Trajano volta a trabalhar na TV

O comentarista José Trajano estará de volta a televisão pela Rede TVT, emissora mantida pelo sindicatos dos metalúrgicos do ABC e dos bancários, em São Paulo. De acordo com o anuncio feito pelo canal, o jornalista estreará ainda este mês, com programa diário que irá ao ar de segunda a sexta, às 18h45, antes da exibição do noticiário da casa ‘Seu Jornal’. As informações são do UOL.

Durante o ‘Papo com Zé Trajano’, o profissional abordará assunto sobre esportes, cultura e política. Ainda de acordo com a emissora, como as transmissões são voltadas apenas para as cidades da Grande São Paulo, para o público que não possui antena digital, os comentários de Trajano ficarão disponíveis para os demais estados pelas redes sociais da Rede TVT.

A TVT anunciou oficialmente a contratação na web, por meio de seus perfis no Facebook e no Twitter. Na publicação feita na fan page, os fãs de Trajano comemoraram a novidade, elogiaram a trajetória do profissional e comentaram que colocá-lo na grade da emissora, logo antes do jornalístico, será um aperitivo para os telespectadores.

Trajano volta à TV um ano após deixar a equipe da ESPN. Na emissora de TV paga, o profissional atuou durante 21 anos, 17 destes como diretor de jornalismo. Em 2011, ele deixou de ser executivo e permaneceu no time do canal como comentarista, especialmente do programa ‘Linha de Passe’.

Entre a saída da ESPN e a estreia na Rede TVT, o comentarista chegou a comandar um programa de entrevistas no Canal Brasil. Além disso, o jornalista esteve à frente dos projetos ‘Na Sala do Zé’ – veiculado por meio do Youtube – e o podcast ‘Zé no Rádio’, que foi ao ar pela webrádio Central 3. (Do Comunique-se)

Sobre a alma paraense

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POR GERSON NOGUEIRA

O que, afinal, define a alma paraense?

Grandes escritores regionais já se debruçaram sobre o complexo assunto. Dalcídio Jurandir, Eneida de Moraes, Haroldo Maranhão, Ruy Barata e De Campos Ribeiro, principalmente. Mas é fato notório que não há um inventário completo daquilo que informalmente chamamos de “coisas do Pará”.

O blog tomou a liberdade de elaborar uma lista mais ou menos lista representativa da essência deste caboclo tão diferente, incompreendido, bacana e único – o paraense.

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Ser paraense é…

  • Ter (e festejar) um Natal em outubro e outro em dezembro.
  • Nutrir orgulho e pavulagem por esta terra tão sacaneada por gerações de maus governantes – incluindo os de agora.
  • Jamais comer manga com febre – nossos avós diziam que faz mal.
  • Falar “égua!” em quase todos os momentos e situações.
  • Ir às lágrimas na passagem da berlinda de Nossa Senhora de Nazaré.
  • Ter intimidade com a santa padroeira, a ponto de chamá-la de Nazica.
  • Torcer apaixonadamente por Remo ou Paissandu mesmo que os times não mereçam tanta paixão.
  • Viajar sempre com um (ou mais) isopor levando delícias da terra – cupuaçu, pupunha, taperebá, açaí, tucumã, bacuri, bacaba, filhote, dourada, tucunaré etc. etc. – a amigos de fora.
  • Sentir-se de verdade o senhor dos rios e florestas.
  • Reenergizar o espírito belemense passando sob o túnel de mangueiras da avenida Nazaré.
  • Degustar cachorro-quente (de picadinho) nas esquinas de Belém. McDonald’s é para os fracos.
  • Curtir um passeio na Estação das Docas sob a brisa da baía do Guajará.
  • Tomar açaí (com ou sem açúcar) com farinha de tapioca, camarão, jabá ou peixe frito – ou tudo isso junto.
  • Defender a tradição do carimbó de Verequête e do siriá de Mestre Cupijó.
  • Entender que Cerpinha é a melhor cerveja do universo, e nem cabe discussão.
  • Viajar quilômetros pra comer tapioquinha nas barraquinhas de Mosqueiro.
  • Saber que todos aqui somos manos e manas.
  • Forrar o bucho na comilança do Roxy, saborear 300 sabores de sorvete na Cairu, tomar chope no Cosa Nostra, traçar filhote com jambu no Avenida.
  • Tomar banho com sabonete Phebo e usar roupas perfumadas por patchuli.
  • Ficar sinceramente feliz ao encontrar conterrâneos fora do Estado e do país.
  • Encarar uma cuia de tacacá às 3 da tarde sob temperatura de até 40 graus.
  • Desfrutar da beleza de Alter do Chão e trombetear isso ao mundo.
  • Usar um dialeto particular que inclui palavras como “arredar”, “estrupício”, “inhaca”, “varar”, “morrinha”, “pitiú”, “panemice” etc.

