Augusto Recife escalado para enfrentar São Paulo-AP

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Após lesionar o joelho na estreia da temporada diante do Castanhal, pelo Campeonato Paraense, Augusto Recife está de volta. O volante foi liberado pelo departamento médico e pode atuar neste final de semana pelo estadual. Amanhã (08) mesmo o jogador já entra em campo para enfrentar o São Paulo-AP, em Macapá, fora de casa, em jogo amistoso.

Animado com o retorno, Augusto Recife quer recuperar o tempo perdido. “Foi muito ruim ficar de fora, até porque só tinha acontecido isso comigo aqui uma vez. Não gosto de perder nem treino, quanto mais jogo. Felizmente agora já estou curado e com fome de bola. É muito bom poder voltar aos treinamentos sem sentir nenhuma dor”, revelou o atleta, que soma dois títulos com a camisa do Papão.

Em busca do bicampeonato no Pará, o experiente volante não esconde a ansiedade de voltar aos gramados. “Não tem como não ficar ansioso para jogar, fiquei praticamente um mês longe. Minha expectativa é ótima, quero ajudar meus companheiros nesse período importante da temporada e conquistar novamente esse título do estadual”, finalizou.

Contra o São Paulo amapaense, o Papão terá a seguinte equipe: Marcão; Hayner, Mateus, Mauro e Andrelino; Augusto Recife, Jonathan, Marquinhos e Diogo Oliveira; Leandro Cearense e Marajó.

Domingo (12), o Paysandu recebe o Independente às 16h, na Curuzu, pelo Campeonato Paraense. (Da AV Assessoria)

Eduardo Ramos de volta ao Leão?

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O meia-atacante Eduardo Ramos, 30, pode estar voltando ao Clube do Remo. Depois de cedido ao Santo André para a disputa do Campeonato Paulista, o jogador estaria na agenda da diretoria remista como reforço para o Parazão e a Copa Verde. Segundo Cláudio Colúmbia, aqui no blog, Ramos tem chegada prevista para amanhã e já teria acertado salários – R$ 28 mil. A fonte azulina teria garantido também que o meia Polaco (Atlético-AC) será contratado, apesar de oficialmente não ter sido aprovado pelo técnico Josué Teixeira. Até o começo da noite, a diretoria do Remo não se pronunciou a respeito.

Quanto a Ramos, a informação surgiu depois que ele foi liberado pelo Santo André. Para poder defender no Estadual, o jogador precisa ser regularizado junto à CBF até sexta-feira, 10. O documento liberatório do jogador deve ser encaminhado pelo Santo André amanhã à Federação Paulista de Futebol. O pai e representante do atleta, Carlos Ramos, confirmou o avanço das negociações com a diretoria do Remo.

Durante o dia de ontem e nesta terça-feira circularam boatos de que Eduardo Ramos poderia estar em negociações com o Papão, mas a diretoria alviceleste não confirmou o interesse no jogador. (Foto: MÁRIO QUADROS)

Libertadores abre a fase de grupos

A esperada fase de grupos da Copa Libertadores começa nesta terça-feira. Botafogo, Atlético-PR, Atlético Tucumán (ARG) e The Strongest (BOL) foram os vencedores das fases preliminares, que contaram com um total de 19 equipes, e se juntam aos 28 clubes já garantidos nas oito chaves. O Brasil será o país com mais representantes (oito), seguido pela Argentina, com seis.
A partir de agora, a Copa tem 11 clubes já campeões: Palmeiras, Grêmio, Flamengo, Santos, Atlético-MG, River Plate (ARG), Peñarol (URU), Nacional (URU), San Lorenzo (ARG), Estudiantes (ARG) e Atlético Nacional (COL), o atual campeão. Olimpia (PAR) e Colo-Colo (CHI) ficaram no caminho diante do Botafogo.
Quatro estreantes estão na Libertadores: Chapecoense, Atlético Tucumán (ARG), Sport Boys Warnes (BOL) e Zulia (VEN). Carabobo (VEN) e Deportivo Capiatá (PAR) foram eliminados antes da fase de grupos.
Os uruguaios Nacional e Peñarol, pela 44ª vez na Copa, são os clubes que mais vezes disputaram a competição desde a sua criação, em 1960. O Peñarol é o clube com mais títulos (cinco) e finais (dez). O Santos é o brasileiro com mais conquistas: três. Peixe, Grêmio e Palmeiras são os brasileiros com mais finais: quatro cada. (Do Diário Lance) 

