Remo agita disputa no Top 20 do Torcedômetro

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DO LANCEPRESS!

O Top 20 do Torcedômetro, ranking nacional de sócios-torcedores do Movimento por um Futebol Melhor, vem sendo agitado por um trio. Nesta semana, Remo, Ponte Preta e Fortaleza ficaram ainda mais próximos em número de associados. O Fortaleza passou a Ponte e assumiu o 18º lugar do Torcedômetro, com 9.558 sócios. O clube campineiro, por sua vez, conta com 9.541 associados e já vê a 19ª colocação ameaçada. Isso porque o Remo vem crescendo, entrou no Top 20 e atualmente conta com 9.528 filiados.

Além de ajudarem seus clubes, os sócios também aproveitam os descontos e benefícios oferecidos por Ambev, Unilever, Pepsico, SKY, TIM, BIC, Centauro.com.br, Easy Taxi, Multiplus, Editora Abril, Méliuz e Raízen, empresas parceiras do Movimento por um Futebol Melhor. Desde 2013, o Movimento concedeu mais de R$ 60 milhões em descontos aos associados. Em julho, o projeto atingiu a histórica marca de 1 milhão de sócios e contribui para uma receita estimada de R$ 400 milhões/ano no futebol brasileiro. (Foto: MÁRIO QUADROS)

Julgamento “histórico” e a jato – apenas 19 minutos

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POR FERNANDO BRITO, no Tijolaço

Acompanhei, estarrecido, o voto dos ministros do TCU sobre o relatório em que Augusto Nardes  propõe a rejeição das contas presidenciais, que acaba de ser encerrado.

Do relatório, porque a leitura do seu voto também não  passa de uma página, que se seguiu à leitura do relatório “técnico”.

Em apenas 19 minutos, houve  apresentação dos votos “fundamentados” de todos os integrantes da corte.

Nenhuma palavra sobre as alegações do Governo.

Nenhum argumento a favor ou contra as ponderações da defesa apresentada pela Advocacia Geral da União.

Absoluto silêncio sobre o fato de o tribunal ter aprovado, em outros anos, as operações que agora chama de “pedaladas fiscais”.

Só elogios a Nardes, aos funcionários do TCU, ao “momento histórico”.

Rasgações de seda, muitas. Contraditório, nenhum.

Alguns dizem rapidamente que poderia discordar de “uma ou outra conclusão”, mas nem se deram ao trabalho de falar qual.

Chega-se a pensar em o que fazem aqueles senhores e senhoras, ganhando tão bem, se é para apenas ratificarem o que dizem os funcionários que, por função, não têm de analisar circunstâncias, mas contabilidade.

Transcrevo a cronologia da Folha, para que não fique dúvida sobre o tempo dos “votos”:

  • 19h45  – Ministro Augusto Nardes passa para a parte final de seu parecer
  •  19h45  – O ministro recomenda a rejeição das contas de Dilma pelo Congresso
  •  19h52  – Ministro Walton Alencar Rodrigues vota a favor da rejeição das contas e diz que esta pode ser a segunda vez na história que as contas de um presidente brasileiro são recusadas. A primeira foi em 1937, na gestão Getúlio Vargas.
  • 20h04  –Outros três ministros votam pela reprovação das contas do governo
  • 20h04  – Por unanimidade, ministros reprovam contas do governo Dilma Rousseff. Vários ministros chamaram o parecer de “histórico”.

É caso de Guiness Book e de ficarmos pensando se, numa decisão tão grave e complexa como esta não é preciso debate, avaliação, controvérsia sobre o que dizem as razões da defesa, e bastam apenas 19 minutos para que os  sete ministros votassem um processo que examina as contas de todo o Governo Federal.

E para, como até se mencionou ali, fazerem a Dilma o que só se fez contra Getúlio Vargas, nos 80 (!!!) julgamento de contas presidenciais.

