Durante duas horas, a Rádio Clube do Pará abriu espaço na noite desta terça-feira para um debate entre os candidatos à presidência do Paissandu, Victor Cunha (Chapa Centenário, da situação) e Vandick Lima (Chapa Novos Rumos, de oposição). Os postulantes ao cargo tiveram oportunidade de expor seus planos de governo e também de questionar as propostas do opositor. No primeiro bloco do programa, apresentado por Valdo Sousa, Vandick e Victor responderam a perguntas do próprio mediador e deste escriba baionense. Destaque para o esclarecimento de cada um sobre o projeto do centro de treinamento. Vandick ressaltou que já conta com um terreno (cedido pela família Aguillera, do grupo Big Ben) para erguer o CT. Victor contra-atacou lembrando que não há recursos para iniciar e concluir a obra, observando que grandes clubes (como Vasco e Flamengo) não dispõem de CT. Garantiu, porém, que o Paissandu tem a área cedida pela prefeitura de Marituba, cujo processo se encontra em tramitação no Iterpa, segundo ele.
Nos blocos seguintes, os candidatos confrontaram-se e fizeram perguntas um ao outro. Vandick voltou a afirmar que pretende profissionalizar a gestão do futebol, dando plenos poderes a um diretor contratado. Victor prometeu também iniciar a profissionalização, a partir do marketing e da comunicação. Falou também sobre o projeto Super Zé, que será um personagem de história em quadrinhos em homenagem ao ídolo Zé Augusto, desenhado pelo cartunista Joe Bennett.
Para finalizar, os candidatos responderam a questionamentos dos ouvintes. Vandick criticou a negociação do jogador Pikachu, avaliando que o valor anunciado é muito baixo. Sobre as divisões de base, Victor garantiu que o Paissandu mantém uma casa para abrigar 20 garotos vindos do interior – disse que aposta no potencial de algunms jovens atletas da ilha de Cotijuba. Vandick mostrou-se favorável ao projeto que torna inalienável o patrimônio dos clubes paraenses e Victor mostrou-se contrário por entender que impedirá o clube de contrair empréstimos bancários. O ponto alto foi o compromisso assumido de manter Lecheva como técnico na próxima temporada. Ambos reconheceram a importância que o treinador teve para a obtenção do acesso à Série B. (Foto: MARCO SANTOS/Diário)

O Vandick apoia o projeto de tombamento do patrimônio dos clubes.
Vitor Cunha é contra porque impede acesso a novos empréstimos.
Ambos, à sua maneira, têm razão.
Sou mais Vandick. Na necessidade de empréstimos externos, os grandes “cardeais”, os abnegados, os beneméritos podem dar seu aval. Mas isso não interessa. O que interessa é sacar e não colocar dinheiro no clube.
Não sei se tenho razão ou não mas essa é minha opinião.
A rima não foi intencional, foi casual (Ops, de novo)
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Ficou provado que o Vandick está mais preparado para o cargo.
O Victor Cunha se vencer não terá apoio da família Aguillera, pois deixou bem claro que ele mesmo não vai aceitar a ajuda deles.
O Victor Cunha devia saber que o Paysandu pode perfeitamente usar O CT dos Aguileras e paralelamente ir construíndo o seu se quiser.
O que não pode é ficar sem CT.
O Botafogo como sabemos tem o direito sobre o Engenhão durante 20 anos. E não vai se acabar por causa disso.
Na verdade o Victor Cunha é o candidato do desaperreio, ou seja, não tinha tu, vai tu mesmo.
Não tenho duvidas que se o VC ganhar, o Paysandu terá grandes chances de cair.
Eler mesmo disse que vai fazer 50 anos em 2014 como torcedor do Paysandu. Hoje queremos um presidente que abdique da paixão e administre com a razão.
Vandick pro papão é a solução!
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Alto nível, aonde já ? só porque saíram da terceira ?
