Por Marcelo Gomes
No final do RexPa, quando perguntado sobre a diferença de jogar no Cametá e no Remo, Leandro Cearense afirmou que não havia comparação. Disse que jogar com torcida era outra coisa, e inclusive que no banco de reservas estava com as pernas tremendo, mas que ao entrar no jogo o nervosismo passou e ele se soltou. O exemplo do Leandro serve para outros jogadores que se destacam em times pequenos e que nos últimos tempos têm esnobado Remo e Paissandu, quando são convidados para jogar nos mesmos. Jogar em Remo e Paissandu e enfrentar aquelas duas torcidas não é para qualquer um. Tem que ter futebol e personalidade, personalidade para enfrentar as cobranças do dia a dia e também os elogios. Ricardo Capanema pelo Paissandu é outro bom exemplo, tem jogado bem e vestido a camisa do PSC com naturalidade. Se eu fosse jogador de um time pequeno do nosso futebol, eu preferiria ganhar menos e jogar em Remo e Paissandu do que ganhar mais para jogar no Santa Cruz de Cuiarana, por exemplo. As chances de aparecer para o resto do Brasil são bem maiores. Uma vez um torcedor me disse que o Soares e o Flamel eram muito mais técnicos do que o Zé Augusto, do Paissandu. Eu respondi que podia até ser, mais no futuro ninguém vai lembrar dos dois jogando em times pequenos. Já o Zé Augusto vai ser sempre lembrado na história do futebol paraense e do Paissandu pela raça e gols que fez. Portanto, como remista, torço para o Leandro Cearense se destacar no Remo e até mesmo para o Ricardo Capanema no Paissandu, pois demonstraram não ter medo de desafios. (Foto: MÁRIO QUADROS/Bola)

é verdade tudo isso á unica diferença é que tem jogador que morre tentando e não sai da mesma , o zé augusto por exemplo , eternizou no maessandu , ou seja deveria pensar grande e fazer seu pé de meia , mas preferiu ficar e se acomodar por lá mesmo , não se projetou para o futuro , agiu como outros jogadores como evandro , albertinho e etc.., que abrem a boca para falar besteiras e depois se arrependem , ai já é tarde ficam sem futuro. jogador profissional não tem amor á clube tem que cuidar é da sua familia financeiramente. falar besteira é burrice , depopis as consequenciais vem no futuro , o zé augusto é exemplo , vai sendo esquecido devagazinho o terçado vovo ainda quer jogar um RE X PA para se aposentar , como ? falta tudo á ele , principalmente futebol. quem fala o que quer escutar o que não quer. Dema , Belterra , Chico monte alegre , cabinho , dadinho , ninguem via esses caras , falando mal de REMO ou PAIS.. tai são vistos com bons olhos de anbos os lados. iss´ é neuronio bom.
CurtirCurtir
De qualquer forma o Zé Augusto já escreveu seu nome na historia do paisandu,isso ninguem tira dele,o que eu quis exemplificar é a importância de se jogar em time de massa e não ter medo de desafio.Algo que falta em alguns jogadores regionais que atuam em times pequenos. O tema do post é exatamente esse,o Zé foi só um exemplo positivo.
CurtirCurtir
Observação muito pertinente a sua meu caro Marcelo Gomes!
O Adriano se equivoca ao criticar o Zé Augusto e dizer que ele se acomodou ao decidir ficar por aqui. Dois pontos:
1) Conheço alguns familiares do Zé e lembro de comentarem comigo que ele chegou a ter propostas de clubes do Sul e Sudeste, mas que sempre eram inferiores financeiramente.
2) Ele jogou no Paysandu na melhor fase da história do clube, disputando série B e A, o que também não deixava de ser uma vitrine caso surgisse uma proposta mais vantajosa..E outra, ele ganhava bem. Especialmente após a conquista da B, em que ele foi um dos artilheiros bicolores na competição!
CurtirCurtir