Sobrou tempo, até para Nardes ler uma imensa lista de agradecimentos na base do “dedico este voto a…”

Ainda com sobra de horário para se verem, orgulhosos, no Jornal Nacional…

CBF nega irregularidade de atleta do Lajeadense

Durou pouco o sonho do Central de Caruaru de permanecer na disputa da Série D. A CBF confirmou, na tarde desta quinta-feira, que o Lajeadense-RS não utilizou irregularmente o meia Diego Torres na competição. Com isso, o representante gaúcho está mantido no campeonato. No confronto direto entre os dois times nas oitavas de final, o Lajeadense levou ampla vantagem, com um resultado final agregado de 6 a 1.

Há 48 anos, a morte de um revolucionário

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Ernesto Guevara de La Serna, o Che, guerrilheiro, político, jornalista, escritor e médico argentino-cubano, foi assassinado por forças do Exército em La Higuera (Bolívia) no dia 9 de outubro de 1967. Abaixo, um relato das últimas horas do líder revolucionário que ajudou Fidel Castro na tomada de poder em Cuba e combateu em diversas frentes de luta pelo mundo:

No dia 9 de outubro, o ditador boliviano Barrientos, seguindo as ordens da CIA, ordena a execução de Che. O coronel boliviano Miguel Ayoroa, que participou da captura de Che, dá seu testemunho: “Um dos homens da CIA era Félix Rodríguez, um cubano exilado que entrou na escolinha gritando “Você sabe quem eu sou?”. Che o olhou com asco e respondeu. “Sim, um traidor”, e cuspiu na cara dele.
Félix Rodríguez contaria mais tarde: “Mandei [ao sargento] Terán que efetuasse a ordem. Disse que deveria disparar sob seu pescoço já que assim poderíamos provar que tinha sido morto em combate. Terán pediu um fuzil e entrou na sala com dois soldados. Quando escutei os disparou anotei no meu caderno 1:10 pm, 9 de outubro de 1967.”

O sargento Mario Terán relataria sua experiência em 1977 à revista francesa Paris-Match: “Hesitei 40 minutos antes de executar a ordem. Fui falar com o coronel Pérez com a esperança de que ele a tivesse anulado. Mas o coronel ficou furioso. Assim é que eu fui. Esse foi o pior momento de minha vida. Quando cheguei, Che estava sentado em um banco. Ao me ver, disse: ‘O senhor veio me matar’. Eu me senti coibido e baixei a cabeça sem responder. Então, me perguntou: ‘O que os outros disseram?’. Respondi que não tinham dito nada e ele disse: ‘Eram um valentes!’. Eu não me atrevi a disparar. Nesse momento, vi Che grande, muito grande, enorme. Seus olhos brilhavam imensamente. Sentia que vinha para cima de mim e, quando me olhou fixamente, senti uma tontura. Pensei que, com um movimento rápido, Che poderia tirar a minha arma. ‘Fique tranquilo – me disse – e aponte bem! Vai matar um homem!’. Então, dei um passo para trás, até o limiar da porta, fechei os olhos e disparei a primeira rajada. Che, com as pernas destroçadas, caiu no chão, se contorceu e começou a jorrar muitíssimo sangue. Eu recuperei o ânimo e disparei a segunda rajada, que o atingiu em um braço, no ombro e no coração. Já estava morto.”

Irregularidade de atleta pode paralisar a Série D

Central x lajeadense (Foto: Vital Florêncio / GloboEsporte.com)

Uma informação explosiva sacudiu a Série D nos últimos dias. O presidente do Central de Caruaru (PE), Jandoval Bezerra, afirma ter informações de que o Lajeadense, adversário do time pernambucano nas oitavas de final da competição, teria escalado um jogador irregular. Segundo o dirigente, a CBF já estaria fazendo uma investigação acerca da suposta irregularidade, podendo divulgar um parecer prévio nesta sexta-feira. Caso se confirme a informação, o Central ficaria com a vaga nas quartas de final, visto que o Lajeadense seria eliminado. Por enquanto, a CBF não se pronuncia.

A partida entre Lajeadense e River está marcada para segunda-feira (12) pelas quartas de final da Série D.