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FOi tiro certeiro na audiência dada pela RC e FOI SEM DÚVIDA alguma um debate histórico em Belém para todos os simpatizantes do futebol. Eu, enquanto Paysandu, acompanhei minuto a minuto as propostas de crescimento do Paysandu por parte dos candidatos e os temores destes quando eleitos e trabalhando no Papão. Diante disso, cheguei às seguintes conclusões:
VITOR CUNHA possui o mesmíssimo pensamento do LOP, e pelo visto se a torcida bicolor tem esperanças de ver um time forte na serie B se ele for eleito, pode tirar o cavalinho da chuva porque o homem chorou muita miséria e esqueceu até que se o Papão está endividado, um dos motivos foram os times fracos do Paysandu formados nestes periodo do LOP, onde a nação bicolor não prestigiou como deveria e receitas de Bilheteria foram quase nulas. Isso aliado ao grande período que o Papão ficou preso na serie C, desmotivou o investimento de grandes patrocinadores causando mais escassez de recursos financeiros. Ja o Wandik me demonstrou a falta de experiência administrativa a qual sabemos que ele não possui, mas deixou transparecer também pensamento grande, de formar um time forte para o Paysandu mesmo tendo também o pensamento que o Paysandu precisa ser SANEADO e não SACANEADO como o LOP vinha fazendo com o clube nestes 4 anos como presidente. Afirmo isso porque com LOP, não houve saneamento algum, tanto que a sede está a leilão, ele formou times fracos, demorou para subir o Papão mas nem por isso o clube está saneado. Mesmo precisando de uma boa dose de experiencia adminsitrativa, meu voto é do WANDIK
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Gostaria de saber a opinião do Nobre escriba. quem estar mais preparado para comandar o grande Bicolor Amazônico.
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BOMBA: Thiago Potyguar poderá acertar com o Flamengo-RJ, a qualquer momento…
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kkkkkkk! Cláudio é uma bom mesmo, para o Flamengo, sinceramente é serve muito por aqui.
RRamos
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Seria o camisa 10 que o urubú há algum tempo não tem.
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KKKKKK com essa contratação o Flamengo vai ficar que nem o Remo sem série.
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Caro Gerson, ouvindo as propostas dos candidatos fico me questionando …
Será que o Paysandu tem 2000 mil torcedores em potenciais com dinheiro? Explico…
Se o PSC tivesse interesse em construir um CT/Sede Campestre e ao mesmo tempo modernizar a Curuzu poderia fazer o seguinte:
– Promover um sistema de venda de Concessão (não é o velho e ridículo remido) de Apólice de Sócio Proprietário ao custo de 30.000 mil reais (a vista). Esta concessão duraria 20 anos sem custo e daria direito a frequentar todos os jogos do PSC sem custo de ingresso, camisa oficial “grátis”, frequentar a sede campestre e participar diretamente da vida social do clube.
Caso o PSC conseguisse 2000 sócios, teria no bolso algo em torno de 60 milhões de reais… O suficiente para construir o Centro e a Sede e Modernizar a Curuzu…
Não existe melhor momento de lançar esta campanha (com marketing forte, caso contrário não vai para frente), ja que conseguimos o acesso a Série B, que por conseguinte devolveu sonho de desenvolver e construir um novo e forte PSC…
O que achas desta ideia?
Abraços
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Edson, você tá falando sério com relação ao post nº 8?
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Potiguar pode sair, mas ficará sem contrato em dezembro. Não renderá nada ao Paysandu, em mais uma falha de gestão de LOP…
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Eu arriscaria o Vandick, pois o V. Cunha é mais do mesmo, é a continuação do LOP, apenas que não terá, talvez, a alopração costumeira…. Sinceramente, não vejo com bons ânimos.
Gerson, será que o Ambire não seria o melhor para presidir ?! Não acho que, como vice, ela vá realmente exercer plena influência…
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Pode até o Vandick não ter a experiência administrativa que os experts de plantão tanto exigem, mas é um nome que é bem visto pala massa torcedora..
Seu nome agrega várias correntes e só de pensar em profissionalizar o Clube contratando profissionais específicos já é um salto e tanto.
Com essa iniciativa e na qualidade de patrão, cobrará resultados como acontece em qualquer empresa.
