Archive for 17 de março de 2017

Papão vence e se classifica com arbitragem polêmica na Curuzu

17 de março de 2017 at 23:58 25 comentários

PSC x Galvez – comentários on-line

Copa Verde 2017 – 1ª fase

Paissandu x Galvez-AC – estádio da Curuzu, 20h30

Na Rádio Clube, Carlos Gaia narra; João Cunha comenta. Reportagens – Valdo Souza, Dinho Menezes, Francisco Urbano e Saulo Zaire. Banco de Informações – Fábio Scerni 

17 de março de 2017 at 17:19 117 comentários

Enquanto isso, na sala de Justiça…

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17 de março de 2017 at 17:02 Deixe um comentário

Como ficam os boçais que inventaram que a Friboi era de Lulinha?

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POR KIKO NOGUEIRA, no DCM

A mãe de todas as fake news dos últimos anos é a história de que Lulinha era dono — ou sócio majoritário dependendo da “fonte” — da Friboi.

A fraude embarcou até nas propagandas com Tony Ramos. Na internet, pessoas pediam o boicote da marca “do filho do Lula”. A JBS, dona da Friboi, se viu forçada a esclarecer que os nomes dos acionistas “podem ser encontrados no site”. 

“Lá será possível identificar que do total de ações, 44% são de propriedade de uma holding chamada FB Participações, que é formada por membros da família Batista, fundadora da JBS”, avisavam. De nada adiantou.

Enquanto os boçais se refestelavam nesse boato, descobre-se na Operação Carne Fraca da Polícia Federal que a empresa abastecia o caixa do PMDB e do PP.

De acordo com um delegado federal, o dinheiro arrecadado no esquema de corrupção envolvendo fiscais e maiores frigoríficos do País irrigava os dois partidos. 

O ministro Osmar Serraglio, aliado de Cunha, teve como maior doador de sua campanha em 2014 a JBS.

O propinoduto era encabeçado por fiscais agropecuários federais e empresários do agronegócio. Em dois anos de investigação, detectou-se que as Superintendências Regionais do Ministério da Pesca e Agricultura do Estado do Paraná, Minas Gerais e Goiás “atuavam diretamente para proteger grupos empresariais em detrimento do interesse público”.

Em 2015, Fábio Luís Lula da Silva pediu abertura de um inquérito policial para investigar as origens desses rumores. Uma postagem de uma conta fake de Eduardo Jorge foi a gota d’água.

Desnecessário acrescentar que não deu em nada.

Ao longo desse tempo, ninguém na imprensa nunca quis perguntar a Lulinha se a conversa procedia. Deixaram o barco rolar porque, afinal, se tratava do inimigo.

Como ficarão os canalhas que alimentaram essa mentira? Mais tranquilos que o Tony Ramos e prontos para a próxima: “Aqui tem confiança”.

Na mosca.

