Dez filmes clássicos sobre heavy metal

Reproduzo aqui a lista dos dez melhores documentários já produzidos sobre heavy metal, segundo o craque André Barcinski, crítico de cinema dos bons e um grande fã de rock’n’roll, obviamente. “Você pode até não curtir heavy metal, mas os documentários são ótimos”, diz André – e eu assino embaixo.

Anvil: The Story of Anvil (Sacha Gervasi, 2009) – Um dos melhores filmes sobre música de todos os tempos. Absolutamente imperdível. O diretor acompanha alguns anos na vida da banda canadense Anvil, grande promessa do metal nos anos 80 e que acabou esquecida. Há uma sequência mostrando um show na Hungria, com quatro pessoas na platéia, que é um dos momentos mais comoventes e hilariantes já filmados. Confesso: eu choro toda vez que assisto a esse filme.

Metallica: Some Kind of Monster (Joe Berlinger e Bruce Sinofsky, 2004) – O Metallica se tranca num estúdio para gravar o disco “St. Anger”. No intervalo, o baixista Jason Newsted pede demissão, James Hetfield desaparece para se tratar de alcoolismo, e a banda decide contratar um psicólogo para uma terapia de grupo. Uma cena, em especial, me gela os ossos: quando Dave Mustaine, 20 anos depois de ser chutado da banda, acerta as contas com Hetfield e Lars Ulrich. Sensacional.

Heavy Metal Parking Lot (Jeff Krulik e John Heyn, 1986) – Em 1986, os diretores tiveram uma idéia simples e genial: foram até o estacionamento de um ginásio onde iam tocar Judas Priest e Dokken, ligaram a câmera e deixaram os headbangers pagarem todos os micos possíveis. O resultado é um clássico absoluto do cinema caseiro e item obrigatório em todo ônibus de turnê que se preza (era um dos filmes prediletos do Nirvana).

Until the Light Takes Us (Aaaron Aites e Audrey Ewell, 2009) – Estarrecedor filme sobre a cena de black metal norueguesa, com direito a assassinato, incêndios criminosos em igrejas e uma entrevista com Varg Vikernes (Burzum, Mayhem), preso pela morte de um colega de banda.

The Decline of Western Civilization Part 2 – The Metal Years (Penelope Spheeries, 1988) – Lemmy disse tudo: “Esse filme destruiu muitas carreiras. Ele fez todo mundo parecer idiota”. Não foi culpa da diretora Penelope Spheeries, claro, mas dos entrevistados, que parecem, de fato, idiotas. Ozzy Osbourne aparece fazendo café da manhã em sua cozinha e está tão chapado que consegue derramar metade de uma jarra de suco de laranja fora do copo. O filme é um registro histórico do metal e do hard rock no auge dos penteados mais ridículos de todos os tempos.

Metal: a Headbanger’s Journey (Sam Dunn, 2005) – O antropólogo Sam Dunn viaja pelo mundo entrevistando músicos, fãs e jornalistas. O resultado é um filme abrangente sobre os vários gêneros e subgêneros do metal. Não é emocionante como os documentários centrados em bandas específicas (Anvil, Metallica) e sofre de um certo didatismo, mas tem incríveis imagens de arquivos. Confira acima o filme na íntegra e com legendas.

Dream Deceiver: The Story Behind James Vance versus Judas Priest (David Taylor, 1992) – Em 1985, James Vance, 19 anos, viu seu melhor amigo se matar com um tiro. Vance pegou a mesma arma, apontou contra a própria cabeça e disparou. Sobreviveu. Mas seus pais processaram o Judas Priest, banda que, segundo Vance, o compeliu e ao amigo suicida, por meio de mensagens subliminares em discos. De gelar os ossos.

Paradise Lost: the Child Murders at Robin Hood Hills (Joe Berlinger e Bruce Sinofsky, 1996) – Não é exatamente um filme sobre heavy metal, mas o gênero é parte fundamental da história. Os diretores acompanham o julgamento de três jovens, fãs do Metallica, acusados de mutilar e matar três crianças em rituais satânicos. O filme ganhou uma continuação em 2000, em que as provas usadas no julgamento são questionadas. O Metallica gostou tanto do filme que chamou os diretores para fazer seu próprio doc, “Some Kind of Monster”.

Iron Maiden: Flight 666 (Sam Dunn e Scott Mcfayden 2009) – O Maiden embarca num avião – pilotado por Bruce Dickinson – e dá a volta ao mundo tocando para multidões. Divertido pelas cenas de bastidores e pelas imagens dos maidenmaníacos em diferentes países. Tem ótimas cenas no Brasil.

This is Spinal Tap (Rob Reiner, 1984) – OK, não é exatamente um documentário, mas uma obra de ficção posando de documentário, mas os exageros e idiossincrasias da banda fictícia Spinal Tap poderiam muito bem ser reais. Um clássico da comédia que não envelheceu um dia.

