Os 17 sinais de que você nunca vai ter dinheiro na vida

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POR ANDRÉ CAMARGO (*)

Sabe aquela sensação maravilhosa de estar com as contas em dia, saber que sua grana está bem investida e ainda ter o suficiente na mão para uma bela viagem de férias (ou para aquele projeto que não sai da sua cabeça)?

Existem várias maneiras de garantir que isso nunca aconteça. Eis algumas das principais estratégias para passar a vida inteira contando migalhas.

1. Sua única fonte de renda é seu salário ou o que você ganha como profissional autônomo.

Esse é um dos principais. Você trabalha, recebe uma grana e usa essa grana para viver. Todo mês. O problema é que virou normal viver assim, no automático, mês a mês. Aí você se convence de que, se todo mundo faz isso, então tá tudo certo.

2. Você acha que empreender ou investir dinheiro são algo arriscado.

Dizem que empreender é arriscado, mas não há risco maior que depositar o controle da vida financeira da sua família nas mãos do seu chefe ou diretor, das políticas trabalhistas imprevisíveis da empresa ou de uma carteira flutuante de clientes. O mais arriscado é seguir dependendo de emprego em um mundo que está mudando completamente. No fundo, o que é arriscado não é empreender ou investir, mas fazer um ou outro sem conhecimento e planejamento suficientes.

3. Você caiu no conto da felicidade pelo consumo.

Criou o hábito de trocar dinheiro por bem-estar? Ora, de que adianta ter grana se não for para comer em restaurantes bacanas, torrar em baladas iradas (agregando valor ao camarote), trocar de carro, comprar uma casa maior, viajar para o exterior ou adquirir o último modelo de iPhone, não é? Precisar ostentar símbolos de riqueza material ou comprar coisas para aplacar a angústia existencial, a insegurança ou a ansiedade são caminhos seguros… para a ruína financeira.

4. Você está atolado(a) em dívidas.

Bom, esse eu nem preciso comentar. Juros de cheque especial e de cartão de crédito são a porta do inferno. É por isso que os principais bancos quebram recordes de lucratividade ano a ano. E você não.

5. Você gasta tudo o que ganha.

Aí um dia você recebe uma promoção. Ou conquista mais alguns clientes. Naturalmente, seu padrão de vida também sobe. Não vai mais almoçar no Burger King; agora é Outback. Nada de Praia Grande: agora é Maresias! Ou Leblon. Ou Ibiza. Afinal, a vida é curta. (E o dinheiro, pelo jeito, também será).

6. Você confunde ricos de verdade com novos ricos.

Novos ricos são ex-classe média com dinheiro. Deslumbrados, têm o hábito de postar regularmente nas redes sociais fotos de pratos de comida, do carro novo ou de destinos de turismo de gosto duvidoso. Ricos de verdade são discretos, preferem a sobriedade à ostentação. Conhecem o jogo do dinheiro, suas armadilhas e ilusões. (Sim, em ambos os casos, há exceções).

7. Você se enche de bens que obrigam você a trabalhar cada vez mais – para sustentá-los.

No Oriente, dizem que não é você que possui seus bens; são eles que possuem você. Daí os movimentos de minimalistas e as diferentes tendências de simplificar e desacelerar a vida. Se você tem menos bens, sobra mais espaço e energia para você dedicar ao que realmente importa.

8. Você não tem familiaridade com a dinâmica dos juros compostos e dos ativos financeiros.

Não, isso não é coisa de economista. É algo que todos nós deveríamos aprender na escola – algo muito mais prático e importante que a Fórmula de Bhaskara. Ao contrário de seus bens passivos (que tiram dinheiro do seu bolso, mês a mês), juros compostos e ativos financeiros fazem seu dinheiro trabalhar por você – mesmo quando você estiver dormindo. Seu dinheiro precisa estar a serviço do tipo de vida que você quer viver, e não o contrário: uma vida toda engessada por tudo o que você faz para ganhar dinheiro.

9. Você troca tempo por dinheiro.

Tempo é seu ativo mais escasso. Tem um limite de quanto você consegue trabalhar. Trabalhar demais deixa você exausto, doente, ou pode até te matar. Fora que a vida fica uma merda. Então chega um ponto em que, se você é assalariado ou autônomo, não tem mais como ampliar a renda se continuar simplesmente trocando tempo por dinheiro. Precisa encontrar um outro jeito para ter mais tempo e, mesmo assim, ampliar sua renda.

