Archive for 4 de março de 2017

Telas & pincéis

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Edward Hopper.

4 de março de 2017 at 18:23 Deixe um comentário

O rock não errou

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Apesar da presença de figuras como Lobão, Roger e outros golpistas ainda há vida inteligente no rock brasileiro. Edgar Scandurra, maior guitarrista brasileiro e um dos fundadores do Ira!, mostra de que lado está.

4 de março de 2017 at 18:09 Deixe um comentário

A sentença eterna

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4 de março de 2017 at 18:05 Deixe um comentário

São Francisco vence a primeira no Parazão 2017

A sexta rodada do Campeonato Paraense foi completada na tarde deste sábado, com a vitória do São Francisco sobre o Pinheirense, por 1 a 0, no estádio do Souza. O gol santareno foi marcado por Juninho, aos 28 minutos do primeiro tempo.

CLASSIFICAÇÃO GERAL – PARAZÃO 2017

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4 de março de 2017 at 17:57 Deixe um comentário

Para o Botafogo, decisão da Justiça põe em risco segurança do torcedor

A decisão do desembargador do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, Gilberto Clovis Farias Matos, de acatar os recursos dos clubes e suspender a liminar que obrigava torcida única em clássicos no Rio de Janeiro não agradou o Botafogo. Como administrador do Nilton Santos, o Alvinegro se mostrou contra, desde o início, a presença das duas torcidas, nas atuais circunstâncias.

cep_tefmhbbEm contato com o GloboEsporte.com, o presidente do Botafogo, Carlos Eduardo Pereira (CEP), ressaltou não ter como ir contra uma decisão judicial, mas recordou o assassinato de um torcedor alvinegro, no clássico, contra o Flamengo, em 12 de fevereiro, para defender sua posição.

– É uma decisão judicial, não há o que fazer. Só acho que antes de a Justiça tomar esse tipo de decisão, ela tinha que dar uma resposta à sociedade. Ninguém falou sobre os assassinos do dia 12 de fevereiro. O torcedor do Botafogo foi assassinado com um espeto de churrasco, ninguém foi preso, ninguém está respondendo a nada. E as pessoas estão tratando isso como uma coisa menor, sem importância. Para nós, não é. Os mesmos assassinos do dia 12 poderão ir ao jogo no domingo. A responsabilidade passa a ser do desembargador que liberou –  lamentou o presidente alvinegro.

Carlos Eduardo Pereira ainda disse não entender o motivo de o jogo entre Flamengo e Fluminense não ser disputado no Maracanã. O dirigente, inclusive, revelou ter proposto à FERJ uma vistoria conjunta no estádio. Não houve resposta.

– O Botafogo se posicionou a favor do regulamento. O regulamento indica o Maracanã como estádio prioritário em relação à realização de clássicos. Ninguém demonstrou ao Botafogo a impossibilidade de o Maracanã ser utilizado no domingo. Esse é o ponto inicial. Por que pode na quarta e não pode no domingo? Ninguém explicou. O Botafogo fez uma proposta à federação de uma vistoria conjunta no Maracanã e não recebeu nenhuma resposta.

Após a decisão, Sandro Trindade, procurador da Ferj, explicou o motivo de o Maracanã não estar disponível para o clássico de domingo. Segundo o dirigentes, não há laudos que liberem o estádio, que será usado na próxima quarta-feira pelo Flamengo, na estreia na Libertadores, contra o San Lorenzo.

– Todo esse imbróglio mostrou uma união dos clubes e da federação em prol de um objetivo comum. O Botafogo, realmente, destoou. Mas volto a dizer: é  importante que o Botafogo, a partir deste momento que a liminar foi revogada, se una, e manifeste-se no sentido de que o posicionamento do clube também é no sentido que as campanhas de paz nos estádios devem ser estimuladas. E temos certeza que o Botafogo vai aderir. A designação deste jogo para o Engenhão, Nilton Santos, é o que prevê o regulamento da competição. O Maracanã que é a primeira opção não foi utilizado porque não tem condições necessárias para o jogo de domingo. Não possui laudos técnicos – disse Sandro Trindade.

