‘Diário, ontem imitei o Lula e joguei futebol’

Por José Roberto Torero

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Foi lá em Santos, na Vila Belmiro, numa partida benecifen…, como é que se fala isso mesmo? É beneficiente ou bem eficiente? Ah, tanto faz. Uma partida besta dessas aí para arrecadar dinheiro e comida. Mas o importante é que eu usei a camisa 10, que nem se fosse o Pelé.

Eu dei o chute inicial junto com o presidente do Santos, o Rollo (com esse apelido, deve ser amigo do Flavinho).

Eu ia jogar no meio do campo em homenagem ao Centrão, mas aí pensei bem e percebi que o Centrão não joga no centro. Nem na direita, nem na esquerda. Joga na banheira, só esperando que aconteça alguma jogada para ele receber uma bola. Ou melhor, bolada. Então fui lá pra área e fiquei esperando alguém me dar um passe de bandeja.

Não demorou muito, não. Num contra-ataque pela ponta-direita, o cara do meu time foi até a linha de fundo. O que eu gostei foi que os dois zagueiros que estavam me acompanhando deram uma de Aras: fizeram que não me viram e não correram atrás de mim. Me deixaram livrinho, livrinho, feito um Queiroz.

Aí, o meu ponta-direita deu uma de Ramagem e botou o relatório na minha mão, quer dizer, botou a bola no meu pé. Então foi só empurrar a bola pra dentro e cair de cara no chão.

O goleiro foi tão parça que nem pulou. E até bateu palmas pra mim. Foi tipo um Mendonça, o ministro da Justiça.

Olha, Diário, foi um grande jogo! Bem do jeito que eu gosto, com todo mundo me deixando fazer o que eu quero. O STJ e o Congresso têm que aprender com os zagueiros de ontem, pô!

PS: Na hora do gol, já que eu estava com a cara no chão, aproveitei pra experimentar um pouco de grama. Não gostei, não. Só sendo gado pra engolir esse negócio.

Divulgados mais sete nomes da futura gestão Edmilson Rodrigues

Edmilson divulga mais sete nomes que assumirão cargos em sua gestão - Crédito: Mácio Ferreira

Saíram nesta terça-feira mais sete nomes escolhidos para formar o governo de Edmilson Rodrigues (PSOL) na Prefeitura de Belém. Para a Secretaria Municipal de Saneamento, a indicada é Ivanise Gasparim, do PT, que era a primeira escolha para candidata a vice-prefeita – depois, foi substituída por Edilson Moura. Ela é especialista em planejamento, já trabalhou anteriormente com Edmilson e é formada em direito e psicanálise.

Ivanise foi secretária adjunta de Planejamento em S. Luís, coordenou o projeto de combate à pobreza rural do Instituto Interamericano de Combate à Pobreza, em Brasília, e atuou na Secretaria Nacional de Reordenamento Agrário. Na Secretaria de Estado de Trabalho, Emprego e Renda (Seter), implantou o programa de transferência de renda Bolsa Trabalho que beneficiou 60 mil jovens.

Para a Funpapa, foi escolhido o professor Alfredo Costa, ex-deputado estadual e ex-vereador de Belém. Alfredo é conhecido professor de cursinho vestibular e há anos desenvolve o projeto social “Universidade para Todos”. É graduado em Ciências Biológicas e mestre em Doenças Tropicais pela Universidade Federal do Pará (UFPA) e doutorando em Ensino e Saúde na Amazônia pela Universidade do Estado do Pará (Uepa). Tem artigos científicos e livros publicados, e, atualmente, atua como professor do curso de Medicina da Uepa e de ensino médio e cursinho pré-vestibular.