10. Você não dedica seu tempo, seus recursos e seus talentos para administrar seu patrimônio e gerar múltiplas fontes de renda.

Não tem milagre. Para fugir de viver na penúria, você precisa entender como funciona o jogo do dinheiro e aperfeiçoar sua forma de jogar. Entre uma viagem de cruzeiro (passivo) e investir em um pequeno imóvel para você alugar e completar seu orçamento mensal (ativo), por exemplo, o que lhe parece mais atraente?

11. Você acha a gerente do banco simpática.

Não, não, não. Ela é representante de uma instituição que vai te sugar até a medula se você deixar. Os produtos financeiros dos bancos de varejo não são investimentos de verdade. São para crentes e ignorantes. Poupança, CDBs, Letras, Títulos, Fundos, Seguros, Planos de Previdência Privada e Capitalização que você contrata nas agências de bancos como Itaú, Bradesco, Santander, Caixa e Banco do Brasil, por exemplo, escondem ‘pegadinhas’ e taxas escandalosas, que tornam esses “investimentos” um excelente negócio. Para o banco, é claro.

12. Você não investe em si mesmo(a).

Livros, cursos, retiros, processos de coaching, mentoria, consultoria e terapia são caros e tomam muito tempo. É verdade. O problema é que a alternativa – a ignorância – é muito pior. A ignorância te faz dependente do salário, do patrão, do gerente do banco, do cliente, do professor, do político, do mercado, da crise, da TV Globo, do governo. De todos os investimentos, o de maior retorno é investir em ampliar, cada vez mais, sua competência para a ação consciente e consistente.

13. Você vive uma vida de manada.

Tem medo de fazer diferente de todo mundo. Aceita dicas de investimento de vizinhos e familiares que nunca tiveram um puto na vida. Fica babando na propaganda da televisão. Vai e volta do trampo no mesmo horário que todo mundo, aí fica preso(a) no trânsito. Viaja só nos finais de semana, férias e feriados, quando é tudo muito mais caro, porque quem manda no seu calendário são seu emprego e a escola das crianças. Não faz planejamento e compra tudo de última hora.

14. Você bota a culpa no Petê.

Ou no Temer. Ou no Trump. É gostoso, porque aí você vira uma pobre vítima das circunstâncias e se exime de qualquer responsabilidade. Pode passar a vida reclamando com os amigos na mesa do bar, ao invés de encarar o cagaço e tolerar a frustração de pensar, estudar, planejar e executar a partir do que está efetivamente a seu alcance.

15. Você acredita que quem é rico deu sorte na vida, é fútil, materialista ou desonesto.

Você está programando seu mundo interno, sua energia e linguagem não-verbal para repelir dinheiro. Afinal, se você realmente acredita que ricos são pessoas más ou superficiais, cercadas de bajuladores, não é isso que você quer para você, não é? Desprezar ou invejar os ricos são formas de se manter prisioneiro(a) de uma paisagem de escassez.

16. Você acredita que dinheiro é sujo.

Talvez você tenha levado um grito, quando era criança, porque pegou em dinheiro e depois colocou a mão na boca. De fato, cédulas e moedas carregam micro-organismos que podem te contaminar. Mas moedas e notas não são dinheiro; são apenas duas de suas possíveis formas materiais. Já pensou nisso? Hoje em dia, na verdade, pouquíssimas transações são feitas com ‘dinheiro vivo’. O dinheiro, em si, vai muito além das notas e moedas e mesmo dos bitcoins ou algarismos nos computadores de sistemas bancários. Dinheiro é uma energia de troca e materialização, que organiza relações. Então, ainda que a falta ou o excesso de dinheiro possa corromper, o dinheiro, em si, não é nem sujo nem limpo. A sujeira, neste caso, está nos olhos de quem vê.

17. Você ainda não se deu conta de que o mercado de trabalho vai mudar mais nos próximos 10 anos do que mudou nos últimos séculos.

Em um cenário de inteligência artificial, machine learning e automatização exponenciais, empregos deverão desaparecer. A realidade emergente convida cada um de nós a se reinventar. E, sobretudo, a desenvolver a capacidade de ‘se virar’ diante de circunstâncias sempre cambiantes. Algo que, definitivamente, não se aprende na escola. Então, uma boa forma de se condenar a viver sem grana é fechar os olhos e continuar fazendo as coisas como você sempre fez.