Kazu supera Matthews como atleta mais velho a jogar uma partida de futebol

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Kazuyoshi Miura, conhecido como Kazu, bateu um recorde no último domingo. Após jogar 54 minutos no empate do Yokohama FC ( equipe que está atuando) por 1 a 1 com o V-Varen Nagasaki, em partida da segunda divisão japonesa, ele se tornou o jogador mais velho a entrar em campo e defender uma equipe profissional. Além disso, ele já era o atleta mais velho a jogar no Japão – ele passou entre os anos de 1986 e 1990 pelo Santos, pelo Palmeiras, pelo Coritiba, pelo Matsubara, pelo CRB-AL e pelo XV de Jaú.

Com 50 anos e sete dias, Kazu superou o inglês Stanley Matthews, que era o detentor do recorde desde 1965, ao entrar em campo aos 50 anos e cinco dias. A marca foi reconhecida pela Fifa, que escreveu em seu site: “Kazu Miura superou em longevidade a lenda Stanley Matthews, jogando profissionalmente com 50 anos e sete dias”.
No futebol desde os anos 1980 e com início de carreira no Santos, Kazu planeja jogar até os 60 anos. Um dos grandes marcos de sua carreira de mais de 30 anos foi quando se transferiu, por empréstimo, para o Genoa e deu visibilidade ao futebol japonês. Defendendo sua seleção, marcou 55 gols em 89 partidas.
Kazu renovou seu contrato com o Yokohama FC no inicio do ano por mais uma temporada. Ele irá para a sua 32ª temporada disputando a segunda divisão do Japão. Disputou 20 partidas pelo Yokohama FC em 2016 e marcou dois gols. O atacante joga pelo Yokohama desde 2005. (Com informações do Blog do Jânio Barbosa e da revista Placar) 

Josué avisa: não aceita imposição de dirigentes quanto a reforços

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O técnico Josué Teixeira, do Remo, declarou em entrevista que caso algum jogador seja contratado sem o seu aval ficará encostado e treinando à parte. Caso o clube decida impor o atleta, o técnico avisa que pedirá demissão. A afirmação foi dado em consequência do interesse manifestado por dirigentes do Remo na contratação do meia-atacante Polaco, do Atlético-AC, logo depois da partida de domingo, em Rio Branco.

Rock na madrugada – Paul McCartney, Venus and Mars/Rock Show/Jet

Dupla Re-Pa citada em boatos sobre mudanças na Copa do Nordeste

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POR SILVIO BARSETTI, no Terra Esportes

Os clubes mais tradicionais do Norte do País, Paysandu e Remo, podem ser convidados para fazer parte da Copa do Nordeste a partir de 2018. Isso está condicionado a uma eventual desistência dos três grandes de Pernambuco – Sport, Santa Cruz e Náutico -, insatisfeitos com o modelo vigente na competição.

Os pernambucanos deixaram no ar a possibilidade de sair da Copa do Nordeste se não houver mudanças radicais em seu modelo e sistema de disputa. Querem, por exemplo, que a Copa seja realizada em período diferente dos Estaduais e que haja uma redução significativa do número de participantes. Hoje, a Copa tem 20 clubes. Defendem uma competição com 12.

Se suas reivindicações não forem atendidas, Sport, Santa Cruz e Náutico vão pleitear uma Copa do Nordeste com duas divisões, cada qual com dez clubes, e que os Estaduais sejam apenas classificatórios para o torneio regional.

