OEA mentiu, hão houve fraude: Grupo de Puebla pede recondução de Evo Morales

Via Opera Mundi em 10/6/2020

O Grupo de Puebla, organização formada por 30 líderes progressistas de 12 países da América Latina, divulgou na tarde da quarta-feira [11/6] uma nota solicitando que a Organização dos Estados Americanos (OEA) “declare a legalidade das eleições à presidência de Evo Morales”, realizada no dia 20 de outubro de 2019.

O fato de a OEA ter afirmado que havia indícios de fraude na eleição que reelegeu Morales teve consequências e levou, diz o grupo, “à radicalização da oposição política boliviana, tendo como consequência um golpe de Estado” contra o ex-presidente.

O comunicado vem após um estudo de pesquisadores da Universidade da Pensilvânia e da Universidade de Tulane, divulgado pelo jornal New York Times, no qual se demonstrou, depois de uma análise da votação boliviana, que a OEA “não apresentou evidências de fraude nas eleições”.

“Os pesquisadores demonstram que não houve variações nos padrões de votação, dentro dos recintos eleitorais, antes e depois da interrupção da contagem preliminar de votos. Inclusive, as trajetórias nas tendências de votação não variam em relação aos padrões eleitorais anteriores”, afirma a nota.

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