Mestre em Psicologia pela USP e autor dos livros “O Poodle de Schopenhauer” e “Trabalho: Propósito, Impacto e Realização” (a ser lançado em breve). Atua como coach, escritor e empreendedor digital. Também publica no Medium, na Obvious e no HuffPost. Para receber seus textos por e-mail, você pode se cadastrar AQUI

Promessa de ascensão

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POR GERSON NOGUEIRA

O PSC tem a chance de finalmente sair do 14º lugar na Série B e esta 25ª rodada oferece até a possibilidade de um belo salto para o 11º lugar. Para isso, o time paraense tem que vencer o Goiás (17º) e torcer para que CRB (13º) não ganhe o Criciúma, em Maceió, e o Boa Esporte (12º) perca para o Juventude, em Caxias. O Guarani (11º) perdeu para o Paraná, tem 33 pontos e saldo negativo de três gols negativos. Na verdadeira gangorra vista até aqui na competição, são resultados perfeitamente possíveis.

Acima de tudo, porém, o Papão precisa fazer sua parte na história. Tem que caprichar na objetividade, combinada à aplicação e ao ritmo forte nas ações ofensivas, como mostrou no sábado passado diante do lanterna ABC, na Curuzu. As falhas de posicionamento e os erros individuais ainda atrapalham, mas o triunfo evidenciou um ensaio de evolução.

É provável que no Serra Dourada o conjunto funcione até melhor, principalmente na aproximação entre os setores, do que no confronto em casa. Quando se apresenta em terreno adversário, o PSC costuma ser mais produtivo nos contra-ataques e certeiro na definição de jogadas.

Foi dessa maneira que o PSC venceu América-MG, Vila Nova-GO, Santa Cruz e Oeste, sempre caprichando no estilo sanfona. Estrategicamente encolhido atrás e partindo com rapidez após retomar a posse de bola.

Até mesmo a ausência de um organizador na meia-cancha é menos sentida em jogos fora de casa, pois o processo de criação e a iniciativa das jogadas cabem muito mais ao mandante – embora o ideal seja que o meio-de-campo funcione harmoniosamente, sem recuos excessivos. Pela posição na tabela, o Goiás tem a obrigação de partir para cima, o que dá ao PSC a condição cômoda de poder esperar em seu próprio campo.

Outro fator a ser considerado é o entrosamento da dupla Bergson e Marcão, responsável pelo bonito gol bicolor contra o ABC. Bergson gosta de arrancar com a bola dominada à espera de espaços para tabelar com um companheiro. Agiu assim diante do Santa Cruz, em tabelinha com Anselmo no lance do segundo gol daquela partida, e repetiu a dose no último jogo tendo Marcão como parceiro e finalizador na manobra.

Confiante a partir do gol marcado, Marcão pode ser peça-chave na partida de hoje pela capacidade de jogar como pivô, posicionado entre os zagueiros e esperando a chegada de Bergson ou mesmo Diogo Oliveira, que fará a aproximação.

Essas projeções levam em conta o fato de o adversário não vencer há sete jogos, estando naturalmente sob pressão e ansiedade. Hélio dos Anjos, velho conhecido do futebol paraense, fará sua estreia no comando e definiu o time no 3-5-2, com três ex-bicolores confirmados entre os titulares – Fábio Sanches, Tiago Luiz e Aylon. Promessa de jogo difícil, mas com boas perspectivas para o Papão.

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Um beque enjeitado e um armador subutilizado

O anúncio feito ontem da dispensa pelo PSC dos jogadores Lombardi e Rodrigo Andrade dividiu opiniões. Nem tanto pelo zagueiro, que não conseguiu se firmar na Série B, depois de um começo de temporada instável e com vários pênaltis cometidos (nem todos marcados pelos árbitros). Em fase descendente na carreira, sua saída já era prevista há semanas, principalmente depois que o clube contratou três jogadores para a defesa – Diego Ivo, Rafael Dumas e Douglas Mendes.

Quanto ao meia-armador Rodrigo, a avaliação era positiva, embora não tivesse conseguido se firmar como titular. Fez bons jogos – contra Brasil e Internacional – e se candidatou a ser o camisa 10 de que o time tanto carece. Surpreendentemente, acabou liberado em momento importante da competição, levando em conta que somente Diogo Oliveira vem sendo aproveitado. Fábio, o outro meia, nunca mais foi escalado.