O acesso foi muito bom para o Paysandu, mas essa eleição direta e a possível mudança de RUMOS, será, sem dúvida alguma, a maior conquista da temporada.
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Potiguar de conversível, brinco, cabelo descolorido, cordão e uma loura do lado.
Bye, bye.
Currais Novos., never more.
A propósito, alguém sabe me dizer quanto ele custou ao Paysandu?
Quanto o Paysandu embolsou quando ele se arretou e foi comer cachorro na China?
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EXTRA!!! Craque de Currais Novos Thiago Potiguar, muito perto de jogar no Flamengo
Pêna/GLOBOESPORTE.COM/PA)
Um dos principais jogadores do Paysandu na Série C do Brasileiro, o meia Thiago Potiguar pode ser mais um a deixar o clube e buscar outros caminhos na temporada 2013.
Com contrato encerrando no próximo dia 30 de dezembro, Potiguar vem chamando principalmente a atenção de clubes do Nordeste, como Náutico, Sport e Santa Cruz, sendo que o último já declarou interesse. Além desses, os representantes do jogador já iniciaram conversa com a diretoria do Flamengo e da Catanduvense.
Uma pessoa ligada ao jogador, revelou que a preferência do meia é o clube carioca, mas que o sucesso da negociação depende do resultado da eleição do Flamengo, pois o assunto vem sendo tratado com a atual diretoria rubro negra.
– Ele não deve ficar, pois tem propostas de clubes da Série A. O Flamengo é a preferência do Thiago, mas existem esses outros clubes. Pelo que conversamos, o Santa Cruz é o que tem menos chances, pois ele não quer disputar a Série C novamente – confessou a fonte.
Na Série C do Brasileiro, Thiago Potiguar foi titular na maioria das partidas e marcou quatro gols com a camisa do Paysandu..
Globoesporte ( Via Blog do Niltinho Ferreira)
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Sempre gostei do futebol do Potiguar, mesmo quando atravessou seus piores momentos.
Espero que a transação se concretize e que ele seja feliz por lá e se torne mais um Jorge Henrique que não é nenhum supercraque, mas é útil ao Corinthians.
O problema é apenas um: o clima festeiro do Rio de Janeiro com suas praias e mulheres maravilhosas.
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Debate em alto nível porque é nivel B, longe da bagunça que é Pirão com cabeça de peixe. KKK
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Acácio,
Se aqui ele já se esbalda… Cada vez que vou almoçar no Boulevard, o TP está lá com um rabo de saia diferente…. Imagina no RJ, jogando pelo Fla e aquele bando de funkeira gostosa dando em cima????rsrsrsrrs
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É isso que eu digo.
A sorte é que se ele chegar lá já não encontrará o Imperador.
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Quanto ao pleito bicolor, não há dúvida de que Vandick traz ao clube novos ares e uma visão moderna de gestão profissional, a qual, nenhum clube mais de porte no Brasil e no mundo, pode prescindir.
Entretanto, Victor Cunha me chamou atenção pelo fato de ser contrário ao tombamento do patrimônio dos clubes, por conta da retirada de empréstimos bancários, usando o patrimônio como garantia. Reside aqui, um ponto interessante, pois a liquidez corrente de uma organização (coisa que nossos clubes não tem há anos) é tão ou mais importante que a acumulação de patrimônio ou equipamentos, visto que os mesmos sofrem a depreciação do tempo.
No mais, como foi mencionado aqui por um leitor em outro post, o Grêmio é um belo exemplo de como fazer um uso inteligente de seu patrimônio atual, erguendo uma nova e moderna arena (+ shopping, hotel, concentração e campo de treinos) em troca do saudoso Olímpico (ahhh… bons tempos…rsrs).
Disse o Gerson, que o Grêmio foi exceção, não regra. Porém, discordando do nobre escriba, penso que se nossos clubes (falo em âmbito nacional) pensam em se modernizar, o primeiro passo é tornar edidas e decisões administrativas profissionais como esta, uma regra, e não exceção.
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medidas*
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