10 comentários em “Capa do Bola, edição de sexta-feira, 24

  1. Gerson e amigos,

    É precso que muitas coisas sejam mudadas nas direções de nossos clubes,existem pessoas dentro dos clubes que não eram nem para ir aos estadios assistir jogos,pois as suas paixões não são as partidas de futebol e nunca serão.Nossos dirigentes precisam conhecer principalmente os detalhes que um time precisa antes de entrar em campo,para jogar bem e ganhar os jogos,eu quase fui profissional,só não consegui devido o fato de eu não ter me deixado levar pelas cantadas de um treinador das categorías de base de um grande clube da caiptal na decada de 80,isso mesmo!Ele era pedófilo,só jogava no time dele (sub15)os atletas que saissem com ele,não sei se nos dias de hoje isso acontece,mas percebo que ainda existe treinador que se apaixona por jogadores e não o tira do time masmo com pesadas críticas de imprensa e torcida,deixando de lado outros com grande potêncial,e isso em alguns casos não acontece só com treinador,existem jogadores que se no time que ele for escalado não tiver o parceirão dele,com certeza ele já entra emburrado em campo,e isso pode ser percebido em nossos clubes,pois a cada tecnico contratado vem dois jogadores juntos que são logo escalados, e com isso gerando ciume entre eles.Esses pequenos e importantíssimos detalhes ultimamente vem contribuindo com oque estamos vendo em nossos clubes devido essa farra de contratações de tecnicos e jogadores:Falta de compromisso e identificação com os maiores clubes do Norte,Remo e Paissandú.

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  2. Amigo Wagner, isso aconteceu comigo, também e, se for um que já morreu, eu também fui vítima dele. Isso acontece, amigo porque não se tem um diretor de futebol de base(se o do profissional já não entende de futebol, imagine o da base..), para identificar isso. Tem técnico de base,´que atrapalha o clube, e barra muito jogador bom(como eu era..rsrs), por não ceder aos seus caprichos. Penso que isso, seria coisa, até de polícia, amigo. Te dizer..

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  3. E lá vem mais gente para o Remo, dizem que está chegando o Leo Jaime (que não e o cantor) e o zagueiro André Astorga (um tremendo paredão, mais de ficar parado). Te dizer! O único erro do Edson Gaúcho, foi ter aceito treinar os clubes do Pará, pois aqui o “amadorismo” e o primeiro ponto da cartilha futebolística de nosso clubes.

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  4. Amigo Claudo, então vamos debater bastante sobre isto para que os homens honestos e de caráter que ainda existe em nosso futebol,comecem a enchergar e identificar esses abutres que cometem esse crime contra nossos jovens e bons valores, para que quem sabe,num futuro bem próximo nosso futebol encontre o seu verdadeiro rumo que foi perdido há tempos atrás.

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  5. Não e isso amigo, o Edson Gaúcho apenas entrou de gaiato nesta estória mano! Ele só veio por ser profissional, primeiro para o nosso Paysandu e agora para o Remo que dizem ser clubes “profissionais” mais na verdade não passam de um aglomerado de amadores, só mudam as cores das camisas e nada mais, a mesma sacanagem que existe no Paysandu, também existe no Remo.
    Futebol do Pará, resume-se as nossas torcidas que não tem a mínima culpa nessa história furada. O nosso único erro, é torcer para esses clubes de forma descabida e nada mais.

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  6. Caro Cláudio, é ÓBVIO que se tratava de um caso de polícia, pois
    pedofilia é crime !! Se um dia eu tiver um filho e alguém ao menos tentar molestá-lo e eu souber, vou QUEBRAR o cara em migalhas ! Sim, terei vontade de MATÁ-LO, com requintes de crueldade ! Iria amarrá-lo na parde de trás de um carro, colocaria um cartaz, avisando que o sujeito era um pedófilo, e sairia andando pela cidade ! Égua, Deus me livre, que isso venha acontecer, pois, amigos, eu ria perder a razão e agiria como um animal e mataria o cara, com muita tortura, antes…

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  7. Mais um exemplo Negativo para refletir em relação ao futebol paraense!

    Leiam abaixo esse comentário do diretor de marketing bicolor Alan Rodrigues, o mesmo está indignado pelo ocorrido e pela falta de profissionalismo do clube.

    – Para Alan Rodrigues, diretor de marketing do Paysandu, faltou respeito e profissionalismo por parte da direção do clube paraense

    Os jogadores Thiago Grizolli e Ronaldinho, frutos da parceria da RC3, foram dispensado pelo Paysandu na manhã desta quinta-feira. Mesmo sem terem feitos trabalhos com bola, apenas testes físicos, ambos não agradaram o técnico Givanildo Oliveira. A atitude, no entanto, incomodou bastante o diretor de marketing do clube, Alan Rodrigues.
    – O Paysandu às vezes me dá vergonha. Dispensaram os jogadores da RC3 (Thiago Grizolli e Ronaldinho) sem sequer fazerem testes com bola – esbravejou o dirigente em sua conta pessoal em uma rede social.
    Em seguida, em resposta a um seguidor, Rodrigues considerou a ação tomada pela diretoria alviceleste como falta de profissionalismo.
    – Só sabe se presta se avalia. Liga-se, manda-se um email. Isso se chama respeito, coisa que ainda preso. Falo de profissionalismo, respeito, coisas que fazem parte da minha formação – declarou.
    O diretor de marketing da Paysandu foi um dos maiores responsáveis pela parceria com a empresa de marketing esportivo RC3, presidida pelo ex-lateral-esquerdo Roberto Carlos, pentacampeão do mundo com a seleção brasileira em 2002.

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