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  • Fazer do combo café preto + pupunha o lanche dos deuses.
  • Falar mal do Ver-o-Peso, mas não permitir que nenhum visitante faça o mesmo.
  • Andar descalço na chuva e admirar o céu todo branco nos torós de fim de tarde.
  • Devorar maniçoba, pato no tucupi e vatapá paraense (com jambu) no sagrado almoço do Círio, tendo compota de cupuaçu como sobremesa.

Diretoria do Remo vai decidir futuro de Léo Goiano

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O técnico Léo Goiano está em negociação com o Remo para permanecer dirigindo o time visando a temporada de 2018. Já foi chamado para conversas com o presidente Manoel Ribeiro e outros diretores, mas a decisão final sobre sua situação caberá aos novos dirigentes – Milton Campos, Miléo Jr. e Abelardo Sampaio.

Goiano lamenta o insucesso na Série C, atribuindo a não classificação à fase de mata-mata aos desfalques que a equipe teve contra o Salgueiro na rodada final. “Fomos para a nossa última partida com o elenco desfalcado, sem banco necessário, o que não pode acontecer em nível de Série C”, disse.

O treinador já foi sondado pelo Carajás e por clubes de fora do Estado, mas não esconde a preferência em permanecer no Baenão, com planos de montar uma equipe sólida, capaz de brigar por títulos e evitando os erros cometidos neste ano.

Junto à torcida azulina, Léo Goiano é bem avaliado e normalmente tem seu nome poupado das críticas contundentes dirigidas à diretoria e aos dois primeiros técnicos do time na Série C – Josué Teixeira e Oliveira Canindé.

Lewandowski cita juiz que diz que “Lava Jato atropela direitos humanos”

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POR FERNANDO BRITO, no Tijolaço

Como os ministros do Supremo Tribunal Federal, diante de Sérgio Moro, não vão além de murmurar, de tão amedrontados de serem expostos pela mídia como “amigos da corrupção” é interessante observar o subterfúgio usado pelo ministro Ricardo Lewandovski para dizer o que pensa da Operação Lava Jato.

Há dois dias, no julgamento de um habeas corpus sem nenhuma ligação com o caso do juiz curitibano, mas que tocava num absurdo apoiado “de bandeirinha” por Moro – a prisão logo após o julgamento de segunda instância, sem o esgotamento dos recursos legais – o ministro, para não dizer com a própria pena, escreveu (aqui, a decisão integral)  que “a nossa Constituição não é uma mera folha de papel, que pode ser rasgada sempre que contrarie as forças políticas do momento” e serviu-se de uma manifestação do processualista e desembargador paulista  Guilherme de Souza Nucci:

Em nosso entendimento, muito disso se deve à chamada operação Lava Jato, que, a pretexto de combater a corrupção, vem atropelando alguns direitos humanos fundamentais. Esperamos que tal aspecto histórico brasileiro não se prolongue por muito tempo; afinal, o cidadão pobre não tem como suportar uma justiça ágil para prendê-lo e ineficiente para apurar a verdade”. (grifei)

O “grifei”, claro, é de Levandowski e não foi, evidentemente,  por acaso.

Hoje, Moro determinou duas prisões de empresários com a confirmação de suas condenações pelo amigo João Paulo Gebran, do TRF-4, o mesmo que pediu “prisão perpétua” para José Dirceu (41 anos de cadeia para quem tem 71 anos o que é?).

