Archive for 18 de março de 2017

Rock na madrugada – Chuck Berry, Nadine

18 de março de 2017 at 23:16 Deixe um comentário

A sentença eterna

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18 de março de 2017 at 22:35 Deixe um comentário

Morre o pai do rock

Chuck Berry, um dos pioneiros do rock n’ roll, morreu neste sábado, 18. O departamento de polícia do condado de St. Charles, do estado norte-americano do Missouri, confirmou a notícia no Facebook. Berry tinha 90 anos. “A polícia do condado de St. Charles respondeu a um chamado de emergência na rua Buckner aproximadamente às 12h40 de hoje (sábado, 18 de março)”, diz a publicação no Facebook. “Dentro da casa, os policiais encontraram um homem inconsciente e imediatamente tentaram salvá-lo. Infelizmente, o homem de 90 anos não pôde ser reanimado e foi anunciado morto às 13h26.” O texto ainda confirma que o homem era Chuck Berry e acrescenta que a família dele pede privacidade neste momento.

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Desde o primeiro hit, “Maybellene”, em 1955, Berry compôs uma coleção de músicas que se tornaram partes essenciais dos primórdios do rock: “Roll Over, Beethoven”, “Rock & Roll Music” e especialmente “Johnny B. Goode” eram odes à nova forma de arte que surgia – músicas tão importantes que tinham que ser dominadas por qualquer banda ou guitarrista novatos que viessem depois de Berry.

Na adolescência, Keith Richards e Mick Jagger se aproximaram graças à paixão em comum pela música de Berry, e nas últimas cinco décadas as canções dele foram reinterpretadas por uma impressionante quantidade de artistas: desde os Rolling Stones, Beach Boys, The Kinks, The Doors e Grateful Dead até James Taylor, Peter Tosh, Judas Priest, Dwight Yoakam, Phish e os Sex Pistols.

Misturando blues e country, Berry também inventou um próprio estilo de guitarra – como “tocar uma campainha”, como ele descreve em “Johnny B. Goode” – que foi imitado por bandas desde os Stones e os Beach Boys até os grupos de punk rock. As letras dele – a maioria sobre sexo, carros, músicas e problemas – introduziram um novo vocabulário à música popular dos anos 1950.

Nas canções dele, Berry capturava a nova prosperidade pós-guerra dos Estados Unidos – um mundo, como ele cantou em “Back in the U.S.A.”, no qual “hambúrgueres chiam em uma grelha aberta dia e noite”. “Eu fiz discos para as pessoas que os comprariam”, Berry disse uma vez. “Sem cor, sem etnia, sem política – eu não quero isso, nunca quis”. Nos anos recentes, Berry recebeu o Lifetime Achievement Awards (prêmio pelas conquistas de toda a carreira) no Grammy de 1986 e foi induzido ao Hall da Fama do Rock. (No DCM)

18 de março de 2017 at 21:45 4 comentários

Usada por Cunha para lavar dinheiro, Assembleia de Deus quer formar partido

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O termo “cristão” e variações aparecem no nome de seis dos 56 partidos na fila do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) para virar a 36º legenda brasileira. Tem o PEC (Partido Ecológico Cristão), o PPC (Partido Progressista Cristão)…

O PRC (Partido Republicano Cristão) leva vantagem sobre os concorrentes: está sendo articulado com ajuda da Assembleia de Deus, a maior igreja evangélica do Brasil (30% dos 42 milhões de fiéis no Censo 2010, sendo que o total de evangélicos já saltou para três em dez brasileiros).

Essa gigantesca rede de fé deve facilitar a coleta de assinaturas mínimas, recolhidas em ao menos nove Estados, que o TSE exige para formar um novo partido –486 mil, ou 0,5% dos votos válidos na última eleição para a Câmara.

Fonseca assinou relatório pró-Eduardo Cunha (PMDB-RJ) em 2016, quando o agora ex-parlamentar presidia a Câmara e tentava anular sua cassação na Casa. Os dois são assembleianos.Já foram 300 mil registradas em cartórios país afora, calcula o presidente do PRC, deputado Ronaldo Fonseca (Pros-DF), coordenador da bancada de 24 deputados ligados à Assembleia de Deus.

Fundada por missionários suecos em 1911, a Assembleia de Deus (AD) se multiplicou em várias ramificações, e elas não necessariamente dialogam entre si. Não raramente, estão em lados avessos da política (algumas ficaram com a petista Dilma Rousseff, outras com o tucano José Serra, e parte com a então verde Marina Silva em 2010, por exemplo). (Da Folha de SP)

18 de março de 2017 at 21:38 3 comentários

Conversas pra boi dormir

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18 de março de 2017 at 13:37 6 comentários

Histórias do mundo da bola

18 de março de 2017 at 13:14 1 comentário

E o mundo se curva ao país do golpe

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18 de março de 2017 at 13:02 Deixe um comentário

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