17 de março de 2017 at 16:54 2 comentários

Procurador desrespeita Constituição em novo ataque pessoal a Lula

Nota oficial assinada pelo advogado Cristiano Zanin Martins, defensor do ex-presidente Lula, em face de novo ataque pessoal do procurador da República Deltan Dallagnol:
O procurador da República Deltan Dallagnol voltou hoje (17/03) a atentar contra a honra e a reputação do ex-Presidente Luiz Inácio Lula da Silva em ambiente absolutamente estranho àquele que envolve sua atuação funcional, reforçando o viés pessoal e privado de sua ação.
Agora, vale-se de nova expressão, ao comparar Lula a um “general em crime de guerra”, que “pratica crimes a partir de seu gabinete”. E faz  a grotesca ilação de que o ex-Presidente teria comandado ações criminosas do ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa, apenas porque houve trocas de ministros na Casa Civil da Presidência da República.
A aparição de hoje na mídia segue a mesma linha do espalhafatoso e indigno PowerPoint apresentado em 14/09/2016, reforçando conduta incompatível com as garantias fundamentais asseguradas pela Constituição Federal e pelos Tratados Internacionais que o Brasil confirmou e se obrigou a cumprir, notadamente no que diz respeito à presunção de inocência. Os membros do Ministério Público têm o dever de zelar pela defesa da ordem jurídica (CF/88, art. 127), jamais afrontá-la.
Entendemos esse show midiático como esforço supremo para por em pé uma denúncia vazia. Após 24 audiências relativas à ação penal foco do PowerPoint, nas quais foram ouvidas 73 testemunhas, não se colheu qualquer prova contra Lula, pela simples razão de que nosso cliente não praticou qualquer ilegalidade, direta ou indiretamente. Não houve, nesses depoimentos, a indicação de qualquer fato que pudesse confirmar as absurdas acusações. Ao contrário, foram ouvidas as pessoas que comandaram o Ministério Público, a Polícia Federal, a CGU, a ABIN durante o governo Lula e todas afirmaram — sem exceção — que tiveram ampla autonomia para investigar e punir crimes e que jamais tiveram conhecimento de qualquer esquema de corrupção na Petrobras, muito menos de qualquer conduta ilícita envolvendo o ex-Presidente Lula.
Paulo Roberto Costa afirmou em juízo: “o presidente Lula era o representante maior aí do país, tivemos algumas reuniões em Brasília sempre acompanhado do presidente da Petrobras ou da diretoria toda, quando tinha algum projeto específico que ele mostrava interesse para desenvolvimento do estado e etc., eu fui algumas vezes lá em Brasília, inicialmente com o presidente José Eduardo Dutra, que já faleceu, e depois também tive algumas reuniões com a participação do José Sérgio Gabrielli junto com o presidente Lula, então eram assuntos da corporação que ele tinha interesse de ver em alguns estados, para desenvolvimento dos estados”. Afirmou, ainda: “jamais tive intimidade com o presidente da república, o presidente Lula (…) posso dizer que não existiu dele usar esse termo [Paulinho] em relação a mim, diretamente, e ele usou com terceiros aí eu não posso dizer, mas pessoalmente, primeiro que eu nunca tive nenhuma reunião eu só como presidente Lula, como falei sempre tive reuniões com a participação do presidente da Petrobras ou da diretoria da Petrobras, e eu não tinha intimidade com o presidente Lula (….)”
O depoimento de Costa, em juízo, desmente Dallagnol. E o lamentável é que Dallangnol optou por não comparecer às audiências e presenciar o desmentido formal de suas convicções.
A conduta de Dallagnol afronta até mesmo regras editadas pelo Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), em especial, a Recomendação nº 39, de 08/2016, segundo a qual “as informações e o momento de divulgá-las deve ser responsavelmente avaliados” (artigo 13). O mesmo ato normativo estabelece a necessidade de se “evitar que a manifestação do Ministério Público seja apresentada como decisão ou signifique condenação antecipada dos envolvidos” (artigo 14), o que é absolutamente incompatível com o comportamento do procurador.
Dallagnol age fora de suas atribuições constitucionais e legais para atacar Lula, reforçando, também, a absoluta incompatibilidade da atuação da AGU em sua defesa na ação em que o ex-Presidente cobra reparação por danos morais em virtude dos ilícitos praticados na exposição feita em ambiente privado, acompanhada do já referido PowerPoint.
A nova entrevista será levada aos procedimentos já em curso que objetivam o reconhecimento da suspeição do procurador e, ainda, o reconhecimento de sua responsabilidade civil pelos ilícitos praticados contra Lula. Também será levada ao conhecimento do Comitê de Direitos Humanos da ONU, para reforçar que Lula não está tendo no País direito a um julgamento justo e imparcial.