O Supremo decidiu que pode acontecer, o que Moro e outros juízes traduziram logo por “tem de acontecer”.

Apesar da covardia, é bom que isso esteja ocorrendo. Pois logo estaremos – mais do que  já estamos – na prisão de 1ª instância, na base da “cognição sumária” ou do “pendura até falar”.

Ou naquele antigo personagem do Jô Soares que dizia: “recolhe , Taborda”.

Papão promove evento de marketing e negócios

Para fortalecer, estruturar e profissionalizar cada vez mais a sua gestão administrativa, o Paissandu, através de sua Diretoria Executiva, promove na noite da próxima quarta-feira (20) o Paysandu Business 2018 no Atrium Quinta de Pedras Hotel, exclusivo para patrocinadores, prospects e agências de comunicação, além de também ser destinado a empresários que negociam e/ou pretendem assinar/renovar contratos de patrocínio com o clube para o ano que vem. O palestrante será José Colagrossi, Diretor Executivo do Ibope Repucom, líder global em pesquisa de marketing e retorno de exposição das marcas em mídia.

O evento começou a ser planejado ainda em 2016, depois que o Vasco da Gama promoveu o I Encontro de Negócios, no Rio de Janeiro (RJ). “Nós entendemos que a ideia foi muito interessante. Na época, conversei com o hoje vice-presidente Ricardo Gluck Paul, que também ficou entusiasmado. E esse ano isso surgiu com força na Comissão de Marketing do Conselho, que está à frente do evento”, informou o presidente do Conselho Deliberativo do PSC, Paulo Maciel.

O clube vai realizar o evento estrategicamente no mês de setembro, para tentar abreviar o fechamento de todas as oportunidades de negócios com vistas ao próximo ano. “Onde quer que o Paysandu tenha uma opção de negócio, tenha uma oportunidade de veicular a marca das empresas, é lá que a gente quer colocar os nossos parceiros”, disse Maciel.

Uma das metas do evento é estreitar, qualificar e atualizar as relações com as empresas que já patrocinam o clube, além de atrair novos parceiros. “Também queremos renegociar com os outros que não fecharam com a gente em temporadas anteriores. Essa é a hora. A compreensão das muitas possibilidades de bons negócios entre o Paysandu e seus parceiros comerciais perpassa pelo entendimento de nossa evolução empresarial, o que nós nos tornamos recentemente enquanto clube, e os negócios que podemos fazer juntos já no ano que vem. É fundamental que nossos parceiros comerciais tenham entendimento concreto do imenso potencial de negócios quando há a associação de marcas ligadas ao esporte, e isso recebe um selo de qualidade quando vem de um profissional com o nível de conhecimento e experiência de José Colagrossi”, argumentou o presidente do Conselho Deliberativo do clube.

SOBRE COLAGROSSI

Formado em Marketing pela Fairleigh Dickinson University e MBA pela Columbia University, José Colagrossi gerencia todas as operações de vendas, desenvolvimento de negócios e as parcerias estratégicas na América Latina, sendo responsável pela expansão do Ibope Repucom no continente. Desde que ingressou ao Ibope Repucom, em 2011, ele oferece suporte a clientes locais bem como clientes globais que operam na região, com foco em projetos de avaliação de mídia, eficiência de patrocínio, estudos de ROI assim como projetos de pesquisa de mercado.

Antes da Ibope Repucom Colagrossi gerenciou operações de vendas e de desenvolvimento de negócios globais para empresas líderes em seus setores, como Net2Phone, FaxNet e iCall. Foi também consultor de desenvolvimento de negócios.

PAYSANDU BUSINESS 2018

Data: 20/09/2017 (quarta-feira)

Hora: 19h30

Local: Atrium Quinta de Pedras Hotel, Rua Dr. Assis, 834, Cidade Velha

Palestrante: José Colagrossi, Diretor Executivo da Ibope Repucom

Tema: Patrocínio Esportivo: A força da associação das marcas