O encontro de três lendas do rock

B3a0JaECMAAwe5Z

Por Raul Ramone

24d3j2fNo dia 7 de março de 1968, Jimi Hendrix, Jim Morrison e Johnny Winter se apresentaram juntos no palco do Scene Club, em Nova Iorque. A formação da banda transitou entre Randy Jo Hobbs (baixo), Randy Zehringer (bateria) [ambos integrantes do McCoys e músicos do clube], e o baterista Buddy Miles (Randy toca na primeira parte, Miles na segunda).

Reza a lenda que Janis Joplin estava na plateia e teria ficado bastante irritada quando Morrison derramou alguma bebida em seu colo. Essa embriaguez do antigo vocalista do The Doors pode ser percebida nas faixas “Bleeding Heart” e “Morrison’s Lament”, em que ele tenta tocar gaita e berra que nem louco no microfone errado.

A presença de Johnny Winter naquela noite também é um mistério, já que Steve Paul, empresário do guitarrista e proprietário do clube na época, garante que ele não esteve lá.

Lendas do Rock.

E salve o grande Jimi, cujo aniversário se comemora neste 27 de novembro. 

Música do Skank motivou Levir a continuar

Da ESPN

Como não poderia deixar de ser, o técnico Levir Culpi, do Atlético-MG, estava de excelente humor na entrevista coletiva concedida após a conquista do título da Copa do Brasil, que veio após vitória por 1 a 0 sobre o rival Cruzeiro na última quarta-feira. Com contrato até o fim do ano na equipe alvinegra, ele usou metáforas musicais para dizer que às vezes pensa em largar o futebol para ficar com a família, mas que deve renovar com o “Galo” mesmo assim.

B3as6lMCUAALNLz“Eu estava pensando sobre a final outro dia, e estava viajando… Aí tocou uma música do Luan Santana que falava: ‘Eu, você, dois filhos e um cachorro’. Aí pensei nas minhas filhas, na minha cachorrinha…. Deu vontade de largar tudo”, contou o treinador. “Só que eu seguida tocou outra música, essa do Skank, que falava: ‘Vou deixar a vida me levar’. É esse sentimento que estou agora, de deixar a vida me levar. Não sei o que vou fazer, estou em um estado de embriaguez”, brincou.

No entanto, Levir admite que a renovação contratual deve mesmo acontecer. O treinador afirma se sentir muito bem na Cidade do Galo, e isso o motiva a seguir trabalhando com futebol mesmo com a saudade da família batendo forte muitas vezes.

“Estou de bem com a vida, adoro o clube, tenho amizade com todos, o time está conquistando bons resultados, a torcida está feliz. Então, óbvio que o mometno é de continuidade, mas não é só isso que importe, tem muitos outros fatores… Mas a possibildidade de continuar aqui é grande, claro que é…”, disse.

O treinador também aproveitou para já cobrar o início do planejamento para 2015, para não ficar atrás do rival Cruzeiro, que, segundo ele, já está de olho no ano que vem.

“Aqui no Brasil, tudo fica para o último jogo. Se eu perdesse hoje, era provável que não ficasse no clube. Agora o Atlético tem que resolver a vida o quanto antes, porque precisa organizar a pré-temporada, saber quem fica, quem sai, se resolver… O Cruzeiro vai manter a mesma formação no ano que vem, e esse é o caminho: organizar para depois conquistar”, encerrou.