Direto do Twitter

“Quando João se deitou faltavam cinco anos para a sua aposentadoria e ele receberia 1.800 reais por mês. Acordou faltando dez anos e receberá 1.200. Disseram-lhe que é justo, pelos fim dos privilégios e por amor ao Brasil.”

Juremir Machao, jornalista

Atacante com rápida passagem pelo Santos deve ser anunciado no Remo

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O atacante Higor Felippe está em Belém, realizou exames no Baenão e aguarda a conclusão dos últimos trâmites contratuais para ser anunciado como novo reforço (35º) na temporada. Aos 21 anos, ele é natural de Belo Horizonte (MG) e começou na base do Cruzeiro (MG). Em 2016, o Santos (SP) adquiriu o passe do atleta para jogar no sub-20. No ano passado, Higor passou pelo Villa Nova (MG) no primeiro semestre e terminou a temporada disputando o Brasileirão Sub-20 pelo Santos.

Neste ano, Higor retornou ao clube mineiro e atuou em quatro partidas do Estadual. O acordo com o Remo é de empréstimo até novembro junto ao Santos. A indicação é do técnico Márcio Fernandes, que conhece o jogador. Se confirmada a contratação, ele será uma nova opção para um setor que já conta com Gustavo Ramos, Emerson Carioca, Marcão Santana, Alex Sandro, Danillo Bala, Mário Sérgio e Tiarinha.

Nos últimos dias, circulou a informação de que Mário Sérgio e Tiarinha seriam desligados do elenco, a pedido do técnico azulino.

‘Coronelismo eletrônico’ faz juiz tirar concessão da Globo das mãos de Collor em Alagoas

A  13ª Vara Federal de Alagoas derrubou a concessão, permissão ou autorização do serviço de radiodifusão sonora ou de sons e imagens outorgado à TV Gazeta de Alagoas, à Radio Clube de Alagoas e à Radio Gazeta de Alagoas devido à participação do senador Fernando Collor (PROS-AL) no quadro societário das empresas.

A decisão vem após ação do Ministério Público Federal motivada por denúncia de 13 organizações ligadas à comunicação que desde 2015 empreendem um processo de ajuizar cerca de 40 parlamentares (32 deputados federais e 8 senadores) de 19 estados brasileiros por comandar emissoras de radiodifusão. O fenômeno, vedado pelo artigo 54 da Constituição, é conhecido como “coronelismo eletrônico”.

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Para Élida Miranda, do coletivo Intervozes – um dos que participa da denúncia -, a atuação da Justiça Federal no caso da TV Gazeta é de grande importância. “Historicamente, o senador Fernando Collor vem descumprindo os dispositivos constitucionais em relação ao funcionamento da concessão pública de radiodifusão. A Justiça tem que ser efetiva na fiscalização, inclusive não permitindo que tenham brechas jurídicas para que a decisão seja desfeita em alguma medida”, afirmou.

Miranda ainda acredita que essa ação não pode se limitar a Collor e deve atingir outros parlamentares. “Também é preciso ampliar essa fiscalização para outras empresas, que assim como a do Collor descumprem as regras constitucionais e não respeitam a concessão pública. Para o movimento pela democratização da comunicação não é uma novidade esse debate, mas isso precisa despertar na sociedade”, disse.

TV Gazeta causou polêmica na semana passada ao demitir jornalistas que participavam de greve histórica que mobilizou diversos comunicadores do Alagoas contra uma redução salarial de 40% imposta pelas redes de comunicação do estado. (Do Brasil 2 Pontos)

Força e renascimento

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POR GERSON NOGUEIRA

O Remo vive um momento de euforia, principalmente por parte da torcida, pelo anúncio da confirmação da volta ao estádio Evandro Almeida após cinco anos. Um misto de alegria, sensação de pertencimento e afeto sincero dominam a massa remista. Com razão.

Não é todo dia que um clube da grandeza do Remo consegue ganhar de volta um estádio, levando-se em conta os custos embutidos no projeto e o tamanho dos problemas existentes no Baenão, amplificados pelo longo tempo de inatividade.

