POR CARLOS BARROS
Tenho 6.8 . Sou do tempo da criatividade sobreposta à força física. Do poder ofensivo acima do defensivismo. Do ataque sobre a defesa. Da raça. Da alma comendo grama. Do coração sobre o “bico da chuteira”. Sou Paysandu. Sou Bicolor. Sou Papão da Curuzu. Daí execro o treinador Dado Cavalcanti, amante do defensivismo, que tem como “gurus”: Zagalo, Parreira, Felipão e outros tais “Deus-me-livre”. Entendo que ele é um “estelionatário”, um aplicador de “contos dopaco” futebolísticos, que com sua lábia vitimou a maioria da mídia esportiva, da diretoria e da torcida. Também aos cultores de sentimentos nanônicos, conformistas à ideia da permanência na série B como conquista. No mínimo “Santa Estultice”. O Paysandu Esporte Clube tem seu estádio. Sua sede. Sua diretoria. Sua comissão técnica. Seus atletas. Mas o que o identifica é sua gente. Sua torcida: “A Nação Bicolor”.
Cabe a nós, “Nação Bicolor”, sermos o ataque, a ofensividade,com nossas cabeças, nossos pés e mãos, com nossos corações, com nossas almas, com nossa garra, nossa raça, os impulsionadores, os propulsores de nossa equipe rumo à conquista de fato: Ave, série A! Ave, “Nação Bicolor”! Ave, “Pavilhão Alvi-azul”! Assim seja!
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