Archive for 15 de outubro de 2017

Quem sabe, sabe

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15 de outubro de 2017 at 22:46 Deixe um comentário

Bahia derruba o líder Corinthians

15 de outubro de 2017 at 20:16 Deixe um comentário

A sentença eterna

“Que é mesmo a minha neutralidade senão a maneira cômoda, talvez, mas hipócrita, de esconder minha opção ou meu medo de acusar a injustiça? ‘Lavar as mãos’ em face da opressão é reforçar o poder do opressor, é optar por ele.”

Paulo Freire, o maior mestre brasileiro.

15 de outubro de 2017 at 14:24 Deixe um comentário

Classe média ignara ou cínica

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“O país preocupado com os recibos de aluguel de um apezinho. Não se fala mais em 51 milhões dentro de um outro apartamento, não se fala mais de vários flagrantes de malas abarrotadas de dinheiro, não se fala mais sobre os crimes do Aécio, ninguém mais fala sobre a entrega das riquezas do país. Mas escândalo mesmo é o barco de alumínio de Lula, os pedalinhos e os recibos de aluguel. O país todo só fala nisso. Daí a ‘grandeza’ dessa classe média. Ou são muito burros ou têm sérios problemas de caráter”.

George Junquillo, no Facebook

15 de outubro de 2017 at 14:05 1 comentário

Cunha era o “banco da corrupção”

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Em depoimento prestado no dia 23 de agosto à Procuradoria Geral da República, o operador Lúcio Funaro definiu o papel de Eduardo Cunha (PMDB-RJ) na Câmara dos Deputados. “Eduardo funcionava como se fosse um banco de corrupção de políticos, ou seja, todo mundo que precisava de recursos pedia para ele, e ele cedia. Em troca mandava no mandato do cara”, relatou, sobre o ex-presidente da Casa, hoje cassado.

“Não precisava nem ir atrás de ninguém, fazia fila de gente atrás dele”, completou. O acordo de delação premiada de Funaro foi homologado pelo ministro do STF Luiz Fachin.

Funaro também descreveu com detalhes como funcionava o esquema de corrupção na Caixa Econômica Federal, onde operava a propina para Cunha, obtida por empresários para que obtivessem liberação de empréstimos.

Funaro relatou que entre 60% e 65% do valor de cada operação ficava com Geddel Vieira Lima – ex-braço-direito e ex-ministro de Temer -, depois que assumiu a vice-presidência de Pessoa Jurídica do banco, em 2011. Segundo Funaro, ele deixou o cargo em 2013, mas manteve ascendência na Caixa.

“O resto [40% a 35%] eu e o Cunha meiávamos no meio [sic] ou eu dava 5% a mais para o Cunha e o resto para mim, dependia da operação e da necessidade de caixa que ele tinha”, disse ainda Funaro.

Confira aqui o vídeo do depoimento, obtido pela Folha. Na mesma audiência, ele diz que o advogado José Yunes, amigo e ex-assessor da presidência de Michel Temer, “tinha certeza” quer era dinheiro o pacote que ele, Funaro, lhe entregou em seu escritório em São Paulo. Tratava-se de R$ 1 milhão em propina, mas Yunes assegura que não sabia do conteúdo da caixa. (Do Brasil247) 

15 de outubro de 2017 at 13:48 2 comentários

Sururu de direita: Frota denuncia MBL por estelionato e lavagem de dinheiro

O MBL de Kim Kataguiri, Renan Santos e Fernando Holiday foi alvo de uma denúncia apresentada ao Ministério Público Federal em Brasília que acusa o grupo dos crimes de lavagem de dinheiro, formação de quadrilha, associação criminosa, evasão de divisas e estelionato.

As acusações partiram da associação de mesmo nome, Movimento Brasil Livre, que tem sede em Brasília e é presidida pelo advogado Vinícius Carvalho Aquino. Seu vice-presidente é o ator Alexandre Frota.

A denúncia foi apresentada ao MPF em Brasília com cópia para o órgão em São Paulo, já que a sede do MBL fica na capital paulista. Foi protocolada no dia 10, sob o número 20170079842. Ainda não há informação se será instaurado inquérito para apurar o caso.

O principal argumento da denúncia é que o MBL é uma espécie de nome fantasia para o Movimento Renovação Liberal (MRL), uma sociedade de direito privado, liderada por integrantes da família de Renan Santos. Segundo a entidade presidida por Vinícius Aquino, nunca houve prestação de contas das doações pedidas a filiados. Em seu site, o MBL pede mensalidades de R$ 30 a R$ 10 mil a seus apoiadores.

15 de outubro de 2017 at 12:11 Deixe um comentário

A morte do reitor e o “Dossiê Auler”

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POR FERNANDO BRITO, no Tijolaço

Neste país de “justiceiros”, até agora, só se tem notícia de uma investigação séria e aprofundada sobre os episódios que levaram á trágica morte do reitor da Universidade de Santa Catarina.

Note-se que estamos tratando de uma vida humana e não de um pedalinho ou um aluguel de apartamento, estes objetos de insistentes, teimosas e obsessivas apurações, às quais se dá prazos curtos, curtíssimose rigor implacável.

Tudo o que se viu, até agora, foi uma abjeta nota das associações de delegados federais, procuradores e juízes garantindo, sem examinar os fatos, que tudo foi normal, legal e que criticar o que aconteceu seria “manipular a opinião pública”.

Vê-se, portanto que – embora alguns de seus integrantes posam ter posição diferentes – as corporações acham que tudo está muito bem e não precisa ser analisado, mesmo tendo um corpo desfigurado, estatelado no chão frio de um shopping movimentado.

Disse, porém, que só há uma investigação séria e aprofundada sobre o caso porque o incansável Marcelo Auler  publica hoje um longo e detalhado relato nos fatos e circunstâncias que envolveram a Operação Ouvidos Moucos, as “prisões urgentes” que dormiram mais de 70 dias na gaveta, as mobilização de tropas em larga escala – 105 policiais –  para prender meia-dúzia de pacatos professores universitários e as ordens de de “pende, dá uma arrochada e se não render, solta”.

Vejam que espetáculo: quase dezoito policiais fortemente armados, muitos mandados vir de outros estados para prender para cada um dos professores de meia idade, armados, no máximo, de uma caneta ou um bastão de giz.

Se ainda houvesse jornais neste país, dispostos a dar a Marcelo Auler as condições e um equipe para trabalhar no caso, não tenho dúvidas que que teríamos uma das mais importantes reportagens do ano em confecção.

Leia o texto no Blog do Auler, que faz, sozinho, o que grandes jornais não são capazes de fazer. Ou melhor, capazes, são. Só não tem tanto amor ao jornalismo e à verdade quanto ele.

15 de outubro de 2017 at 11:48 2 comentários

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