Leão joga para afastar instabilidade e tentar recuperar a liderança

rafaeltufa_ramires_carlosalberto_mimica

A 11ª rodada da Série C define posições importantes na parte de cima da tabela. Remo e Juventude-RS fazem no estádio Jornalista Edgar Proença (às 18h) um duelo que pode valer a liderança do grupo B. Em quarto lugar, com 16 pontos, os azulinos tentam reencontrar o bom futebol e interromper a campanha do Juventude, que lidera a chave com 18 pontos, e superar o maior rival, que está em 3º.

O Paissandu, que abriu a rodada na quinta-feira com vitória sobre o Tombense, subiu para o terceiro lugar alcançando 17 pontos. É a mesma pontuação do São José-RS, que encara o Luverdense-MT em casa. O Volta Redonda, que recebe o Boa Esporte, é outro candidato a brigar por posição no G4.

Além de buscarem o topo da classificação, os clubes lutam para atingir os 28 pontos, considerado um limite razoável para assegurar classificação à próxima etapa, que já define o acesso à Série B.

Para o confronto com os gaúchos, o Remo tem o importante reforço de Eduardo Ramos, meia que retornou ao clube para comandar o meio-campo. Durante os treinos da semana, ele já apareceu entre os titulares. Na equipe que deve começar a partida de logo mais, ele estará ao lado de Carlos Alberto no setor de criação.

O ataque, outra preocupação do técnico Márcio Fernandes, deverá ter o retorno de Gustavo Ramos ao lado de Alex Sandro. Marcão Santana, Danilo Bala e Emerson Carioca são opções para o decorrer do jogo. O Remo não vence há três rodadas.

Suécia supera Inglaterra e termina em 3º lugar na Copa feminina

jogadoras-da-suecia-comemoram-gol-contra-a-inglaterra-na-copa-do-mundo-feminina-1562428869988_v2_900x506

A medalha de bronze da Copa do Mundo feminina já tem destino certo. Hoje (6), Suécia e Inglaterra se enfrentaram na disputa do terceiro lugar do torneio, no estádio de Nice, e as suecas levaram a melhor após ótimo início de jogo: vitória por 2 a 1, com gols de Asllani e Jakobsson. A partida teve um primeiro tempo muito movimentado, com três gols e um início arrasador da Suécia.

Com marcação avançada e muito vigor físico, as suecas abriram o placar com a camisa 9 Asllani aproveitando vacilo da defesa inglesa – a jogadora era dúvida antes do início da partida e deixou o gramado no segundo tempo. Com time mais organizado e superior no meio de campo, a Suécia não demorou para ampliar, e ainda acertou a trave antes disso.

Com liberdade para pisar na área, a camisa 10 Jakobsson ajeitou o corpo e bateu colocado, de pé direito, para acertar o ângulo e ampliar a vitória parcial da Suécia para 2 a 0. Após sofrer o segundo gol, a Inglaterra finalmente acordou e passou a atacar o rival. Assim como a camisa 10 sueca, Kirby, número dez da Inglaterra, também balançou as redes. A defesa da Suécia deu espaço para Kirby chutar rasteiro de perna esquerda e diminuir para as inglesas.

Ainda no primeiro tempo mais movimentado da Copa do Mundo, a Inglaterra marcou com a artilheira Ellen White, mas o lance foi revisado pelo Árbitro de Vídeo (VAR), que viu toque de mão de White na jogada, e o árbitro anulou o que seria o gol de empate – e o sétimo gol da artilheira da Copa do Mundo.

O segundo tempo ficou longe de ser tão emocionante quanto os primeiros 45 minutos de jogo. Com postura defensiva, a Suécia perdeu poder no meio de campo e passou a ser pressionada pelas inglesas. Com praticamente todo o time da Suécia atrás da linha da bola, a Inglaterra encontrou muitas dificuldades para furar a defesa da seleção rival.

No último minuto do tempo regulamentar, a zagueira Fischer, em cima da linha, afastou chute perigoso da inglesa Bronze. A vitória garantiu à Suécia o terceiro lugar no Mundial pela terceira vez na história.

A seleção feminina já havia conquistado a medalha de bronze em 1991 e 2011 – ficou com o segundo lugar em 2003, após derrota para a Alemanha na final. Já a Inglaterra deixa escapar a oportunidade de ficar no terceiro lugar pela segunda vez seguida. Em 2015, as inglesas ficaram com o bronze após vencerem a Alemanha por 1 a 0. (Do UOL)

Yuri: “É hora de virar a página”

rafaeljensen_douglaspacker_yuri

“Uma quedinha [de rendimento] é normal, é um campeonato de três/quatro meses. Acho que foi na hora da gente acordar, ligar o alerta. Acho que são oito jogos que faltam e a gente tem que estar bem atento, bem ligado, porque, nos últimos anos, acho que é a melhor equipe do Remo, então a gente precisa continuar isso. A nossa caminhada é longa, nosso time é um pouco jovem também, então claro que ia oscilar na competição, mas agora acabou, é hora de virar a página e ir em busca dos três pontos”.

