Archive for 22 de outubro de 2017

Palmeiras bate Grêmio e avança

22 de outubro de 2017 at 23:54 Deixe um comentário

Lambança e tropeço

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POR GERSON NOGUEIRA

O jogo começou a ser decidido logo aos 2 minutos e o placar ganhou ares definitivos antes dos 15’. Diante desse cenário, o Papão não teve forças para conter o arrumado Londrina. O impacto dos gols pesou principalmente no primeiro tempo, quando o time não marcava direito, falhava na defesa e pouco agredia no ataque. Com o novo tropeço, a situação na tabela continua – a três pontos da zona – a inspirar cuidados.

Quando uma defesa sai desarvorada e dando chutão, o castigo é inevitável. Em jogada já controlada, o volante Renato Augusto tentou espanar a bola e errou o chute, estourando com um adversário. A bola rebatida voltou à pequena área bicolor, onde Negueba fechava sem marcação. O atacante teve apenas o trabalho de tocar para as redes.

Depois do início desastroso, o Papão até tentou se aprumar, saindo para o jogo e chegando a criar uma boa situação com Caion. Tentava manobras pelo meio, pois as laterais estavam congestionadas. Ocorre que uma bola perdida pelo lateral Peri ocasionaria o segundo gol do Londrina, eliminando qualquer possibilidade de reação ainda no primeiro tempo.

O contra-ataque fulminante, em três toques, levando de roldão todo o setor de cobertura, deixou Carlos Henrique à vontade, na cara do gol, para finalizar sem chances para Emerson. É preciso observar que, além da falha de Peri, houve um apagão de todo o setor de marcação no lance.

No segundo tempo, o Londrina teve oportunidade de ampliar a diferença, mas esbarrou na falta de capricho dos atacantes e na boa performance do goleiro Emerson, que apareceu muito bem em três lances agudos de área, sendo que num deles lembrou (guardadas as devidas proporções) a histórica defesa do uruguaio Rodolfo Rodriguez, então no Santos, contra o América de S. José do Rio Preto.

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Emerson esteve em nível superior aos seus companheiros de defesa e marcação, mas sua atuação não foi suficiente para impedir a derrota. Além de grande desempenho, o goleiro também se mostrou afortunado no momento da cobrança do pênalti (cometido por Ayrton). Germano bateu rasteiro no canto esquerdo da trave e a bola estourou no poste, com Emerson já fora do lance.

Ao Papão restou fazer um jogo cauteloso, tentando evitar um placar mais amplo e partindo para algumas poucas tentativas de contragolpe, já com Wellinton Jr. em campo – entrou no intervalo, substituindo a Carandina. Marcão só apareceu no cruzamento que resultou em gol anulado pelo árbitro, depois que o assistente deixou a jogada seguir. Na verdade, a bola havia transposto a linha de fundo.

Nos instantes finais, ficou a sensação de acomodação diante do inevitável e aceitação da superioridade do Londrina, que nem fez uma grande exibição. Marquinhos Santos parecia desanimado à beira do gramado, sem ter muito a fazer com as peças disponíveis.

O fato é que as limitações de elenco estão se manifestando com mais clareza na fase mais aguda da competição, quando os problemas de contusão e suspensões afetam ainda mais a estrutura dos times.

Por sorte, o Papão ainda depende exclusivamente de suas próprias forças e terá agora dois jogos seguidos em casa, podendo finalmente estabelecer margem mais segura em relação ao Z4. (Fotos: GUSTAVO OLIVEIRA/Londrina E.C.)

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Tuna supera Sport e reabilita artilheiro

Com três gols do centroavante João Vítor, a Tuna arrancou bem na disputa da Segundinha de acesso ao Campeonato Paraense de 2018, superando o normalmente indigesto Sport Belém.

Sem fazer uma exibição de gala, o time cruzmaltino jogou objetivamente, explorando o jogo aéreo para aproveitar o bom porte de João Vítor e sua facilidade para o cabeceio. Deu certo: os três gols foram consignados assim.

Além da estreia auspiciosa da Tuna, o artilheiro da Segundinha do ano passado mostrou que está plenamente recuperado das contusões e refeito da frustrada tentativa no futebol português.

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Direto do blog

“Somos repetitivos quando falamos da má qualidade dos jogadores do Paysandú, fruto dá má gestão dos dirigentes na montagem do elenco. Vamos sofrer até a última rodada, lutando para não sermos rebaixados.
A apatia do Marquinhos Santos no final do jogo talvez seja o reflexo do sentimento de que não há mais nada a fazer, pois já esgotou todo o arsenal de alternativas possíveis.
Vejo como único caminho a saída do técnico, mas não dá mais tempo para trazer outro, por isso poderíamos ficar com Rogerinho Gameleira até o final. Quem sabe com esta mudança, o time conseguiria alguma motivação para se segurar na Série B e terminar o campeonato com dignidade. Na técnica, já vimos que não dá”.

Oliveira Lemos, abatido com o mau resultado e a apatia do Papão

(Coluna publicada no Bola desta segunda-feira, 23)

22 de outubro de 2017 at 23:46 2 comentários

Mundial sub-17: de virada, Brasil elimina Alemanha

22 de outubro de 2017 at 14:17 1 comentário

Inter vence Criciúma e mantém liderança tranquila

22 de outubro de 2017 at 10:14 Deixe um comentário

Lições do passado recente

POR GERSON NOGUEIRA

O Remo vive a agonia habitual de todo fim de temporada correndo em busca de um técnico bom e não muito caro para montar o elenco da próxima temporada. Não é tarefa fácil. Mira inicialmente em Ney da Mata. Tarcísio Pugliese também é cogitado. Outros nomes têm sido lembrados, mas sem a mesma insistência dos citados acima.