Ellana Silva, cientista social formada pela UFPA e pós-graduada em Sociologia pela Uepa, será a administradora regional de Icoaraci (Adic) na nova gestão da Prefeitura de Belém. Conselheira estadual de Educação no Pará, foi também conselheira estadual do Fundeb, gestora do projeto de leitura e bibliotecas comunitárias da Imprensa Oficial do Estado (IOEPA) e pesquisadora bolsista (CNPq) no Museu Paraense Emílio Goeldi sobre urbanização e religiosidade.

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Lívia Noronha, que concorreu pelo PSOL e foi a segunda candidata mais votada para prefeita de Ananindeua, este ano, assumirá a Coordenadoria da Mulher de Belém (Combel). Lívia (acima) é mestra em Filosofia, pela UFPA. Foi professora substituta do curso de Filosofia da Uepa e professora colaboradora do curso de Educação do Campo da UFPA. Há 9 anos, atua como educadora popular e é coordenadora-geral do cursinho (R)Existência. Feminista, é pesquisadora de Filosofias Feministas, Africanas e Afrodiaspóricas.

O engenheiro sanitarista e ambiental Rodrigo Rodrigues assimirá a coordenação geral do Programa de Saneamento da Bacia da Estrada Nova (Promaben). Ele é mestre em Engenharia Civil na área de Saneamento Ambiental e Recursos Hídricos e doutorando em Engenharia Civil, pela UFPA, além de professor da Universidade da Amazônia (Unama). Atuou no setor privado e também no governo do Estado como técnico nas secretarias de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semas) e de Desenvolvimento Agropecuário e da Pesca (Sedap) e como coordenador de Obras do Núcleo de Gerenciamento de Transporte Metropolitano (NGTM).

A doutora em Ciências Agrárias em Agrobiodiversidade Merilene Silva Costa será a nova titular da Coordenação das Políticas de Segurança Alimentar e Nutricional (Copsan). Merilene (acima) é graduada em Engenharia Florestal e mestrado em Ciências Florestais e, atualmente, é vice coordenadora do curso de Engenharia Florestal da Universidade Federal Rural da Amazônia (Ufra), onde ocupou outros cargos, incluindo diretora do Instituto Ciberespacial (ICIBE), coordenadora do curso de Licenciatura em Computação do Programa Nacional de Formação de Professores da Educação Básica e subcoordenadora do curso de Engenharia Florestal.

A economista Georgina Tolosa Galvão assumirá a coordenação-geral do Fundo Municipal de Solidariedade para Geração de Emprego e Renda-Ver-o-Sol. Ela foi secretária municipal de Finanças e presidente da Fundação Municipal de Assistência do Município de Belém (Funpapa) nas gestões anteriores de Edmilson e, atualmente, é assessora parlamentar do deputado na Câmara Federal. Ela é servidora efetiva da Secretaria Estadual de Emprego e Renda do Estado do Pará, cedida para a Câmara Federal. Georgina também foi secretária municipal de Finanças em Xinguara, no Sul do Pará.

Apolônio Brasileiro foi escolhido pelo prefeito Edmilson Rodrigues como o novo secretário municipal de Economia (Secon). Graduando em Gestão Pública pela Estácio/ FAP, Apolônio foi coordenador de Transportes Especiais na extinta Companhia de Transporte de Belém (CTbel), atual Semob, nas gestões anteriores de Edmilson como prefeito. No governo do estado, Apolônio atuou no Planejamento Territorial Participativo (PTP) e chefe de gabinete na Assembleia Legislativa. Atualmente, é secretário parlamentar na Câmara Federal.

O prefeito Edmilson Rodrigues vai enviar projeto de lei à Câmara Municipal propondo a criação da futura Secretaria Extraordinária de Cidadania e Direitos Humanos, cuja competência será a de elaborar, monitorar e executar as políticas públicas destinadas aos Direitos Humanos, na perspectiva de defesa da vida e das garantias fundamentais dos setores historicamente excluídos e em situação de vulnerabilidade social. Além disso, a secretaria realizará campanhas de combate à violência e o desenvolvimento de processos formativos de educação em direitos humanos.