Rodrigo sai, deixando a impressão de que poderia merecer mais chances. Pelo que mostrou conhecer do riscado, estava bem acima de alguns que o técnico Marquinhos Santos tem na conta de prioritários. Enfim, confirma-se uma vez mais a velha sentença: cabeça de técnico é território insondável e imprevisível.

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Direto do blog

“Coisas do futebol (brasileiro). Fiquei convencido que se o Fogão tivesse enfrentado o Barcelona, que eliminou o Santos dentro da Vila Belmiro, ou qualquer outro time (fora os brasileiros) teria chegado à final. Infelizmente, quis o destino que enfrentasse um do Sul do Brasil, que mescla traços característicos do nosso futebol com os assimilados dos vizinhos de além das fronteiras, e caísse prematuramente. Fica a certeza de um time guerreiro, solidário e aplicado. E enquanto for assim despertará o respeito de todos. Aqui e alhures”.

Do Jorge Paz Amorim, analisando com boa pontaria a sofrida eliminação do Botafogo na Libertadores. 

(Coluna publicada no Bola deste sábado, 23)

Crianças vulneráveis a abusos sexuais em escolinhas de futebol no Brasil

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POR BREILLER PIRES, no El País

Nesta terça-feira, a Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados promoveu uma audiência pública para debater abuso e exploração sexual de crianças no futebol brasileiro. No entendimento dos deputados que compareceram à reunião, a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) deixou de cumprir um pacto firmado em 2014 com a CPI da Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, em que se comprometia a adotar 10 medidas para evitar abusos sexuais e tráfico de jovens jogadores em categorias de base e escolinhas. Na época, a ideia era aproveitar a ocasião da Copa do Mundo para deixar um legado à proteção dos direitos infanto-juvenis no Brasil. Porém, mais de três anos depois da assinatura do acordo pelo então presidente da entidade, José Maria Marin, a comissão concluiu que a CBF efetivou parcialmente apenas duas medidas sugeridas pela CPI.

“Das 10 ações propostas, a CBF só cumpriu duas: campanhas educativas e criação de um grupo interno de trabalho, que não produziu nenhum resultado. Então, a CBF foi desonesta e tem sido desonesta ao não enfrentar a discussão”, afirma Kokay.  A deputada observa que há um grave quadro de violações de direitos infanto-juvenis em escolinhas e clubes espalhados pelo país. Desde 2011, foram registrados pelo menos 102 casos de abuso sexual relacionados ao futebol, com base em um levantamento de ocorrências policiais e processos na Justiça. Autoridades estimam que esse número seja muito maior, já que violências sexuais contra crianças e adolescentes, sobretudo do sexo masculino, ainda são pouco denunciadas. A reportagem do EL PAÍS solicitou ao Ministério dos Direitos Humanos dados do Disque 100, serviço que registra denúncias de violência sexual, mas não recebeu o detalhamento de informações referentes a casos ligados ao futebol.

Uma das providências tomadas pela Comissão nesta terça-feira foi um pedido de acompanhamento do escândalo de abuso sexual descoberto na cidade de Ribeirão Branco, interior de São Paulo, em agosto. Técnico de futebol em um projeto social na zona rural do município com o mais baixo Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do Estado, Altamir Pontes de Matos foi indiciado por estupro de 17 garotos, com idades entre 8 e 11 anos. Laudos do Instituto Médico Legal de Itapeva confirmaram a violência sexual em 11 deles. Outros cinco o denunciaram por assédio e atos libidinosos. As vítimas relataram que o treinador as ameaçava dizendo que mataria seus pais caso revelassem os abusos.

O deputado Arnaldo Jordy (PPS-PA), que presidiu a CPI do Tráfico de Pessoas e apurou diversas denúncias ligadas ao futebol, entende que é preciso corresponsabilizar não só a CBF, mas também os clubes pela proliferação de abusos em categorias de base. “Olheiros e abusadores garimpam jogadores em regiões pobres do Brasil com a promessa de levá-los para um clube grande. Isso soa como um bilhete premiado para as famílias, que acabam permitindo que seus filhos viagem para outros estados com pessoas que mal conhecem”, diz ele. “Temos que acabar com esse cenário de vulnerabilidade de crianças e adolescentes no futebol. E o caminho é exigir responsabilidade solidária dos clubes e da CBF para que se encarreguem de garantir os direitos dos jovens atletas brasileiros.”