Yuri, volante, sobre a oscilação do Remo nos últimos jogos

Kawhi Leonard troca Toronto pelo LA Clippers

kawhi2

Saiu ontem a decisão de Kawhi Leonard, um dos agentes-livres mais cortejados do mercado atual da NBA. Campeão e MVP com o Toronto Raptors na temporada 2018/2019, o ala decidiu assinar com o Los Angeles Clippers por 4 anos e US$ 142 milhões, de acordo com a ESPN americana. A franquia de Los Angeles, aliás, também conseguiu de forma surpreendente trocar para fechar com Paul George, que foi convencido por Kawhi a solicitar a transferência do Thunder para o Clippers.

Dessa forma, o Oklahoma City Thunder teve que despachar seu All-Star sem muito diálogo para a Califórnia em troca do armador Shai Gilgeous-Alexander, do ala Danilo Gallinari, de seus picks de 2022, 2024, 2026, e de 2021 e 2023 do Miami.

Obituário: Mendonça driblou a lógica e foi alimento em tempos de jejum

6l18V0pM

Por Thales Machado, em O Globo

É curioso que, quando nos referimos a uma equipe que ficou anos sem ser campeã, utilizamos a palavra “jejum”. Há algo de poético nisso. Não falamos, por exemplo, em abstinência de conquistas, afinal, a palavra carrega um sentimento de desespero, de angústia, sentimentos talvez compatíveis com o torcedor do Botafogo nos 21 anos sem taças.  Jejum é mais brando, tem um tom religioso. Quem jejua, muitas vezes, o faz por uma causa, uma paixão. E paixão é o único alimento para um time de futebol em um período onde a glória é escassa.

O ex-meia Mendonça, nesse sentido, foi devorado pelo torcedor botafoguense morto de fome durante os 21 anos de jejum de conquistas (1968 a 1989). Durante e depois de sua passagem pelo Botafogo, entre 1975 e 1982, foi um herói para a resistência alvinegra: se desacostumar-se com o período de fartura dos tempos de Nilton Santos, Garrincha e Jairzinho era difícil, a habilidade e a elegância em campo do camisa 8 tapeavam a fome que só viria a crescer.

Em sete anos de Botafogo, Mendonça só ganhou um Torneio Início, em 1977. No seu penúltimo ano, porém, contra o inesquecível Flamengo de 1981, pelas quartas de final do Brasileiro, recebeu um lançamento no começo da área, dominou no peito com destreza e, com dois toques de artesão da bola, fintou o infintável Júnior, um dos maiores jogadores da época. Com a frieza de monge, fez o que nem precisava mais, o gol que colocou 3 a 1 no placar e eliminou o grande rival alvinegro em seu ano mais vitorioso.

Foi o maior prato de comida que o botafoguense sorrateiramente recebeu em jejum. O drible ganhou nome, “Baila Comigo”, e fez dançar de alegria uma torcida que já não ganhava nada há onze anos e ficaria ainda uma década sem gritar “é campeão”, tendo o lance na memória – em época sem título e sem YouTube – como troféu. 

Na polêmica semifinal daquele ano, o Botafogo foi eliminado para o São Paulo. Já longe do auge, Mendonça jogou em outros 12 clubes brasileiros e nunca foi campeão. Até quando o Palmeiras foi à final do Paulista contra a Inter de Limeira, em 1986, ele deu um jeito de estar de verde em campo e a taça foi para o interior. Seu destino brilhante não previa, porém, subir no degrau mais alto do pódio. O perfil do jogador na Wikipédia não tem a aba “títulos”, mas conta em mais de um parágrafo sobre o drible em Júnior. Campeão qualquer um é, gol de placa no Maracanã não é todo mundo que faz.

Mendonça, ídolo de tempos em que até os times perdedores não precisavam mandar seus craques à Europa, morreu na manhã desta sexta, aos 63 anos, depois de dois meses internado após cair de uma escada em uma estação de trem, como numa peça do destino mostrando que subir demais não era para ele. Deixa amigos, parentes e duas perdas: quando fez o gol contra o Flamengo, ganhou uma placa no Maracanã, que misteriosamente sumiu. Já em 2008, teve os pés eternizados na calçada da fama do estádio, mas a homenagem também desapareceu nas reformas dos anos seguintes. Histórias de um homem condenado a não deixar troféus para trás.