A obra de engenharia envolveu a reconstrução da base das arquibancadas, grade protetora de vidro em torno do campo, vestiários, dependências de arbitragem, áreas de acesso, itens de segurança que os órgãos públicos exigiram e a instalação de um novo gramado.

Além disso, foi montada uma arquibancada metálica no lado que foi inteiramente destruído na aventura de cinco anos atrás, quando camarotes foram comercializados e o espaço não foi erguido.

Nesse período, quando o clube muitas vezes mergulhou em descrença quanto à revitalização do estádio de 102 anos, só a torcida seguiu acreditando firmemente na volta do Leão à sua casa.

Através de um projeto que unificou vários grupos de torcedores, em torno da marca Retorno do Rei ao Baenão, foi iniciada uma ampla mobilização nos últimos três anos. O trabalho de formiguinha captou recursos, obteve material de construção e levou à pintura e recuperação dos tobogãs de arquibancadas.

Com a vitória de Fábio Bentes na eleição presidencial do ano passado, o projeto da torcida ganhou força e apoio efetivo da diretoria. O Remo deu muita sorte. Oriundo de participação nas arquibancadas como torcedor comum, Fábio era o sujeito certo para assumir a missão de conduzir os destinos do clube.

Poucos teriam, como ele teve, a sensibilidade de entender que voltar para casa deveria ser sempre prioridade máxima para os dirigentes do Remo. Entregou-se ao esforço, junto com a brigada de torcidas, para reabrir o Baenão ainda em 2019.

Quando a obra corria risco de ser interrompida em plena Série C, veio a ideia brilhante de vender 10 mil ingressos antecipadamente, a um preço especial (tíquete mais camiseta), a fim de captar o montante necessário para concluir a reconstrução. Deu certo.

Neste sábado, quando o time entrar em campo contra o Luverdense, estará escrevendo uma página importante da história leonina. Uma história de força e renascimento.

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Globo, Copa do Brasil, VAR, Flamengo… tudo a ver

O VAR voltou a brilhar na rodada da Copa do Brasil, ontem à noite, principalmente no jogo Atlético-PR x Flamengo. Ao entrar em cena em três ocasiões, para revisão de lances duvidosos contra o Flamengo, o equipamento eletrônico mostrou (de novo) que não está imune ao peso dos clubes mais fortes do cenário esportivo no país.

Diego Alves foi apanhar uma bola a mais de um metro da área com os pés na linha divisória, mas, estranhamente, o auxiliar não viu e o VAR não deu as caras. Se houvesse revisão, o goleiro flamenguista teria que ser expulso. Dois gols do Atlético foram revisados e a arbitragem eletrônica anulou os gols.

O Atlético mandou no primeiro tempo, perdeu muitas chances e exagerou na afobação. Na etapa final, o jogo foi mais equilibrado, mas o rubro-negro do Paraná chegou ao gol em lance característico da equipe: bola cruzada na pequena área, bola sobrou nos pés de um zagueiro, que empurrou para as redes.

Quando estava prestes a marcar o segundo gol, em jogada de Cirino dentro da área, o atacante foi tocado e caiu na área antes de finalizar. O VAR revisou o lance e o parrudo árbitro Daronco levou mais de cinco minutos verificando que decisão tomar diante do penal claro sobre o atacante do Atlético.

Finalmente, após olhar cuidadosamente, ele encontrou uma possível falta sobre o zagueiro Rodrigo Caio em disputa anterior à entrada de Cirino na área. Daronco, com ar de evidente alívio, anotou a falta e não marcou a penalidade. No minuto seguinte, com a zaga paranaense desarvorada, o Flamengo chegaria ao empate.

O chato é que as seguidas interrupções prejudicaram o time mais ágil e disposto a se impor. O Atlético, com Cirino e Roni, principalmente, cercou a área do Flamengo nos 20 minutos finais e esteve muito perto de vencer. Os dez minutos de acréscimo não compensam o tempo perdido e a quebra de ritmo que o jogo sofre a cada parada.