Para assumir a futura secretaria, foi escolhido o jornalista e cientista político Max Costa, mestre em Ciência Política, com ênfase em Instituições e Políticas Públicas. Max foi conselheiro estadual dos direitos de crianças e adolescentes e integrou o Comitê Gestor do Programa de Proteção de Crianças e Adolescentes Ameaçados de Morte (PPCAAM). Atualmente, coordena o Instituto Universidade Popular (Unipop), organização não-governamental que atua há mais de 30 anos na defesa dos direitos humanos e da justiça socioambiental.

(Com informações de Enize Vidigal; fotos: Mácio Ferreira)

Vergonha de dimensões planetárias

Publicado originalmente no site RFI

O jornal Le Figaro desta terça-feira (29) destaca a campanha anti-vacina do presidente Jair Bolsonaro. Segundo a publicação, o começo da vacinação deveria trazer esperanças para um país que já tem 190 mil mortos pela Covid-19, mas se transformou em um jogo político, devido ao negacionismo e à negligência do chefe do Executivo.

“Desde o início da pandemia, Jair Bolsonaro minimizou os efeitos do que chamou de ‘gripezinha’, rejeitando as medidas de distanciamento social e o uso de máscara, além de defender a prescrição da hidroxicloroquina, para o tratamento da doença”, lembra o jornal.

A campanha do presidente contra a imunização, afirmando que não vai tomar a vacina, e criticando a iniciativa do Supremo de torná-la obrigatória, é considerada por Le Figaro “uma atitude singular e única nas democracias”.

Le Figaro destaca que o Brasil tem uma experiência reconhecida na produção de vacinas e em campanhas de imunização da população, “graças a instituições de pesquisa renomadas como o Instituto Butantã, em São Paulo, e a Fiocruz, no Rio de Janeiro”.

Queda na adesão à vacina

Segundo o jornal, o número de brasileiros que querem se vacinar caiu de 89% em agosto para 73% em dezembro. Número que continua superior ao da França, onde apenas 40% da população se diz pronta a receber a injeção.

A pesquisadora Margareth Dalcolmo, citada pela publicação, responsabiliza o discurso do governo de Bolsonaro pela queda na adesão dos brasileiros à campanha de imunização contra a Covid-19. A cientista também lamenta que o Brasil, apesar de ter participado das pesquisas de várias vacinas, como AstraZeneca/ Oxford com a Fiocruz e Sinovac com o Instituto Butantã, está atrasado nas negociações com os laboratórios para a compra do produto.

Após longas semanas de espera e pressão, o governo lançou finalmente um plano de vacinação duramente criticado, pela falta de clareza e incertezas, principalmente sobre a data do começo da campanha. O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, fixou o objetivo de vacinar 70% da população em 16 meses, mas o governo ainda não assinou nenhum acordo com laboratórios.

Campanha eleitoral

A campanha também foi vítima da guerra com o governador de São Paulo, João Doria, rival de Bolsonaro em campanha para as presidenciais de 2022, segundo Le Figaro. Sob a tutela de Doria, o Instituto Butantã desenvolveu, em conjunto com o laboratório chinês Sinovac, uma vacina que poderia estar disponível em São Paulo e no Rio de Janeiro no começo de 2021. Mas o imunizante foi desqualificado pelo presidente.

O pesquisador Domingos Alves, da Universidade de São Paulo, entrevistado pelo jornal, diz que acredita que as próximas semanas serão difíceis para o Brasil, que deve ultrapassar a média móvel de 60 mil casos diários e chegar a 100 mil até o final de janeiro, com recorde cotidiano de mortes.

O mundinho sem-noção dos milionários da bola no Brasil

Os boleiros, definitivamente, não querem passar o Réveillon sossegados. Além de Neymar, com sua comemoração de cinco dias em Mangaratiba, e Gabigol, com festa em uma mansão no Joá, os jogadores Daniel Alves e Emerson Sheik também organizam eventos particulares.