Águia pode usar 3 atacantes contra Rio Branco

O jogo é decisivo para o Águia. Não pode nem pensar em empate, neste sábado, às 19h, contra o Rio Branco, no estádio Zinho Oliveira, em Marabá. João Galvão, audacioso como sempre, planeja até lançar o trio atacante Samuel Lopes, Felipe Mamão e Torrô, num 4-3-3 para sufocar os acreanos desde o começo. Caso decida voltar ao 3-5-2, o trio de beques será Bernardo, Edkléber e Darlan. A única baixa da equipe é o atacante Roma, que está lesionado desde o jogo contra o Paissandu na Curuzu. Na Rádio Clube, Campos Filho narra a partida, com reportagens de Paulo Henrique.

Flu paga maior salário do futebol tapuia

O atacante Fred renovou com o Fluminense e ficará no clube até 2015, segundo o diário carioca Extra. Em sua edição online, o jornal diz que o acordo foi feito após o clássico com o Botafogo, e que o salário do atacante ficará em torno de R$ 600 mil. Ainda de acordo com o Extra, os detalhes do acordo só serão divulgados oficialmente depois que o atacante retornar aos gramados, o que está previsto para o dia 22, no clássico diante do Vasco. Fred chegou às Laranjeiras no começo de 2009 com um contrato de cinco anos, que iria até março de 2014. Desde que voltou ao país, ele tem sido alvo de especulações e propostas para retornar à Europa, mas já afirmou que pretende ficar por muito tempo no clube carioca. Se confirmado, será o maior salário pago a um jogador em atividade no futebol brasileiro. (Com informações da ESPN)

Como nunca antes na história deste país…

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva manteve o nível de aprovação de 77% obtido para seu governo, segundo o Datafolha. A taxa é idêntica à apurada na pesquisa realizada de 20 a 23 de julho. Agora, no levantamento feito do dia 9 até ontem, os eleitores que acham o governo Lula regular somam 18% (antes eram 19%). A taxa dos que consideram a administração petista ruim ou péssima não variou, mantendo-se em 4%. Quando indagados sobre qual nota, de zero a dez, dariam ao governo federal, 33% conferem a nota máxima. Outros 15% dão nove. Lula recebe nota oito de 22%. Apenas 2% acham que o petista merece zero por seu desempenho como presidente. A média nacional obtida pelo presidente é 8,1.

Lula tem seu melhor desempenho entre os moradores do Nordeste (média de 8,6), entre os que têm nível fundamental de escolaridade (8,5) e entre os que declaram ter renda familiar de até dois salários mínimos (8,4). A avaliação positiva de Lula tem se mantido alta ao longo deste ano. O petista é há algum tempo o presidente mais bem avaliado entre todos para os quais o Datafolha já fez esse tipo de levantamento. (Da Folha de SP)

Cabra bom. Vou te contar…

Pará participa dos Jogos da Fenae

Neste final de semana (sábado, dia 14), uma delegação de 93 atletas da Associação do Pessoal da Caixa Econômica Federal do Pará (APCEF/PA) seguirá viagem para Fortaleza (CE), a fim de participar dos Jogos Nacionais da Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa Econômica Federal (Fenae). Os Jogos, programados para o período de 14 a 21 deste mês de agosto, vão reunir dois mil atletas representando APCEF’s de todo do País. O Pará somente não vai disputar uma das 25 modalidades esportivas na programação. Nos meses de junho e julho, os atletas da APCEF/PA intensificaram  treinamentos preparando-se para a sequência de competições na capital cearense. Os treinos ocorreram em diversos locais, mas, sobretudo, na sede do Caixaparah e na sede do Sindicato dos Bancários do Pará e Amapá. A delegação paraense será coordenada pelo presidente da APCEF/PA, Isan Guimarães. (Com informações de Eduardo Rocha, da Zê-Efe Comunicação & Marketing)

Desmanche no Santos preocupa Ganso

André foi vendido para o Dínamo de Kiev, da Ucrânia. Robinho voltou para o Manchester City, da Inglaterra. Wesley está perto de acertar a sua transferência para o Werder Bremen, da Alemanha, e Neymar está na mira dos ingleses do Chelsea. Neste cenário, o Santos perderia quatro jogadores importantes, que foram peças fundamentais para o clube nas conquistas do título paulista e da Copa do Brasil. Preocupado com a situação, o meia Paulo Henrique já lamenta um possível desmanche.

“Parece que o único que vai ficar aqui sou eu. Não sei como estão as coisas. Por mim todos ficariam. Espero que todos possam ficar”. Wesley já aceitou a proposta do Werder e agora discute, praticamente, os últimos detalhes de sua transferência, avaliada em torno de 7,5 milhões de euros (R$ 17 milhões).

Já sobre Neymar, o seu grande amigo dentro do elenco alvinegro, Ganso nutre a esperança de que o Chelsea pare nos 30 milhões de euros (R$ 69,1 milhões) e não cheguem aos 35 milhões de euros (cerca de R$ 80 milhões), valor da multa rescisória. “Prefiro nem pensar no fim dessa dupla. É natural que um dia a dupla vá se separar, mas esperamos ficar bastante tempo jogando juntos. Ainda queremos conquistar vários títulos um do lado do outro”, comentou Ganso. (R7)

Pensata: O desafio do Datafolha

Por Luis Nassif

Divulgada no Jornal Nacional, na noite de sexta-feira, a pesquisa Datafolha para a presidência da República trouxe muitas indagações sobre o papel e a confiabilidade das pesquisas eleitorais. Há tempos, os demais institutos – Sensus, Vox Populi e IBOPE – vinham apontando crescimento gradativo na diferença em favor de Dilma Rousseff. Até a última pesquisa, 15 dias atrás, o Datafolha era o único a apontar vantagem para José Serra.

