“Somos ruins em saída de emergência, hidrante, vistoria. Não adianta, não é o nosso negócio.”
De Ruy Castro, jornalista e escritor.
“Somos ruins em saída de emergência, hidrante, vistoria. Não adianta, não é o nosso negócio.”
De Ruy Castro, jornalista e escritor.
À beira da extinção, informação e curtição sem perder o sinal do Wi-Fi.
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Jornalista, escritor. Profeta também?
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Lido no diário de hoje empresários se queixando de supostos 40 ônibus quebrados. Não defendendo os vândalos mas, talvez assim
eles (os empresários) troquem esses calhambeques que todos os anos eles prometem renovar a frota. Há quanto tempo que não se vê um ônibus novo rodando em Belém.
Os mais novos que se vêem aqui são “guaribados” no Rio, S. Paulo, sabe-se lá onde.
Procurei lugar para inserir esse comentário, não achei, por isso vai aqui mesmo.
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Eu diria que a honestidade não é o negócio do Brasil.
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Quer uma dica amigo Luiz? Lá vai…quando o assunto for relacionado a problemas da cidade ou algo parecido faça na Capa do Diário. É só uma dica é claro, como diz o Gerson o espaço é livre.
E sobre o assunto todas estas sucatas devem estar no seguro com as bênçãos da Amub ex Ctbel, e haja carroça na cidade.
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Eu diria que honestidade é que não é o negócio do Brasil.
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Eu diria que somos ruins em seguir normas, padrões, em sermos educados, em respeitar a vida. Preferimos sempre o jeitinho, em qualquer situação, pois é mais fácil e rápido, e quase sempre custa bem menos.
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Eu diria que o brasileiro no geral sofre de um problema sério, em tudo ele acha que todas coisas ruins podem acontecer com todos, menos com ele. É motorista, motociclista principalmente, ciclista, pedestre, politico, ladrão e assim se vai.
Quando o cara tá na pior bate o arrependimento, bom quando ele está vivo pra se arrepender.
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Acho que há uma crise ética no Brasil, só isso.
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Concordo, mas acho que já fomos piores.
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Desculpe sr. Maurício Carneiro
Piores do que isso??? Quando???
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Acho que não se pode entrar na paranoia do alarmismo, cumpre ter equilíbrio. Senão, ninguém mais sai nem de casa. Mas, também acho que ainda dá tempo de se investir na PREVIDÊNCIA. Seja pra copa, seja pro campeonato brasileiro, seja para o campeonato paraense. Afinal, depois que acontecem as catástrofes, toda e qualquer providência punitiva e corretiva não é capaz de repor as coisas ao estado anterior.
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Já sim Luiz Fernando. Quem tem mais de 40 lembra de muitos absurdos no trânsito sem código, das noites sem leis, do Mangueirão bandola com 50 mil, do Maraca com 150 mil, do livre acesso às armas – lembra da Casa das Armas na Campos Sales? E por aí vai. Mas infelizmente tem um campo onde a ética nâo tem vez, a política, e aí, amigo, nâo adianta leis modernas. Mas até na política já observamos leis recentes que visam a ética, como as da fidelidade partidária, responsabilidade fiscal e ficha limpa. O duro é o fisiologismo, o corporativismo das instituições.
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Vejam só esta frase do Geraldo “OPUS DEI” Alckmim: “Quem quer dar aula faz isso por gosto e não pelo salário. Quem quiser ganhar dinheiro, pede demissão e vai para o ensino privado.”
Seria bom se os políticos também governassem por gosto e não por dinheiro.
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