Daniel Alves vai receber seus convidados em uma mansão em Barra de São Miguel, Alagoas. Um outro evento que está acontecendo na Praia do Gunga, no mesmo município, vem sendo muito criticado nas redes sociais devido à aglomeração de pessoas.

Já Emerson Sheik se aposentou dos gramados, mas não se aposentou das festividas. O ex-jogador prepara um evento para comemorar a passagem de ano em uma casa que comprou recentemente em Mangaratiba, mesma cidade em que Neymar mantém seu regabofe. (De Léo Dias, no Metrópoles)

“Réveillon da Covid” continua rendendo críticas a Neymar

A polêmica festa promovida por Neymar neste final de ano virou assunto até no Globo Esporte, nesta terça-feira (29). Felipe Andreoli aproveitou para fazer uma reflexão sobre a pandemia do coronavírus e comparou a atitude do jogador com a do presidente Jair Bolsonaro (sem partido). “Neymar é o reflexo do Brasil e de tantos brasileiros, inclusive de quem está no comando do país”, disparou o apresentador, ao vivo.

Além disso, o ex-CQC também lembrou de outros ídolos atuais dos esportes, como LeBron James e Lewis Hamilton. “A gente que ama o esporte quer falar bem dos nossos ídolos, dos nossos craques. Como é bom a gente ter gênio da bola que consegue unir o seu dom com os aprendizados da vida”, disse ele.

“A gente tem o LeBron James, o Hamilton. É admirável quando a gente vê pessoas que estão no topo da pirâmide social, cercadas de privilégios conquistados, mas que seguem conectadas com a realidade do mundo, do seu país, da sua gente. Em campo, Neymar continua jogando muita bola. Fora de campo, infelizmente, segue pisando na bola”, afirmou o jornalista. (De Fábio Almeida no RD1)

Papel discreto e decisivo

POR GERSON NOGUEIRA

Leão vira em cima do Papão e fica na liderança | Futebol na Veia

Por característica pessoal, Rafael Jansen é um jogador discreto, pouco espalhafatoso e de comunicação restrita aos companheiros durante os jogos. Não é de peitar árbitros e nem discutir com adversários. Entra, cumpre as obrigações e de vez em quando vai além, como na sensacional finalização diante do PSC no último clássico. O gol foi um dos mais bonitos da Série C e, sem exagero, lembrado até para o Prêmio Puskas.

Ocorre que essa veia de finalizador não é o principal atributo do zagueiro azulino. O time depende dele pela serenidade e boa colocação, rapidez nas antecipações e passes corretos para companheiros de meio ou ataque.

Ao lado de Mimica, com quem tem repetido uma dupla segura desde o começo da competição, Jansen responde pela segurança defensiva que faz do Remo o time menos vazado da Série C – 12 gols em 21 partidas.

Curiosamente, o começo da temporada indicava que Jansen teria outro destino. Esteve cotado para jogar no futebol israelense, mas dificuldades de documentação inviabilizaram a transação. Em seguida, os problemas decorrentes da pandemia fizeram com que ficasse no Evandro Almeida.

Por obra do acaso, o Remo acabou garantindo um jogador fundamental para o equilíbrio de todo o sistema de defesa. É verdade que ainda sob o comando de Mazola Junior, Jansen viveu alguns momentos de dificuldades, com envolvimento em lances que resultaram em prejuízo para o time.

O gol contra diante do Treze-PB, em cabeceio certeiro, semeou dúvidas e fez com críticas brotassem de imediato. As qualidades do zagueiro foram questionadas pela torcida, que custou a se dar conta do julgamento rigoroso e injusto.

Nos três jogos da segunda fase – Londrina, PSC e Ypiranga –, a presença dele como líder da zaga respondeu pelo desempenho corretíssimo, que não permitiu ao time ser derrotado. Nos três confrontos, lances pontuais fizeram com que Jansen pontificasse.

