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SONHAR “ainda” não paga imposto.
quem sabe, em sonho, num desses sonhos realistas, uma denúncia anônima (do primo carregador de malas ameaçado de morte por ele) faz com que uma juíza desequilibrada como aquela, ordene a invasão do AP do cheraqueto. Hã?!
Noooooossa, logo de cara o delegado maluco qui nem a juíza, se depara com o tapete branquinho chamando atenção. Depois, o FOG nada londrino solto pelo ar dificultando a visão dos puliça.
Mais lá dentro, sobre a cama, uma colcha branquinha, branquinha, delicadissimamente trabalhada. No criado mudo, um porta-lapis, lotadim de verdinhas enroladinhas feito canundo de refri.
E.. tchã, tchã, tchã, tchã…, lá no closet imenso e com vista panorâmica pro mar azul-esverdeado, o AEBRYUM NEVER.. nuzim, sentado no vaso, cabeça abaixada, mãos estendidas ao lado de dois canudim daqueles, e muuuuuuuuuito talco espalhado no chão.
Hã, que tal ansim?!
PUTZ, ACORDEI!
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