Mas se em 1989, quando o Botafogo conquistou o Carioca e deu fim ao jejum de 21 anos sem títulos, Mendonça não estava em campo, muitos que estavam nas arquibancadas ainda resistiam sem morrer de fome por sua causa. Mendonça é um homem condenado a ser memória boa de tempos difíceis. E são essas as que marcam mais.

Maia defende trabalho do Intercept

Do portal da Jovem Pan:

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), comentou, em entrevista ao Pânico, nesta sexta-feira (5), o vazamento de supostas mensagens atribuídas ao ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, e a procuradores da operação Lava Jato. Maia ressaltou que é contra vazamentos, mas lembrou de quando uma conversa privada entre os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff, do PT, foi divulgada no “Jornal Nacional”, em 2016.

“Eu sou contra vazamento ilegal, uso ilegal de dados particulares, mas o jogo foi jogado assim inclusive para o impeachment da Dilma”, disse o parlamentar. “Naquela época, o impeachment da Dilma estava morrendo. Aquele vazamento foi decisivo”, explicou. Na conversa divulgada pelo então juiz Sergio Moro à imprensa, a ex-presidente comentava com Lula que iria indicá-lo a ministro-chefe da Casa Civil para dar foro privilegiado a ele.

O deputado federal defendeu que não se pode dar “dois pesos e duas medidas” para essa situação. “Quando o vazamento vai beneficiar um lado, é bacana, quando em tese vai beneficiar outro, aí não pode”, ironizou. Ele ainda se lembrou de dados do WikiLeaks. “Todo mundo publicou o WikiLeaks, não tinha problema”, disse.

NYT: “Para onde você corre quando os cruzados anticorrupção são sujos?”

Um dos principais jornais do mundo, o The New York Times afirma que “as mensagens vazadas mostram que Moro frequentemente ultrapassou seu papel de juiz – alguém que deveria ser imparcial e livre de preconceitos – para atuar como consigliere [conselheiro] da acusação”.

D9Y3A8pXUAAd8Jy

“Os vazamentos revelam um juiz imoral, que se uniu a procuradores a fim de prender e condenar indivíduos que já consideravam culpados”, critica o jornal em sua edição de hoje.

“Ele ofereceu conselhos estratégicos aos procuradores: eles deveriam, por exemplo, inverter a ordem das várias fases da investigação; rever moções específicas que planejavam arquivar; acelerar certos processos; desacelerar muitos outros. Moro passou informações sobre uma possível nova fonte para o MP; repreendeu os promotores quando demoraram demais para realizar novos ataques; endossou ou desaprovou suas táticas; e forneceu-lhes conhecimento antecipado de suas decisões”, destaca a reportagem.

O jornal continua, afirmando que “Moro se envolveu em questões de cobertura da imprensa e se preocupou em obter apoio do público para a acusação”. “‘O que você acha dessas declarações malucas do comitê nacional do PT? Deveríamos refutar oficialmente?’ Ele perguntou uma vez ao promotor federal Deltan Dallagnol, referindo-se a uma declaração do Partido dos Trabalhadores de Lula, na qual a acusação era considerada uma perseguição política. Observe o uso da palavra ‘nós’ – como se o Sr. Moro e o Sr. Dallagnol estivessem no mesmo time”, complementa o NYT.

“Isso tudo é, claro, altamente imoral – se não totalmente ilegal. Não viola nada menos que a Declaração Universal dos Direitos Humanos, que diz: ‘Todos têm direito, em plena igualdade, a uma audiência justa e pública por um tribunal independente e imparcial, na determinação de seus direitos e obrigações e de qualquer acusação criminal contra ele. ‘De acordo com o Código de Processo Penal do Brasil, os juízes devem ser árbitros neutros e não podem dar conselhos a nenhuma das partes em um caso. Moro também violou muitas disposições do Código Brasileiro de Ética Judicial, particularmente uma que diz que o juiz deve manter “uma distância equivalente das partes’, evitando qualquer tipo de comportamento que possa refletir ‘favoritismo, predisposição ou preconceito'”, diz o jornal.

“As mensagens vazadas mostram que Moro frequentemente ultrapassou seu papel de juiz – alguém que deveria ser imparcial e livre de preconceitos – para atuar como consigliere da acusação. Ele ofereceu conselhos estratégicos aos promotores: eles deveriam, por exemplo, inverter a ordem das várias fases da investigação; pensar duas vezes sobre uma ação específica que eles estavam planejando arquivar; acelerar certos processos; desacelerar muitos outros. Moro passou informações sobre uma possível nova fonte para a promotoria; repreenderam os promotores quando demoraram demais para realizar novos ataques; endossou ou desaprovou suas táticas; e forneceu-lhes conhecimento antecipado de suas decisões.