Diante da dificuldade de aprovação dessas propostas, em razão da dissonância com outros clubes e federações do Nordeste, já existe uma movimentação silenciosa dos três grandes de Pernambuco para deixar a Copa. Se isso for concretizado, entraria em pauta o convite a Paysandu e Remo para integrar o grupo, embora ambos já disputem a Copa Verde.

INSATISFAÇÃO

Unidos com o propósito de valorizar a Copa do Nordeste, os grandes clubes de Pernambuco -Sport, Santa Cruz e Náutico – querem que o torneio volte às suas origens, com limitação de número de participantes e em período diferente dos Estaduais, ou, se isso não for possível, que haja uma fusão entre as duas competições. A ideia vem ganhando corpo, embora não conte com o apoio de todas as federações nordestinas. “É um conceito que temos defendido e já manifestamos isso à CBF. Ou a Copa do Nordeste volta a ser uma copa, como foi no início, disputada sem datas que sobreponham os Estaduais, ou é melhor fundir as duas competições”, disse ao Terra o presidente da Federação de Futebol de Pernambuco, Evandro Carvalho.

Para ele, os Estaduais perderam a sua razão de ser e são deficitários. Em sua avaliação, a Copa do Nordeste tem valor de mercado em torno de R$ 100 milhões, se organizada “adequadamente”. Hoje, a competição distribui R$ 28 milhões para os clubes.

“Vivemos no boom das transmissões dos jogos pela TV, na era do Barcelona, do Real Madrid. Tudo mudou e temos que acompanhar isso. Nessa edição de 2017, por exemplo, são 20 clubes na Copa do Nordeste. Não pode, o produto está inchado e isso provoca desinteresse no torcedor. Os três grandes do meu Estado me autorizaram a levantar essa discussão e vamos tentar convencer outros clubes e federações sobre a importância do tema”.

Para o dirigente, uma alternativa seria a criação de duas divisões na Copa do Nordeste, com 10 clubes cada, enquanto que os Estaduais serviriam como classificatórios para uma eventual Série B da Copa – com até quatro clubes ganhando vaga anualmente para a competição.

Tomara fosse possível. O que há é apenas um balão de ensaio dos clubes de Pernambuco, pressionando a CBF a mudar o formato da Copa do Nordeste. 

Barcelona e o incrível esquema sem laterais. Será que vai dar certo?

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Na próxima quarta-feira, o Barcelona terá uma missão extremamente difícil. No Camp Nou, o time catalão receberá o PSG pela partida de volta das oitavas de final da Uefa Champions League. Para passar às quartas, o clube precisará vencer por pelo menos 5 a 0.

Na busca por reverter o placar, o Barça deve entrar em campo com um esquema sem laterais. A primeira visão do novo sistema já foi apresentada no último sábado, quando o clube venceu o Celta por 5 a 0 pelo Campeonato Espanhol.

No ataque, Sergi Roberto – meia de origem, mas que tem atuado na lateral –  operou praticamente como um meio-campista mais à direita, com Busquets centralizado e Rakitic à esquerda. Alba ficou mais fixo na defesa ao lado de Piqué e Umtiti.

Rafinha, no papel um meio-campista, atuou mais aberto pela direita, com Lionel Messi centralizado. Suárez ficou como centroavante e Neymar, como sempre, na ponta esquerda.

Contra o PSG, de acordo com o jornal Mundo Deportivo, Luis Enrique já definiu que entrará com três zagueiros. Sua principal dúvida está entre Mascherano e Alba para acompanhar a dupla Piqué e Umtiti.

No restante, é provável a manutenção do sistema de visto contra o Celta. Busquets, Iniesta e Rakitic (ou Sergi Roberto) atuariam no meio. Messi novamente ficaria entre os meio-campistas e Suárez. Rafinha, na direita, e Neymar na esquerda, completariam o esquema.

