Tribuna do torcedor

Por Amin Zahlouth

Amigo Gerson, entendo a tua análise, e congratulo-me contigo pela isenção de ânimo, porém a recíproca (na quase totalidade dos casos)
não é verdadeira quando vem do lado de lá. Vejamos: leio (virtualmente) o noticiário do Lance, teu blog, o Globo e (lá vem a minha raiva)…
O jornal Lance não dá nada do corte de luz, porém, está lá, até hoje, estampada matéria de que a luz do Estádio Nilton Santos só não foi cortada horas antes do jogo BFR x CSA,  2ª feira, porque o Carlos A. Montenegro pagou os 41.000,00. Tudo que é de ruim no BFR, CRVG e FFC dá matéria sensacionalista para denegrir os clubes do RJ. Entretanto, no CRF está
tudo correndo às 1000 maravilhas. Dinheiro está dando “no meio da canela”. Ora, esse rio de dinheiro, nada mais é do que as vendas
do Paquetá e da eterna criança (o bissexto) VJr. (aquele que depois de 8 MESES no Real) conseguiu fazer um gol e abriu o BERREIRO
diante das câmeras. Mas a “grande imprensa” deles não dá uma linha sobre os garotos da base de lá, que foram incinerados, sabrecados,
queimados, fritados vivos e até hoje, passados 9 meses, os familiares não foram indenizados. Porque eles não indenizam os familiares??
Ah, não deu o dinheiro? Ele é só para reposição de atletas. É muita desfaçatez. 
Procuro ver nos noticiários, alguma matéria sobre o CRF, porém até hoje só apresentam as matérias na fachada da “grande concentração”.
Nada adentrando as imediações da mesma. Sinal que ainda nada foi mudado desde o sinistro. Cadê o rio de dinheiro?
Outra coisa: bastou ocorrer o sinistro lá na Gávea, e desencadearam uma devassa em todos os clubes no Brasil, só para justificar 
e desviar a atenção do povão, massa de manobra, e justificarem o sinistro, que nunca ocorreu em nenhum outro clube.
Enfim, quiçá essa tua isenção fosse imitada pelos demais cronistas, porém é voz corrente entre os 80 a 90% a soberba, a arrogância entranhada nos admiradores e difundida entre os torcedores.
AINDA BEM QUE NÃO FUI CRONISTA, JORNALISTA, COMENTARISTA de futebol, para aguentar e ter que aturar esses energúmenos.
Amin, botafoguense desde 1962. 

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