Por outro lado, uma eventual classificação do Central mudaria por completo a ordem dos jogos nas quartas, passando o Remo a ocupar a terceira colocação entre os oito classificados. Com isso, iria enfrentar outro adversário, e não mais o Operário-PR.

No confronto entre Central e Lajeadense, o time de Lajeado venceu a partida de ida por 4 a 0 e a de volta por 2 a 1, esta última no estádio Lacerdão, em Caruaru. (Com informações do globoesporte.com-PE)

Briga de foice no escuro

POR GERSON NOGUEIRA

O afunilamento da zona de acesso à Série B a nove rodadas do final pode dar ao campeonato um grau de emoção que até agora ficou restrito a pouquíssimos momentos. Um pelotão de nove times briga hoje por três vagas – levando em conta que o líder Botafogo tem oito pontos a mais que o quinto colocado (Papão). No ano passado, a essa altura da competição, a disputa envolvia apenas seis times.

Um fato revelador desse equilíbrio está na distância entre as equipes. O Vitória, segundo colocado com 52 pontos, tem apenas 4 pontos a mais que o quinto colocado e 7 em relação ao décimo colocado, o Luverdense. Entre o rubro-negro baiano e o alviverde mato-grossense, estão América-MG, Santa Cruz, Paissandu, Bahia, Náutico, Sampaio Corrêa e Bragantino.

Vale observar ainda que Santa Cruz, Papão e Bahia ostentam a mesma pontuação – 48 pontos -, enquanto Náutico e Sampaio têm 46 e Braga e Luverdense estão empatados com 45. A distância, portanto, é muito pequena entre e um outro time, o que sinaliza para uma reta final eletrizante, pelo menos quanto ao equilíbrio entre os postulantes ao acesso.

No aspecto técnico, a Segundona 2015 ano é uma das mais fracas dos últimos anos, com equipes niveladas por baixo e pouquíssimos destaques individuais. Os jogos são amarrados, feios de ver, excessivamente presos à marcação e com poucas chances de gol, aspectos que devem ser radicalizados ainda mais nas próximas rodadas.

Se por um lado é um torneio de qualidade sofrível, por outro a Série B abre espaço para que neste ano azarões possam sonhar com a subida à Série A. O próprio Botafogo, primeiro colocado e bem próximo de garantir o retorno à Primeira Divisão, tem sido protagonista de partidas bisonhas, sem inspiração e com uma equipe extremamente operária, cuja diferença em relação às demais têm se revelado na capacidade de aproveitar melhor as oportunidades.

O Papão, que por várias vezes esteve no G4 e cumpre campanha extremamente satisfatória, também não se destaca pela qualidade do jogo que pratica. É um time pragmático, que faz da objetividade sua marca mais forte. Venceu a maioria das partidas, sem convencer ou dar espetáculo.

Enquanto teve força e fôlego, superou a maioria dos adversários em casa e equilibrando nos jogos como visitante. A partir do grande esforço para garantir permanência na competição para 2016, o grupo passou a acusar os efeitos da dura maratona, com vários titulares lesionados ou suspensos. Isto ajuda a explicar a atual fase, com apenas um ponto conquistado em quatro partidas, culminando com o empate de anteontem diante do Bahia.

O consolo é que todos os adversários diretos do Papão na batalha do acesso padecem dos mesmos males, alguns inclusive em situação bem mais preocupante quanto às condições do elenco para ir até o fim do campeonato.

A disputa é aberta, com chances mais ou menos parecidas para todos, embora Vitória, América, Santa Cruz, Papão, Bahia e Náutico surjam como mais credenciados, com base no retrospecto, na história e no peso das torcidas.

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Visita a vestiário gera nova polêmica 

A visita do árbitro paraense Dewson Freitas ao vestiário do trio de arbitragem da partida entre Papão e Bahia, anteontem, no Mangueirão, rendeu citação na súmula do jogo. É, por enquanto, um mistério a razão da visita e, mais ainda, o motivo do registro no documento oficial da partida.

