
A CBF passará a exigir a carteira de trabalho dos atletas para legalizar a fase final de inscrição no sistema do BID (Boletim Informativo Diário). A Fenapaf (Federação Nacional dos Atletas Profissionais de Futebol) confirmou a informação após conversas com a entidade máxima do futebol brasileiro. Tal medida afetará todos os participantes das Séries A, B, C e D do Campeonato Brasileiro, além dos clubes que disputam os Estaduais, totalizando aproximadamente 700 agremiações.
Felipe Augusto Leite, presidente da federação, explicou que os jogadores de clubes menos badalados do futebol brasileiro serão beneficiados com a obrigatoriedade da carteira de trabalho, pois 95% dos atletas trabalham apenas três meses no ano. Após o término de seu contrato, o atleta fica sem ter como solicitar o auxílio do seguro desemprego, sequer ter suporte após uma lesão.
Como a medida é nova, o departamento de registros da CBF produziu um ofício com orientações sobre o que os clubes devem fazer. Haverá também um período de carência por causa do início dos torneios.
Outra exigência diz respeito a devolver a carteira em até 48 horas, já com as devidas marcações. Na visão de quem defende essa melhoria, mais um ponto positivo: será possível mensurar e monitorar quantos atletas profissionais de fato estão atuando no país.
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