Entenda o caso:
No dia 17 de fevereiro, o juiz Guilherme Schiling, do Juizado Especial do Torcedor e dos Grandes Eventos do Rio, determinou que os clássicos realizados no estado seriam com torcida única. Clubes e Federação, após audiência, conseguiram a suspensão da liminar para a semifinal entre Flamengo e Vasco, no sábado. Para a decisão, contudo, as discussões voltaram à tona. O Fluminense, sorteado como mandante do jogo, ganhou o direito, após audiência na tarde desta sexta, de jogar apenas para sua torcida.

Eduardo Bandeira de Mello e Pedro Abad afirmaram ser contra a decisão e recorreram. Na tarde desta sexta-feira, o desembargador Gilberto Clovis, do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, acatou o recursos dos clubes e derrubou a liminar que obrigava torcida única no clássico de domingo.

4 de março de 2017 at 17:44 Deixe um comentário

Galvez e Papão definidos para o duelo desta noite

gol_arena_da_florestaAcre e Pará começam neste sábado (4), a disputa por vagas na fase de quartas de final da Copa Verde. Serão dois duelos entre clubes dos estados na primeira fase. O primeiro deles é entre Galvez e Paysandu, que jogam a partir das 19h (de Brasília), na Arena da Floresta, em Rio Branco. Atlético-AC e Remo se enfrentam neste domingo (5).

Imperador, comandado pelo técnico Pablo Simões, chegou à primeira fase após eliminar o Nacional-AM na fase preliminar. Empatou por 1 a 1 no Acre e venceu por 1 a 0, em Manacapuru, interior do Amazonas. O time ocupa a quarta colocação no Campeonato Acreano, com três pontos em dois jogos. Estreou com derrota para o Plácido de Castro e venceu o Alto Acre na segunda rodada.

O Papão está pronto para começar a busca pelo bicampeonato da Copa Verde. O elenco encerrou suas atividades na manhã desta sexta-feira, antes da viagem para o Acre. O time do treinador Marcelo Chamusca lidera o grupo A1 do Campeonato Paraense com 12 pontos em seis partidas, quatro vitórias e duas derrotas.

O árbitro principal do jogo será Edmar Campos Encarnação, do Amazonas, que terá como assistentes Alexsandro Lira de Alexandre, também do Amazonas, e Valdebranio da Silva, de Rondônia.

Galvez: o técnico Pablo Simões faz mudanças no Imperador com relação ao time que venceu o Alto Acre, na segunda rodada do Campeonato Acreano. Com o volante Renato suspenso, Wilson entra na vaga. Kinho, que foi preservado contra o Papagaio da Fronteira, volta no lugar de Willan Kremer, e Neném e Ciel completam o setor. No ataque, Lucas forma dupla com Ferrari, que entra na vaga de Tonho Cabañas, sentindo dores na panturrilha. A presença do zagueiro Jô, com dores na coxa, e do atacante Lucas, recuperando-se de um problema no joelho, só será confirmada antes da partida. O 11 principal deve ter: Máximo, Layo, Rafael, Jô (Fabinho), Tiaguinho; Wison, Kinho, Ciel, Neném; Lucas (Willian Kremer) e Ferrari.

Paysandu: Marcelo Chamusca, sem mistérios, deverá repetir a base da equipe que vem de três vitórias seguidas no Parazão: Emerson; Ayrton, Fernando Lombardi, Gilvan e Wilian Simões; Ricardo Capanema, Wesley e Rodrigo Andrade; Leandro Carvalho, Bergson e Alfredo.

4 de março de 2017 at 17:20 1 comentário

Justiça autoriza final da Taça GB no Engenhão e com torcida mista

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Paralelamente à autorização concedida em segunda instância para que Flamengo e Fluminense tenham torcida na final da Taça Guanabara, o Tribunal de Justiça Desportiva do Rio declarou em despacho que autorizaria a realização da partida com torcida mista, independentemente da Justiça comum. Na decisão, publicada na página do TJD há pouco, o órgão afirma que não é competência do TJRJ analisar o assunto e ainda discorre: “A torcida única é a razão da insegurança e não o seu remédio”.