De repente, na última pesquisa, Serra cai 4 pontos, Dilma sobe 5, uma diferença de 9 pontos em relação à última pesquisa, no espaço de apenas 15 dias. De lá para cá não houve nada que justificasse esse salto. Houve o primeiro debate na TV Bandeirantes – no qual Serra teria saído vitorioso, na opinião dos analistas da Folha – e entrevistas dos candidatos no Jornal Nacional, favoráveis a Serra.

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Sabia-se há tempos que a metodologia do Datafolha era falha, especialmente nas circunstâncias das eleições atuais. Pesquisas rigorosas entrevistam eleitores nas suas residências, de acordo com sorteios que obedeçam ao perfil do eleitorado medido pelo IBGE. Vox e Sensus fazem isso. O Ibope concentra 85% das pesquisas nas residências e 15% nas casas. O Datafolha entrevista 100% das pessoas em pontos de movimentação. E só os questionários de quem têm telefone podem ser checados. O eleitorado rural representa 15% do total – e, junto a ele, Dilma tem grande vantagem. Apenas Vox e Sensus vão até o campo; Datafolha e Ibope,não.

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Ocorre que, nessas eleições, eleitores de menos instrução tem menos informação do que eleitores de maior renda e maior instrução – ao contrário de outras eleições em que Lula participou, onde havia identificação clara do candidato. Na atual, leva algum tempo para o eleitor tomar consciência de que Dilma é candidata de Lula. Ao montar a pesquisa em pontos de tráfego, o Datafolha acaba reduzindo a participação do eleitorado que tenderia a votar mais em Dilma. Mais do que isso. Como a intenção da pesquisa é saber o resultado final do jogo – e não apenas a situação do momento – outros institutos tratam de informar os pesquisados que Dilma é candidata do PT, partindo do pressuposto de que, até as eleições, essa informação estará disseminada pelo horário gratuito.

O Datafolha esconde.

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Diferenças metodológicas explicam a distância do Datafolha dos demais institutos. Mas nada explica o fato da distância entre Dilma e Serra ter alargado 9 pontos em apenas 15 dias, no próprio Datafolha.

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Há implicações muito fortes dos erros anteriores do Datafolha. A primeira grande diferença do Datafolha – uma pesquisa extemporânea, na véspera da convenção do PSDB, dando 10 pontos de vantagem para Serra – poderia ter impedido a debandada de partidos aliados, desanimados com os resultados dos demais institutos.

Esses quase três meses em que o Datafolha manteve Serra à frente devem ter tido reflexo nas doações de campanha, já que empresários não costumam ser generosos quando julgam que o candidato não tem chances. De qualquer modo, mesmo depois do ajuste de sexta, o Datafolha terá um longo caminho para recuperar a credibilidade perdida.

Tribuna do torcedor (33)

Adilson Nunes (adilsonnunes28@hotmail.com)

Meu caro Gerson Nogueira, não concordo com sua coluna desta sexta-feira. O Moises agiu como um moleque e ingrato pois o que fez com o clube que o revelou não se faz. Se ele tivesse caráter, não pegaria corda de um advogado vagabundo e mercenário que entrou com essa ação. Sei que  todos têm que procurar suas melhoras, mas não é cuspindo no prato que comeu que se sobe na vida. Por isso, acho que o Paissandu tem que acabar com divisões de base, pois isso só traz prejuízo pro clube e vocês da imprensa sustentada por Remo e Paissandu deveriam parar com essa coisa de perseguir os clubes, falando mal de tudo. Veja: sem Remo e Paissandu vocês vão ficar desempregados pois são os dois que movimentam a imprensa esportiva no Pará.

Datafolha: Dilma a 3 pontos de levar no 1º turno

A candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, aparece pela primeira vez à frente de seu principal adversário na corrida eleitoral, José Serra (PSDB), segundo o Datafolha. De acordo com o levantamento divulgado nesta sexta, a ex-ministra cresceu 5 pontos percentuais com relação à última pesquisa, realizada em julho, e agora tem 41% das intenções de voto. Ao mesmo tempo, o tucano oscilou negativamente de 37% para 33%. Marina Silva (PV) manteve os 10% que havia registrado na sondagem anterior.

Considerados apenas os votos válidos, Dilma tem 47% e fica a três pontos de uma eventual vitória no primeiro turnoA pesquisa, realizada de 9 a 12 de agosto com 10.856 eleitores em 382 municípios, já contempla os efeitos das entrevistas concedidas pelos presidenciáveis ao Jornal Nacional, nesta semana, além do primeiro debate entre os presidenciáveis, realizado na semana passada. A margem de erro da pesquisa é de 2 pontos percentuais, para mais e para menos. (Com informações da Folha de S. Paulo)