj e times preveem jogos no Maracanã, ao lado de um hospital de campanha. Ou seja, em campo jogadores lutando por uma bola, enquanto gente luta por ar e tenta viver”. Antero Greco, jornalista 

Anote este nome: Ansu Fati. Ainda vamos falar muito nele

O Manchester United ofereceu a fábula de 150 milhões de euros (cerca de R$ 875 milhões) por Ansu Fati. O Barcelona recusou. A informação é do jornal The Times. O United aumentou a oferta pelo jogador de 17 anos após tentativa inicial de 100 milhões de euros (R$ 580 milhões) também ter sido rejeitada. O Barça reafirmou que Fati é inegociável e só sai por 170 milhões de euros (R$ 990 milhões), valor da multa rescisória.

Além do United, Juventus e Borussia Dortmund também mostram interesse no atacante nascido na Guiné-Bissau, autor de cinco gols em 24 jogos na temporada. Chama atenção o valor estonteante das ofertas. Vi Fati em ação ontem contra o Leganés. Fez gol, mostrou habilidade e boa noção de posicionamento. Leva jeito. 

(Coluna publicada na edição do Bola desta quarta-feira, 17)

Rock na madrugada – Rolling Stones, Beast of Burden

Versão sensacional deste B-side clássico dos Stones. Um show particular de entrosamento de Ronnie e Keef.

Ordens do STF desnudam primeiro grande escândalo do governo Bolsonaro

Por Robson Bonin, na Veja

As ações ordenadas pelo STF nas últimas semanas, que tiveram seu ápice nesta semana, mostram que o governo de Jair Bolsonaro está mergulhado em seu primeiro grande escândalo político e criminal.

As investigações coordenadas pelo Supremo miram o vice-presidente do novo partido de Jair Bolsonaro, o Aliança Pelo Brasil, o marqueteiro do partido, empresários financiadores do bolsonarismo, dez deputados de sua base fiel na Câmara, um senador, além das figuras de sempre dos blogs sujos bolsonaristas.

As ordens expedidas pelo STF contra alvos ligados ao presidente ou aos seus filhos, além das prisões ordenadas nesta segunda contra militantes aloprados, mostram que algo de muito podre ronda o poder em Brasília.

A lista de amigos, apoiadores próximos e figuras do convívio diário de Bolsonaro investigados pelo STF é longa e tornam cada vez mais compreensível o desespero do presidente ao cobrar Sergio Moro a demissão do chefe da Polícia Federal, por não informa-lo sobre investigações contra os 10 a 12 deputados bolsonaristas.

Não há mais como negar, a partir de hoje, o escândalo alojou-se no coração do bolsonarismo. Os investigadores buscam agora elementos de que público e privado se misturaram no esquema montado pelo bolsonarismo para propagar fake news, atacar adversários e enfraquecer a democracia por meio de ataques a ministros do STF e integrantes do Congresso.

Sociedade de Pediatria não recomenda uso de cloroquina no tratamento de covid em crianças

A Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) veio a público novamente nesta terça-feira (16) reiterar, em nota, que não há evidências científicas consistentes e reconhecidas na literatura médica quanto ao uso de cloroquina e hidroxicloroquina no tratamento de sinais e sintomas de Covid-19 em crianças e adolescentes. O alerta veio um dia após o Ministério da Saúde informar que ampliará as orientações de uso do medicamento para o tratamento precoce dessa doença em dois perfis de pacientes: crianças e gestantes.

ACESSE AQUI A ÍNTEGRA DA NOTA.

De acordo com a nota, a ausência dessas evidências sólidas impede o uso seguro dessas drogas, seja por que não há confirmação sobre seus efeitos terapêuticos positivos contra a Covid-19, seja por que ainda não foram mensurados com exatidão seus possíveis efeitos colaterais.

A presidente da SBP, dra. Luciana Rodrigues Silva, disse que a posição adotada pela instituição dialoga com a da FDA (Food and Drug Administration, em inglês), agência que atua como a Anvisa nos Estados Unidos. Também na segunda-feira (15), ela revogou a permissão concedida em 28 de março para uso cloroquina e hidroxicloroquina em tratamento de pacientes com Covid-19. O órgão regulador americano declarou que “não é mais razoável acreditar que as formulações orais de hidroxicloroquina e de cloroquina possam ser eficazes”.