17 de março de 2017 at 12:45 2 comentários

Capa do Bola – sexta-feira, 17

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17 de março de 2017 at 9:22 1 comentário

Valeu pelo segundo tempo

POR GERSON NOGUEIRA

Com dificuldades para furar o bloqueio defensivo do Atlético-AC no primeiro tempo, o Remo se organizou melhor na etapa final e venceu com folga, garantindo passagem à segunda fase da Copa Verde. Ofensivo, chegando a ter cinco homens de frente, o Leão poderia ter disparado uma goleada mais ampla se aumentasse o ritmo nos minutos finais e aproveitasse as diversas chances criadas.

Os embaraços encontrados no começo do jogo tinham a ver com a falta de velocidade nas jogadas pelos lados. Léo Rosa até se aventurava pela direita, mas Tsunami guardava posição e o meio-de-campo não conseguia ultrapassar as duas linhas de marcação impostas pelo Atlético.

Ao invés de trocar passes em velocidade, o Remo precipitava jogadas, facilitando o bloqueio defensivo dos acreanos. Eduardo Ramos e Flamel foram bem no aspecto individual, mas o time não conseguia encaixar ações ofensivas bem trabalhadas. Edgar, que substituiu Nano, limitava-se a receber e passar a bola, evitando as arrancadas.

Por parte do Atlético, Joel e Polaco eram os jogadores mais acionados, conseguindo criar algumas situações de ameaça ao gol de André Luís.

Para o segundo tempo, o Remo voltou com nova disposição, buscando sufocar desde o começo. Logo aos 4 minutos, Edgar fez um cruzamento perfeito para Henrique cabecear e abrir o placar. A partir daí, o time passou a ter confiança e o Atlético viu-se obrigado a sair da cautela, abrindo espaços que foram bem aproveitados pelos atacantes remistas.

As chances foram aparecendo e o time acreano começou a bater cabeça nas bolas cruzadas para a área. Aos 14 minutos, Eduardo Ramos recebeu na intermediária e tocou para Tsunami driblar um zagueiro e fuzilar para o gol, ampliando a vantagem.

Josué Teixeira tirou Flamel, cansado, e lançou Gabriel Lima para ajudar Jayme e Edgar na frente. Ramos passou a centralizar a organização de jogadas, puxando os contra-ataques e impondo um ritmo forte sobre a zaga visitante.

Polaco ainda ameaçou com um tiro cruzado, aos 19 minutos, mas André Luís saiu muito bem, evitando o gol. Aos 34 minutos, em grande jogada de Edgar pela esquerda, a bola sobrou na área para a finalização certeira de Gabriel Lima.

A classificação estava garantida, mas o Remo continuou em cima. Aos 43, Edgar foi acionado por Ramos e tocou na medida para Jayme marcar o quarto gol, fechando a contagem.

Não foi necessário que o Remo fizesse uma partida excepcional, mas provou que o time cresce sempre que utiliza a velocidade na ligação e aproveita a habilidade de seus atacantes mais abertos, Jayme e Edgar.

Nesse aspecto, é indiscutível a evolução criativa do meio-campo com Ramos exercendo o papel de organizador, embora o comportamento coletivo do time contra o Galo acreano tenha sido apenas razoável.

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Obrigação de vencer é maior obstáculo para o Papão

Os bicolores terão hoje à noite um desafio aparentemente mais difícil que o do Remo, pois terá que derrotar o Galvez para assegurar a classificação. Apesar disso, é inegável a disparidade técnica entre os times. Em condições normais, os bicolores têm tudo para confirmar o favoritismo e avançar na competição.

Só não pode repetir a atuação tímida do jogo contra o Independente, no último domingo, quando passou o primeiro tempo preso à marcação e sem criatividade para buscar alternativas.

A solução veio com a entrada do meia Diogo Oliveira, que deu mais estabilidade à meia-cancha e foi fundamental para que Leandro Carvalho encontrasse mais espaço para manobrar.

Caso Marcelo Chamusca siga a lógica, Oliveira deverá entrar jogando, assumindo a função de criar jogadas, que até então vinha sendo executada precariamente pelos volantes Wesley e Rodrigo.

(Coluna publicada no Bola desta sexta-feira, 17)

17 de março de 2017 at 9:20 13 comentários

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