Uma das propostas debatidas na audiência é fazer com que a CBF seja responsável por fiscalizar escolas de formação de atletas destinadas a crianças e adolescentes. Desde 2014, o projeto de lei tramita na Câmara dos Deputados. Já foi aprovado pela Comissão de Esporte e agora aguarda parecer na Comissão de Seguridade Social e Família. Outros projetos ligados aos direitos infantojuvenis no futebol também aguardam aprovação, como o que prevê registro obrigatório de clubes e escolinhas em conselhos tutelares e o que obriga instituições esportivas a exigir certidão negativa de antecedentes criminais para os profissionais que trabalham com crianças. Após a audiência, os deputados prometeram montar uma força-tarefa para desengavetar todas as propostas.

O pensamento vivo da intolerância

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Como consequência direta do golpe jurídico-parlamentar que afastou Dilma Rousseff, o Brasil bate continência e fica às portas da intolerância outra vez. Abaixo, um inventário das ideias de Jair Bolsonaro, ícone da ultra-direita radical e 2º colocado nas pesquisas para a eleição presidencial de 2018. O pré-candidato se apresenta como defensor declarado da tortura, do extermínio de presos e bandidos e da intolerância a gays, negros, mulheres, quilombolas, ativistas de direitos humanos e índios.

1. “O erro da ditadura foi torturar e não matar.” (Jair Bolsonaro, em discussão com manifestantes)

2. “Pinochet devia ter matado mais gente.” (Bolsonaro sobre a ditadura chilena de Augusto Pinochet. Disponível na revista Veja, edição 1575, de 2 de Dezembro de 1998 – Página 39)

3. “Seria incapaz de amar um filho homossexual. Prefiro que um filho meu morra num acidente do que apareça com um bigodudo por aí.” (Jair Bolsonaro em entrevista sobre homossexualidade na revista Playboy)

4. “Não te estupro porque você não merece.” (Bolsonaro, para a deputada federal Maria do Rosário)

5. “Eu não corro esse risco, meus filhos foram muito bem educados”. (Bolsonaro para Preta Gil, sobre o que faria se seus filhos se relacionassem com uma mulher negra ou com homossexuais)

6. “A PM devia ter matado 1.000 e não 111 presos.” (Bolsonaro, sobre o Massacre do Carandiru)

7. “Não vou combater nem discriminar, mas, se eu vir dois homens se beijando na rua, vou bater.” (Afirmação de Jair Bolsonaro após caçoar de FHC sobre este segurar uma bandeira com as cores do arco-íris)

8. “Você é uma idiota. Você é uma analfabeta. Está censurada!”. (Declaração irritada de Jair Bolsonaro ao ser entrevistado pela repórter Manuela Borges, da Rede TV. A jornalista decidiu processar o deputado após os ataques)

9. “Parlamentar não deve andar de ônibus”. (Declaração publicada pelo jornal O Dia em 2013)

10. “Mulher deve ganhar salário menor porque engravida”. (Bolsonaro justificou a frase: “quando ela voltar [da licença-maternidade], vai ter mais um mês de férias, ou seja, trabalhou cinco meses em um ano”)

11. “Eu tenho 5 filhos. Foram 4 homens, a quinta eu dei uma fraquejada e veio uma mulher”. (Bolsonaro, em palestra na Hebraica, São Paulo)

12. “Eu fui num quilombo. O afrodescendente mais leve lá pesava sete arrobas. Nem pra procriador ele serve mais”.

13. “Se eu chegar lá, não vai ter dinheiro pra ONG. Esses vagabundos vão ter que trabalhar. Pode ter certeza que se eu chegar lá (Presidência), no que depender de mim, todo mundo terá uma arma de fogo em casa, não vai ter um centímetro demarcado para reserva indígena ou para quilombola”.

14. “Se um idiota num debate comigo falar sobre misoginia, homofobia, racismo, baitolismo, eu não vou responder sobre isso”.

15. “O senhor não acha que estão querendo acirrar ainda mais a homofobia, tratando os homossexuais com diferenciação?” Luiz Curvelo, RJ. Bolsonaro: “PLC 122 que está para ser votado no Senado visa, por exemplo, a condenar de 2 a 5 anos uma pessoa que se negue a vender sua bicicleta a um homossexual. Se aprovado, fará com que um homicida cumpra menos anos de prisão do que quem chame alguém de gay ou bicha”.