As revelações lançaram nova luz sobre a convicção de Moro a respeito do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em 2017. (No Brasil, os julgamentos por júri são restritos a crimes contra a vida, como homicídio e infanticídio. Em outros casos criminais, o mesmo juiz que supervisiona a investigação é também aquele que julga o acusado). (…)

O político de esquerda, que governou o país de 2003 a 2010, está atualmente preso, tendo sido condenado por corrupção e lavagem de dinheiro. Ele foi considerado inelegível para concorrer à Presidência precisamente no momento em que as pesquisas mostraram que ele era o favorito na corrida de 2018. A conveniente detenção de Lula preparou o caminho para a eleição da extrema direita de Jair Bolsonaro, que na época – veja só – gentilmente nomeou Moro como ministro da Justiça do Brasil”.

Nos novos vazamentos, a evidência de que Moro agiu para enganar o STF

Por Fernando Brito, no Tijolaço

Pode parecer pouco importante para nós, leigos, mas o que fica revelado, nos novos diálogos revelados na cooperação entre o The Intecerpt Veja, é que uma das principais obsessões de Sérgio Moro, usando de sua indevida “chefia” sobre o Ministério Público. era a “guerra do juiz natural” e. portanto, a demolição da pedra essencial de um regime democrático, a proibição de tribunais de exceção.

Explico: a primeira garantia da imparcialidade do juízo é a escolha do tribunal competente. Ela deve ser totalmente independente de escolhas prévias, que ajudem a “escolher” qual juiz ou juízes devem julgar um caso, mas assegura a distribuição mediante regras prévias e conhecidas de todos, daa jurisdição.

No caso da Lava Jato, isso não só foi desrespeitado como assumidamente tratado como um “valor jurídico”: “cair nas mãos de Moro” era, para o pelotão de linchadores, a única garantia de que seria feita a “justiça” e haveria punição para os acusados. De outro modo, ah, era aquela “justicinha” da pizza, do “não prende”, do “não confessa”, da impunidade.

Não foi assim que, por exemplo, saudaram a proibição, por Gilmar Mendes, de que Lula assumisse a Casa Civil do governo Dilma e “saísse de Curitiba”?

Isso já havia ficado claro, nas primeiras revelações, quando Deltan Dallagnol se mostra preocupado e depois aliviado com a forma leviana com que foram aceitas as supostas ligações dos triplex com contratos da Petrobras – o que persistiu, aliás, até a sentença de Moro, “suprido” com a delação de Léo Pinheiro sobre uma “conta geral de propinas”. Esta, surgida já no final do processo, é aquela que, em outros diálogos, procuradores dizem nunca terem ouvido falar.

j0_hM92v

Agora, os diálogos explicitam que Moro agiu para negar ao Ministro Teori Zavascki elementos do processo, que já eram de seu conhecimento e implicariam na mudança de foro. Exatamente como fez na revelação dos diálogos entre Lula e a então presidenta Dilma Rousseff que, sabidamente, escapava à sua jurisdição.

Vasculhe a sua memória e veja se acaso você se lembra do nome de algum juiz, exceto ou ou outro do Supremo, em todos os anos de sua vida.

O que apontam como mérito de Sérgio Moro, o de ter se tornado um juiz “diferenciado” foi, como se está a ver agora, a sua ruína e, possivelmente, a ruína de boa parte do “maior caso de combate à corrupção da história do Brasil”.

Procure com atenção e você verá que o único elo entre a Lava Jato (nome tirado de um posto de gasolina que lavava dinheiro em Brasilia) e o Paraná é o fato de que um dos doleiros, Alberto Yousseff, um dia havia operado em Foz do Iguaçu e era, coincidentemente, “cachorrinho de delação” de Moro em outro processo, do qual o juiz o havia livrado do xilindró.

Além dos prejuízos que Moro causou à administração da Justiça por sua ânsia de poder político, há o criado pela “escolinha do Moro”, uma penca de juízes aspirando à condição de “herói” que teve o medíocre maringaense, inclusive apelando para espetáculos deprimentes de posar com fuzis ou com halteres.

O moralismo, que por estas bandas virou “morolismo”, sempre foi e continua sendo a maior fábrica de imoralidades que pode haver numa sociedade.

A frase do dia

“O combate à corrupção no Brasil sempre foi a capa de moralidade postiça para a opressão imoral do seu povo negro e pobre. Daí a dificuldade da elite e da classe média em aceitar a queda de Moro. A hipocrisia de Moro é igual a deles!”.

Jessé Souza

Enquanto isso…

d-uwrepxuaaxwl_

Faustão é um meme vivo. Ele aparece em uma nova reportagem sobre a Vaza Jato da Revista Veja em parceria com o site The Intercept. Fausto Silva surge no vazamento de mensagens do Telegram dando orientações para Moro e a Lava Jato que foram acatadas por Deltan Dallagnol. O apresentador da Globo confirma o teor das conversas.

meme-1

meme-0

meme-8