O episódio, embora sem os mesmos ingredientes, faz lembrar a desastrada presença do gerente Fred Gomes, do Remo, ao vestiário do árbitro cearense Avelar Rodrigues em Palmas, levando a camisa azulina como presente. Lá, a emenda saiu pior do que o soneto, pois Avelar validou um pênalti inexistente, decretando a derrota do Leão.

Por via das dúvidas, a partir de agora, é recomendável manter distância dos vestiários da arbitragem.

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Papão sofre com ausências e empate é festejado

Pelo baixíssimo rendimento mostrado, o Papão laçou o boi contra o Bahia. Nas circunstâncias, o empate foi até um bom resultado, como reconheceu o técnico Dado Cavalcanti. Desfalcado na defesa e no meio-de-campo, o time encontrou sérias dificuldades para se movimentar em campo, situação agravada no segundo tempo com a quase infantil expulsão de Pikachu.

Por sorte, o Bahia mostrou cansaço, sentiu as baixas e se atrapalhava na ligação entre meio e ataque, além de desperdiçar seguidas oportunidades.

O placar do jogo expressa a nota que cada time mereceu pela pífia atuação.

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Leão avança na consolidação do ST

O Remo atingiu ontem a marca de 9.455 sócios torcedores cadastrados no programa Nação Azul, com taxa de inadimplência ainda alta – em torno de 30%. Meta é chegar a 12 mil ST na fase decisiva da Série D.

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Brasil de Dunga estreia sob ameaça 

O Chile é o primeiro adversário do Brasil nas Eliminatórias. A Seleção canarinho nunca perdeu em estreias do torneio de acesso à fase principal da Copa do Mundo. O retrospecto é amplamente favorável em confrontos com o Chile. Tudo isso conspira em favor de Dunga.

Só não é positiva a comparação com o momento vivido pelos campeões do continente, muito bem treinados pelo argentino Jorge Sampaoli e com jogadores em fase mais produtiva.

Para piorar, Neymar está fora.

Por tudo isso, o jogo é extremamente perigoso para o Brasil.

(Coluna publicada na edição do Bola desta quinta-feira, 08)

E sobrou pro cara do RH…

Reputação no lixo: como a Air France chegou a este ponto?

POR JOSÉ LUÍS NEVES, no Linkedin

Quantos franceses são necessários para fazer uma reestruturação? Resposta: três: um para planejar os cortes, outro para cruzar os braços e um terceiro para ir às ruas fazer greve.

Ao anunciar na sede da Air France que a companhia pretende fazer cortes de 2.900 postos de trabalho nos próximos dois anos, o vice-presidente de RH Xavier Broseta foi surpreendido por dezenas de trabalhadores que invadiram a reunião em que ele explicava seus planos, agredindo-o e rasgando suas roupas. O presidente da Air France, Frédéric Gagey, havia abandonado o local ao ver os trabalhadores entrarem. Sem camisa, Broseta foi retirado da reunião por seguranças.

Como se chegou a este ponto?

Os cortes atingiriam 1.700 funcionários em terra, 300 pilotos e 900 funcionários de cabine.

Há mais: para reduzir custos, além do corte de pessoal a Air France anunciou a intenção de passar a ter 14 aviões a menos fazendo voos de longo alcance, extinguir cinco rotas e cancelar 37 percursos deficitários. Os executivos da empresa afirmam que metade das rotas de longa distância da Air France opera com prejuízo e seus quadros teriam de melhorar a produtividade em 17% para que a empresa volte a ser competitiva.

A companhia informou também que pretende cancelar seu pedido pela aeronave Boing Dreamliner; são 19 jatos do modelo 787-9 e seis 787-10, cujas encomendas já feitas seriam canceladas.

Rock na madrugada – Beatles, Eight Days A Week

A canção foi lançada pelos Beatles em 7 de outubro de 1964, portanto há 51 anos. O título nasceu de uma conversa de Paul com um motora de táxi na frente da casa de John Lennon. O músico perguntou se o taxista andava muito ocupado e ele respondeu: “Ocupado? Tenho trabalhado oito dias por semana”. Paul gostou da frase e resolveu usar na música. O resto é história. It’s only roquenrou…