Se você chegou até aqui na leitura e, ainda assim, pretende votar neste homem, parabéns!

Você é um ser humano dotado de pouca inteligência, mas de estômago forte. Boa sorte. (Transcrito do Facebook)

Paneleiros: o que fazem, do que vivem e onde se esconderam após o golpe?

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A classe, tão atuante na campanha do impeachment de Dilma, fazendo panelaços e gritando slogans contra a corrupção (apoiando Eduardo Cunha, Aécio Neves e similares), tomou chá de sumiço diante da calamitosa gestão do golpe.

Uma reportagem investigativa do blog campeão tenta desvendar o mistério e descobrir o paradeiro dessa gente tão engajada e que, de repente, emudeceu por completo. Mais do que nunca, o velho chiste se confirma: quem cala, consente.

Em breve, neste espaço, os resultados da febril apuração jornalística.

Neymar disputa Bola de Ouro com Cristiano e Messi

FIFA Ballon d'Or Gala 2015

A Fifa divulgou nesta sexta-feira os finalistas para os prêmios de melhores da temporada, e tem brasileiro concorrendo. O atacante Neymar é o “convidado de honra” da vez para enfrentar Cristiano Ronaldo e Lionel Messi pelo prêmio mais cobiçado, o de melhor jogador do mundo.

O brasileiro causou impacto principalmente depois de deixar o Barcelona para ir ao Paris Saint-Germain na maior transferência da história do futebol, 222 milhões de euros (R$ 821 milhões).

Ele conseguiu, agora, sua segunda indicação ao pódio do melhor do mundo – ficou em terceiro na eleição de 2015 vencida pelo ex-companheiro de Barça.

Por sinal, na última quinta-feira, o zagueiro Jeremy Mathieu – que trocou o Barcelona pelo Sporting – afirmou que Neymar saiu do Camp Nou para não ficar à sombra de Messi e brigar por uma Bola de Ouro. Enquanto isso, o português é o grande favorito para conquistar o prêmio pela quinta vez após ganhar Espanhol e Liga dos Campeões pelo Real Madrid.

A Fifa também divulgou os três finalistas para os prêmios de:

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– melhor técnico: Antonio Conte (Chelsea), Massimiliano Allegri (Juventus) e Zinedine Zidane (Real Madrid);

– melhor goleiro: Keylor Navas (Real Madrid), Manuel Neuer (Bayern de Munique) e Gianluigi Buffon (Juventus);

– melhor torcida (inédito): Borussia Dortmund, Celtic e Copenhagen. 

(Com informações de ESPN, Globo e UOL) 

Papão vai ao Serra Dourada disposto a confirmar recuperação

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Depois de quebrar a escrita negativa dentro de casa, derrotando o lanterna ABC por 2 a 0 na Curuzu, o Paissandu tentará neste sábado obter sua segunda vitória consecutiva, diante do Goiás, no Serra Dourada, às 16h30. O time deve ter poucas alterações em relação à partida de sábado passado, com a manutenção do quadrado de meio-campo e da dupla Bergson e Marcão no ataque. O objetivo é confirmar a recuperação técnica do time na competição.

“Tivemos um ótimo resultado sábado, quando todo mundo deu o seu melhor, se doando e dedicando na partida. A gente tem que tirar esse jogo como exemplo, e que daqui para frente possamos fazer bons jogos e trazer bons resultados”, avaliou ontem o volante Augusto Recife.

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Como o Goiás está a poucos pontos do Papão na classificação, a partida adquire caráter ainda mais importante, pois uma vitória permitirá um afastamento expressivo do adversário. “Para nós, é um jogo decisivo, como é para o Goiás. É um confronto direto, e para nós também não deixa de ser. O primeiro pensamento que temos ter é de não perder pontos”, disse Recife, sinalizando que um empate pode ser bom resultado para os bicolores. (Fotos: JORGE LUÍS e FERNANDO TORRES/Ascom-PSC)

Galeria do rock

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O grupo The Band lançou seu segundo álbum, intitulado “The Band” [The Brown Album], há 48 anos – no dia 22 de setembro de 1969. O disco foi gravado num estúdio adaptado na casa que pertenceu à estrela Judy Garland, mãe de Liza Minelli.