Em outras palavras, o Barça opta por um esquema sem laterais ou alas, algo menos comum nos dias atuais. Eles seriam mais notados em um momento mais defensivo, com um dos meio-campistas recuando para ajudar na marcação. É a melhor opção para enfrentar o PSG? (Da ESPN) 

Marasmo das arenas (e estádios) brasileiros precisa ser discutido

POR FERNANDO FLEURY – na ESPN

A CBF anunciou recentemente que já a partir deste ano os clubes da série A do Campeonato Brasileiro não poderão mandar jogos fora de seus estados de origem. Com isso, Arena da Amazônia, em Manaus; Arena das Dunas, em Natal; Arena Pantanal, em Cuiabá; e Mané Garrincha, em Brasília, por meio de seus gestores, já demonstram preocupação e prometem protestos, pois os clubes locais não têm condições de pagar aluguel para atuar nesses estádios, tampouco alcançam uma média de público aceitável para que a conta comece a fechar minimamente.

A decisão da CBF é ruim para estas arenas, que ganham algum dinheiro recebendo partidas de clubes grandes de São Paulo e Rio de Janeiro, principalmente. No entanto, o problema é muito mais amplo, complexo e de difícil solução. Se todas estas arenas dependem tão sensivelmente do mando esporádico de partidas de equipes distantes, o sinal vermelho já foi aceso há muito tempo.

Uma arena (ou estádio, como queiram) deve ser administrada como um empreendimento muito além de um mero campo com arquibancadas para receber jogos de futebol. Espaço para shows e eventos em geral, lojas, restaurantes, escolas, bares, museu, salão de festas, anfiteatro, camarotes, espaços vip, enfim, há uma infinidade de atividades que devem compor o dia a dia de um espaço como esses para que exista um mínimo equilíbrio financeiro.

Olhando para o exterior, a Amsterdam Arena, na Holanda, talvez seja o maior referencial nesta área. O local recebe eventos e atividades nos 365 dias do ano. Com custo de construção de aproximadamente R$ 300 milhões (inaugurada em 1996), o local tem atualmente lucros (não faturamento) superiores a R$ 80 milhões por ano, sendo que apenas 26% de sua receita vem de bilheteria, tour e museu, enquanto mais de 60% da renda da Amsterdam Arena vem de aluguéis (lojas, camarotes, escolas e mais uma infinidade de estabelecimentos, além de eventos, 58% sem nenhuma relação com o futebol).

O que os holandeses conseguiram nos mostra um caminho, mas não uma receita pronta. Um estádio tem altos custos de manutenção, portanto, antes de sua construção, é fundamental verificar a viabilidade financeira do empreendimento, como integrá-lo à região onde será construído, qual a vocação econômica, cultural, costumes e como esta arena pode ser um espaço comercial e de entretenimento absolutamente integrado ao local onde está instalada.

Neste quesito, os Estados Unidos também caminham muito bem, até porque os norte-americanos têm enraizada a cultura de aproveitar as arenas muito além de um palco esportivo, mas como um ponto que recebe desde o churrasco no estacionamento até a compra desenfreada de cerveja, lanches, pôsteres, materiais esportivos e produtos dos mais variados, além de eventos antes, durante e após o jogo em si.

Portanto, antes de qualquer justificativa simplória, é preciso admitir que o Brasil tem sérios problemas, principalmente nas arenas de Manaus, Cuiabá, Brasília e Natal. Isso sem citar o imbróglio do abandonado Maracanã e a dívida estratosférica da Arena Corinthians. Meia dúzia de jogos do Campeonato Brasileiro estão longe de ser a solução.

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O Corinthians realizou no último sábado (4/3) o “Esquenta da Fiel”  (foto), com food trucks, cerveja, bandeirões, enfim, uma série de atrações além do jogo (início às 13 horas, com bola rolando só às 18h30) antes do clássico contra o Santos, ação que merece aplausos para a administração da Arena Corinthians e ao clube.

É preciso avançar, estudar, planejar e fazer com que esses espaços pertençam às suas regiões muito além do futebol.