Com tanta grana envolvendo a disputa da Copa do Brasil, é quase impossível que os grandes clubes não tenham o VAR a seu lado, mesmo em lances fortuitos e de difícil análise final. Na balança há sempre a forte possibilidade de prevalecer a força da influência político junto à CBF e sobre o débil corpo de arbitragem nacional.

O fato é que o jogo de ontem não será o último marcado pela interferência (por ação e omissão) do VAR. Ainda veremos muita coisa nesta reta final do torneio. A conferir.

(Coluna publicada no Bola desta quinta-feira, 11)

Gol de placa

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Depois da conquista da Copa América, o lateral-direito e capitão da Seleção Daniel Alves, eleito o melhor jogador do torneio, entregou pessoalmente a sua camisa (13) ao governador petista da Bahia, Rui Costa. (Do blog Nocaute)

Trivial variado do dia em que o povo teve a aposentadoria negada

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“Para quem fica do lado do governo e não quer nem saber do que se trata, só avisando: quando tiver velhinho, sem dinheiro, sem remédio, sozinho, era isso que eles estavam votando hoje, a diminuição e, em alguns casos o fim, da tua aposentadoria!”. Luís Paulo Valois

“Para quem chegou agora, não me pergunte em que parte do filme estamos. O que sei é que os mocinhos estão morrendo, muitos desempregados e um outro tanto sofrendo horrores. E os bandidos estão se dando bem”. Sidney Rezende

“Foi um triste dia. Começamos perdendo dois grandes brasileiros: Paulo Henrique Amorim e Chico de Oliveira. Terminamos com o Bolsonaro/Guedes/ Maia esfolando os trabalhadores. Vai levar tempo para reverter!”. Paulo Teixeira

“Nesse momento eu queria adorar futebol (ou novela ou qualquer coisa fútil), não me interessar por política, ser alienada e só olhar pro meu umbigo, enfim, queria ser meus parentes, porque ter consciência social e de classe no Brasil atual acaba com o humor e a sanidade mental de qualquer um”. Lisa Débora da Silva

“Taí a pior notícia que a resistência no jornalismo brasileiro podia receber neste momento: Paulo Henrique Amorim morre em pleno exercício deles, a resistência e o jornalismo, aliados a um talento transcendente, exercido em todas as mídias da Realidade até ontem. Canalhas em festa”. Palmério Dória

“A elite brasileira detesta igualdade, justiça social e condições dignas para os mais pobres. São coisas inaceitáveis. Ela gosta mesmo é de fazer caridade, doações e, assim, alimentar a falsa sensação de praticar o bem. Pura hipocrisia”. Abdalah Farah Neto 

“Acaba a aposentadoria no Brasil. Os culpados são Bolsonaro, seus deputados e quem os elegeu. Cobrem deles sua miséria no futuro”. Cynara Menezes

Barganhas, emendas e acertos de dívidas para votar o fim da aposentadoria

Por Hylda Cavalcanti, na RBA

A aprovação em primeiro turno do texto-base da proposta de reforma da Previdência na Câmara mal foi concluída e já passou a ser chamada de “tratorada”, diante das artimanhas usadas pelo governo e sua base para comprar votos. Além do aumento de emendas no valor total de R$ 2 bilhões para R$ 3 bilhões para os deputados, hoje (10) o Executivo autorizou refinanciamento de dívidas de agricultores – a pedido dos ruralistas. E o ministério da Saúde liberou mais R$ 100 milhões em verbas para o setor em vários municípios.

Até a madrugada desta quarta-feira já tinham sido oferecidas verbas extras do orçamento e desaceleração de empenhos. Tudo disso, diante de avisos pelos governistas de monitoramento sobre quem votaria e quem não votaria com a reforma, num recado claro que só seria contemplado quem estivesse favorável ao texto da proposta.