As experiências recentes nessa área deveriam servir de lição. Além do prejuízo técnico, o Remo teve perdas financeiras expressivas. Basta observar o ocorrido nas últimas três temporadas para verificar o quanto o clube penou em função das escolhas inadequadas. Não que os técnicos tenham sido os únicos responsáveis pelas campanhas desastrosas.

No futebol há sempre uma gama de fatores que determinam o sucesso ou o fracasso de um treinador. Começa pela estrutura colocada à disposição. Por estrutura, entende-se o instrumental e as instalações necessárias para que desenvolva bem seu trabalho. No Remo, tais condições sempre foram precárias.

Os problemas começam pela falta de um centro de treinamento. Desde 2014, o Remo não conta sequer com um campo adequado para treinar. Por força da necessidade, utiliza o gramado do Baenão, cujas imperfeições já provocaram contusões sérias.

As dificuldades se acentuam na fase de montagem do elenco. Sem dinheiro para competir no mercado cada vez mais inflacionado, resta investir em jogadores regionais ou descartados pelos clubes das séries A e B.

É justo afirmar que Zé Teodoro, Marcelo Veiga, Leston Junior, Roberto Fernandes, Waldemar Lemos, Josué Teixeira e Oliveira Canindé – alguns dos que passaram recentemente pelo Remo – tiveram seus projetos comprometidos pelas carências já conhecidas.

Ao mesmo tempo, é verdade também que alguns destes contribuíram fortemente para que tudo desse errado, a partir de escolhas desastradas (e até suspeitas) de atletas em disponibilidade no mercado, fechando os olhos para alternativas existentes no próprio clube.

Cabe observar que os melhores jogadores das últimas temporadas do Remo foram revelados dentro do próprio clube – casos de Roni e Ameixa. Ambos só ganharam chance no time titular em momento de aperreio e pelas mãos de Agnaldo de Jesus, então no cargo de auxiliar técnico.

O lado grave da história é que, por desinteresse, negligência ou pura incompetência, nenhum técnico importado viu qualidade nos dois atletas oriundos da base remista. Preferiram prestigiar indicações de origem duvidosa e rendimento pífio.

Antes de Roni e Ameixa, o Remo já havia passado por situações parecidas com Cicinho, Alex Ruan, Tiago Cametá e Betinho, menosprezados pelos técnicos forasteiros e depois cobiçados por clubes de outras praças.

Atentar para a importância da escolha do comandante deve ser o primeiro mandamento da nova diretoria de futebol. Ao definir que o técnico não pode ser nativo, o clube estabelece um critério e mergulha conscientemente nos riscos apontados acima. A conferir.

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Números atestam a importância do velho caldeirão

Os números dão bem a medida da relevância do estádio Evandro Almeida para o Remo. Só neste século, de 2001 em diante, foram 160 jogos ali realizados, com 108 vitórias (67,5%), 36 empates (22,5%) e 16 derrotas (10%). A estatística – coletada pelo produtor Saulo Zaire, da Rádio Clube – confirma que o velho estádio é um autêntico caldeirão azulino.

No Baenão, o Remo sempre foi senhor absoluto e temido pelos visitantes. A média de uma derrota por ano é bem sintomática da força que o time adquire quando joga dentro de sua própria casa. Desde 1º de maio de 2014, quando sediou a última partida (Remo 4 x 0 Independente), o Baenão foi fechado para jogos oficiais e o Leão pagou muito caro por isso.

Por tudo isso, justifica-se plenamente a festa deste domingo, programada para marcar a conclusão da primeira parte da obra de reconstrução, com a entrega do lance de arquibancada da 25 de Setembro.

O trabalho de formiguinha executado exclusivamente por torcedores rendeu os frutos hoje celebrados, dando fôlego para que novos melhoramentos sejam garantidos no estádio.

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Bola na Torre

Guilherme Guerreiro comanda o programa, a partir das 21h deste domingo, na RBATV. Giuseppe Tommaso e este escriba baionense integram a bancada. Tudo sobre a rodada de fim de semana e participação direta do telespectador, com direito a sorteio de prêmios.

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Escolhas expõem incoerências na Seleção

A insistência de Tite em chamar Taison e Giuliano contradiz o discurso de chances amplas a todos os demais jogadores brasileiros, repetido sempre pelo técnico da Seleção. Quando fala que oportunidades têm sido concedidas aos melhores, Tite parece não estar falando da dupla originária do futebol gaúcho e hoje radicada em países da periferia do futebol.

De fato, oportunidades não faltaram aos dois reservas preferidos do treinador, mas incluir Taison e Giuliano no rol dos melhores é uma derrapada grave do vitorioso comandante do escrete canarinho.

(Coluna publicada no Bola deste domingo, 22)

22 de outubro de 2017 at 5:50 10 comentários

Questão de afinidade

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22 de outubro de 2017 at 5:48 Deixe um comentário

Capa do Bola – domingo, 22

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22 de outubro de 2017 at 5:38 Deixe um comentário

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