Na sentença, o presidente o Tribunal, Marcelo Jucá, afirma que há muito mais insegurança se o jogo fosse realizado com torcida única:

“O jurista especializado em Direito Desportivo Mauricio Corrêa da Veiga, em entrevista concedida ao Jornal da Record no dia 01/03/2017, cita um exemplo que muito fez pensar este julgador e por isso, peço vênia para expor algumas de suas brilhantes lições, senão vejamos: Ora, é notório que o número de assaltos a coletivos na cidade do Rio de Janeiro é muito elevado, e na linha de raciocínio do Ministério Público Estadual, seria correto dizer que a solução para esse problema, deveria ser a proibição de circulação de ônibus na cidade”, continua:

“Existe muito menos segurança na hipótese da partida ser realizada com torcida única do que se ocorresse com as duas torcidas, já que movimentos indicando que ocorrerão tumultos do lado de fora da arena já circulam pelas redes sociais. A torcida única é a razão da insegurança e não o seu remédio”.

Justiça Comum

Para o TJD, o assunto só deveria ter sido alvo de manifestações do MP e da Justiça comum após esgotadas as discussões na esfera desportiva:

“Primeiramente, registre-se que a justiça comum é absolutamente incompetente para tratar de questões relativas a competição, tendo em vista o comando expresso no parágrafo primeiro do art. 217 da Constituição Federal (…) O Poder Judiciário somente poderia tratar da matéria aqui discutida, após esgotadas as instancias da Justiça Desportiva e por isso, entendo que os fatos e fundamentos lançados pelos requerentes não deveriam ter sido objeto de decisão judicial exarada por Juizado Especial, vinculado ao TJ/RJ”, discorreu o tribunal.

A decisão refere-se a pedido dos dois clubes para que o jogo fosse realizado com portões fechados. A estratégia da dupla Fla-Flu era a de impedir que a medida do MP (torcida única) fosse aplicada, lesando os torcedores de um dos times. O jogo sem torcida seria usado caso a liminar que determinou somente tricolores no jogo não fosse derrubada na Justiça comum.

Apesar de o TJ ter fundamentado pela torcida mista, a presidência do órgão concordou em autorizar os portões fechados, caso fosse do interesse dos times.

POLÊMICA

O presidente da Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (Ferj), Rubens Lopes, apesar da boa relação que mantém com o Botafogo desde a gestão de Maurício Assumpção, não engoliu a postura do atual presidente alvinegro, Carlos Eduardo Pereira, na briga jurídica envolvendo a determinação do Juizado Especial do Torcedor proibindo clássicos com duas torcidas no estado. Lopes criticou as declarações de Pereira, o que qualificou de “incitação ao ódio”.

Após Flamengo, Fluminense e a Procuradoria Geral do Estado terem conseguido suspender a liminar que obrigava a final da Taça Guanabara a ter torcida única, com o jogo já marcado pela Ferj para o Estádio Nilton Santos, ou Engenhão, Pereira disse que os assassinos do torcedor morto no dia 12, em confronto entre as torcidas de Botafogo e Flamengo nos arredores do estádio, poderiam ir ao jogo.

No desenrolar da disputa jurídica, ele deixou bem claro que seu único problema era em receber a torcida rubro-negra, rixa que começou faz tempo, quando William Arão resolveu trocar General Severiano pela Gávea.

– A rivalidade é e sempre será sadia no futebol.  Mas é inconcebível em tempos de bandeira branca o discurso de incitação ao ódio.  Os torcedores de Flamengo e Fluminense não são assassinos. E cabe às Polícias o papel da investigação e, mais tarde, a responsabilização. Defendemos, sim, a defesa dos direitos e da paz. É incontroverso que cabe ao poder público a segurança do cidadão. Mas a sociedade não deve se abster de implementar medidas, desenvolver ações e promover campanhas que previnam a violência. Exatamente nesse ponto que torna-se fundamental a participação do dirigente esportivo, independentemente  da posição do seu clube ou do pensamento que possa ter a respeito do seu adversário. Flamengo, Fluminense, Vasco e Botafogo são rivais, não inimigos. E ninguém precisa botar mais fogo nisso.

O dirigente ainda fez um apelo às torcidas de Flamengo e Fluminense para que não haja depredação do estádio alvinegro:

– Aproveito para registrar em forma de pedido que as torcidas de Fluminense e Flamengo preservem o Estádio Nilton Santos sem dar margem a novas críticas e também  evitar que suas diretorias tenham que arcar com eventuais prejuízos. Torçam, façam o show de sempre. (Com informações da ESPN e GE)

4 de março de 2017 at 17:11 Deixe um comentário


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