RECOMENDAÇÃO ANTERIOR – A SBP, em 29 de maio, já havia divulgado amplamente essa recomendação semelhante, que se estende a pacientes com diferentes quadros: desde os que relatam sintomas leves até os que desenvolvem manifestações graves, estando sob cuidados em leitos de internação ou de unidades de terapia intensiva (UTIs).

A nota reforça que o uso de cloroquina e de hidroxicloroquina também não possui efeito profilático confirmado. Ou seja, não devem ser recomendado como medida preventiva para evitar contaminação pelo novo coronavírus. Não há trabalhos científicos reconhecidos que apontem essa possibilidade.

Segundo o presidente do Departamento Científico de Infectologia da SBP, dr. Marco Aurélio Sáfadi, as informações técnicas disponíveis sobre a interação desses  medicamentos com a COVID-19 ainda são escassas, sobretudo em relação à população pediátrica.

RESPALDO TÉCNICO – “Essa falta de embasamento impede que o médico receite a cloroquina de forma confortável e segura, com base numa avaliação equilibrada entre riscos e benefícios. Sem dados robustos e o devido respaldo técnico, a utilização de qualquer remédio se torna uma espécie de experimentação, que pode trazer mais problemas do que melhorias à saúde”, destaca.

Ele ressalta ainda que a prescrição desses medicamentos deve ficar restrita aos pacientes que fazem parte estudos clínicos que seguem as regras da Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (Conep). Para dr Sáfadi, a prevenção e o combate à Covid-19, no Brasil, devem ser conduzidos à luz do que a Ciência tem orientado para não expor a população e os profissionais da saúde a situações de risco.

“Neste sentido, recomenda-se a manutenção das medidas de restrição de contato social e de reforço à higienização, reconhecidas, até o momento, como as mais eficazes no que se refere à prevenção. De modo complementar, os gestores devem aguardar a conclusão de estudos que ainda estão em andamento para identificar drogas e abordagens terapêuticas com chances efetivas de sucesso no tratamento de pacientes com Covid-19”, sinaliza.

Todos os jogos de clubes paraenses no Maracanã

Por Jorginho Neves

02/05/1974 Fluminense 2×0 Paysandu
Série A

01/06/1974 Flamengo 3×0 Remo
Série A

23/08/1975 Botafogo 2×1 Paysandu
Série A

25/10/1975 Flamengo 1×2 Remo
Série A

15/02/1978 América 1×1 Remo
Série A

04/05/1978 Flamengo 2x0Paysandu
Série A

09/05/1978 Fluminense 1×0 Remo
Série A

10/05/1978 América 0x0 Paysandu
Série A

04/04/1981 Fluminense 4×1 Paysandu
Série A

23/02/1983 Flamengo 3×2 Paysandu
Série A

02/09/1986 Flamengo 4×1 Paysandu
Série A

03/05/1992 Flamengo 4×1 Paysandu
Série A

10/09/1994 Flamengo 0x0 Paysandu
Série A

12/08/1998 Fluminense 1×1 Paysandu
Série B

18/02/1999 Botafogo 2×2 Paysandu
Copa do Brasil

Remo tem retrospecto ruim contra times cariocas em campeonatos ...

11/04/2001 Botafogo 1×2 Remo
Copa do Brasil

13/03/2002 Fluminense 2×0 Paysandu
Copa do Brasil

24/08/2002 Flamengo 1×2 Paysandu
Série A

23/04/2003 Flamengo 4×0 Remo
Copa do Brasil

20/09/2003 Fluminense 1×1 Paysandu
Série A

18/10/2003 Flamengo 2×0 Paysandu
Série A

15/08/2004 Fluminense 1×1 Paysandu
Série A

22/04/2009 Fluminense 3×0 Águia de Marabá
Copa do Brasil

20/08/2015 Fluminense 2×1 Paysandu
Copa do Brasil