Os acertos de hoje foram avaliados, também, como uma tentativa de minimizar supostos acordos feitos nos bastidores entre os parlamentares para que a proposta, após aprovada em sua integralidade na Câmara, fique parada no Senado em “compasso de espera” até que as promessas feitas pelo Executivo aos deputados sejam cumpridas.

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Um “toma lá, dá cá” como poucas vezes se viu. Mesmo num país cujo Legislativo é acostumado a esses procedimentos. A conta, que por baixo passa de R$ 3 bilhões, conforme cálculos de partidos da oposição como PT e Psol, não está totalmente garantida pelo orçamento. Ou seja: pode ser retirada da verba de outros programas de Saúde e Assistência Social.

Segundo o líder do PT, Paulo Pimenta (RS), uma das alternativas oferecidas pelo governo, a promessa de empenho de emendas sem autorização legislativa, é “irregular e ilegal”. O líder do Psol, Ivan Valente (SP) também criticou a medida e as duas siglas ficaram de entrar na Justiça.

A queixa dos dois líderes diz respeito à promessa de pagamento de um valor extra R$ 1 bilhão, quando na verdade o valor está atrelado a uma emenda no montante de R$ 93 milhões aprovada pela Comissão de Seguridade Social da Câmara cujo valor original era de R$ 2 bilhões.

Essa emenda é destinada ao aumento do custeio de serviços de assistência hospitalar e ambulatorial, mas o volume de recursos, para chegar a esses R$ 2 bilhões, ainda precisa ser aprovado pelo Congresso.

‘Cheque em branco’
“Despesas públicas dependem de autorização expressa do Legislativo. O governo pode executar uma emenda na sua totalidade, mas não pode ultrapassar o valor autorizado pelo Congresso Nacional. O que estão fazendo é passando um cheque em branco para os parlamentares para conseguirem pelo Congresso a liberação destes recursos posteriormente”, afirmou Paulo Pimenta.

“Isso é uma ilegalidade completa e coloca em xeque a votação da Previdência. Isso se chama corrupção”, completou Ivan Valente.

Na conta dos deputados, o acordo feito pelo Palácio do Planalto com as bancadas foi de que cada um deles, que têm direito a R$ 15,4 milhões em emendas individuais pelo Orçamento Geral da União, passaria a receber R$ 4,6 milhões a mais se votasse favoravelmente à proposta. Tudo isso, em emendas para os estados e municípios que compõem suas bases eleitorais.

“A proposta é o “alicerce para a reconstrução do país”, argumentou a líder do governo no Congresso, deputada Joice Hasselmann (PSL-SP), quando questionada a respeito, sem saber explicar as contradições de um governo que pregou, durante a campanha eleitoral, que acabaria com o chamado ‘toma lá, dá cá’”.  “Essa proposta foi construída com a ajuda de muitos dos deputados”, ressaltou.

Conforme contaram vários colegas, Joice passou a tarde com planilhas para acompanhar toda a votação dos deputados.  Ela foi rebatida pelo líder da oposição, Alessandro Molon (PSB-RJ), que afirmou em fala no plenário que a proposta vai criar um país mais desigual. “É justo fazer um trabalhador que ganha em torno de R$ 2 mil deixar para o seu viúvo ou viúva menos de um salário mínimo”, perguntou.

O deputado Henrique Fontana (PT-RS) lembrou que os recursos que o Executivo pretende conseguir com a reforma poderiam ser arrecadados de outra maneira, como por meio do aumento de impostos sobre lucros, dividendos e grandes fortunas e com a revisão de incentivos fiscais concedidos. A seu ver, “é possível buscar financiamento suficiente daqueles que podem pagar, sem atacar os mais pobres”.

‘Desrespeito’ ao regimento
Dois momentos tensos da votação da matéria foram observados na madrugada de ontem e na tarde de hoje. Ontem, suscitou discussão entre os parlamentares o questionamento feito pela deputada Jandira Feghali (PCdoB-RJ) sobre as regras estabelecidas pelo regimento interno da Casa.