Salvou um chute do ataque do Londrina, que tinha endereço certo. Apareceu muito bem na marcação a Nicolas no Re-Pa e evitou que um disparo de Jean Silva permitisse a vantagem ao Ypiranga ainda no 1º tempo da partida do último domingo.

É claro que uma defesa não se garante pela performance de apenas um jogador. Mimica tem sido preciso e eficiente, evidenciando o entrosamento dos beques de meio de zaga. Os laterais também contribuem bastante, principalmente Marlon, que nos últimos jogos ficou mais na marcação.

Além da linha toda, há a presença exponencial de Vinícius, seguro e pouco dado a extravagâncias, lembrando bastante o estilo do próprio Jansen. Desta combinação de esforços vive o Remo, cujo poderio de marcação e bloqueio é ressaltado hoje por todos os adversários.

Clubes tornam o Parazão 2021 ainda mais deficitário

O Campeonato Paraense de 2021 vai começar no dia 27 de fevereiro, terminando a 23 de maio. A expectativa é preocupante. As discussões em torno do formato parecem encerradas e ontem foi anunciada nova versão da tabela básica. Pelo exposto, os 12 clubes se enfrentarão em turno, returno, quartas-de-final, semifinais e finais. Para acomodar esse inflado sistema de disputa, será preciso acrescentar uma data a mais do que a CBF prevê.

Por pressão da maioria dos clubes, o torneio de 2021 terá 17 datas. O calendário da CBF prevê 16. No Parazão deste ano foram realizados 56 jogos. O campeonato do próximo ano terá inacreditáveis 82 partidas. Além do aumento do número de clubes disputantes (de 10 para 12), algum gênio bolou (e foi apoiado pelos demais) a inclusão das quartas de final engordando ainda mais a tabela.

Cabe observar, ainda, que não haverá público nos estádios enquanto não acontecer a vacinação geral contra a covid-19 – o que deve demorar bastante levando em conta a enrolação federal em torno do tema.

Os prejuízos decorrentes de um campeonato sem receita serão turbinados pela necessidade de uso dos estádios de Remo e PSC em Belém, pois o estádio Jornalista Edgar Proença será fechado para as obras de reforma.

Todos esses aspectos eram de amplo conhecimento de todos, o que aumenta o espanto pela decisão de promover mais jogos. Falta de noção e sensatez que desafia até os padrões normalmente elásticos de nossos dirigentes.

Imagino, daqui a alguns meses, a grita geral por mais ajuda governamental, visto que os testes previstos nos protocolos exigem desembolso de dinheiro que o deficitário campeonato não tem como cobrir.

Ainda há tempo de corrigir esse estrupício e evitar o desastre, desde que haja um mínimo de senso de responsabilidade.

O mais novo festim irresponsável do ex-menino Ney

Os maiores desportistas do planeta são Lewis Hamilton, LeBron James, Lionel Messi e Cristiano Ronaldo. Todos se destacam, além dos excepcionais feitos em suas respectivas modalidades, pela clareza de posicionamento diante das injustiças do mundo, contra o racismo e a discriminação e pelo absoluto respeito às normas sanitárias que regem o combate à pandemia.

Neymar, que tanto anseia por um lugar entre os maiorais, marcha em sentido inteiramente oposto. É rara uma notícia sobre ele que tenha viés positivo. Quase tudo que ele toca se transforma em algo ruim. Virou uma espécie de Midas ao contrário.

O último disparate é o anunciado réveillon para 500 convidados em Mangaratiba, espécie de réquiem carnavalesco em meio à tragédia nacional que já ceifou 191 mil vidas. O deboche e o achincalhe saltam aos olhos. A ausência de sentimentos e empatia, também. Neymar é cada vez menos menino, está se consolidando como moleque mesmo. 

(Coluna publicada na edição do Bola desta terça-feira, 29)