Pouco tempo depois de o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), ter defendido o mérito de uma proposta para ser apresentada em outra sessão, a parlamentar criticou o fato de Maia ter tomado tal iniciativa enquanto presidia os trabalhos na mesa diretora. Talvez por esse motivo, ele preferiu deixar a mesa para falar como deputado na tribuna do plenário, ao final da votação.

“Não podemos ser tratorados quanto ao regimento desta Casa. O presidente não pode fazer defesa de mérito sentado na sua cadeira. Diante de uma matéria complexa como esta é importante que tenhamos o direito de levantar questão de ordem e falar com profundidade sobre a matéria. Até porque a propaganda feita pelo governo com o dinheiro público não explica bem para a população o quanto é danosa esta proposta”, afirmou Jandira.

Os oposicionistas também se queixaram de Maia por ter proibido a manifestação por parte da oposição, de faixas e placas. O presidente da casa argumentou que isso é proibido pelas normas regimentais e se defendeu dizendo que está atuando para que sejam seguidas à risca.

À tarde, outra tensão foi observada, mas entre manifestantes e policiais legislativos na entrada do anexo 2 da Câmara. Eles foram impedidos de passar para as galerias e tiveram de se posicionar por trás das grades de isolamento colocadas no local pela segurança do Congresso, mas o protesto foi organizado de forma pacífica.

A frase do dia

“Estão estimulando a formação de uma sociedade egoísta, dura, sem solidariedade, materialista, injusta, perversa. De gente que tem Deus na boca, vento na cabeça e o Capeta no coração”.

Antero Greco, jornalista

Fifa determina que Cruzeiro perca 6 pontos no Brasileiro

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Por causa de uma dívida referente à compra do atacante Willian, hoje no Palmeiras, o Cruzeiro foi acionado na Fifa e sofreu uma derrota em primeira instância. A entidade máxima do futebol determinou que o clube mineiro perca seis pontos no Campeonato Brasileiro, mas a diretoria celeste já entrou com um recurso para evitar a punição. A informação foi antecipada nesta manhã pelo jornalista Ancelmo Gois, do jornal “O Globo”.

A punição do Comitê Disciplinar da Fifa ao Cruzeiro ocorreu por causa de uma dívida na casa de R$1,5 milhão de euros (cerca de R$6,3 milhões) com o Zorya Luhansk. O clube ucraniano entrou com a ação em junho de 2017 para cobrar o montante e recebeu o parecer favorável no início deste ano.

O advogado Breno Tannuri é quem cuida dos processos contra o Cruzeiro na Fifa. Em nota, o clube mineiro informou que já recorreu sobre o caso e rechaçou a possibilidade de perdes pontos. “Há um processo tramitando na FIFA, do FC Zorya da Ucrânia contra o Cruzeiro Esporte Clube, relativo à transferência do atleta William Bigode.

O Cruzeiro EC perdeu a causa em primeira instância, mas, em seguida, entrou com um recurso conseguindo uma liminar que foi aceita pela FIFA e pelo CAS – Corte Arbitral do Esporte. Um novo julgamento será marcado dentro de aproximadamente 10 meses. Segundo nosso advogado internacional, Dr. Breno Tanuri, se houver nova derrota, o Clube terá 90 dias para efetuar o pagamento da dívida. (Com informações de ESPN e UOL)

Processos contra PHA são caso mais impressionante de assédio judicial contra jornalista no Brasil, diz repórter

Do jornalista Rubens Valente no Twitter:

Em maio, num encontro de jornalismo Europa-AL da União Europeia e Ipys no Peru, citei as dezenas de processos movidos contra Paulo Henrique Amorim. Antes, pedi a ele que mandasse uma frase para eu citar no meu comentário, e foi esta: “Diz-me quem te processa e te direi quem és!”

As dezenas de processos contra PHA são o caso mais impressionante de assédio judicial no Brasil por conta do exercício do jornalismo. Vc podia discordar do que ele dizia, eu mesmo discordei de críticas a colegas que prezo e admiro, mas liberdade de expressão é exatamente isso.